RESUMO DO DIA – BAHIA PARTNERS
Setembro começou com festa para os mercados, com notícias vindas da China, da Austrália e dos EUA. Dados econômicos aumentaram as esperanças de que o ritmo de recuperação global não seja tão fraco, podendo retomar números mais robustos nesse último trimestre do ano. O Ibovespa fechou com ganhos, em linha com as bolsas americanas e européias.
A China deu uma abertura positiva para o novo mês, após anunciar que a atividade industrial voltou a crescer, depois de meses consecutivos de declínio, aliviando as preocupações sobre uma desaceleração da economia do país. Ainda lá do outro lado do mundo, a Austrália reportou um forte crescimento, surpreendendo as expectativas do mercado.
Logo em seguida, os Estados Unidos entraram em cena. Os dados de emprego desapontaram um pouco o mercado, mas logo o sentimento otimista foi resgatado por indicadores do setor industrial.
A pesquisa ADP mostrou inesperado corte de 10 mil empregos no setor privado norte-americano em agosto, ante previsão de criação de 15 mil postos de trabalho nas empresas do país. Ainda que a fragilidade do mercado de trabalho americano já seja conhecida, vale notar que o número divulgado hoje pode piorar as expectativas para o Payroll, que sai na sexta-feira e que contabiliza também as vagas do setor público. Por sua vez, o Índice de Atividade Industrial ISM subiu a 56,3 em agosto, bem melhor que o esperado. O mercado estava esperando uma desaceleração da atividade industrial, enquanto o indicador apontou para um aquecimento em relação julho.
Internamente o front corporativo foi destaque. Dentre as principais notícias, a Vale informou que em leilão de Oferta Pública Voluntária agendado para ocorrer hoje, a adesão dos acionistas da Paranapanema à oferta não atingiu a quantidade mínima à qual estava condicionada a efetivação da referida oferta pública. Desta forma, a Vale não adquiriu no leilão quaisquer ações da Paranapanema, cujo preço sofreu forte volatilidade na sessão de hoje.
Agora, as expectativas que ficam são em torno da decisão do Copom de hoje à noite..
Fechamento
O Ibovespa encerrou o dia com valorização de 2,96% aos 67.072 pontos e com volume negociado de R$ 7,47 bilhões.
Escrito por XP - Investimentos
ABERTURA DO MERCADO – XP INVESTIMENTOS
O Ibovespa fechou a terça-feira com alta de 1,38%, mas ainda assim acumulou perdas de 3,51% no mês de agosto. Embora o clima de pessimismo generalizado diante de temores sobre a recuperação da economia mundial, os EUA deram um conforto ao divulgar alguns números um pouco mais favoráveis. Com a cautela no bolso, o investidor foi moderado nas compras e ajudou algumas bolsas a fecharem com ganhos ontem. Em Wall Street, Dow Jones e o S&P 500 voltaram a pisar levemente o terreno positivo, em alta de 0,05% e 0,04%, respectivamente - Em agosto, recuaram, respectivamente, 4,31% e 4,74%.
Para hoje, a maior expectativa do dia repleto de indicadores, no Brasil e nos Estados Unidos, é pela divulgação, à noite, da decisão do COPOM sobre a taxa básica de juros. A previsão da maior parte dos economistas é de manutenção da Selic em 10,75 por cento ao ano. Mas a agenda internacional tem outros focos de volatilidade, com os índices PMI na Europa - nos EUA, o ISM e dados do emprego privado.
Nos mercados hoje, a maioria das bolsas asiáticas subiram, após a divulgação de dados da atividade industrial na China, que sinalizaram avanço da segunda maior economia do mundo após a desaceleração do mês anterior. O índice de gerentes de compras divulgado pelo governo chinês subiu acima da mediana das previsões. A alta das bolsas também foi favorecida pelo produto interno bruto da Austrália, que cresceu 1,2 por cento no segundo trimestre em relação ao primeiro, a maior variação em três anos.
Os futuros americanos e as bolsas européias também registram ganhos nessa manhã. Os mercados começaram setembro mais otimistas, ainda que as atenções estejam voltadas também para a agenda de indica-dores.
Dentre os dados a serem divulgados hoje, a Pesquisa ADP é o destaque - a expectativa de criação de 15 mil postos de trabalho no setor privado é positiva, mas a economia americana está longe de recuperados todas as 8,2 milhões de vagas perdidas entre fev/08 e jan/10.
Em relação ao ISM da Indústria, se vier em linha com a expectativa de 55,5 pontos confirmaria mais um mês de expansão da atividade (índice acima de 50), mas ainda assim, seria o quarto mês consecutivo de queda do índice.
Escrito por XP - Investimentos
ABERTURA DO MERCADO - XP INVESTIMENTOS
Correndo contra o tempo, a Bovespa tenta terminar o mês no azul. Mas com uma semana recheada de importantes indicadores econômicos aqui e lá fora, fica difícil fugir da volatilidade. Para essa semana, os dados americanos a serem divulgados devem continuar confirmando a fragilidade do cenário econômico após a retirada de alguns incentivos da economia. Por aqui, há expectativa pela reunião do Copom, que vai decidir a nova taxa básica de juros do país. Como não poderia ser diferente, o investidor se mostrou avesso ao risco e as bolsas marcaram ontem seus pregões com quedas. Na Bovespa a queda foi de 2,02%.
Hoje, o destaque da agenda econômica fica por conta do Índice dos Gerentes de Compra Chicago em agosto – se espera que o indicador seja inferior ao verificado em julho, mas, o índice deve continuar acima de 50 pontos, o que significaria uma expansão em ritmo mais lento da atividade industrial da região. Além disso, o dado de preço de imóveis no Estados Unidos fica no radar, com expectativa de desaceleração na alta dos preços.
Internamente, o IBGE divulga a produção industrial em julho – as expectativas sugerem que a produção industrial deve voltar a crescer, após a acomodação observada no último trimestre.
Na Ásia, as principais bolsas encerraram a terça-feira com perdas, acumulando um saldo negativo no mês de agosto. O Nikkei desabou 3,55 por cento, na maior queda em três meses. Os investidores temem que as últimas medidas do banco central japonês falhem em conter a apreciação do iene, que prejudica os exportadores do país. O iene caminha para o quarto mês de alta diante do dólar, que também se desvaloriza diante do euro.
As bolsas internacionais prolongam as quedas registradas ontem na expectativa de que dados da atividade dos Estados Unidos possam levantar mais dúvidas sobre a recuperação da maior economia do mundo. A agenda para hoje não traz boas perspectivas, e os dados que serão divulgados ao longo da semana ajudam a dar o tom de cautela para os mercados.
Escrito por XP - Investimentos
RESUMO DO DIA – BAHIA PARTNERS
No último dia útil de agosto as ações resolveram fechar com valorizações. Embora o clima de pessimismo generalizado diante de temores sobre a recuperação da economia mundial, os EUA deram um conforto ao divulgar alguns números um pouco mais favoráveis. Com a cautela no bolso, o investidor foi moderado nas compras e ajudou algumas bolsas a fecharem com ganhos. O Ibovespa foi uma das contempladas.
Nos EUA, o instituto Conference Board, revelou que o americano está um pouco mais confiante: o índice que busca refletir o sentimento dos consumidores subiu de 51 pontos em julho para 53,5 em agosto. O dado veio melhor que o esperado. A confiança do consumidor está muito atrelada aos gastos da população, a melhora do indicador pode impactar positivamente na economia americana, que tem 70% do PIB vinculado ao consumo.
A Ata do Fomc também foi divulgada e não trouxe nenhuma novidade. O Banco Central dos Estados Unidos se mostrou preocupado com a recuperação da economia americana, e está analisando as formas para incentivos. A autoridade monetária avaliou o crescimento do país como abaixo do que era esperado, mas projeta aceleração para a retomada econômica em 2011.
A Europa também esteve no noticiário. A agência de estatísticas Eurostat reportou uma desaceleração dos índices de preços entre julho e agosto na Zona do Euro, em linha com as previsões do mercado. A taxa do desemprego da região permaneceu em 10% em julho, perto do patamar máximo em 12 anos.
Por aqui, a produção industrial brasileira conseguiu galgar ao terreno positivo depois de três meses apresentando queda na margem e mostrou expansão de 0,40% em julho, ante junho. O resultado, no entanto, foi considerado fraco e veio abaixo da mediana das expectativas do mercado, com a produção de bens de capitais ainda no vermelho, embora as demais categorias de uso tenham passado à alta ante mês anterior.
No front corporativo, a terceira e definitiva prévia do índice Ibovespa foi divulgada hoje. As ações da Brookfield Incorporações, Marfrig e Banco Santander passarão a integrar a próxima carteira teórica do Ibovespa, composta por 68 papéis, que entrará em vigor na quarta-feira e valerá até dezembro.
Ainda no Brasil, o Copom (Comitê de Política Monetária) inicia hoje a reunião de dois dias para determinar a nova taxa básica de juros do país, atualmente em 10,75%. Boa parte dos economistas do setor financeiro espera a manutenção dos juros, mas uma parcela ainda não descarta as possibilidades de um ajuste para 11,25%.
Fechamento
O Ibovespa encerrou o dia com valorização de 1,38% aos 65.145pontos e com volume negociado de R$ 6,43 bilhões.
Escrito por XP - Investimentos
RESUMO DO DIA – BAHIA PARTNERS
Correndo contra o tempo, a Bovespa tenta terminar o mês no azul. Mas com uma semana recheada de importantes indicadores econômicos aqui e lá fora, fica difícil fugir da volatilidade. Para essa semana, os dados americanos a serem divulgados devem continuar confirmando a fragilidade do cenário econômico após a retirada de alguns incentivos da economia. Por aqui, há expectativa pela reunião do Copom, que vai decidir a nova taxa básica de juros do país. Como não poderia ser diferente, hoje o investidor se mostrou avesso ao risco e as bolsas marcaram seus pregões com quedas.
Os números já divulgados da economia americana não bateram com as expectativas do mercado. Entre as primeiras notícias o dia, o Departamento de Comércio dos EUA reportou um aumento de 0,2% no nível de renda dos trabalha-dores americanos, e um crescimento de 0,4% no nível de gastos no mês de julho. Economistas do setor financeiro projetavam um avanço de 0,3% para ambos os indicadores. O dado não foi ruim, mas também não serviu como market mover.
No Brasil, o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, apontou que a maioria dos economistas de bancos e corre-toras reduziu suas projeções para a inflação deste ano, mas houve a continuidade da alta da mediana das expectativas para o IPCA 2011, que passou de 4,86% para 4,87%. A previsão para a taxa básica de juros, a Selic, para o fim deste ano continuou em 10,75% (patamar atual). Com relação ao PIB, o número sofreu leve recuo de 7,10% para 7,09%.
A inflação medida pelo IGP-M atingiu 0,77% em agosto, ante 0,15% no mês anterior, e bem acima da variação de 0,67% projetada por analistas do mercado.
No front corporativo brasileiro, as quedas foram lideradas por ativos ligados à siderúrgicas e mineradoras. Já o terreno positivo foi dominado por papéis voltados ao consumo doméstico, como Lojas Renner e Natura, ancorados nos bons fundamentos da economia brasileira.
Amanhã, o destaque da agenda econômica internacional fica por conta do Índice dos Gerentes de Compra Chicago em agosto - embora se espere que o indicador seja inferior ao verificado em julho, o índice deve continuar acima de 50 pontos, o que significaria uma expansão em ritmo mais lento da atividade industrial da região. Internamente, o IBGE divulga a produção industrial em julho – as expectativas sugerem que a produção industrial deve voltar a crescer, após a acomodação observada no último trimestre.
Fechamento
O Ibovespa encerrou o dia com desvalorização de 2,02% aos 64.260 pontos e com volume negociado de R$ 4,04 bilhões.
Escrito por XP - Investimentos