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Banda Merlô lança álbum de estreia CINEMA com proposta de experiência sonora introspectiva; confira
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Justiça manda D2 incluir nome de compositora em canção; defesa diz que crédito nunca foi retirado
Por Leonardo Volpato | Folhapress
A disputa judicial entre a sambista Geovana e Marcelo D2 ganhou um novo capítulo após uma decisão liminar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
O desembargador Jean Albert de Souza Saadi determinou que o rapper e a Universal Music Brasil incluam, no prazo de dez dias, o nome artístico da compositora nos créditos do videoclipe e de outras publicações da regravação de "Tataruê", sob pena de multa diária de R$ 5.000.
A decisão, porém, está longe de encerrar o caso e expõe versões distintas sobre o que motivou a ação.
O processo foi ajuizado por Geovana em 13 de maio, data em que se celebra a abolição da escravatura no Brasil. A artista sustenta que sua composição foi regravada para o álbum "Manual Prático do Novo Samba Tradicional, Vol. 3", de Marcelo D2, sem que ela fosse procurada previamente e sem o devido reconhecimento de sua autoria.
Além da questão dos créditos, a ação também discute a suposta utilização da obra sem autorização e outras alegadas violações de direitos autorais. Esses pedidos ainda serão analisados pela Justiça.
A liminar representa a primeira vitória da compositora no processo, ao garantir, de forma provisória, que seu nome artístico passe a constar nos créditos da obra enquanto o mérito da ação segue em tramitação.
Para Geovana, a discussão ultrapassa a simples correção de uma informação." Eu fiquei surpresa. É uma música que fala da minha família, da minha ancestralidade e negritude. Tenho mais de 60 anos de carreira e me senti roubada. Até a versão é uma cópia da minha, mesmo arranjo", afirma. ]
A sambista disse ainda que a decisão representa o reconhecimento de sua trajetória "como compositora e como mulher negra" e também uma forma de preservar a memória de artistas que, segundo ela, muitas vezes acabam invisibilizados.
Os representantes da artista afirmam que tentaram resolver o impasse antes da via judicial. Camilo Árabe, um dos produtores de Geovana, diz que houve conversas com a Universal, mas que a proposta apresentada pela gravadora não previa uma reparação adequada. Segundo ele, também não teria sido possível abrir um canal de diálogo com Marcelo D2.
DEFESA DE D2 REBATE
À Folha de S.Paulo, o advogado de Marcelo D2, Thiago Endrigo, afirma que tanto o cantor quanto sua defesa souberam da decisão pela imprensa e que ainda não foram oficialmente intimados. Segundo ele, a principal premissa da ação —a ausência de créditos— não corresponde ao que ocorreu.
A defesa afirma que Geovana sempre foi identificada como autora da música, embora inicialmente constasse nos créditos pelo nome civil, e que essa informação já havia sido corrigida para o nome artístico antes mesmo da decisão judicial.
Endrigo diz ainda que a equipe de D2 recebeu da Universal a autorização formal para gravar a faixa e que possui o documento que comprova essa autorização, encaminhado à Folha de S.Paulo. Segundo o advogado, o impasse surgiu posteriormente, quando a própria gravadora informou que os representantes de Geovana passaram a questionar a validade desse contrato, alegando que ele estaria expirado.
A defesa sustenta que esse é o verdadeiro foco da disputa e que Marcelo D2 acabou sendo transformado em "bode expiatório" de uma controvérsia entre a compositora e a gravadora.
Ainda de acordo com o advogado, não haveria qualquer interesse do artista em omitir a autoria da obra, já que o projeto reúne 32 regravações de sambistas admirados por D2. Ele afirma que os direitos autorais estão sendo pagos regularmente e diz que o cantor sempre demonstrou disposição para atender aos pedidos da compositora.
"O Marcelo está do lado da Geovana. O crédito deve ser mantido. Se ela entender que a música deve sair do ar, a gente tira. Não existe oposição nem aproveitamento da obra", afirmou. Enquanto isso, a ação principal continua em andamento e caberá à Justiça decidir se houve ou não uso indevido da composição e eventual responsabilidade da gravadora e do músico.
O jornalista e ex-apresentador, Britto Jr., utilizou suas redes sociais para alfinetar o encerramento prematuro de "A Casa do Patrão", reality show desenvolvido por Boninho na Record, após sua saída da Rede Globo. A atração, que vinha enfrentando dificuldades para emplacar na audiência, sairá do ar no próximo dia 16 de julho.
No X (antigo Twitter), Britto respondeu a uma publicação que informava a data do último episódio com um comentário irônico: "E quando começa?". A declaração rapidamente repercutiu entre os internautas, dividindo opiniões sobre o tom sarcástico do jornalista.
Desde a sua estreia em abril, “A Casa do Patrão” não conseguiu conquistar o público da emissora de Edir Macedo. Além dos índices expressivos abaixo do esperado no Ibope, o formato comandado por Leandro Hassum sofreu com a falta de engajamento e de repercussão nas plataformas digitais.
Esta, no entanto, não foi a primeira vez que Britto Jr. criticou publicamente o programa. Logo na semana de estreia, o ex-comandante de A Fazenda já havia chamado a atenção ao interagir com memes que envolviam os bastidores da produção. Na ocasião do primeiro episódio, Leandro Hassum cometeu alguns deslizes técnicos ao vivo e chegou a se confundir ao anunciar a grade de programação subsequente da Record.
Thelma Assis comenta sobre celebridades que apoiaram Rodrigo Branco: "Arquem com as consequências"
Por Redação
Em uma entrevista concedida ao portal TV Fama, Thelma Assis comentou sobre os famosos que mantiveram contato próximo com Rodrigo Branco, após o pedido de desculpas do empresário em relação à sua condenação por racismo.
Segundo a vencedora do BBB20, ela preferiu se preservar em detrimento de sua saúde mental, permanecendo próxima de sua família. A médica afirmou também que as pessoas possuem o direito de evoluir, porém, ressaltou que a luta antirracista precisa ser mais prática do que midiática.
Além disso, questionada sobre as celebridades que apoiaram a retratação e pedido de desculpas de Rodrigo Branco, Thelma disse que acredita que as pessoas têm seu livre-arbítrio para fazerem suas próprias escolhas, porém, ressaltou que não se trata de um erro isolado, mas sim de um crime. "Quem quis ser conivente, apoiar e passar a mão... livre-arbítrio, e arque com as consequências", finalizou a ex-BBB20.
O caso aconteceu em 2020, quando Thelma ainda estava confinada no Big Brother Brasil. Na ocasião, em uma live promovida pela DJ Jude Paulla, que era amiga de Rodrigo Branco, o empresário afirmou que as pessoas estavam apoiando Thelma no BBB por ela ser uma "negra coitada". O ex-jornalista da Band ainda chegou a comparar Thelma com Maju Coutinho e ofendeu a apresentadora do 'Fantástico'.
O empresário foi processado por Thelma Assis em 2020. No início de junho deste ano, a justiça decidiu que Rodrigo Branco deve indenizar a médica em R$ 40 mil.
Dan Stulbach foge de clichês de vilão em novela
Por Ana Cora Lima | Folhapress
Se você já sentiu vontade de entrar na tela só para dar uma bronca em Ademir, Dan Stulbach, 47, considera sua missão cumprida. Depois de cinco anos longe das novelas, o ator voltou como o advogado inescrupuloso de "Quem Ama Cuida" e comemora justamente o fato de o público detestar o personagem.
"Eu fico feliz das pessoas se indignarem com ele, porque isso mostra que há um espírito ético nas pessoas", diz, aos risos, em bate-papo com a Folha de S.Paulo. "Se eu estivesse sendo amado nas ruas, estava tudo errado."
Dan diz ser abordado o tempo todo por telespectadores revoltados. A bronca, no entanto, sempre vem acompanhada de elogios. "Estou sendo muito xingado e muito elogiado. Está ótimo", brinca. "Outro dia peguei um Uber. O motorista ficou meia hora em silêncio e, quando eu estava saindo, falou: 'Pô, você está mal na novela, hein?'. Entrei no hotel e o porteiro disse: 'Continua mal, pelo amor de Deus'."
O ator acredita que a irritação do público passa pelas escolhas feitas na construção do personagem. Em vez de apostar em um vilão explosivo e cheio de trejeitos, preferiu seguir pelo caminho oposto.
"Eu queria que as pessoas ficassem incomodadas porque estavam gostando de mim em algum momento", explica. "Queria que ele fosse engraçado, brincalhão, amoroso, afetuoso. Pessoas detestáveis também podem ser cativantes. Isso incomoda mais quem assiste."
Segundo Dan, o trabalho foi construído em parceria com a direção para evitar caricaturas e investir em pequenas reações, silêncios e ambiguidades. "Acho que a gente investiu na inteligência do espectador", comenta. "Não entregar tudo sobre o que ele está pensando tem causado ainda mais raiva e angústia."
Essa ausência de culpa também virou regra para interpretar Ademir. O ator mergulhou no universo jurídico, assistiu a documentários, filmes e séries sobre advogados e criou uma espécie de manual interno para o personagem." Eu quero fazer uma cena sem culpa. O Ademir não tem culpa de nada do que faz e sempre acha que vai dar um jeito."
Entre as inspirações está Roy Marcus Cohn (1927–1986) advogado que mentorou Donald Trump. "Tem alguns lemas que ficam na minha cabeça: não reconheça seu erro, não sinta culpa, ande em linha reta e sempre ache que vai dar um jeito."
Dan garante que Ademir não se enxerga como um vilão, mesmo usando de recursos pouco escusos na profissão. "Ele conhece um sistema que considera corrupto e joga conforme essas regras", avalia. "Se ele não jogar, acha que vai perder. Então ele não se reconhece como errado."
Sobre os próximos capítulos, o ator faz mistério. Nem mesmo a descoberta da traição envolvendo a mulher de Ademir, Dora (interpretada por Mariana Ximenes), e o sobrinho do personagem, André (Henrique Barreira), ele quis saber. "Eu não leio os capítulos na frente. Vou até onde minha cena chega", afirma. "Gosto de descobrir a história conforme ela acontece."
Ele também destaca a relação de Ademir com o filho, Pedro (Chay Suede), como uma das camadas mais interessantes do personagem. Segundo o ator, a dupla sempre procurou mostrar que o afeto existia, mesmo nos momentos de maior conflito.
"O Chay e eu sempre falávamos: 'A gente vai brigar, mas a gente se ama'. Eu queria criar contrapontos. Pessoas assim também têm qualidades, têm afeto. Isso deixa tudo menos óbvio."
Uma das cenas favoritas de Dan é quando Pedro diz que tem vergonha do pai. O advogado chega a se emocionar, mas logo recupera o controle. "Ele sente o baque do filho falar isso. Mas o ego dele não deixa pensar que aquilo possa ser verdade. Ele já acha: 'Coitado desse garoto, ele não sabe o que está dizendo'. O Ademir não admite culpa. Acho que é isso que tem funcionado."
Quando o assunto é o mistério sobre a morte de Artur Brandão (Antonio Fagundes), Dan diz acreditar que existe uma possibilidade de Ademir ser o assassino. Questionado se foi um dos oito atores que gravaram versões da cena, ele pergunta para a assessora de imprensa da Globo que acompanha a entrevista.
"Não pode", diz ela, sem tirar o bom humor do ator. "Olha... é a pergunta que eu mais ouço todos os dias", diz Dan, rindo. "Na verdade, são duas: quem matou o Artur Brandão e o que vai ser do Corinthians."
O convite para viver Ademir veio diretamente dos autores, Walcyr Carrasco e Claudia Souto, e da direção da novela. O ator conta que aceitou praticamente na hora, atraído principalmente pela equipe. "Hoje, para mim, é fundamental saber com quem vou trabalhar. O texto, a direção da Amora [Mautner], os autores escrevendo enquanto acompanham o que você faz... Isso é um privilégio."
O retorno às novelas também fez o ator redescobrir a força da televisão aberta, mesmo na era do streaming. "As coisas mudaram, claro, mas continua muito intenso. Só a televisão consegue falar com todo mundo ao mesmo tempo", diz. "Você vai para qualquer cidade e as pessoas estão acompanhando a novela."
No fim das contas, Dan parece se divertir tanto com esse retorno quanto o público. E, se depender da quantidade de broncas que recebe diariamente, Ademir ainda tem muita lenha para queimar. "Eu queria voltar para a novela fazendo um trabalho que tivesse esse reconhecimento. Saber que pessoas críticas estão percebendo esse cuidado é muito gratificante."
Uma influenciadora brasileira morreu em Dubai, nos Emirados Árabes, após cair do 27º andar de um edifício. O falecimento foi confirmado por sua mãe por meio das redes sociais na quarta-feira (8).
De acordo com o portal R7, A polícia local ainda está investigando o caso e não descarta as hipóteses de homicídio, feminicídio nem de suicídio. Os peritos foram até o apartamento onde a influenciadora estava hospedada para coletar vestígios e provas que contribuam com o caso.
“Minha filha, não existem palavras capazes de expressar o tamanho da saudade que você deixou. Desde o dia que você chegou ao mundo, meu coração passou a bater de um jeito diferente. E esse amor jamais terá fim”, afirmou Darla, a mãe da modelo, por meio das redes sociais. “Hoje você não está mais ao meu lado, como eu sonhava, mas viverá para sempre dentro de mim. Em cada lembrança, cada sorriso seu que guardo na memória. Em cada oração, encontro um pedacinho de você”, continuou.
Ainda na publicação, a mãe da influenciadora se declarou, afirmando que ela foi e sempre será o maior presente que ela poderia receber e que levará o nome da filha pelo tempo em que viver.
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Com o "dedo de ouro" de Sabá Metais, Siatem faz sua estreia na música baiana
Por Ana Beatriz Soares
A banda Siatem, estreante no meio do pagode, abriu seus trabalhos em grande estilo. Nesta quinta-feira (9), o grupo, liderado por Mateus Lima, lançou, em todas as plataformas digitais, seu primeiro single, intitulado “Quebra as cadeiras”, e, para marcar a data especial, o balanço baiano tomou conta do restaurante bar Pirambeira, localizado na Pituba. Essa primeira faixa apresenta ao público a identidade do grupo, representando um primeiro passo de um projeto que aposta em inovação, qualidade musical e na valorização das raízes do pagode baiano.
Foram meses de planejamento desse projeto, que chega com o intuito de “escrever um novo capítulo no pagode baiano”, mantendo a essência do ritmo, mas trazendo um ponto de identidade própria: a presença dos instrumentos de sopro de metal. O nome da banda já traz uma referência a essa característica, já que é a palavra "metais" ao contrário.
O vocalista da banda admitiu o "nervosismo bom" antes de subir ao palco, além de celebrar a felicidade de integrar o grupo, a convite de Sabá Metais. "Eu recebi a oportunidade de Sabá Metais, meu empresário. Ele falou: 'Rapaz, eu tô com um novo projeto aí, uma roupagem das músicas antigas, mas trazendo para o pagodão atual baiano'. Me perguntou se eu queria; eu falei que a melhor coisa que ele poderia ter feito foi ter me dado essa oportunidade", celebrou Mateus Lima. "Eu falo que a música baiana tem essa energia de trazer cultura, trazer alegria. Hoje eu estou fazendo parte desse projeto, para mim está sendo uma honra, de verdade", finalizou o cantor.
Conhecido como o “Dedo de Ouro” do pagode baiano, Sabá foi um dos grandes incentivadores do crescimento do pagode baiano. Como apoiador cultural e articulador de projetos, participou da construção de importantes capítulos dessa história, contribuindo para o fortalecimento de bandas como Harmonia do Samba, Saiddy Bamba, Pagod’art e diversos outros projetos que ajudaram a consolidar o pagode como um dos maiores movimentos musicais da Bahia. “Quero seguir contribuindo para o movimento do pagode. Sempre acreditei na força desse ritmo e na capacidade que ele tem de revelar talentos, movimentar a cultura e representar a Bahia. A Siatem nasce desse desejo de continuar escrevendo essa história”, afirma Sabá Metais.
O empresário ficou anos afastado do meio musical, dedicando-se integralmente à vida pública. Sabá chegou a ser eleito vereador da cidade de Salvador quatro vezes. Agora, ele retorna às suas origens e volta a investir no movimento que ajudou a fortalecer na Bahia.
Justin Baldoni falou pela primeira vez sobre a disputa judicial com Blake Lively após as partes fecharem um acordo ligado ao filme "É Assim Que Acaba", de 2024.
Baldoni publicou um vídeo no Instagram ao lado da mulher, Emily, e disse que o casal evitou se pronunciar por quase dois anos. "Não nos pronunciamos publicamente durante a maior parte dos últimos dois anos, e não é porque não tivéssemos nada a dizer", afirmou.
Ele contou que a decisão de falar agora veio após um período de reflexão e de fé. "Porque Deus sabe que temos, mas parecia que toda vez que íamos fazer um vídeo como este, queríamos falar, algo nos dizia para não fazer. Simplesmente não parecia o momento certo, e estávamos conversando sobre isso, sentindo e orando sobre isso", disse.
Emily afirmou que o casal escolheu este momento para se manifestar, mas indicou que não vai abordar todos os pontos do caso. "Este parece ser o momento. Há tanto a dizer", declarou. Justin Baldoni afirmou que, nos últimos anos, a gratidão foi o que salvou sua família.
A atriz disse que o sentimento de gratidão não apaga o que eles dizem ter vivido nos últimos anos. "...não anula a injustiça e a dor que também sentimos nos últimos anos. Tivemos que lutar com tantas coisas e tentar entender tantas coisas, por exemplo: como algo assim pôde acontecer? Ainda mais disfarçado de uma luta pelas mulheres. Há muito o que elaborar", afirmou.
Baldoni declarou que o casal preferiu deixar o caso correr na Justiça e evitou alimentar o debate público. "Nós nem sabemos se esta é a coisa certa a dizer. Só sabemos que precisamos compartilhar algo. O que vou dizer é que houve tantas coisas dolorosas que foram ditas nos últimos dois anos. Isso criou tanto barulho, e nós não queríamos aumentar o barulho. Então, nós apenas queríamos deixar o sistema de justiça seguir seu curso", disse.
Emily sustentou que o desfecho do processo reforça a versão deles sobre o episódio. "A verdade e os fatos falaram por si mesmos", afirmou.
Ao falar sobre como está, Baldoni disse que o casal ainda tenta se recuperar do que chama de experiência traumática. "Estamos nos curando. Se você já passou por algo traumático, sabe que a cura não é linear. Parece diferente a cada dia. Tivemos que repensar o que é real e o que importa. É isso. É nossa família, nossos amigos, nossa comunidade, que estiveram lá por nós, é nossa fé", declarou.
Emily disse que pretende retomar o assunto no futuro, mas que a prioridade agora é a família. "Há muito mais a dizer. A hora vai chegar. Mas, por enquanto, vamos focar em continuar a cura, passar um tempo com nossos filhos e aproveitar a vida", afirmou.
COMO FOI O ACORDO E O QUE FICOU DO PROCESSO
Os advogados das duas partes anunciaram em 4 de maio um acordo que encerrou a disputa, que iria a julgamento em Nova York em 18 de maio. Os termos não foram divulgados.
Em nota conjunta, as defesas disseram que o filme é motivo de orgulho e destacaram o tema da violência doméstica abordado na história. "O produto final, o filme 'É Assim Que Acaba', é uma fonte de orgulho para todos nós que trabalhamos para trazê-lo à vida. Aumentar a conscientização e causar um impacto significativo na vida de sobreviventes de violência doméstica, e de todos os sobreviventes, é um objetivo que apoiamos. Reconhecemos que o processo apresentou desafios e reconhecemos que as preocupações levantadas pela Sra. Lively mereciam ser ouvidas. Continuamos firmemente comprometidos com locais de trabalho livres de impropriedades e ambientes improdutivos. É nossa sincera esperança que isso traga um desfecho e permita que todos os envolvidos sigam em frente de forma construtiva e em paz, incluindo um ambiente online respeitoso", diz o comunicado.
A disputa começou em dezembro de 2024, quando Lively processou Baldoni e outros envolvidos no filme, acusando assédio sexual e retaliação. Baldoni negou as acusações e entrou com uma ação de US$ 400 milhões contra Lively, Ryan Reynolds, a publicista Leslie Sloane e a empresa dela, alegando difamação e quebra de contrato; o processo foi posteriormente rejeitado.
Antes do acordo, o caso já tinha sido reduzido após decisões judiciais que derrubaram a maior parte das alegações. Segundo a People, um juiz federal rejeitou dez das 13 acusações de Lively, incluindo as de assédio sexual, e manteve apenas um conjunto limitado de pedidos ligados a suposta retaliação.
O juiz também decidiu no mês passado que Lively tem direito a receber honorários de advogados relacionados à ação de Baldoni. Após a atriz pedir mais de US$ 8 milhões em custas, os advogados dela afirmaram que a decisão cria um precedente contra o uso de processos como intimidação.
Em comunicado, os advogados de Lively citaram a decisão como um recado a quem tenta usar a Justiça para pressionar adversários. "Graças a esta decisão histórica, aqueles que consideram usar um processo como arma de intimidação foram avisados de que há consequências para isso. O valor desta decisão está no precedente que ela cria, na responsabilidade que impõe e na proteção que oferece àqueles que um dia possam se deparar com retaliações semelhantes por falar a verdade", disseram Michael Gottlieb e Esra Hudson.
Já o advogado Bryan Freedman, que representa Baldoni e a Wayfarer Studios, disse que o acordo foi uma vitória para seus clientes. "Sejamos claros, esta é uma vitória e uma vitória total para as partes da Wayfarer. O tribunal já havia rejeitado 10 das 13 alegações da Sra. Lively, incluindo todas as alegações de assédio sexual, todas as alegações de difamação e todas as alegações contra os réus individuais. A Sra. Lively retirou voluntariamente o restante.", afirmou.
A Globo teve uma baixa em seu time de Esportes em meio a Copa do Mundo de 2026. A emissora decidiu encerrar o contrato do narrador Sergio Arenillas na última terça-feira (7), após 11 anos na emissora.
De acordo com a coluna de Gabriel Vaquer, no portal F5, o contrato foi encerrado após a emissora identificar um “comportamento considerado inadequado” do narrador nas redes sociais.
Segundo a publicação, o narrador usava o perfil no Twitter, para comentar o trabalho de profissionais de emissoras concorrentes, além de fazer elogios ou críticas a colegas da própria Globo, o que teria gerado desconforto entre integrantes da equipe de esportes da emissora.
O profissional não comentou a suposta motivação da emissora. Em publicação nas redes sociais, o narrador apenas confirmou o desligamento e agradeceu pela trajetória.
“Foi lindo! Foram 11 anos de uma relação incrível. Realizei sonhos que eu tinha, outros que nem imaginava. Foi na Globo que me formei narrador. Acreditaram num garoto de 18 anos, ainda na faculdade, e fomos bem longe.”
Os maiores sucessos da cantora Bonnie Tyler, morta nesta quarta-feira (8) aos 75 anos, incluem hinos atemporais da música pop da década de 70 e 80.
Para além do sucesso estrondoso de "Total Eclipse of the Heart", a britânica também compôs para o filme Footloose (1984), teve hit que flerta com o country e foi representante do Reino Unido no festival Eurovision.
LOST IN FRANCE
Lançada em 1976, a canção country pop foi o segundo single de Tyler e o primeiro de sucesso nas paradas musicais. Escrita pelos produtores e compositores Ronnie Scott e Steve Wolfe, a música está presente no álbum de estreia da cantora, "The World Starts Tonight" (1977). A letra retrata Tyler em um estado de transe devido ao amor.
IT’S A HEARTACHE
Tyler alcançou seu primeiro sucesso mundial com a canção "It's a Heartache", balada sobre um amor fracassado, que está presente em seu segundo álbum de estúdio, "Natural Force" (1978). Também composta por Ronnie Scott e Steve Wolfe, chegou ao topo das paradas na Austrália, no Canadá e em toda a Europa, além de ter alcançado o 3º lugar na Billboard Hot 100, nos Estados Unidos, e o 10º lugar na parada country.
Bonnie enfrentou concorrência com a música, já que a estrela country Juice Newton e Ronnie Spector, das Ronettes, lançaram suas próprias versões em 1978, mas nenhuma delas alcançou o sucesso obtido por Tyler.
Em 1979, a canção foi indicada ao prêmio de 'International Hit of the Year' na premiação da The Ivors Academy, uma das maiores associações profissionais de escritores musicais da Europa. Em 2011, o hit de Bonnie foi homenageado no BMI Awards após ter acumulado três milhões totais de desempenho no rádio e na televisão dos EUA.
TOTAL ECLIPSE OF THE HEART
Não tem como falar de Bonnie Tyler sem lembrar do sucesso estrondoso de "Total Eclipse of the Heart", seu principal single. Lançado no quinto álbum de estúdio da cantora, "Faster Than the Speed of Night" (1983), a canção foi escrita e produzida por Jim Steinman e gravada pela britânica por um golpe de sorte.
Mundialmente, a canção ultrapassou seis milhões de cópias vendidas, além de ter se tornado o quinto single mais vendido de 1983 no Reino Unido e de ter sido considerada pela Billboard a sexta canção mais famosa daquele ano. O single recebeu ainda uma indicação ao Grammy de melhor performance vocal pop feminina.
HOLDING OUT FOR A HERO
A animada "Holding Out for a Hero" aproveitou o embalo de "Total Eclipse of the Heart" para manter Bonnie nas paradas. A canção foi gravada para a trilha sonora do filme Footloose (1984) e, posteriormente, incluída em seu sexto álbum de estúdio, "Secret Dreams and Forbidden Fire" (1986).
O single alcançou o segundo lugar nas paradas do Reino Unido em 1984, além de ter integrado o top 40 em diversos países europeus e no Canadá, e a Billboard Hot 100 dos Estados Unidos.
A explosão sonora da canção a tornou atemporal. Até hoje, a composição é usada em inúmeros comerciais, trilhas sonoras de filmes e programas de televisão, como em "Shrek 2" (2004) e na série "Euphoria" (2019-2026).
BELIEVE IN ME
Presente no décimo sexto álbum de estúdio de Bonnie, "Rocks and Honey" (2013), a faixa foi escolhida para representar o Reino Unido no festival Eurovision daquele ano.
A canção recebeu críticas mistas da imprensa especializada e, após o evento, alcançou apenas o 93º lugar nas paradas britânicas, sem repercussão em outros países.
Apesar do desempenho modesto, Tyler e a composição foram premiados nas categorias "melhor canção" e "melhor cantora" do Eurovision Song Contest Radio Awards. Essa foi a primeira vez que um representante do Reino Unido venceu uma categoria na história da premiação desde sua criação, em 2006.
Deolane Bezerra escolheu dividir cela após episódio de síndrome do pânico em penitenciária
Por Redação
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra está dividindo cela com outra detenta na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo.
De acordo com o site UOL, a mudança foi feita após a ex-A Fazenda alegar sofrer com síndrome do pânico. Um relatório da SAP, obtido pelo site, mostra que Deolane declarou ter medo de permanecer sozinha e de passar mal durante o período noturno na cela. Por isso, ela teria optado por passar a noite em uma outra habitação.
Segundo a publicação, apesar de dormir na cela vizinha, os pertences pessoais de da advogada, incluindo seu colchão e cobertor, permanecem guardados em sua habitação de origem.
A situação foi confirmada pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) ao analisar um pedido de reconsideração de Deolane para transferência ou prisão domiciliar.
A defesa da advogada pediu que a acusada fosse transferida para ficar em Sala de Estado-Maior, local para receber autoridades ou pessoas com prerrogativas que precisam ser detidas, ou em prisão domiciliar. O MP negou o pedido afirmando que Deolane não está sozinha em uma cela por uma decisão individual.