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Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos
Por Laiane Apresentação
Retira-se a Amsterdan, o Bombar e a San. Em uma viagem pontual, a imersão nesta matéria deve te levar para outra Salvador. Uma Salvador gerida por Osvaldo Veloso Gordilho, com um trio elétrico recém-criado, sem a forte presença turística e onde a vida noturna ainda se concentrava em seu Centro Histórico, com uma forte elite intelectual e boemia.
Nada de Rio Vermelho, Imbuí ou Pituba. Nessa Salvador, o jovem soteropolitano - em especial homem, apesar de já ter passado pela primeira onda do feminismo no país - saía do Elevador Lacerda, desfilava em seus trajes mais belos e completos pela Rua Chile e só encerrava sua farra sob a luz do sol após sair do Cabaré Tabaris, ou Tabaris Night Club.
Dentre 1930 e 1960, a vida noturna e intelectual de Salvador ocorria por essas ruas e largos. A Rua do Cabeça, a Praça Castro Alves… Eram nessa região que as casas de chá, as sorveterias e as casas norturnas se reuniam e misturavam-se como parte da vida soteropolitana que hoje já não existe da mesma maneira.
É com essa Salvador em mente e com um foco especial no Tabaris, que a Fundação Gregório de Mattos monta uma de suas ações comemorativas de 40 anos de existência. A FGM organiza para o público e seus funcionários, o Tabaris Night Show, que será realizado na antiga casa Tabaris - que fechou suas portas em 1968 após anos como a queridinha da noite soteropolitana.
“A nossa ideia também é resgatar esses movimentos, atualizar e deixá-los contemporâneos para que eles possam se comunicar com toda essa nova geração também”, explica Fernando Guerreiro, atual presidente da Fundação.
A ideia da fundação é simples: homenagear o local que abrigou, anos antes, o Teatro Gregório de Mattos - atualmente, um dos aparelhos culturais da Fundação de mesmo nome do poeta baiano também conhecido como Boca de Brasa.
“Trazer de volta esse cabaré que foi um, sei lá, eu diria até que foi um centro cultural, não é essa palavra… mas um grande ponto de encontro de artistas que funcionou durante muito tempo e está esquecido”, conta Guerreiro.
Como uma deixa para essa ação, que acontecerá mensalmente a partir de maio, o Bahia Notícias resolveu proporcionar uma viagem no tempo e relembrar o cabaré/casa noturna que se tornou ponto de encontro da boemia soteropolitana enquanto esteve em funcionamento.
Atrás do antigo Cine Guarani - hoje o Cine Glauber Rocha, em frente a Praça Castro Alves, o Tabaris recebeu ao longo de sua trajetória grandes nomes brasileiros como o sambista Jamelão, a cantora Ângela Maria, além de ter se tornado, em seus últimos anos, propriedade de Sandoval Leão de Caldas, ou simplesmente Sandoval, considerado na época como o “Rei da Noite”.
E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes.
Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa.
E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam.
Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”.
Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris.
OS ANOS DE OURO
O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas.
O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente.
“Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram.
“Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito.
O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta.
A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”.
“Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson.
Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista.
Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta.
“Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz.
AS DAMAS DO TABARIS
Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece.

“Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson.
SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’
A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris.

Foto: Reprodução
Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular.
“Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito.
Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela.
O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964.
“Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.
O ex-guitarrista da banda norte-americana Turnstile, de hardcore punk, Brady Ebert, foi preso na última quarta-feira (1º), após atropelar o pai do vocalista da banda. O artista foi indiciado por tentativa de homicídio, segundo a Fox 5 DC.
Brady foi detido em Silver Spring, em Maryland, nos Estados Unidos. A acusação aponta que o ex-guitarrista atropelou William Yates, pai de Brendan Yates. William teria ficado gravemente ferido nas duas pernas.
Conforme o site Splash, relatos em documentos do caso afirmam que Ebert provocou uma confusão em frente a casa de familiares de William, chegando ao local buzinando e gritando ofensas.
Câmeras de segurança teriam registrado o momento em que William desce a entrada da garagem após ver Ebert se aproximando, nesse momento, Ebert teria jogado o veículo na direção dele.
Em nota, a banda informou que os laços entre Turnstile e Ebert foram cortados por um “padrão consistente de comportamento nocivo” e que um “limite teve que ser estabelecido quando a comunicação saudável se tornou impossível”.
Ebert foi guitarrista principal da banda até agosto de 2022. A Turnstile, inclusive, esteve presente no festival Lollapalooza, em São Paulo, dividindo a grade junto a nomes como Tyler, The Creator.
O ex-guitarrista da banda Fleetwood Mac, Lindsey Buckingham, foi alvo do ataque de uma suposta stalker na Califórnia, nos Estados Unidos. A informação é da NBC.
Segundo a emissora americana, fontes policiais afirmaram que uma mulher arremessou contra o artista uma substância desconhecida logo após ele entrar em um prédio. Logo após o ataque, a suspeita teria fugido do local.
Ainda conforme a NBC, a polícia acredita que a mulher tinha informações sobre o horário e o local exato do artista e que a agressora seria uma stalker já conhecida de Buckingham. Nenhuma prisão foi feita até o momento.
O streaming HBO Max anunciou, nesta quinta-feira (2), o lançamento de um documentário especial com os bastidores da nova série “Harry Potter”, que estreia na plataforma no Natal.
O filme documentário chamado “À Procura de Harry: A Arte por Trás da Magia”, mostrará a construção dos sets e cenários montados no Reino Unido para recriar o universo ficcional de Hogwarts e o mundo bruxo.
Estarão na produção, artistas do elenco como John Lithgow, o novo professor Alvo Dumbledore, e Paapa Essiedu, o novo bruxo Severo Snape, que chegoua receber ameaças de morte após o anúncio do trailer da série. Também aparecerão os três protagonistas que viverão Harry Potter, Hermione Granger e Rony Weasley.
Olivia Rodrigo anunciou nesta semana o lançamento de seu novo álbum, "You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love", previsto para 12 de junho pelo selo Geffen Records.
O anúncio foi feito no Instagram, nesta quinta-feira (2), após a artista apagar todas as publicações de sua conta. Na nova postagem, Rodrigo revelou a capa do trabalho, em que aparece de cabeça para baixo em um balanço, e comentou o lançamento. "Estou muito orgulhosa desse trabalho e mal posso esperar para que vocês ouçam", escreveu.
O disco sucede "Guts" (2023) e marca mais uma colaboração com o produtor Dan Nigro, parceiro da cantora desde o álbum de estreia, "Sour" (2021).
O cantor e compositor Lazzo Matumbi apresentará por mais um ano seu show especial dedicado aos clássicos do São João, na Casa Rosa. A apresentação acontece no próximo dia 18 de abril, às 22h, no Rio Vermelho, em Salvador, em apresentação única e exclusiva.
Com 47 anos de carreira musical, sendo 45 de carreira solo, o artista homenageia mestres do forró como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Jackson do Pandeiro. No repertório, o público poderá conferir releituras de clássicos como “Asa Branca”, “Olha pro Céu”, “Eu Só Quero um Xodó”, “Abri a Porta” e “De Volta pro Aconchego”, entre outras canções que atravessam gerações e mantém viva a tradição nordestina.
“Sempre quis fazer um show de músicas juninas, mas que fosse algo bonito, elegante e em homenagem aos mestres que já se foram e aos que ainda estão aqui”, destaca o artista. O espetáculo terá como convidados o mestre Cicinho de Assis, discípulo de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, além da cantora Alana.
Serviço
Quando: 18 de abril
Horário do show: às 22h
Abertura da Casa: 21h
Onde: Pátio Viração da Casa Rosa (Praça Colombo, 106 – Rio Vermelho – Salvador/BA) Ingressos: 1º lote – R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia) 2º lote – R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia)
Vendas: Sympla: https://l1nk.dev/lazzomatumbi
O cantor sertanejo Felipe Amorim anunciou, nesta quinta-feira (2), seu noivado com a influenciadora Duda Kropf. O pedido de casamento ocorreu meio às gravações de um videoclipe.
“Ela disse sim! Onde você estiver, é o meu melhor lugar”, escreveu o cantor na legenda da publicação. Ainda conforme legenda, o pedido ocorreu no último domingo, 26 de maio.
Os dois se conheceram em um aeroporto em 2025 e estão juntos desde então. No registro compartilhado em suas redes sociais, os dois aparecem descontraídos e Felipe se declara para a influenciadora momentos antes de pedi-la em noivado.
O casal já mora juntos em Fortaleza e chegou a lançar uma colaboração musical em dezembro. O casal deu voz a “A Sina de Ofelia”, uma versão em português da música “The Fate of Ophelia” de Taylor Swift.
Após uma temporada de quatro apresentações com ingressos esgotados em março, “ARROCHA – aceita esse musical que dói menos” ganha uma nova temporada. O espetáculo volta ao palco a partir deste sábado (04), às 19h, no Teatro Módulo, na Pituba.
Realizado pela Toca Criações Artísticas (dos premiados “Chame Gente” e “Bululú”), com direção de Edvard Passos, a comédia musical reúne elementos da dança, música e do teatro para levar para o palco histórias de amor e clássicos do Arrocha. Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla e variam entre R$ 20 e R$ 40.
O elenco reúne Alan Miranda, Cícero Locijá, Danilo Cairo, Mariana Borges e Talis Castro, com um repertório que apresenta grandes sucessos de artistas como Pablo, Nara Costa, Márcio Moreno, Silvano Salles, Asas Livres, entre outros hits do gênero.
A história gira em torno do bar Rabo de Ouro, uma casa de shows que, na trama, teria promovido grandes encontros no surgimento do Arrocha e que sempre esteve na trincheira do combate ao preconceito contra a chamada música brega. Bené, dono do Rabo de Ouro, recebe a visita de dois amigos, Hércules e Mosquito.
“O Arrocha nos ensina que é natural sofrer por amor e que estamos todos sujeitos às dores do coração”, comenta o ator e produtor Danilo Cairo. “Esse espetáculo é também um olhar necessário da vida e obra de artistas populares da nossa Bahia. A obra é uma revista musical, sensual, bem humorada e popular inspirada nas histórias contadas nos clássicos do Arrocha”, completa o diretor Edvard Passos.
SERVIÇO
“ARROCHA – aceita esse musical que dói menos”
Local: Teatro Módulo (Avenida Professor Magalhães Neto, 1177)
Datas: 04 a 25 de abril, Sábados às 19h
Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação: 16 anos
Ingressos na bilheteria e no Sympla
Paulo Vieira visita Retiro dos Artistas e grava conteúdo para Globoplay
Por Leonardo Volpato | Folhapress
O ator e comediante Paulo Vieira visitou o Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, para gravar a série documental "Avisa lá que eu vou", para o Globoplay.
O próprio estabelecimento publicou algumas imagens e agradeceu pelas conversas e convivência durante uma tarde com seus mais de 50 residentes.
"Tivemos a alegria de receber a gravação do programa, com o querido Paulo Vieira, e foi simplesmente incrível. Foi um trabalho lindo de acompanhar, com uma equipe extremamente dedicada, sensível e profissional. Cada pessoa envolvida fez toda a diferença para que esse momento fosse tão especial", publicou o Retiro.
A visita acontece uma semana após uma polêmica envolvendo Marcos Oliveira, o Beiçola de "A Grande Família" (Globo). Na ocasião, se dizia incomodado com algumas atitudes dos veteranos no Retiro, onde ele tem uma casa.
Segundo ele, a gritaria durante as refeições e a falta de sexo causavam certa indisposição e problemas de convivência. Após a repercussão negativa, Oliveira pediu desculpas.
"Vim pedir desculpa. Cada um tem o seu processo. O meu processo, eu estou ainda de colostomia, que dói, preciso trabalhar, preciso operar. Enfim, eu não quero confusão com ninguém."
O longa 'Ainda Estou Aqui' irá representar o Brasil na 71ª edição do Prêmio David di Donatello, o maior prêmio de cinema da Itália, concedido pela Accademia del Cinema Italiano.
Depois de mais de um ano de lançado, o longa de Salles protagonizado por Fernanda Torres ainda rende bons frutos para o Brasil.
A produção concorre na categoria de Melhor Filme Internacional, e o resultado será revelado em uma cerimônia de premiação realizada no dia 6 de maio, no Cinecittà Studios, em Roma.
Esta é a segunda vez que Walter Salles concorre ao prêmio. Anteriormente, 'Central do Brasil', protagonizado por Fernanda Montenegro, concorreu na mesma categoria.
Vencedor do 1º Oscar brasileiro de Melhor Filme Internacional, 'Ainda Estou Aqui' foi visto por mais de 9 milhões de espectadores pelo mundo, passou por mais de 50 festivais nacionais e internacionais e superou a marca de 70 prêmios conquistados.