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Imbassahy se defende e diz que mutilaram seu projeto de metrô

Por Felipe Campos

Imbassahy se defende e diz que mutilaram seu projeto de metrô
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
O deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB-BA), em entrevista nesta segunda-feira (21) ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rede Tudo FM 102,5, se defendeu das acusações de que o grande entrave na conclusão do "metrô calça-curta" tenha começado em sua gestão. Questionado pelo âncora do programa, Samuel Celestino, a respeito dos entraves que acometeram a obra, o tucano disse que, embora tenha passado por “dificuldade de repasses financeiros do governo federal”, deixou um projeto bem estruturado e com viabilidade técnica e financeira. “O primeiro trecho do metrô seria Lapa-Pirajá, que permitiria transportar aproximadamente 280 mil pessoas por dia, como também retirar cerca de 700 a 900 ônibus da Avenida Bonocô no horário de pico. Então, era um projeto que realmente tinha um custo-benefício muito bem elaborado. A segunda etapa desse metrô seria do sentido de Pirajá até Cajazeiras, passando por Pau da Lima, e, em seguida, iria em direção ao Litoral Norte e Subúrbio”, explicou. De acordo com ele, durante o primeiro governo João Henrique, o projeto sofreu “um grave equívoco”, que teria sua origem em uma imposição do governo federal. “Foi em junho de 2005, já na administração do João Henrique. Foi uma questão de um constrangimento, porque ele foi cobrado a fazer a redução desse metrô à metade. Foi uma decisão do governo federal, do PT, com a complacência também do João Henrique. O metrô, que teria 12 quilômetros, passou a ter seis quilômetros. Virou, como se diz na mídia, o metrô calça-curta. A relação custo-benefício foi para o espaço e foi uma mutilação desse projeto”, concluiu. Ele também fez questão de ressaltar que a modificação dos elevados sobre a Avenida Bonocô foram modificações feitas na gestão posterior à sua. Ver conintunação aqui.