Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
"Lula vai ganhar essa eleição porque virou na rede social e ocupou as ruas", afirma Luiz Caetano
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
antonio tabet
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quarta-feira (30) pela manutenção da retirada das postagens nas redes sociais sobre Nossa Senhora Aparecida no âmbito das eleições. Com isso, o plenário virtual da corte reitera a decisão do ministro André Mendonça, que acatava pedido do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).
Por unanimidade, os sete ministros votaram para manter derrubadas publicações que alegam que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. No entanto, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Peixoto Marques Neto e Estela Aranha divergiram do relator sobre o alcance da decisão.
No seu voto, Cueva sugeriu que as medidas estabelecidas pelo ministro André Mendonça fossem limitadas, de modo a proteger críticas, opiniões e manifestações sobre possíveis ações futuras do candidato. Ele argumentou que previsões e avaliações sobre iniciativas futuras não deveriam ser incluídas na ordem de remoção.
Cueva também se opôs à retirada da publicação de Tabet, argumentando que o texto expressa uma crítica política sem atribuir ao candidato uma conduta concreta e verificável.
O ministro Floriano Peixoto Marques Neto votou para que apenas as postagens claramente “notoriamente inverídicas” fossem removidas, restringindo a ação àquelas que contêm conteúdo falso evidente.Segundo o ministro, a proibição deve estar estritamente relacionada a "afirmar ou insinuar" que Flávio Bolsonaro teve participação na proposta, definindo assim o núcleo factual da desinformação.
Por sua vez, a ministra Estela Aranha votou para que os posts relacionados a Flávio fossem mantidos excluídos, com a condição de que "a ordem de remoção se aplique apenas a conteúdos que atribuam falsamente ao candidato a autoria, iniciativa ou proposição de medida que vise retirar Nossa Senhora Aparecida da condição de Padroeira do Brasil".
O ministro André Mendonça, que já havia apresentado seu voto antes do início do julgamento, decidiu manter a suspensão das postagens que associavam Flávio Bolsonaro ao suposto movimento de mudança da padroeira do Brasil, no entanto, liberou a postagem de Tabet, argumentando que "é recomendável aplicar, com rigor especial, a diretriz de preservação da liberdade de expressão em situações limítrofes".
O humorista Antonio Tabet ironizou, nesta sexta-feira (25), decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar que ele apagasse postagem sobre Nossa Senhora Aparecida e a polêmica a respeito de projeto para retirar dela o título de Padroeira do Brasil. Tabet postou um pedido de desculpas irônico em sua conta na rede X.
“Venho a público pedir desculpas à família miliciana. Em nenhum momento, afirmei que a família miliciana era a família miliciana. Quando citei a família miliciana, referia-me à família miliciana e não à família miliciana. Portanto, mais uma vez, perdão, família miliciana”, disse o humorista.
Antonio Tabet, na postagem irônica, fez referência ao post que foi proibido por André Mendonça. Na postagem, o humorista escreveu: ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”.
Apesar de não citar diretamente o nome do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), o ministro André Mendonça, como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a postagem fosse apagada, após representação movida pela campanha do senador do PL. O ministro disse que a narrativa é “notoriamente inverídica” e determinou a cientificação da X Brasil, Facebook Serviços Online do Brasil (Facebook e Instagram), ByteDance Brasil (TikTok) e Google Brasil (YouTube) para que inclusive atuem preventivamente contra a disseminação do conteúdo.
Segundo dados apresentados pela defesa de Flávio Bolsonaro, um levantamento técnico identificou 2.086 publicações que o associam a um projeto para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira. Essas publicações foram provenientes de 1.674 contas distintas, com mais de 21 milhões de visualizações, aproximadamente 1,49 milhão de curtidas e 312 mil compartilhamentos.
Além da postagem que ironiza Mendonça, a defesa do humorista Antonio Tabet divulgou nota contestando a decisão do ministro. A defesa classifica a decisão de André Mendonça como “censura” e critica a multa de R$ 30 mil fixada em caso de descumprimento.
A equipe jurídica do humorista informou que apresentará todos os recursos cabíveis para reverter a liminar. Para a equipe, a ordem judicial apresenta ‘fragilidade jurídica” ao atribuir um destinatário específico a uma postagem que não cita nominalmente Flávio Bolsonaro nem qualquer integrante de sua família.
O humorista brasileiro Antonio Tabet foi eleito, nesta sexta-feira (2), como membro da Academia Internacional de Artes e Ciências da Televisão, instituição responsável pelo Emmy, o mais importante prêmio atribuído a programas e profissionais de TV.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o artista, que é um dos fundadores da produtora Porta dos Fundos e criador do Blog Kibe Loco, agora vai integrar o corpo de jurados do Emmy.
Ainda segundo a publicação, a organização do evento explica que todos os anos são selecionados 900 jurados de diversas partes do mundo para participar das três rodadas da seleção do prêmio.
Um outdoor do Grupo de Orações online Lei de Deus, em Vitória- ES, chamou a atenção do humorista Antonio Tabet. Em sua conta do Twitter, Tabet compartilhou a imagem do outdoor e escreveu: "Monalisa virou mãe de Jesus e nem Leonardo da Vinci sabia...", brincou.
No cartaz, Monalisa, uma das principais pinturas do artista renascentista, aparece ilustrando uma mensagem que diz: "Mãe de Jesus, representação de pureza de Nossa Senhora. Mãe, este é seu filho; Filho, esta é sua Mãe (João 19: 26-27)".
Enquanto isso, na Praia de Camburi, em Vitória (ES), Mona Lisa virou mãe de Jesus e nem Leonardo da Vinci sabia... pic.twitter.com/Fb77156zl9
— Antonio Tabet (@antoniotabet) August 5, 2019
A venda da produtora de vídeos de comédia “Porta dos Fundos” à empresa americana Video and Audio Communication (Viacom) renderá para cada um dos cinco sócios cerca de R$ 8 milhões. A informação fui divulgada por Lauro Jardim em sua coluna em O Globo. Após firmar o negócio, Gregório Duvivier, Fábio Porchat, Antonio Tabet, Ian SBF e João Vicente de Castro passam a administrar seus 49% do “Porta dos Fundos”, enquanto a Joá Investimentos, de Luciano Huck, deixa a sociedade após vender seus 16% à Viacom.
Tabet, que vai rodar dois filmes neste ano, contou ainda que o projeto de um longa-metragem do Porta dos Fundos está parado. "Demos uma meia trava. Queremos que seja 'o filme', não vale a pena só pra ser mais um caça níquel. Estamos trabalhando muito em cima do roteiro."
Além de propostas individuais, o sucesso da Porta dos Fundos – que já tem mais de sete milhões de assinantes no Youtube – rendeu diversas propostas da TV aberta para a trupe. "Todas as emissoras de TV aberta procuraram a gente, a Globo foi a mais insistente, porque todos os cinco sócios da produtora já passaram por lá", disse Antonio Tabet. "Nunca dissemos 'de jeito nenhum vamos para a TV'. Mas só iremos quando tiver um formato que atendesse às nossas expectativas, financeiras, conceituais, horário de exibição, formato etc. Nunca dissemos não. A internet não é um trampolim para a TV. Já estamos na piscina", continuou. As informações são da Folha de S. Paulo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.