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chimamanda ngozi adichie
A autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, de 48 anos, responsável por livros que se tornaram clássicos da literatura contemporânea, como 'Americanah', 'Para Educar Crianças Feministas', 'Hibisco Roxo' e mais, anunciou a morte do filho de 1 ano.
Chimamanda, que se tornou mãe de gêmeos recentemente, perdeu Nkanu Nnamdi, de 21 meses, em decorrência de uma doença que não foi revelada pela escritora.
"É com profunda tristeza que confirmamos o falecimento de Nkanu Nnamdi, um dos gêmeos de Chimamanda Ngozi Adichie e Ivara Esege, que morreu na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, após uma breve doença. Ele tinha 21 meses de idade."
O bebê era filho da romancista com seu marido, o Dr. Ivara Esege.
Por meio de um texto compartilhado nas redes sociais, Chimamanda, que também escreveu o livro 'Notas sobre o luto', falou sobre o momento delicado que vive em família e afirmou que não irá comentar a perda publicamente para além daquele texto.
"A família está devastada por esta perda irreparável e pedimos que sua privacidade seja respeitada neste momento tão difícil. Pedimos a sua compreensão e orações neste momento de luto em particular. Nenhum outro comunicado será divulgado e agradecemos ao público e à imprensa por respeitarem a necessidade de privacidade da família durante este período de imensa dor."
O Centro de Cultura de Alagoinhas recebe, neste sábado (27), a partir das 15h, a segunda edição do Clube do Livro, evento mensal que reúne amantes da literatura para compartilhar experiências. Nesta ocasião, que é a primeira leitura de 2018, a obra escolhida foi “Hibisco Roxo”, da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Publicado em 2003, o livro é o primeiro romance da escritora, tendo conquistado o Prêmio Common Wealth Writers como “Melhor Primeiro Livro”, em 2005.
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Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).