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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens e valores mantidos em contas bancárias e empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL). Ele é investigado por suspeitas de envolvimento em crimes como desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas digitais.
Entre os ativos atingidos pela decisão do ministro Alexandre de Moraes está uma conta vinculada a uma empresa de Tomaz proprietária de uma bet sob investigação. Até meados de 2025, Flávio Bolsonaro figurava como associado “máster” da empresa, condição que lhe permitia movimentar recursos e realizar transações.
Segundo informações divulgadas pela revista Piauí, apenas o senador e o advogado tinham autorização para operar a conta naquele período. Além do bloqueio, Moraes determinou que bancos e instituições financeiras informem quem estava autorizado a movimentar os recursos, incluindo eventuais cotitulares das contas.
A medida busca esclarecer as operações financeiras relacionadas à empresa de apostas. A investigação teve origem no Rio Grande do Sul, a partir de suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de sites de apostas. O caso chegou ao STF após a menção a Flávio Bolsonaro, que possui foro por prerrogativa de função. Moraes foi sorteado como relator do processo.
Outro ponto considerado pelo Supremo é a saída de Willer Tomaz do Brasil, em 21 de agosto. Até o momento, não há registro de retorno do advogado ao país. Para a Corte, a ausência aumenta o risco de destruição de provas e de dados relevantes para a apuração.
A ativista ambiental sueca Greta Thunberg afirmou que uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras representaria um “desastre para o planeta”. A declaração foi feita em um vídeo publicado nesta sexta-feira (23), dois dias antes da votação, marcada para domingo (25).
Na gravação, Greta alertou para os riscos que, segundo ela, a eleição representa para o futuro da Amazônia, do meio ambiente e da democracia brasileira. A ativista também convocou os jovens do país a se mobilizarem diante do cenário eleitoral.
“A democracia brasileira está em risco e não é segredo que uma vitória de Bolsonaro significaria um desastre para o planeta. [...] Eu me dirijo especialmente aos jovens brasileiros: Vocês têm agora a oportunidade e a responsabilidade de enfrentar este momento e retomar o próprio futuro, que está em jogo nesta eleição e nos próximos anos”, declarou.
Greta ainda criticou a influência de potências estrangeiras na América Latina e alegou que há interferência nas eleições por meio de manipulação da Meta.
CONFIRA:
A cardiologista Ludhmila Hajjar declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e defendeu a manutenção do Sistema Único de Saúde (SUS). Em vídeo publicado nesta sexta-feira (23), a médica criticou os ataques ao sistema público e elogiou medidas adotadas pela atual gestão federal.
“Eu escolho a vida. Eu escolho o SUS. Faça como eu”, afirmou Ludhmila, que classificou o sistema como “a maior riqueza desse país”. Ela também destacou a integração digital entre postos de saúde, unidades de pronto atendimento, ambulâncias e hospitais durante o governo Lula.
ASSISTA:
A cardiologista ganhou projeção política em 2021, quando foi cotada para comandar o Ministério da Saúde na gestão de Jair Bolsonaro (PL), mas recusou o convite após divergências sobre medidas de enfrentamento à pandemia, como isolamento social, vacinação em massa e tratamento precoce.
A manifestação ocorre após a repercussão de declarações de Claudio Lottenberg, nome escolhido por Flávio Bolsonaro para a pasta da Saúde. Em um debate realizado em 2019, quando presidia uma empresa de planos de saúde, Lottenberg afirmou que não destinaria mais recursos ao SUS.
Ludhmila é professora titular de Emergências da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) desde 2023 e atua em instituições como o Instituto do Coração (InCor) e o Hospital Vila Nova Star.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) seguiu atuando como advogado durante o segundo turno da campanha eleitoral, ao participar de uma ação para um cliente que pagou R$ 3,3 milhões ao seu escritório. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo desta sexta-feira (23), o candidato a presidente atuou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no dia 14 de outubro, em ação na defesa de um empresário que também tem Willer Tomaz como advogado.
De acordo com a Folha, em 14 de outubro, data em que o Senado estava votando o projeto que modificou a jornada de trabalho 6x1, Flávio Bolsonaro protocolou uma manifestação no processo que tramita no STJ, em nome de seu cliente Mário Gadelha Simas Filho. A atuação do senador envolve uma disputa societária na Simas Industrial de Alimentos, fabricante de balas e pirulitos.
O documento protocolado por Flávio foi encaminhado à ministra Daniela Teixeira, relatora do caso, para contestar embargos de declaração apresentados pela parte adversária. O senador solicitou que a magistrada rejeitasse o recurso.
De acordo com a Folha, a movimentação processual demonstra que Flávio manteve atividades de seu escritório de advocacia durante a disputa presidencial, mesmo diante dos compromissos políticos relacionados ao segundo turno. Flávio Bolsonaro ingressou no processo em 2022 como advogado de Mário Gadelha Simas Filho e passou a assinar as manifestações encaminhadas à Justiça.
A Simas Industrial de Alimentos aparece como o segundo maior cliente do escritório Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia. Entre janeiro de 2023 e dezembro de 2024, a empresa do senador do PL recebeu três notas fiscais da banca jurídica, que somaram R$ 3,3 milhões.
O escritório do candidato presidencial registrou receitas de milhões de reais durante o período em que ele exercia o mandato no Senado. A banca emitiu pelo menos R$ 13,7 milhões em notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho de 2026.
A administração do escritório de Flávio Bolsonaro está sob responsabilidade de Letícia Caetano dos Reis, irmã do contador Alexandre Caetano dos Reis, envolvido com o lobista conhecido como “Careca do INSS”. Alexandre Caetano se encontra preso.
Um áudio vazado anonimamente reproduz a voz do vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Marcos Lima (UNIÃO), coagindo funcionários a votar no senador Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República sob ameaça de perder o cargo na assessoria do parlamentar. O posicionamento ainda foi reforçado pelo vereador e colega de partido, Galeguinho (UNIÃO), que defendeu a medida tomada pelo presidente em entrevista ao Rádio Sociedade News.
No áudio vazado, Marcos Lima teria afirmado que o esquema teria sido adotado pelo prefeito da Princesinha do Sertão, Zé Ronaldo (UNIÃO), visando evitar prejuízos que o município poderia ter em caso de uma vitória eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar do histórico de gestores de oposição à frente de Feira, o presidenciável petista levou a melhor no município do Portal do Sertão Baiano, angariando 194.272 votos e ficando com 57,13% dos votos válidos.
"Fiquem sabendo que o União Brasil é de direita e vota no 22 [número de Flávio]. Então é importante eu passar para vocês, porque, caso aconteça alguma coisa que os prejudique, vocês estarão sabendo que não foi por falta de aviso", afirmou Marcos Lima em áudio vazado. A prática se configuraria como assédio eleitoral, crime que pode resultar em prisão de até 4 anos, perda do mandato político, inelegibilidade e multas.
Procurado pelo site De Olho na Cidade, o parlamentar negou a autoria do áudio. afirmando que a gravação teria sido gerada via inteligência artificial.
A atitude do político do União Brasil foi endossada pelo vereador Galeguinho, que afirmou em entrevista ao Rádio Sociedade News, veículo de Feira de Santana, que a medida é uma questão de sobrevivência. "Um assessor que trabalha comigo e não comunga com a minha ideologia política não serve para estar do meu lado. Não faz sentido você usufruir de um benefício e torcer contra ele ao mesmo tempo", afirmou o parlamentar.
O empresário João Amoêdo, ex-presidente e fundador do Partido Novo, declarou apoio público à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno do pleito presidencial de 2026. A manifestação reforça o posicionamento do político contra a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo Amoêdo, a escolha foi motivada pela avaliação dos riscos institucionais e políticos que, em sua visão, uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro representaria para o país. O movimento do ex-dirigente liberal ocorre no cenário do segundo turno entre o atual chefe do Executivo e o candidato do PL, que reúnem forças na reta final do calendário eleitoral.
Veja postagem:
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação. Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais. Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha. A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera. O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar. A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva. Lula errou do início ao fim do seu mandato. Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público. E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez. Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe. O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração. Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado. Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros. São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder. Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo. Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
— João Amoêdo (@joaodamoedo) October 23, 2026
A declaração de voto de Amoêdo em uma candidatura do PT contrapõe-se ao alinhamento histórico de parcelas da legenda que ajudou a fundar, acentuando os debates no ecossistema político sobre o direcionamento do eleitorado de centro e de direita moderada nesta etapa final do processo eleitoral.
As bancadas e lideranças do Congresso Nacional, bem como representantes do PL e do Partido Novo, mantêm o acompanhamento dos impactos das declarações na movimentação dos eleitores para o dia da votação.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (23) que defende a saída do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), do Brasil caso ele perca a disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita durante entrevista ao podcast norte-americano Louder with Crowder.
Ao explicar a posição, Eduardo alegou que Flávio poderia ser alvo de investigações após o fim do mandato de senador e da imunidade parlamentar. Ele citou uma fala de Lula durante o debate eleitoral, na qual o presidente teria mencionado a possibilidade de investigar o adversário. “Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que meu irmão saia do país. Com certeza. Com certeza”, declarou.
Na mesma entrevista, Eduardo questionou a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras. Ele criticou a ausência de comprovantes impressos entregues ao eleitor e afirmou que o sistema depende da confiança nas máquinas. “Da mesma forma que eu não posso provar que houve fraude, eles não podem provar que não houve”, disse.
O ex-deputado também criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que barraram dispositivos sobre o voto impresso aprovados pelo Congresso. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por sua vez, afirma que não há registro de fraude comprovada no sistema eletrônico. A Justiça Eleitoral disponibiliza os boletins de urna, que permitem a conferência dos resultados de cada seção.
A entrevista ocorreu dois dias antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025 e foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, em caso relacionado a ações para pressionar autoridades brasileiras durante o julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o jogador Neymar participaram de uma brincadeira com referência eleitoral nas redes sociais nesta sexta-feira (23). A publicação associa o número 22 à campanha de apoio ao senador Flávio Bolsonaro na reta final do segundo turno.
No vídeo, Nikolas relembra que Neymar vestia a camisa 11 durante sua passagem pelo Barcelona e pergunta quanto é 11 mais 11. Ao fundo, o atacante responde: “22!”.
Em seguida, o parlamentar entra na brincadeira e afirma: “Não é só política, é só futebol aqui”. A participação de Neymar ampliou a repercussão da publicação, que utiliza o número 22 como referência ao Partido Liberal (PL), legenda de Flávio Bolsonaro.
Nos comentários, Neymar ainda deixou uma mensagem: "Dito isso... 22". Na última eleição presidencial, o craque da Seleção Brasileira declarou apoio para Jair Bolsonaro, que na época era presidente da república, mas acabou perdendo a disputa para Lula (PT). No próximo domingo (25), ocorre o segundo turno da votação para eleger o próximo governante do Brasil durante o período de 20227-2030.
O ex-zagueiro Ronaldo Angelim, ídolo do Flamengo e do Fortaleza, afirmou ter sido alvo de ofensas pessoais após declarar voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo o ex-jogador, os insultos partiram do presidente de um consulado rubro-negro, que também teria dito que ele não voltaria a frequentar o local.
Em relato publicado nas redes sociais, Angelim disse ter sido chamado de “vagabundo”, “ladrão”, “cara sem vergonha” e “corno”. O ex-atleta afirmou que entenderia uma eventual decisão de não ser mais convidado por causa de sua posição política, mas questionou a escolha do dirigente de partir para ataques pessoais.
O segundo turno da eleição presidencial será disputado neste domingo (25), entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).
O ex-zagueiro relatou que aceitaria não ser mais recebido no consulado caso a decisão estivesse relacionada à divergência política. Para ele, no entanto, a situação ultrapassou o limite ao incluir ofensas pessoais.
O episódio foi divulgado em meio à polarização política que marca a disputa presidencial e às manifestações de torcedores do Flamengo sobre temas políticos e trabalhistas.
Nas últimas semanas, torcedores rubro-negros levaram faixas com mensagens políticas às arquibancadas. Entre os assuntos abordados estão as apostas esportivas e o fim da escala de trabalho 6x1.
As manifestações mostram como temas que ultrapassam o futebol também têm ocupado espaços ligados aos clubes e provocado debates entre torcedores.
Natural do Ceará, Ronaldo Angelim construiu uma trajetória marcante nos dois clubes. Pelo Fortaleza, destacou-se entre 2001 e 2005, período em que participou de campanhas importantes da equipe no futebol nacional.
No Flamengo, entrou para a história ao marcar o gol do título do Campeonato Brasileiro de 2009, na vitória sobre o Grêmio, no Maracanã. O ex-zagueiro se tornou um dos nomes lembrados pela torcida rubro-negra pela conquista que encerrou um jejum de 17 anos do clube no Brasileirão.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta sexta-feira (23) que as empresas Meta e X apresentem, no prazo de 24 horas, relatórios detalhados sobre suas diretrizes para o uso de inteligência artificial, distribuição de conteúdos políticos, impulsionamento de anúncios eleitorais e critérios para a remoção de publicações.
Segundo informações do g1, a decisão ocorre no âmbito de uma ação movida pela campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). A coligação do candidato petista aponta suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, alegando favorecimento a perfis adversários, restrição de alcance em publicações pro-Lula e inconsistências no impulsionamento pago.
Entre as divergências apontadas pela representação jurídica estão a derrubada de um vídeo no Instagram por alegação de uso de IA e possíveis assimetrias nas respostas geradas pela ferramenta Grok, da rede social X, ao responder consultas sobre os postulantes ao pleito.
Em paralelo à determinação da corregedoria, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, agendou reunião com representantes de grandes plataformas digitais para alinhamento de procedimentos de segurança na reta final de preparação para o segundo turno das eleições.
Pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta sexta-feira (23), mostra um cenário de segundo turno em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%. O resultado mostra um empate técnico no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.
Em números totais, Flávio Bolsonaro registra 49% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 45%. Outros 5% dos entrevistados declaram voto branco ou nulo, e 1% não sabe ou não respondeu.
Na comparação com a pesquisa anterior do Real Time Big Data, divulgada na última terça (20), o senador do PL apresentou uma oscilação positiva de um ponto percentual entre os votos totais, passando de 48% para 49%. Lula, por sua vez, manteve os mesmos 45% registrados no levantamento anterior.
O levantamento também apurou a rejeição aos dois candidatos. Segundo os resultados, 36% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula, enquanto 33% rejeitam Flávio Bolsonaro. Outros 28% dizem que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 3% não rejeitam nenhum deles.
Outro dado do levantamento é o elevado percentual de entrevistados que afirmam já ter definido sua escolha para o segundo turno. Segundo o Real Time Big Data, 95% dos eleitores dizem ter o voto decidido.
Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, 94% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. No eleitorado do presidente, o percentual é semelhante: 93% dizem que não mudariam de voto em nenhuma hipótese.
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2 mil pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026.
A mais nova pesquisa da Vox Brasil sobre o segundo turno das eleições 2026, divulgada nesta sexta-feira (23), revela que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria assumido a liderança na corrida presidencial, mas com vantagem dentro da margem de erro. A pesquisa apresenta Lula com 50,6% contra 49,4% do senador Flávio Bolsonaro (PL), resultado considerado empate técnico.
O instituto Vox Brasil foi um dos quatro que acertaram, no primeiro turno, a liderança de Flávio Bolsonaro sobre Lula. A pesquisa Vox Brasil na véspera do primeiro turno deu Flávio com 45,8% e Lula com 44,9% (o resultado final teve o senador do PL com 47% contra 45% do líder petista).
Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados olham uma lista com os nomes dos candidatos, Lula soma 45,4% das intenções de voto no conjunto da amostra. Flávio aparece com 44,3%, uma distância de 1,1 ponto percentual (respostas nenhum, branco ou nulo representam 6%, enquanto 4,3% não sabem ou não opinaram).
O levantamento da Vox Brasil também perguntou em qual candidato os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente da República. Nesse recorte, Flávio tem 47,1% de rejeição, enquanto Lula registra 44,8%.
Outros 3,9% disseram que rejeitam ambos os candidatos. Já 2,2% afirmaram que não rejeitam nenhum. Os que não souberam responder ou não opinaram somam 2%.
A pesquisa ouviu 2.100 eleitores brasileiros, de 20 a 22 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03259/2026.
Pastores, lideranças religiosas e representantes políticos devem se reunir nesta sexta-feira (23), no Parque da Cidade, em Salvador, para o evento “Desperta Brasil — Cristãos com Flávio”. A mobilização está marcada para as 17h22 e tem como objetivo promover um momento de oração pelo país e reunir apoiadores da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Com o tema “Um clamor de fé e oração pela nossa nação”, o encontro busca aproximar representantes de diferentes igrejas e incentivar o engajamento do segmento cristão na campanha eleitoral na capital baiana. A divulgação do evento utiliza como referência a passagem bíblica de 2 Crônicas 7:14.
Segundo a vereadora de Salvador Débora Santana, a proposta é unir lideranças religiosas em torno de uma manifestação de fé e apoio político. “Queremos fortalecer essa união e mobilizar Salvador em apoio à campanha de Flávio Bolsonaro”, afirmou.
O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, afirmou que cabe aos candidatos decidir se divulgam voluntariamente seus próprios dados bancários, fiscais e telefônicos. Segundo ele, a Justiça Eleitoral não deve determinar quais informações os concorrentes à Presidência da República devem tornar públicas.
A manifestação ocorreu no processo que envolve o desafio de abertura de sigilos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Mendonça destacou que os dois podem divulgar as informações por iniciativa própria, sem necessidade de autorização judicial. “Não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, escreveu o ministro.
Mendonça explicou que os extratos bancários podem ser obtidos diretamente nas instituições financeiras, enquanto as declarações de Imposto de Renda estão disponíveis no portal da Receita Federal. Já os registros telefônicos podem ser solicitados às operadoras.
O ministro, no entanto, ressaltou que a divulgação voluntária não substitui investigações oficiais para apurar possíveis irregularidades. “A divulgação espontânea e voluntária de extratos e declarações pessoais, embora legítima, não substitui as investigações conduzidas pelos órgãos competentes e sob controle judicial”, afirmou.
Nesta quinta-feira (22), um documento apresentado pelo senador Camilo Santana (PT-CE), coordenador da campanha de Lula e líder do PT no Senado, informou que os dois candidatos aceitaram os termos recíprocos do desafio e autorizaram a abertura total dos respectivos sigilos.
A nova pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira (22), aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). No levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio pontua 47%.
Os votos brancos e nulos somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos ou não quiseram responder. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo Palácio do Planalto, cuja votação será realizada no próximo domingo (25).
Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro tinha 47% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos, nulos ou nenhum candidato somavam 5%, enquanto 1% dos entrevistados estava indeciso.
Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento, nível de confiança de 95%, ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de outubro. A pesquisa está registrada sob o número BR-09709/2026.
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50% das intenções de voto válidas no segundo turno da eleição presidencial.
O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
Os votos válidos excluem os brancos, nulos e os eleitores que não souberam ou não quiseram responder. A votação do segundo turno está marcada para este domingo (25). Na semana passada, o petista apontava 48% e Flávio 52%.
Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de outubro. O levantamento está registrado sob o número BR-09709/2026.
Um estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), divulgado nesta quinta-feira (22), revela que cerca de 2,2 milhões de postos de trabalho podem ser eliminados o candidato Flávio Bolsonaro (PL) vença as eleições e inicia seu governo colocando em prática um “tesouraço” de cerca de R$ 200 bilhões nas contas públicas.
Elaborado a pedido de centrais sindicais, o estudo do Dieese revela também que um eventual plano de cortes orçamentários promovido por Flávio Bolsonaro à frente do governo pode retirar cerca de R$ 68 bilhões da renda dos trabalhadores brasileiros já em 2027.
Segundo o levantamento, o “tesouraço” de um governo Flávio Bolsonaro também provocaria um impacto negativo de R$ 203,1 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a uma redução de 1,55% em relação ao cenário sem os cortes. Dependendo do desempenho da economia, o Brasil poderia entrar em recessão no primeiro ano de um eventual governo Flávio Bolsonaro.
O estudo do Dieese levou em consideração um ajuste de R$ 194 bilhões em um prazo de 18 meses, sendo R$ 116,9 bilhões em cortes no primeiro ano. O órgão alerta que a medida atingiria diretamente o consumo das famílias, a geração de empregos e a capacidade de financiamento dos serviços públicos.
As projeções indicam que, mesmo no cenário mais favorável, a economia brasileira cresceria apenas 0,91% em 2027, abaixo dos 2,46% previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) antes dos efeitos do ajuste.
No cenário pessimista, que considera uma projeção inicial de crescimento de 1,4%, o país registraria retração de 0,15% do PIB. Nesse caso, o número de desempregados poderia passar de 5,8 milhões para 7,4 milhões de pessoas, com a taxa de desocupação chegando a até 7%.
O levantamento calcula ainda que o Brasil precisaria gerar aproximadamente 1,33 milhão de empregos por ano apenas para acompanhar o crescimento da população economicamente ativa. Com os cortes, nem mesmo o cenário otimista seria suficiente para atingir esse patamar.
O senador Flávio Bolsonaro tem 50,6% de intenções de votos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegaria a 49,4%. Foi o que mostrou uma simulação de segundo turno feita pela pesquisa Indexa/Broadcast, divulgada nesta quinta-feira (22).
Em votos totais, Flávio Bolsonaro tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente Lula. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou em branco e outros 1,6% não sabem.
Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não iriam votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem.
O duelo entre Flávio e Lula mostra uma posição invertida entre ambos no recorte e votos por sexo. Entre as mulheres, o presidente Lula tem 47,3%, ante 42,3% do senador, e entre os homens, Flávio registra 48,4%, e o líder petista, 40,7%.
Já no recorte por regiões, o presidente Lula alcança 51,8% no Nordeste, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 55,9%, ante 31,0% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 45,7% para Flávio Bolsonaro e 42,8% para Lula.
No Sudeste, o candidato do PL aparece com 45,8%, e o petista, com 44,2%. No Norte, ambos estão empatados numericamente em 43,5%.
Entre os católicos, Lula tem 51,3%, e Flávio Bolsonaro, 36,7%. Entre os evangélicos, o senador marca 69,7%, ante 23,2% do presidente. No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 47,6%, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro.
Outro recorte está no estrato dos que recebem mais de cinco salários mínimos, grupo em que o senador tem 52,6%, e Lula, 40,6%. Já entre os que recebem entre dois e cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro tem 44,6% contra 44,2% de Lula.
Em meio a jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 47,8% contra 44,6% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, Flávio Bolsonaro tem 46,4% contra 43,5% de Lula.
O levantamento revela que entre pessoas com 45 a 59 anos, o senador tem 47,5% das intenções de voto e Lula 41,7%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Lula registra 47,5% ante 39,1% de Flávio Bolsonaro. Em meio a pessoas com 35 a 44 anos, Flávio Bolsonaro tem 47,6% e Lula, 42,4%.
Por grau de escolaridade, Lula lidera entre os entrevistados com ensino até fundamental com 46,1% ante 42,6% de Flávio Bolsonaro. Já entre os que possuem ensino superior ou mais, o senador do PL registra 47,9% ante 41,4% do petista.
A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
As equipes das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) firmaram um acordo nesta quinta-feira (22) para que haja a quebra conjunta de sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos dois candidatos. O acordo foi celebrado na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pedido de quebra do sigilo foi formulado pelo presidente Lula no debate do último domingo (18) na Band. Lula fez um desafio a Flávio de que os dois, juntos, apresentassem os seus sigilos para a população antes do debate desta sexta (23) na TV Globo.
“Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Nantes Bolsonaro candidatos à Presidência da República, já qualificados nos autos, vêm, conjuntamente, informar que aceitaram integralmente os termos recíprocos do desafio objeto destes autos e autorizam a abertura total dos respectivos sigilos”, diz trecho do documento.
O acordo foi assinado pelo presidente Lula e, da parte de Flávio Bolsonaro, por sua advogada de campanha, Maria Claudia Bucchianeri. No acordo, eles indicam que as devidas liberações devem ser enviadas ao TSE até 23h59 desta quinta (22).
“A abertura será imediata, total, nas condições integrais aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos. Os dados relativos às autorizações já apresentadas, próprias, de familiares, e de empresas, serão abertos e divulgados hoje, 22.10.2026”, detalha o texto.
O documento assinado prevê o levantamento dos sigilos das pessoas listadas na petição inicial, da qual constam, do lado petista:
Luiz Inácio Lula da Silva – presidente da República e candidato à reeleição;
Janja Lula da Silva – primeira-dama;
Lurian Cordeiro Lula da Silva – filha de Lula;
Marcos Cláudio Lula da Silva – filho de Lula;
Fábio Luís Lula da Silva – filho de Lula conhecido nacionalmente como Lulinha;
Sandro Luís Lula da Silva – filho de Lula;
Luís Cláudio Lula da Silva – filho de Lula.
Além disso, está na lista a empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, da qual Lula é sócio.
Do lado bolsonarista, as pessoas listadas na petição inicial são:
Flávio Bolsonaro – senador e candidato a presidente;
Jair Bolsonaro – ex-presidente e pai de Flávio;
Rogéria Bolsonaro – mãe de Flávio;
Carlos Bolsonaro – irmão de Flávio;
Eduardo Bolsonaro – irmão de Flávio;
Jair Renan Bolsonaro – irmão de Flávio;
Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro – mulher de Flávio.
Também estão incluídas na petição quatro empresas que seriam ligadas a Flávio e a Alcazar Holdins, registrada fora do Brasil pelo advogado Willer Tomaz, com a qual o candidato do PL também teria ligação.
Nesta quarta (21), o candidato Flávio Bolsonaro havia apresentado uma lista de 19 exigências para aceitar o desafio proposto pelo presidente Lula. A campanha de Lula se comprometeu a apresentar as informações cobradas pelo senador do PL.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro escalou o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo) para analisar os documentos da quebra de sigilo do presidente Lula. Deltan esteve no TSE e acusou a campanha do PT de não querer esclarecer informações sobre o Instituto Lula.
Lula protocola no TSE documento aceitando exigências; Flávio escala Deltan para analisar informações
O coordenador da campanha do presidente Lula (PT), senador Camilo Santana (PT), protocolou nesta quinta-feira (22), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um documento em que o candidato diz aceitar integralmente as exigências apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para a quebra de sigilo de dados bancários, fiscais e telefônicos.
Camilo Santana esteve no TSE acompanhado do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, além do presidente nacional do PT, Edinho Silva. Os representantes da campanha de Lula cobraram que Flávio Bolsonaro faça o mesmo e disponibilize suas informações ainda nesta quinta.
Ao chegar no TSE, Boulos postou uma foto junto com Camilo Santana mostrando o documento protocolado. Boulos desafiou Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo.
“Chegando no TSE com o documento assinado pelo Presidente Lula para liberação total do sigilo HOJE! Vamos ver se Flávio Bolsonaro fará o mesmo. Aí o Brasil saberá quem é o ladrão!”, disse o ministro.
A campanha de Flávio Bolsonaro, por sua vez, escalou o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo) para analisar os sigilos que o presidente Lula prometeu entregar. Segundo informações da coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Dallagnol irá pessoalmente à sede do TSE para analisar o material.
O ex-procurador estará acompanhado, no TSE, da advogada Maria Cláudia Bucchianeri, que comanda o jurídico da campanha de Flávio, e de Fábio Portela, assessor de imprensa. O discurso na campanha do candidato do PL é de que ele só entregará seus sigilos bancário e telefônico se Lula apresentar os seus primeiro.
No TSE, a petição protocolada pela campanha do presidente Lula tem como relator o ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal. Lula propõe tornar públicos os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares, desde que o senador Flávio Bolsonaro adote a mesma medida.
O presidente Lula argumenta que a iniciativa da quebra de sigilo é necessária para que os eleitores tenham acesso a informações e possam decidir livremente em quem votar. Já o senador Flávio Bolsonaro fez uma lista com 19 exigências, e diz esperar que Lula as cumpra para poder apresentar informações de suas contas.
Em resposta ao desafio colocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para quebra de sigilo de informações bancárias e telefônicas antes do debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23), o candidato Flávio Bolsonaro fez 19 exigências ao líder petista antes de dar transparência aos seus próprios dados.
Além dos 19 pedidos, Flávio solicita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que intime o presidente Lula a se manifestar sobre as condições e apresente os termos individuais de autorização para a quebra de sigilo. A campanha de Flávio Bolsonaro, na solicitação ao TSE, afirma que caso o presidente não concorde, que a recusa seja formalmente registrada nos autos.
Após participar de uma agenda de campanha em São Paulo, nesta quarta (21), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) criticou as 19 exigências feitas por Flávio Bolsonaro para aceitar o desafio imposto por Lula. Na avaliação do vice, o senador do PL não quer de fato tornar públicas as suas informações, e defendeu que presidente e vice-presidente não deveriam ter sigilos fiscal, bancário nem telefônico.
“Eu acho até que quem é eleito presidente e vice-presidente não devia ter sigilo, nem fiscal nem bancário nem telefônico. Vida pública é pública, tem que ser transparente. Quem quer ter vida privada vai cuidar do setor privado. Agora não é possível ter vida pública e não prestar contas para a sociedade”, disse Alckmin.
Representantes da campanha do presidente Lula irão ao TSE), nesta quinta (22), para protocolar documentos relacionados à proposta de abertura de sigilos bancários e telefônicos. A equipe do petista também cobrou que a campanha de Flávio Bolsonaro compareça ao tribunal para formalizar a autorização de acesso às informações solicitadas.
Confira abaixo quais foram as 19 exigências feitas pelo senador Flávio Bolsonaro para poder concordar com a quebra de sigilo de suas informações bancárias e telefônicas.
1 - Autorização para a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (desde 2003) de Lulinha, de sua mulher Renata e das empresas do antigo grupo Gamecorp/Gol;
2 - Liberação dos sigilos de empresas offshore de Lulinha no exterior, como a Synapta em Madri;
3 - Quebra dos sigilos da empresa FlexBR Tecnologia, dos filhos Sandro Luís e Marcos Cláudio;
4 - Abertura dos sigilos das empresas de Fernando Bittar, indicado como titular formal do sítio de Atibaia;
5 - Quebra dos sigilos das empresas dos demais filhos (Lurian, Marcos Cláudio, Sandro Luís e Luís Cláudio), incluindo a LFT Marketing Esportivo;
6 - Liberação dos sigilos do Instituto Lula e do seu ex-presidente Paulo Okamotto;
7 - Divulgação da lista de visitantes de Daniel Vorcaro na prisão da PF em Brasília;
8 - Apresentação dos registros de passageiros e planos de voo do jato particular atribuído a Daniel Vorcaro em novembro de 2025;
9 - Liberação da lista de participantes, pauta e registros da reunião mantida entre Lula e Vorcaro em dezembro de 2024;
10 - Histórico completo de entradas de Vorcaro e de seus intermediários no Planalto e da Alvorada desde 2023;
11 - Registros de entrada no Palácio do Planalto do ex-ministro Guido Mantega e do diretor do Banco Master, Augusto Lima;
12 - Quebra dos sigilos dos últimos 8 anos de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT;
13 - Liberação dos sigilos dos últimos 8 anos de Roberta Luchsinger, de sua empresa RL Consultoria e de Edson Claro;
14 - Liberação dos sigilos dos últimos 8 anos de Roberta Luchsinger, de sua empresa RL Consultoria e de Edson Claro;
15 - Acesso aos registros de entrada e saída de Roberta Luchsinger nos Palácios do Planalto e da Alvorada entre 2023 e 2026;
16 - Divulgação da lista de voos da FAB em que Roberta Luchsinger viajou como passageira;
17 - Relação completa das reuniões de Luchsinger em órgãos do governo;
18 - Quebra dos sigilos bancários e fiscais dos últimos 8 anos de Marcola; Abertura dos sigilos dos últimos 8 anos de Frei Chico e do sindicato Sindnapi;
19 - Divulgação completa dos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República (desde janeiro de 2023) e da agenda de Janja anterior a fevereiro de 2025, incluindo visitas dos filhos, uso de helicópteros e gastos do Palácio da Alvorada.
A mais nova pesquisa PoderData/Aya sobre as intenções de voto dos brasileiros para o segundo turno revela uma aproximação do presidente Lula, mas com vantagem ainda para o candidato Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o levantamento, divulgado nesta quinta-feira (22), Flávio estaria com 51% dos votos válidos, com 49% do líder petista.
Na primeira pesquisa PoderData/Aya divulgada após o primeiro turno, em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro havia saído na frente, com 53% contra 47% de Lula. Na pesquisa seguinte, em 18 de outubro, o senador do PL marcava 52% contra 48% de Lula. De 8 de outubro para essa quinta, Flávio caiu dois pontos percentuais e Lula cresceu os mesmos dois pontos.
Quando se consideram os votos totais, o presidente Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 55% das intenções de voto, contra 41% do senador do PL.
O senador Flávio Bolsonaro obtém mais apoio no Centro-Oeste (62%) e no Sul (60%). Já Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (64%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 52% contra 43% do petista.
Em relação à rejeição, nesta nova rodada do PoderData/Aya, 47% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no atual presidente. O líder petista é o “único em que votariam” para 46% – um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
Entre os que rejeitam o candidato Flávio Bolsonaro, a taxa oscilou um ponto percentual para cima, de 44% para 45% em 3 dias. Outros 47% afirmam que Flávio é o “único em quem votariam”.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram quatro mil entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação.
A margem de erro da pesquisa PoderData/Aya é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-07926/2026.
A Polícia Federa (PF) encontrou uma sala oculta em um hangar no Aeroporto de Brasília utilizado por empresas de transporte aéreo do advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O local tinha prateleiras, malas e uma máquina de contar dinheiro, mas os agentes não encontraram cédulas durante a inspeção.
A existência do espaço foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela TV Globo. Segundo as informações divulgadas, a PF chegou à sala em agosto, após receber uma denúncia anônima sobre a estrutura escondida atrás de um painel de madeira, com uma porta aparentemente blindada.
Em nota, a defesa de Tomaz confirmou a existência da chamada “sala-cofre” e afirmou que o ambiente é utilizado para atender empresas de transporte de valores que são clientes das companhias de aviação do advogado. Os representantes negaram qualquer irregularidade e classificaram como “fantasiosa” a suspeita de que o espaço serviria para guardar ou contar dinheiro ilícito.
A busca ocorreu no âmbito da operação Sem Desconto, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a fraudes contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Tomaz foi um dos alvos da investigação. Na residência dele, os agentes também encontraram uma máquina de contar dinheiro e apreenderam quatro aeronaves vinculadas às suas empresas.
Além desse caso, o advogado e Flávio Bolsonaro são investigados em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Durante a investigação, a Polícia Federal identificou e-mails que indicariam o cadastro de Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da Alcazar Holdings, empresa de propriedade de Tomaz.
O caso foi encaminhado ao STF em razão do foro especial do senador e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz são amigos e já afirmaram não manter negócios em conjunto.
Informação publicada pelo jornal Correio Braziliense afirma que a equipe do candidato Flávio Bolsonaro (PL) já teria mais de 200 decretos preparados para serem assinados por ele caso vença a eleição. Segundo a reportagem desta quarta-feira (21), a maior parte das medidas preparadas pela equipe do senador do PL trata de regulamentações trabalhistas, incluindo regras relacionadas ao fim da escala 6×1 e à organização da jornada de trabalho.
O Correio Braziliense afirma que obteve a informação com base em relatos de aliados do candidato Flávio Bolsonaro. A intenção da equipe de campanha seria a de promover uma espécie de “decretaço” logo no início de um eventual mandato, possivelmente já no primeiro dia após a posse, em 5 de janeiro do ano que vem.
De acordo com o jornal, o plano das primeiras medidas do eventual governo Flávio também incluiria um “revogaço” de decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre as áreas que poderiam ser afetadas está a ambiental.
Fontes ouvidas pelo Correio Braziliense dizem que estão previstas normas para restringir a fiscalização de órgãos ambientais em áreas com vegetação localizadas em propriedades privadas ou que não sejam classificadas como áreas de proteção ambiental.
O conjunto de medidas também abrangeria a economia e a estrutura administrativa do Poder Executivo. Dezenas de decretos teriam sido elaborados para extinguir conselhos, comitês e grupos de trabalho considerados, por aliados do senador, iniciativas que elevam os custos da máquina pública sem apresentar resultados relevantes para o país.
Para os três primeiros meses de governo, estariam ainda previstas pela equipe do candidato iniciativas de privatização de empresas e outros entes estatais. Essas medidas, entretanto, dependeriam de aprovação do Congresso Nacional.
Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21), o senador Camilo Santana (PT), coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que não há oposição às condições colocadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para que sejam abertos os sigilos de ambos os candidatos. Santana disse que a campanha de Lula não se opõe a “absolutamente nada” que foi imposto pelo senador do PL.
Camilo Santana disse à imprensa que irá nesta quinta (22) à sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para protocolar a resposta do presidente sobre a disputa de sigilos. O senador disse esperar que a campanha do candidato do PL faça o mesmo, e que também inclua a conta bancária do advogado Willer Tomaz na quebra de sigilo.
Anteriormente nesta quarta, a campanha de Flávio Bolsonaro encaminhou uma réplica ao desafio que impõe a quebra de sigilos bancários e telefônicos. O senador disse que abriria seu sigilo se Lula também apresentasse as contas do ex-chefe de Gabinete, Marcola, além dos cartões corporativos e outras informações sobre empresas de familiares, entre outras demandas.
No entanto, segundo o coordenador da campanha do PT, a resposta de Flávio omite o levantamento dos dados da conta bancária da empresa Alcazar Holding, de Tomaz, na qual Flávio tem “acesso operacional relevante”, segundo a Polícia Federal. “Vemos com muita estranheza ele tirar essa empresa”, disse Santana na coletiva de imprensa.
Flávio e Willer Tomaz mantiveram uma relação de amizade, mas ambos negam ter feito negócios em conjunto. O advogado é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro, operações irregulares em casas de apostas e relação com as fraudes no INSS.
Nesta terça (20), a autorização para a abertura dos dados do líder petista foi protocolada junto ao TSE por seus advogados, conforme ele havia prometido no debate da Band, no último domingo (18). No documento, foram autorizadas as quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos do presidente, da primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) e dos filhos Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, como Lulinha e que é investigado pela Polícia Federal, Sandro Luís e Luís Claudio.
A guerra de quebras de sigilo antecede o debate da TV Globo, que acontecerá na noite da próxima sexta (23). O presidente Lula chegou a dizer que não iria ao debate se Flávio Bolsonaro não abrisse o seu sigilo.
Na pesquisa espontânea, modalidade em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado, o percentual de eleitores indecisos dobrou e atingiu 14%. O recorte aponta o presidente Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 40% das intenções de voto. Há uma semana, na rodada anterior divulgada pelo instituto, o bolsonarista registrava 43% e o petista, 42%. A parcela de eleitores que declaram intenção de votar em branco ou nulo recuou de 8% para 6%.
A alta da indecisão foi observada em diferentes segmentos do eleitorado. No grupo das mulheres, a taxa de indecisos subiu de 8% para 17%. Entre os eleitores que se identificam como independentes, o indicador de indefinição apresentou um avanço expressivo, passando de 13% para 31%.
O crescimento dos indecisos também ocorreu entre os beneficiários do Bolsa Família, segmento em que a taxa saltou de 7% para 19%. A movimentação dá-se em meio às ações e acenos do governo Lula a essa parcela da população, coincidindo com o início do pagamento do valor reajustado do programa social, iniciado nesta segunda-feira (19).
Os pesquisadores da Quaest realizaram 2.154 entrevistas presenciais entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento conta com nível de confiança de 95% e está registrado junto à Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-08535/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, mas impôs uma condição. Segundo ele, o ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, precisa fazer o mesmo.
A declaração responde ao desafio feito por Lula no debate da TV Band, no domingo (18). Na ocasião, o presidente disse que já colocou à disposição os próprios sigilos e os de sua família e cobrou que o adversário fizesse o mesmo. A abertura de sigilo permite que dados de contas bancárias, declarações de imposto e registros de ligações sejam examinados. Na Bahia, aliados de Lula vinham reforçando a cobrança, como o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro.
Flávio deu a declaração em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, onde se reuniu com políticos aliados para fortalecer a candidatura na reta final da campanha. O segundo turno acontece no próximo domingo (25). O senador esteve acompanhado do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O encontro começou às 11h no Espaço Inter. De acordo com pessoas ligadas à campanha de Flávio, o local foi escolhido por Tarcísio, que já havia feito um evento da própria campanha no mesmo espaço durante o primeiro turno.
A prefeita Valdice Castro (PMB), do município de Jacobina, situado no Piemonte da Diamantina, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) e divulgou uma edição do "Bloquinho do 22" em uma praça da cidade. A gestora que apoiou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa para o governo da Bahia deste ano apareceu ao lado do ex-candidato a vereador Ricardinho (PL) em vídeo de divulgação publicado em seu perfil oficial do Instagram.
"Acredito que a mudança que queremos começa com a união de pessoas que não perderam a esperança e que continuam acreditando em um futuro melhor para o nosso país", afirmou a prefeita. "Faço um convite aos amigos interessados em trazer mudança, a votar em Flávio Bolsonaro", acrescentou Valdice.
Cerca de 1 mês antes, em 22 de setembro, a prefeita divulgou um vídeo em seu canal oficial ao lado do governador Jerônimo (PT), declarando apoio à sua candidatura no pleito que se deu no dia 5 de outubro. Com 28.259 votos, o candidato teve 62,42% de votos válidos no município do Centro-norte Baiano. O presidente Lula também liderou na disputa pela presidência em Jacobina, garantindo 31.691 votos e reunindo 67% dos votos válidos de Jacobina.
No pleito de 2022, o grupo político de Valdice Castro apoiou a candidatura do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ao governo do estado. À época, o candidato do União Brasil também não conseguiu maioria em Jacobina, recebendo 17.419 votos, 39,77% do total na região.
A nova declaração de apoio reforça um apoio tido como declarado nos bastidores. Em áudio vazado em setembro e divulgado pelo portal A Tarde, o ex-prefeito e marido de Valdice, Leopoldo Castro, teria rechaçado funcionários da prefeitura tidos como "inúteis e prometeu 'fazer uma limpa' em cargos comissionados antes do pleito de 2028.
"Uma gestão que se propõe como vencedora em 2028 não pode levar um grupo de imprestáveis para mais um mandato", apontou o ex-prefeito Leopoldo. Ao ser questionado sobre a veracidade dos áudios, o ex-gestor alegou tratar-se de montagens e conteúdos gerados por ferramentas de Inteligência Artificial (IA) manipulados por opositores políticos.
Confira o vídeo na íntegra:
??Aliada de Jerônimo, prefeita de Jacobina declara apoio a Flávio Bolsonaro ????@/valdicecastrov Confira?? https://t.co/QsW0xZCXzp
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 21, 2026
O instituto Palver, que no primeiro turno foi o único que acertou o percentual de 47% dos votos válidos para o candidato Flávio Bolsonaro, divulgou sua nova pesquisa nesta quarta-feira (21), e o resultado mostra o senador do PL com dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste segundo turno.
Segundo a pesquisa do Palver, Flávio Bolsonaro registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula marca 48%. Eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,4 pontos percentuais.
Na rodada anterior da Palver, divulgada na última quinta (15), Flávio tinha 50%, e Lula, 49%. Seis dias depois, o senador do PL ficou estável e o líder petista oscilou um ponto para baixo.
Na véspera da votação em primeiro turno, a Palver mostrava Flávio com 47% e Lula com 43%. Nas urnas, no dia 4 de outubro, o senador teve 47,03% e o presidente, 45,16%.
A pesquisa Palver também mediu a rejeição de ambos. Questionados em quem não votariam “de jeito nenhum”, 49% dos eleitores apontam Lula, e 47% citam Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, 49% afirmam que votariam “com certeza” no candidato do PL, ante 47% que garantem o voto no atual presidente. Os que dizem que “poderiam votar” somam 2% para Flávio Bolsonaro e 1% para Lula.
Outro ponto abordado pela pesquisa Palver foi a certeza do voto no segundo turno. Questionados sobre o que poderia fazê-los mudar de candidato, a grande maioria respondeu que nada alteraria a escolha.
Entre os eleitores de Lula, 79% dizem que nada os faria mudar de voto. Entre os de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%.
O levantamento foi realizado com cinco mil entrevistados pela Palver de 18 a 20 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,4 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-04612/2026.
O empresário Nelson José Vigolo, dono do Grupo Bom Jesus Agropecuária e denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) no âmbito da Operação Faroeste, doou R$ 1,1 milhão à campanha de Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Conhecido como “barão do agro”, Vigolo foi apontado como suspeito de integrar um esquema de venda de sentenças judiciais relacionadas à grilagem de terras no Oeste da Bahia.
Segundo a Coluna de Lauro Jardim, em O Globo, Flávio Bolsonaro recebeu R$ 20,3 milhões em doações privadas no segundo turno. Vigolo foi o segundo maior financiador da campanha.
Em 2021, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou o empresário e outros investigados por suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção.
Conforme a acusação, o esquema teria sido estruturado para proteger os interesses de um grupo econômico envolvido em disputas por propriedades rurais no estado.
DENÚNCIA
De acordo com o MP-BA, teria sido negociado o pagamento de R$ 1 milhão a um juiz para que ele se declarasse suspeito em processos de interesse do Grupo Bom Jesus e, assim, deixasse de proferir decisões desfavoráveis à empresa.
Vigolo chegou a firmar um acordo de colaboração premiada e, segundo notícias divulgadas na época, teria se comprometido a devolver R$ 20 milhões.
O Grupo Bom Jesus também foi acusado de envolvimento em uma fraude bilionária relacionada ao processo de recuperação judicial da empresa, iniciado em 2016.
As acusações relacionadas à Operação Faroeste envolvem suspeitas de corrupção e comercialização de decisões judiciais em disputas fundiárias na Bahia.
Pesquisa Quaest desta quarta (21) mostra que uma eventual volta dos Bolsonaro ao poder é o que mais amedronta a população. Essa foi a resposta de 44% dos entrevistados, enquanto 42% temem a reeleição de Lula. As duas opções estão empatadas na margem de erro, de dois pontos percentuais. O levantamento foi contratado pelo GLOBO e a TV Globo.
Essa disputa sempre esteve acirrada desde o início da série histórica da Quaest presidencial, em janeiro. Mas a última vez que o medo dos Bolsonaros aparecia numericamente à frente foi na pesquisa de 14 de agosto: 45% x 41%.
Na última pesquisa, há uma semana, houve um empate: 43% temiam mais o retorno dos Bolsonaro e 43% a reeleição de Lula.
A Quaest ouviu 2154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. Registrado na Justiça Eleitoral com o protocolo BR-08535/2026, o levantamento tem margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, e o nivel de confiança é de 95%.
O senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto no 2º turno das eleições presidenciais com 45% dos votos válidos. Isso é o que aponta a nova pesquisa divulgada pela Quaest na manhã desta quarta-feira (21). O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. (Reportagem atualizada às 10h21)
Nesta, que é a penúltima pesquisa do instituto para o 2º turno de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu a vantagem de Flávio, segue na frente com uma margem de apenas 1% para o candidato à reeleição, que registrou 44% das intenções de voto. Os indecisos seriam 2% e brancos e nulos somam 9% dos entrevistados.
O levantamento realizou 2.154 entrevistas de pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-08535/2026.
Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) estavam em empate técnico. Flávio tinha 46%, e Lula, 44%. A diferença de dois pontos estava dentro da margem de erro, por isso o empate técnico.
O candidato a presidência do Brasil Flávio Bolsonaro (PL), convocou um time de artistas para uma reunião na cidade de Nerópolis, Região Metropolitana de Goiânia.
O encontro, fechado à imprensa e apoiadores em geral, aconteceu na fazenda do senador Wilder Morais (PL-GO), e reuniu nomes do sertanejo, numa tentativa de mostrar ao público o apoio de artistas, assim como vem acontecendo com a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Flávio Bolsonaro reuniu mais de 30 cantores sertanejos em Nerópolis (GO) pra gravar vídeos de apoio. Na fazenda do senador Wilder Morais (PL), estiveram Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Amado Batista, Felipe Araújo, Jorge (Mateus) e Rodolffo. O sertanejo tá com ele. https://t.co/3ZhxlkhctW
— Pri (@Pri_usabr1) October 20, 2026
De acordo com a CNN Brasil, os artistas fizeram uma série de gravações para as redes sociais, com os artistas declarando apoio ao presidenciável, na expectativa de influenciar votos de seguidores e fãs.
Entre os sertanejos, estiveram presentes Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Jorge (Jorge & Mateus), Marrone (Bruno & Marrone), Felipe Araújo, Fernando & Jussiara, Fred & Fabrício, George Henrique & Rodrigo, Gian & Giovani, Gustavo & Vittorino, Hugo (Hugo & Guilherme), Ícaro & Gilmar, Jader (Carlos & Jader), João Neto & Frederico, Marcelo (João Lucas & Marcelo), Mateus & Cristiano, Murilo Huff, Nathan (Paulo & Nathan), Rodolffo (Israel & Rodolffo) e Tiãozinho & Alessandro.
Vale lembrar que em 2025, o nome de Gusttavo Lima era cotado como um possível nome da direita à Presidência da República. Após diversas especulações o 'Embaixador' afirmou que desistiu de investir na política em 2026 para focar na carreira internacional e na produção de um disco em espanhol, que já está sendo gravado e deve ser lançado ainda em 2025.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (20), o músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, manifestando seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fez duras críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
O músico disse no vídeo que adora o Brasil, que conheceu Lula e que ele “é um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”. Waters incentivou os brasileiros a votarem no líder petista e pediu que haja um forte comparecimento nas urnas no próximo domingo (25).
“Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”, afirmou.
Em relação ao senador Flávio Bolsonaro, Roger Waters falou dos vínculos do candidato do PL com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O músico também criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “asshole”, ou “babaca”.
“[Flávio] Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, disse.
Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018 pelos milicianos Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. O músico fez uma vinculação entre o assassinato com o candidato Flávio Bolsonaro.
“Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou Roger Waters.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria com 51% das intenções de votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcaria um percentual de 48,9% no segundo turno. É o que mostra a mais nova pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21).
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, a situação dos dois candidatos seria de empate técnico.
Em votos totais, o senador do PL registra 48% e o líder petista 46%. Entre os entrevistados, 3,4% dizem que votarão branco ou nulo e 2,6% não sabem quem indicar como seu candidato.
O estudo também perguntou em qual dos candidatos os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente. Segundo a pesquisa, 47,7% dos entrevistados disseram isso em relação a Lula, enquanto 46,5% responderam o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro.
A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas de 15 a 19 de outubro de 2026. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08251/2026.
A vida do senador Flávio Bolsonaro é “podre”, e ele não aceita abrir o sigilo bancário dele para não expor suas “desonestidades”. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no início da noite desta terça-feira (20), durante evento de campanha na cidade baiana de Juazeiro.
Lula, acompanhado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), do senador Jaques Wagner, do ex-ministro Rui Costa (PT), entre outros, atravessou com sua comitiva a ponte que liga Juazeiro à cidade pernambucana de Petrolina. A comitiva foi acompanhada por milhares de pessoas.
No carro de som, Lula exibiu um cartaz que dizia “Quebra o sigilo, Flávio”. Ao falar para a multidão que o acompanhava, o presidente falou que o seu desafio para a abertura dos sigilos bancários e telefônicos dele e do senador do PL deveria abranger dados de pessoas físicas e jurídicas.
“Ele sabe que a vida dele é podre e se trata de uma desonestidade”, afirmou.
A declaração do líder petista veio depois de seus advogados protocolarem no Tribunal Superior Eleitoral um pedido de quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lula e de familiares. A medida abrange os últimos oito anos e está condicionada à reciprocidade de Flávio.
“Ele certamente não vai ter coragem de abrir o sigilo dele. Não vai ter coragem, nem o telefônico, nem a conta bancária”, declarou o presidente.
Ainda em sua fala na cidade de Juazeiro, o presidente Lula pediu que a campanha e seus apoiadores convençam quem não votou no primeiro turno a comparecer às urnas no segundo turno. O presidente citou especialmente os eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.
“Vamos ter que convencer as pessoas que não foram votar, a ir votar. A pessoa que tem mais de 70 anos, transformar o voto numa questão de honra”, declarou.
Lula disse que a disputa não se limita à escolha de um candidato. “Não é a eleição de um homem, o que está em jogo é a definição de país que a gente quer”, completou o presidente.
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) realizou, nesta terça-feira (20), uma ação de campanha em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A mobilização ocorreu na região do Iguatemi, em Salvador, com distribuição de adesivos e exemplares da chamada “Cartilha da Verdade” a pedestres e motoristas.
O material aborda temas como Bolsa Família, aposentadoria, 13º salário, Fies, Sistema Único de Saúde (SUS) e Pix. Segundo Alden, a publicação busca rebater críticas feitas pela esquerda ao candidato e apresentar informações acompanhadas de fontes e contextualizações.
Reeleito para a Câmara dos Deputados, o parlamentar afirmou que pretende manter as ações nas ruas até domingo (25), data do segundo turno. A estratégia, segundo ele, é alcançar eleitores indecisos e pessoas que não compareceram à votação no primeiro turno. “Continuarei fazendo minha parte, seja nas ruas e nos demais espaços possíveis para conquistarmos mais eleitores”, declarou Alden.
Lideranças do PT assinaram o pedido de abertura de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar a lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha. Entre os signatários do documento estão o ex-ministro da Educação e líder do PT no Senado, Camilo Santana, a líder do governo no Senado, Tereza Leitão, e o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai.
A apuração é da jornalista Bela Megale, colunista do jornal O GLOBO.
Em contrapartida, parlamentares do PT e ministros do governo lançaram o desafio a Flávio Bolsonaro e a aliados do senador para assinarem o pedido de CPMI que apura a ligação do presidenciável com os desvios do INSS e o escândalo do Banco Master, envolvendo Daniel Vorcaro.
A comissão tem como foco apurar o pagamento de US$ 24 milhões por Vorcaro a pedido de Flávio Bolsonaro para o filme “Dark Horse”, além das relações do senador com o advogado Willer Tomaz, alvo de investigação da Polícia Federal.
Nem Flávio, nem seus aliados assinaram o pedido de abertura da CPMI que mira o senador.
O escritório de advocacia do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) faturou ao menos R$ 13,7 milhões por meio da emissão de notas fiscais entre janeiro de 2023 e julho de 2026. A maior parte dos pagamentos foi efetuada por outros escritórios de advocacia e empresas privadas, com descrições genéricas de "assessoria jurídica".
Um levantamento realizado em sistemas dos tribunais estaduais, federais e superiores localizou apenas um processo com atuação formal do parlamentar referente às notas emitidas. A legislação permite a parlamentares o exercício da advocacia privada, desde que não integrem a Mesa Diretora do Senado nem atuem contra órgãos e empresas públicas.
A análise dos comprovantes realizada pelo portal Uol revela que metade dos valores foi quitada por bancas parceiras de advocacia e figuras associadas ao setor empresarial:
- Nilo & Almeida Advogados Associados: Maior cliente do escritório, o estabelecimento emitiu duas notas fiscais no total de R$ 4 milhões em 2025 (29% do faturamento documentado). O sócio Edvaldo Nilo de Almeida, ex-membro da Comissão de Ética Pública e atual conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), declarou que os valores referem-se a serviços prestados em conjunto a clientes privados sem recursos públicos envolvidos.
- Simas Industrial de Alimentos: A fabricante de doces do Rio Grande do Norte repassou R$ 3,3 milhões entre 2023 e 2024. Este foi o único caso com processo localizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) reportou ao Supremo Tribunal Federal (STF) atipicidades nas transferências.
- Escritórios de Otto Medeiros: Sociedades vinculadas ao advogado repassaram R$ 2,1 milhões a título de consultoria jurídica privada.
- Defesa de Jair Bolsonaro: O escritório de Daniel Bettamio Tesser, integrante da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, transferiu R$ 970 mil sob a justificativa de assessoria.
A lista inclui ainda pagamentos efetuados por empresas de contabilidade vinculadas ao setor financeiro e pelo empresário do setor de energia Marcos Antonio Grecco.
A empresa Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia foi fundada em 16 de abril de 2021, tendo o parlamentar como único sócio e com endereço registrado em sua residência, em Brasília. A firma não possui funcionários registrados e é administrada por Letícia Caetano dos Reis, irmã de um contador preso por suspeita de fraude contra o INSS.
As movimentações bancárias do escritório entraram na mira da Polícia Federal (PF) no âmbito de um inquérito no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A investigação apura indícios de compartilhamento e conexão financeira de contas bancárias entre o senador e o advogado Willer Tomaz.
A campanha do senador e os escritórios citados foram procurados. Os clientes que responderam alegaram que a prestação de serviços seguiu critérios técnicos sob sigilo profissional, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro não havia retornado aos contatos até o fechamento do texto original.
A deputada estadual Renata Souza (PSOL) solicitou, nesta terça-feira (20), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) coloque em votação o projeto de lei que revoga a concessão da Medalha Tiradentes — maior honraria do Legislativo fluminense — ao ex-policial Adriano Magalhães da Nóbrega.
A homenagem a Adriano foi concedida por iniciativa de Flávio Bolsonaro, à época em que este exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Com a proposta, a parlamentar busca anular a honraria e reparar simbolicamente o Legislativo estadual. Ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Adriano da Nóbrega foi morto em Esplanada, no agreste baiano, em 9 de fevereiro de 2020.
Segundo informações do jornal O Globo, as investigações policiais apontaram o ex-militar como integrante do universo das milícias e chefe do "Escritório do Crime", grupo suspeito de atuar em assassinatos por encomenda no estado.
Uma nota técnica da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda revelou que o advogado Willer Tomaz, amigo do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), foi o maior apostador em plataformas de apostas eletrônicas (bets) de todo o Brasil no ano de 2025. O documento também aponta falhas da empresa Blaze no cumprimento de obrigações de fiscalização e controle exigidas para o seu funcionamento no país.
De acordo com o levantamento federal, Tomaz movimentou R$ 5 bilhões em apostas no período de um ano. A maior parte desse valor corresponde a operações internas na própria plataforma, soma de valores ganhos, reapostados ou perdidos, das quais o advogado realizou saques de mais de R$ 200 milhões.
"Ele é, por larga margem, a pessoa com maior volume somado de depósitos e saques em plataformas autorizadas no Brasil em 2025, totalizando cerca de R$ 350 milhões nessas operações, mais de 60% a mais que a pessoa que figura na segunda posição dessa lista", lembra a nota técnica emitida em outubro deste ano.
Segundo informações confirmadas pelo jornal Folha de S. Paulo, as movimentações atípicas estão sob investigação da Polícia Federal (PF), que apura a suspeita de utilização de plataformas de apostas para ocultação de origem de recursos ilícitos.
Em um vídeo postado nesta terça-feira (20), na rede X, pela coordenadora econômica da campanha presidencial do PL, Daniella Marques, o senador Flávio Bolsonaro, afirmou que pretende restabelecer o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). A medida, segundo o candidato, visa dar novo socorro ao setor de shows e eventos.
“Eu vou restabelecer o Perse para todos os setores de eventos culturais, shows e turismo, que hoje estão sufocados e endividados pela crise que esse governo colocou o país inteiro”, diz Flávio no vídeo.
O Perse foi um programa aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo então presidente Jair Bolsonaro, em maio de 2021, para tentar reverter os efeitos causados pela pandemia da Covid-19 no setor de eventos, hotelaria e serviços turísticos. O programa estabeleceu diversos benefícios para as empresas, como a possibilidade de renegociação de dívidas tributárias e não-tributárias, com desconto de até 70% sobre o valor total, e prazo de 145 meses para adimplemento, além da tributação zero, por 60 meses, para o Pis/Pasep, Cofins, CSLL e IRPJ.
O encerramento do Perse ocorreu em abril de 2025, quando a Receita Federal declarou atingido o teto de R$ 15 bilhões fixado pela Lei n. 14.859/2024. Com isso, a alíquota zero de IRPJ, CSLL, PIS/Pasep e Cofins deixou de valer para as empresas do setor de eventos, quase dois anos antes do término dos 60 meses previstos na lei que criou o programa.
No vídeo divulgado nesta terça, o candidato Flávio Bolsonaro afirma ainda que a retomada do programa vai proporcionar um novo dinamismo à economia.
“Eu vou salvar o setor de shows, porque onde tem eventos o comércio vende mais, o taxista e o Uber faturam, os pequenos artistas prosperam e a economia gira. Grandes artistas e pequenos artistas, se preparem! Vocês vão ter muito trabalho e todo setor vai aquecer a economia”, concluiu o candidato.
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de uma publicação no Instagram que associava o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Alfredo Gaspar (PL-AL), a crimes sexuais.
A decisão estabelece prazo de três horas para a remoção do conteúdo.
A ordem foi direcionada a Laiz Perrut Marendino, que disputou uma vaga de deputada estadual por Minas Gerais nas eleições de 2026. Ela recebeu 29.510 votos, mas não foi eleita. O Instagram também deverá cumprir a determinação.
A publicação, feita em 8 de outubro, apresentava Gaspar como investigado por estupro de vulnerável e pedofilia, além de mencionar supostas tentativas de suborno relacionadas a familiares de uma possível vítima.
A decisão atende a um pedido apresentado por Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, que alegaram a divulgação de informações falsas e ofensivas à honra do candidato a vice-presidente.
Na decisão, Estela Aranha destacou que o ministro Gilmar Mendes, do STF, havia determinado, em 6 de outubro, o arquivamento da notícia-crime relacionada às acusações, por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito policial.
A postagem foi publicada dois dias depois do arquivamento, sem mencionar a decisão do Supremo. Para a ministra, o conteúdo transmitia a impressão de que havia uma investigação policial em andamento, embora nenhum inquérito tivesse sido instaurado.
Segundo a relatora, a divulgação de acusações graves sem elementos que as sustentem pode induzir os eleitores ao erro e atingir a honra e a imagem do candidato.
"A apresentação de acusações dessa natureza, desacompanhadas de elementos mínimos de corroboração e sem referência ao arquivamento da notícia de crime, apresenta, em exame preliminar, potencial para induzir o eleitorado em erro."
Na ação, a defesa de Flávio e Gaspar afirmou que a publicação havia ultrapassado 93 mil curtidas, acumulado 11 mil comentários e registrado cerca de 40,2 mil compartilhamentos e republicações.
A ministra considerou o alcance do conteúdo e a proximidade do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25), para justificar a concessão da medida urgente.
Além da remoção da postagem, Laiz está proibida de republicar o mesmo conteúdo ou versões substancialmente idênticas até o julgamento definitivo do processo.
A decisão é liminar e ainda será submetida ao plenário do TSE. O processo também será encaminhado à Procuradoria-Geral Eleitoral.
Em entrevista para as redes sociais do influenciador Rico Melquíades, o candidato Flávio Bolsonaro disse que, caso seja eleito presidente no próximo domingo (25), não irá perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo Flávio, as pessoas poderão “dar o caneco” à vontade em um eventual governo dele.
O senador do PL disse isso ao ser perguntado por Rico Melquíades se os boatos que circulam seriam verdadeiros, de que homens gays não poderiam mais “dar o caneco” porque seriam perseguidos.
“Claro que não. Pode dar a vontade. É dele, faz o que quiser. Qual é a minha obrigação como homem público? Eu tenho que garantir que você vai dar o seu caneco e não vai ser assaltado no caminho, é você pagar menos imposto pra comprar uma água, é reduzir a carga tributária, é devolver o seu poder de compra”, disse o senador.
Na conversa em tom descontraído, o candidato a presidente afirmou ao influenciador que ele não vai interferir na vida privada da população. Flávio também citou direitos que não seriam mexidos em sua administração.
“Não sei de onde surgiu isso de que eu vou perseguir gays. Isso não existe, fico até com dificuldade de entender. É lógico que não existe isso, estou preocupado em levar prosperidade para todo mundo. O que as pessoas fazem na sua intimidade, eu não tenho nada a ver com isso”, afirmou, lembrando que todos os direitos serão preservados, como união estável, divisão de herança, entre outros.
“Isso tudo vai continuar valendo”, completou o candidato.
O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) apresentou, nesta segunda-feira (19), o Projeto de Lei (PL) nº 5.594/2026, que propõe alterações na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) para ampliar a transparência patrimonial, fiscal e financeira dos candidatos a presidente e vice-presidente da República.
Segundo o parlamentar, a proposta busca aprimorar os mecanismos de fiscalização eleitoral, permitindo que os órgãos competentes verifiquem informações financeiras e patrimoniais dos candidatos, identifiquem possíveis inconsistências e adotem medidas em caso de indícios de irregularidades.
A iniciativa foi apresentada após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciar que entregaria à Justiça, nesta terça-feira (20), autorizações para acesso aos sigilos fiscal e telefônico dele, da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e dos cinco filhos. O anúncio ocorreu após o debate presidencial promovido pela Band no domingo (18), quando Lula desafiou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a abrir seus sigilos para que a população pudesse comparar as informações dos dois candidatos.
Solla também fez críticas ao senador e citou suspeitas relacionadas à sua trajetória política e ao patrimônio declarado. Entre os exemplos, mencionou a compra de uma mansão avaliada em R$ 6 milhões, cuja aquisição, segundo o deputado, não seria compatível com a renda de Flávio Bolsonaro.
O parlamentar também mencionou suspeitas envolvendo funcionários fantasmas, o suposto esquema de rachadinhas em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, operações financeiras relacionadas a uma loja de chocolates e possíveis vínculos com pessoas investigadas por crimes. As declarações foram feitas por Solla ao justificar a necessidade de ampliar a transparência dos candidatos.
O deputado ainda criticou a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador, em relação à Polícia Federal, e afirmou que Flávio não deveria disputar a Presidência diante das suspeitas que, segundo ele, envolvem o parlamentar.
O QUE PREVÊ O PL
Pelo texto apresentado, os pedidos de registro de candidatura aos cargos de presidente e vice-presidente da República deverão ser acompanhados de uma autorização individual e específica para acesso a informações bancárias, fiscais, telefônicas e relacionadas ao uso de serviços de internet.
No âmbito financeiro, a autorização abrangeria dados sobre contas bancárias, aplicações, investimentos, operações de crédito, empréstimos, financiamentos, participações societárias e outros ativos e passivos financeiros dos candidatos, respeitados os limites legais.
A proposta também prevê o acesso a declarações de Imposto de Renda e a informações sobre rendimentos, patrimônio declarado, ganhos de capital e obrigações tributárias referentes aos cinco exercícios fiscais anteriores ao pedido de registro.
De acordo com o projeto, os dados divulgados publicamente deverão permitir acompanhar a evolução patrimonial dos candidatos e comparar o patrimônio declarado com os rendimentos informados. A Justiça Eleitoral ficaria responsável por disponibilizar os documentos e demonstrativos cuja divulgação seja autorizada pela legislação, preservando os dados pessoais de terceiros.
O PL nº 5.594/2026 propõe, portanto, ampliar as informações disponíveis para a fiscalização eleitoral e para consulta pública durante as eleições presidenciais.
O cantor e compositor Gabriel Mercury, filho da cantora Daniela Mercury, viralizou nas redes sociais com um desafio para virar votos em Salvador. O artista escolheu um dos lugares mais movimentados da capital baiana para propor aos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) que mostrassem um projeto do candidato à favor do trabalhador.
Com uma placa em uma das escadarias da Estação da Lapa, o artista oferecia um pix de R$ 150 para quem conseguisse apresentar um projeto do filho de Jair Bolsonaro, que disputa com Lula (PT) o cargo de presidente do Brasil no segundo turno das eleições.
Nos comentários da postagem feita no Instagram, os seguidores de Gabriel pontuaram a falta de participação dos eleitores. "É mais fácil o Saci-Pererê cruzar as pernas!", escreveu uma internauta. "Mais fácil tirar na mega-sena", comentou outro.
Gabriel integra o grupo 'Estação Vira-Voto', que tenta conseguir mais votos para Lula. "Faço parte de um grupo que vai as ruas conversar com as pessoas com o intuito de trazer a verdade para o eleitor. Estamos precisando de mais pessoas com urgência para atuarmos a semana inteira", convocou o artista em uma outra postagem.
Assim como a mãe, Gabriel se engajou em causas políticas. O artista participou do Ato Pela Democracia, que foi realizado no último domingo (18), em Salvador, e também participou da campanha em vídeo com artistas de todo o Brasil a favor da reeleição de Lula.
Big Data: Flávio mantém liderança no segundo turno, marcando 52% contra 48% de Lula em votos válidos
Faltando apenas seis dias para o segundo turno das eleições 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue liderando a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora com margem no limite da margem de erro. É o que mostra a nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (20), que apresenta o candidato do PL com 52% das intenções de voto contra 48% do líder petista.
Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, a diferença de quatro pontos percentuais entre Flávio e Lula representa um empate técnico no limite da margem de erro do levantamento Big Data.
Na modalidade estimulada, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro alcança 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos e nulos representam 5% das respostas, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, o senador também aparece numericamente à frente. Flávio Bolsonaro registra 47% nas menções espontâneas, enquanto Lula alcança 44%.
Nessa modalidade da pesquisa Big Data, 5% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto. Outros 4% não souberam responder.
O levantamento revela que, entre os homens, o candidato Flávio Bolsonaro registra 52% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 41%. A vantagem numérica do senador nesse segmento é de 11 pontos percentuais.
No eleitorado feminino, entretanto, este cenário se inverte. O presidente Lula alcança 49% das intenções de voto, contra 45% do candidato do PL, uma diferença de quatro pontos percentuais favorável ao petista.
A renda dos entrevistados também apresenta relação com as preferências eleitorais. Lula obtém seu melhor desempenho entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, segmento no qual registra 54% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 39% nesse grupo.
Entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos, o senador do PL apresenta uma vantagem numérica mais expressiva. Flávio alcança 61% das intenções de voto, enquanto Lula registra 33%, uma diferença de 28 pontos percentuais.
A pesquisa também avaliou a rejeição aos dois candidatos que disputam a Presidência da República. Nesse indicador, Lula registra 35%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. A diferença é de dois pontos percentuais.
Outros 28% dos entrevistados afirmaram rejeitar tanto o presidente quanto o senador. Já 4% declararam não rejeitar nenhum dos dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02952/2026.
Faltando uma semana para o segundo turno da eleição presidencial, as manifestações políticas a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e contra a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) marcaram a oitava edição do Festival Sangue Novo. Todos os artistas principais dos dois dias de evento declararam apoio ao presidente e repudiaram o senador.
No sábado (17), artistas como Céu, Juliana Linhares, Zaynara e Zé Ibarra “fizeram o L”, além de realizarem diversos discursos a favor da democracia e da liberdade, com o público entoando gritos em apoio a Lula. Já Getúlio Abelha vestiu uma camisa vermelha com o número 13 e com o rosto da deputada federal Erika Hilton estampado no centro.
A paranaense Bia Soull protagonizou um dos momentos mais polêmicos do festival. A cantora, durante uma parte de sua apresentação, simulou um “ritual” com círculo de velas e um boneco de pano com o rosto de Flávio Bolsonaro. A artista, então, exibiu o boneco para o público e logo depois simulou punhaladas com adagas cenográficas.
Outra artista que chamou a atenção foi a baiana Rachel Reis. Durante vários momentos, a cantora deixou a cor vermelha no seu telão, além de exibir uma estrela vermelha com o número 13 no meio, símbolo do Partido dos Trabalhadores, que Lula integra. A sereiona, inclusive, chegou ao Sangue Novo logo depois de se apresentar no ato político organizado pela cantora Daniela Mercury na região da Barra, em Salvador.
O Festival Sangue Novo é um dos principais palcos da cena alternativa, com uma grade composta por 80% de mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e artistas pretos e pardos.
A coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou em entrevista à rádio CBN Bahia nesta segunda-feira (19) que planeja implementar uma regra de transição de dois anos no programa Bolsa Família. Essa medida visa permitir que os beneficiários abram seus próprios negócios ou aceitem empregos com carteira assinada, garantindo o retorno automático ao benefício caso não consolidem as oportunidades.
"As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família, aquilo é uma proteção mas é o início de uma jornada e todo mundo merece sonhar com mais oportunidade, mais dignidade. É justamente nisso que a gente quer focar, esse é o coração do plano do Flávio", disse.
Segundo a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, o banco público atuarás como o principal braço de apoio para a iniciativa, juntamente com o Banco do Nordeste, oferecendo crédito focado em pequenos empreendedores.
Durante a entrevista, a coordenadora defendeu a implementação de um plano emergencial para reestruturar as dívidas de famílias e empresas, atribuindo o atual cenário de endividamento a medidas eleitoreiras da gestão do presidente Lula da Silva (PT) às vésperas do pleito.
Pela proposta apresentada, o plano emergencial prevê carência de seis meses para que as famílias recomponham suas contas. Para as micro e pequenas empresas, o período de carência proposto é de 12 meses para a reorganização da capacidade de pagamento.
AJUSTE FISCAL
Segundo informações do Uol, Daniella Marques rebateu acusações sobre possíveis cortes em programas sociais e aposentadorias em um eventual governo do Partido Liberal (PL), classificando as afirmações como "campanha criminosa de fake news".
De acordo com a coordenadora, as reduções orçamentárias serão direcionadas aos gastos da máquina pública. "Nós iremos cortar os privilégios em Brasília, férias de 60 dias, supersalários, viagens e outros privilégios, desperdícios da máquina pública e fechar o buraco das estatais para que a gente tenha um Estado mais eficiente", acrescenta.
A economista ressaltou que o ajuste das contas públicas é um dos pilares centrais do plano de governo do candidato. O objetivo é controlar o avanço da dívida pública e permitir a queda dos juros reais, cujo patamar atual é apontado por ela como causa primária do endividamento severo da população e do setor produtivo. Marques concluiu afirmando que o corte pretendido incidirá sobre impostos e burocracia, argumentando que o país enfrenta entraves excessivos para a abertura de novos negócios.
A deputada estadual eleita por São Paulo Eduarda Campopiano (PL) confirmou presença na próxima edição do Bloquinho do 22, evento de apoio à campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL). A mobilização está prevista para este sábado (24), no Morro do Cristo, na Barra, em Salvador, às 15h22. A participação foi anunciada pelo deputado estadual baiano Diego Castro (PL), em publicação nas redes sociais.
O influenciador e empresário Pablo Marçal também pode participar do ato, segundo a organização do evento. Os detalhes sobre a possível presença dele, no entanto, ainda estão sendo definidos.
Segundo a divulgação, o evento está previsto para começar às 15h22. Filiada ao Partido Liberal, Eduarda ganhou projeção nacional nas eleições de 2026 ao conquistar 1.956.238 votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), tornando-se a deputada estadual mais votada do país.
A última edição do Bloquinho do 22 na capital baiana também ocorreu na Barra e reuniu nomes ligados à direita, como Flávio Bolsonaro, os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), além do ex-prefeito de Salvador ACM Neto e do atual prefeito Bruno Reis, ambos do União Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gilberto Gil
"É preciso batalhar".
Disse o cantor e compositor Gilberto Gil ao compartilhar registro nas redes sociais onde faz uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a democracia às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.