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Esqueça o roteiro quando pisar no Trapiche Barnabé para curtir o Batuke do Pretinho no próximo sábado (10). O projeto do cantor, produtor musical e compositor Pretinho da Serrinha, que desembarca em Salvador neste final de semana, promete colocar o público para dançar ao som do bom e velho, mas também do novo, samba, com uma única regra: se divertir.
A capital baiana foi uma das dez cidades escolhidas para receber o projeto do artista, que busca criar encontros entre a música e as identidades culturais de cada território.
E para pisar na Bahia, berço do samba, Pretinho convoca seu Nelson Rufino e Mariene de Castro, time de peso e a altura da homenagem ao gênero feita pelo artista, em um projeto que, para Pretinho, carrega a essência do samba de roda.
"O Batuque vem de um sonho de fazer uma roda de samba. Eu queria fazer uma roda de samba aqui no Rio, onde eu pudesse encontrar meus amigos, onde todo mundo pudesse ficar muito perto, participando. Como era o samba antigamente, como é a lembrança que eu tenho do samba. Eu era muito moleque, eu cresci acordando e descendo o morro, indo para uma roda de samba na rua e ficava ali o dia inteiro."
Em entrevista ao Bahia Notícias, Pretinho falou sobre a idealização do projeto. Para o artista, era nítido que uma roda de samba como antigamente já não era possível de acontecer, mas resgatar elementos do início de tudo era essencial para trazer ao público a experiência que ele viveu na infância e fez parte de sua construção como músico.
"É claro que não dá para fazer mais desse jeito, mas é isso que eu tento fazer. O Batuke não é um show. Quem vem para o Batuke não tá indo para um show, está indo para uma roda de samba, mesmo no palco, mesmo estando com luzes e tudo mais, mas é uma roda de samba. Eu não deixo perder esse espírito, sabe, das pessoas cantando, de participação o tempo inteiro. Eu me comunico muito com as pessoas que tão ali perto, eu fico olhando para ver se alguém tá cantando, se eu sinto que alguém canta. 'Pô, chega aí, canta um samba aqui também'. Puxo pro palco assim na raça, no susto."

E é dessa lógica que, para Pretinho, não dá para se ter um roteiro no Batuke. O começo é "sempre" o mesmo, uma saudação a Dona Ivone Lara, mas o que acontece depois do primeiro passo é algo quase sensorial.
"É tudo meio que no improviso assim, mas eu sou um virginiano, é um improviso organizado, sabe? (risos). O Batuke é uma reunião de amigos, é uma festa, um lugar para se divertir, vem uma lembrança, vem uma nostalgia, esse é o espírito do Batuke."
Para Pretinho, isso é o que faz o Batuke ser especial, a liberdade de cantar o samba que vier na ponta da língua do público e do convidado. Ao BN, o artista falou sobre a relação de admiração que tem com Nelson Rufino, um dos convidados do projeto na capital baiana.
"Ele era um ídolo que virou amigo. E é aquele pensamento do resgate, sabe? Esses velho fizeram muito por nós. E vai ficando velho, as pessoas pensam que o cara não sabe mais fazer samba. Enquanto eles estiverem aí, a gente tem obrigação. Enquanto eles tiverem na terra, a gente tem obrigação de trazer para perto da gente. Porque a gente tá aqui por causa deles. Então a minha forma de gratidão."
Já Mariene, a história é curiosa e quase não vai para frente. Pretinho relembrou que quando conheceu a artista não "se bicava" com a baiana, até perceber que os dois tinham mais em comum do que imaginavam.
"Mariene conheci na turnê do prêmio da música. Ela cantava na turnê, eu era músico, a gente não se dava bem, isso é engraçado para caramba, sabe aquela coisa de "dois bicudos não se bicam?." A gente não se falava, e um dia que estava no programa de televisão, eu tava no meio do programa e eu falei assim: 'Sabia que eu não gostava de você?'. Ela deu uma gargalhada, a gente ficou rindo à beça e ninguém sabia do que a gente tava rindo. Hoje a gente é amigo, depois disso eu fui padrinho de casamento dela, e a gente é irmão."
A conexão entre Pretinho, Nelson Rufino e Mariene de Castro poderá ser conferida pelo público no sábado (10), no Trapiche Barnabé. Os ingressos para o Batuke do Pretinho estão sendo vendidos no site Ticket 360 a partir de R$ 25.
O palco do Largo do Pelourinho recebeu, na noite deste domingo (15), uma apresentação inédita de dois ícones da música brasileira: Nelson Rufino e Sandra Sá. Em formato de show “híbrido”, onde cada um teve a oportunidade de dominar o palco durante um trecho do show, ambos os artistas fizeram uma ponte entre Bahia e Rio de Janeiro e cantaram clássicos de suas carreiras.

O show de Nelson, um dos maiores sambistas brasileiros, foi a demonstração perfeita do tema do Carnaval de Salvador em 2026, “O samba nasceu aqui”. Aos 83 anos de idade, o soteropolitano coleciona mais de 50 anos de composições e interpretações bem sucedidas e reuniu fãs do samba em um show especial no Largo do Pelourinho.
Ele, que também foi um dos homenageados na abertura do Carnaval no Campo Grande (circuito Osmar), na última quinta-feira (12), colocou no repertório suas composições mais famosas como “Vazio (Está Faltando Uma Coisa Em Min)” e “Tempo Ê”, colocando os foliões baianos e turistas para sambas na Ladeira do Pelô. 
Já Sandra Sá, a carioca que é uma das grandes vozes da black music brasileira, subiu ao palco baiano com seu hit “Onde Está Você Agora?” e seguiu com “Demônio Colorido”. O ponto alto de sua apresentação, no entanto, foi com “Bye Bye Tristeza”, clássico de 1989, quando a carioca abriu um “corredor” no Largo do Pelourinho, para “expulsar” a tristeza; e com “Sarará Crioulo”, outro sucesso da cantora nos anos 80.
Ao final da apresentação, ambos os artistas celebraram a parceria e agradeceram a plateia baiana.

Nelson Rufino tem recebido ao longo dos últimos anos, especialmente, o merecido reconhecimento sobre sua contribuição para o Samba da Bahia e do Mundo. Após diversas homenagens recebidas em Salvador, sobretudo, o cantor leva clássicos ao palco neste domingo (15), no Largo do Pelourinho, em meio ao Carnaval que homenageia o ritmo.
Questionado pelo Bahia Notícias se ele se enxerga como um líder do movimento - como defendido por tantos colegas do samba -, Rufino riu: "Eu vou remar contra a maré? De vez em quando eu brinco que humildade demais é demagogia. Então realmente a minha trajetória é bonita pra caramba. 'Tempo Ê' tá fazendo 50 anos, 'Jandirá' com 50 anos de gravada - foi a minha primeira música gravada... Parece um sonho. Tem horas que eu me toco assim: 'Tô vivo mesmo? Fui eu que fiz essa música mesmo? Eu me cobro muito. Sou muito exigente. Eu não quero terminar uma música de qualquer jeito. Eu rasgo três, cinco rascunhos. Eu digo assim: 'Rufino, você pode mais, essa palavra tá feia'. Por isso está dando certo até hoje".
Durante o papo, Rufino também falou sobre o processo de renovação dos sambistas. "Depois de um vácuo - perdemos Batatinha, Riachão, Everaldo -, eu tinha uma grande preocupação: quem viria pra substituir nosso primeiro time. E graças a Deus eu tenho visto uma garotada pintando. Não vou dar nomes ainda, pra não rolar ciúme, mas todos eles estão fazendo um trabalho maravilhoso, pra minha felicidade, como sambista", defendeu.
O sambista e compositor baiano Nelson Rufino foi uma das atrações do circuito Batatinha, no Pelourinho, neste domingo (19). Artista de longa data, com trabalho iniciado em 1962, ele define o retorno da folia como um “sonho”.
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“É impressionante, tenho um filho que mora no Rio [de Janeiro] e um dia nos falando por telefone sobre a Covid disse que parecia um pesadelo. Perdemos entes e parece um sonho estarmos aqui sem máscara, cantando e celebrando a vida. Só tenho um direcionamento: ‘obrigado, Deus’.”, disse.
Para este ano, Rufino promete trazer novidades, composições que ainda não pode falar, mas que irão surpreender o público.
De volta aos palcos, Nelson Rufino se apresenta no dia 5 de novembro, no espaço cultural da Varanda da Vila Criativa, situada no Largo do Bonfim, em Salvador, com o projeto Samba da Colina.
O show acontece a partir das 19h e contará com a participação especial da jornalista Luana Assiz, que se apresentará como cantora ao lado do anfitrião.
No repertório de Nelson Rufino estão grandes sucessos como “Verdade”, “ O Dono da Dor”, “Todo Menino é um Rei”.
Organizado por Jota Zô, Reni Barbosa e Simone Reis, o evento promete oferecer um ambiente aconchegante, com respeito aos protocolos sanitários contra a Covid-19, além de segurança, estacionamento próximo ao local e serviço de bar e restaurante.
Os ingressos do primeiro lote custam R$ 40. As reservas podem ser feitas pelo telefone e WhatsApp 71 99409-9245 ou no Espaço Cultural da Vila Criativa (@vilacriativa).
SERVIÇO
O QUÊ: Samba da Colina - Nelson Rufino e participação de Luana Assiz
QUANDO: Sexta-feira, 5 de novembro, às 19h
ONDE: Varanda da Vila Criativa - Largo do Bonfim - Salvador (BA)
VALOR: R$ 40 (1º lote)
Nelson Rufino encerra a programação de 2020 do projeto Sesc Sonoridades neste sábado (19), com o show “Nas Águas de Amaralina", transmitido ao vivo no canal do Sesc Bahia no Youtube (clique aqui), a partir das 20h.
No repertório, músicas consagradas do sambista baiano, a exemplo de "Todo menino é um rei" e "Verdade", além de outros sucessos emplacados no cenário musical por nomes como Alcione, que gravou “Mel pra minha dor”; Jorge Aragão com ”Colcha de algodão” e Zeca Pagodinho, que imortalizou “Verdade”, “O dono da dor”, “Pago pra Ver” e “Cadê meu amor”.
Com 55 anos de carreira, Nelson Rufino é um dos fundadores dos blocos Alerta Mocidade, Apaches do Tororó, Alerta Geral e Amor e Paixão, e uma das referências da vanguarda do samba soteropolitano.
SERVIÇO
O QUÊ: Nelson Rufino - “Nas Águas de Amaralina"
QUANDO: Sábado, 19 de dezembro, às 20h
ONDE: Canal do Sesc Bahia no Youtube
VALOR: Grátis
O cantor e compositor baiano Nelson Rufino recebeu, nesta segunda-feira (17), a Comenda Dois de Julho. O ato aconteceu às 10h, durante sessão especial no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia. A condecoração foi proposta pelo deputado estadual Jacó.
Oriundo da Escola de Samba Filhos do Tororó, Nelson Rufino compôs seu primeiro samba enredo, "Postais da Bahia", em 1965, com o qual a escola foi campeã. Sua primeira música gravada foi "Alerta mocidade", por Eliana Pittman, em 1970. Um ano depois, ganhou o primeiro festival de samba do Bloco Apaches do Tororó, com o samba "Blusão do ano passado".
"Nunca pensei em ser artista", diz o contemporâneo de Gil, Caetano, Paulinho da Viola e Milton Nascimento, todos nascidos em 1942. "Samba é para ser feito com carinho", ensina o discípulo de Caymmi, a quem chama de "grande mestre". Contrariando a regra, conta que fez "Amuleto da Sorte" a toque de caixa, a pedido da amiga e cantora Mariene de Castro. Em frente ao mar de Ipitanga, começou a cantarolar, foi para casa e terminou a música que fala de amor.
"Conhece um ser humano agradecido? Sou eu", diz o artista. Aos 77, Rufino afirma que é "dignificante" estar ativo nessa idade, cantando e compondo.
A Ressaca do Samba chega à sua 16ª edição, neste domingo (14), com uma homenagem ao sambista, cantor e compositor Nelson Rufino. O evento acontecerá a partir das 13h, na Praça das Artes, no Pelourinho.
Com dez horas de duração, a festa contará com shows das bandas A Grande Família, Fuzukda, Movimento, Pagoodêa, Samba Trator, Swing do Fora da Mídia e participação especial de Balaio de Gato e Rogério Bambeia.
Os ingressos, que custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), estão à venda nas lojas South (dos Shoppings da Bahia, Salvador, Bela Vista, Lapa e Paralela) e Pida (Salvador Shopping e Piedade). A classificação indicativa é livre.
SERVIÇO
O QUÊ: Ressaca do Samba
QUANDO: Domingo, 14 de abril, às 13h
ONDE: Praça das Artes – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Diversos artistas brasileiros de variadas vertentes musicais emprestarão suas vozes para o lançamento de disco em homenagem a Oxalá. As gravações de “Obatalá” começam nesta sexta-feira (25) e seguem até 3 de fevereiro, no estúdio Ilha dos Sapos, no Candeal, em Salvador. Até então está confirmada a participação de Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, Gal Costa, Nelson Rufino, Lazzo, Margareth Menezes, Matheus Aleluia, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Márcia Short.
Iniciativa do grupo Ofá Osogbá, do Terreiro do Gantois, o projeto nasceu com o objetivo de preservar a memória da música sacro-afro-brasileira. Idealizado há 10 anos, o disco foi inspirado no CD Odun Orin (Festa da Música), lançado em 2000. “Nosso tempo é o Agora, e o disco chega neste momento como também um ato de resistência”, diz Iuri Passos, que junto com Alê Siqueira, assina a direção musical. Ele acrescenta ainda que o encarte terá as traduções das canções para o português, além de ilustrações e histórias dos cânticos aos orixás.
O disco conta também com duas canções em português, compostas especialmente para o projeto: “A Força do Gantois”, de Nelson Rufino e cantada por ele e por Zeca Pagodinho; e “Carmen” (Beto Pellegrino e Ariston), cantada por Gilberto Gil e Gal Costa em homenagem à yalorixá do Gantois, filha de Mãe Menininha. Com direção geral assinada por Flora Gil e produção da Gege Produções, o disco será lançado no final do primeiro semestre deste ano.
A comissão gerenciadora do Programa Estadual de Incentivo ao Patrocínio Cultural (Fazcultura) aprovou a captação de R$ 316.052,80 para a realização da Enxaguada du Bonfim 2019 (clique aqui). A resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (16). O montante corresponde a 80% do valor do projeto, que tem como proponente a Mercado do Ouro Produções e Eventos Artísticos.
Programa estadual de incentivo à cultura, criado em 1996 pelo Governo da Bahia, o Fazcultura prevê o abatimento de até 5% do ICMS das empresas apoiadoras, no limite de até 80% do valor total do projeto cultural. Para receber o abatimento, é necessário que o patrocinador contribua com recursos próprios equivalentes a, no mínimo, 20% do total transferido ao produtor.
A 12ª edição da Enxaguada du Bonfim acontece nesta quinta-feira (17), a partir das 14h, no Museu du Ritmo, como parte das comemorações em homenagem ao Senhor do Bonfim. O evento capitaneado por Carlinhos Brown, contará com a participação de Péricles, Diogo Nogueira, Mariene de Castro e Nelson Rufino. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
O Grupo Botequim realiza mais uma edição de sua tradicional roda de samba no pátio da Igreja do Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, nesta sexta-feira (18), a partir das 21h. Na ocasião, os anfitriões recebem o cantor e compositor Nelson Rufino como convidado especial.
No repertório do Botequim, grandes clássicos do samba, além de canções autorais, dentre elas a nova “Pro Tempo Virar”, que dialoga com o momento político que vive o Brasil. O grupo é formado por Roberto Ribeiro (cavaco e voz), Pedrão (violão e voz), Tito Fukunaga (flauta e percussão), Mestre Bira (surdo), Lalá Evangelista (percussão), Washington Rodrigues (Violão 7 cordas) e Everton Marco (percussão e voz).
SERVIÇO
O QUÊ: Grupo Botequim
QUANDO: Sexta-feira, 19 de janeiro, às 21h
ONDE: Pátio da Igreja do Santo Antônio Além do Carmo – Salvador (BA)
VALOR: R$ 15
Carlinhos Brown realiza a 11ª edição da Enxaguada du Bonfim nesta quinta-feira (11), a partir das 14h, no Museu du Ritmo, como parte das comemorações em homenagem ao Senhor do Bonfim. Para fazer participações durante o show, o artista convidou nomes do samba brasileiro como Alcione, Jorge Aragão, Mariene de Castro e Nelson Rufino.
Os ingressos para o evento custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) e podem ser adquiridos nos balcões dos shoppings. A comercialização da meia entrada acontece exclusivamente na Ticketmix do Shopping Paralela. A apresentação de Brown conta com um repertório que traz sucessos como “Ashansú”, “Vc, o amor e eu”, “Te amo família”, “Tantinho”, dentre outros hits do artista, que lançou seu último CD em novembro, intitulado “Semelhantes”.
SERVIÇO
O QUÊ: Enxaguada du Bonfim
QUANDO: Quinta-feira, 11 às 14h
ONDE: Museu du Ritmo - Tv. do Cais do Ouro - Comercio, Salvador - BA
VALOR: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
O anfitrião Ivan Antonio recebe ainda, como segundo convidado, o músico Elpídio Bastos, diretor musical do Olodum. Para fechar a noite, sobe ao palco o mestre Nelson Rufino, que pretende contagiar o público com sambas conhecidos nas vozes de Zeca Pagodinho e Martinho da Vila.
Iniciado em novembro do ano passado, o projeto sai em turnê por várias cidades brasileiras a partir do primeiro semestre de 2017. Em 2018, ele será apresentado em Nova Iorque no encontro mundial do Teatro da Solidão Solidária.
Show Poetas em Concerto
Data: 04/06
Local: Teatro da Cidade do saber (Camaçari – BA)
Horário: 20h
Compras antecipadas: até dia 01/06/2016
Ingressos antecipados: R$ 20,00

Foto: Reprodução / Facebook Nelson Rufino
O músico explica que a homenagem deveria ter acontecido em 2015, mas a Câmara não pôde organizar a "festa". "Hoje é o grande encerramento desse ciclo de samba de Nelson Rufino e além de ser organizado pela Câmara de Vereadores, vai ser também um reencontro de grandes amigos, uma farra gostosa", espera o músico. Aberta ao público, a sessão deverá ter início a partir das 19h, desta terça-feira (23), no Plenário Cosme de Farias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.