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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) apresentou, em reunião no dia 7 de agosto, um conjunto de propostas para aprimorar o uso de câmeras corporais pelas forças de segurança pública do estado. O encontro contou com a presença do procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, dos secretários Marcelo Werner (Segurança Pública) e Felipe Freitas (Justiça e Direitos Humanos), além do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Antônio Magalhães.
Durante a reunião, a equipe técnica da Secretaria de Segurança Pública (SSP) destacou avanços na implantação dos dispositivos, como o aumento na geração de vídeos intencionais e a redução de mortes violentas em áreas onde as câmeras já estão em uso. Entre os desafios apontados estão a ampliação do monitoramento, o início da auditoria dos registros e a capacitação contínua dos policiais.
O MP-BA sugeriu medidas como a priorização de unidades tático-operacionais e de alta letalidade, a revisão dos critérios de distribuição dos equipamentos e a expansão da cobertura para o interior do estado. Também foi proposta a automatização do compartilhamento de imagens para agilizar investigações, além da implementação de treinamentos periódicos e da criação de uma unidade de compliance com participação externa.
O procurador-geral Pedro Maia afirmou que as câmeras corporais trazem "mais transparência, responsabilização e confiança pública" às forças policiais, além de melhorar a coleta de provas. Já o promotor Hugo Casciano, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública (Ceosp/MPBA), defendeu o uso prioritário em áreas de alto risco, como policiamento ostensivo e regiões com histórico de mortes em intervenções policiais.
O secretário Felipe Freitas citou dados do Programa Bahia pela Paz: "Desde a adoção das câmeras corporais, há uma queda no número de mortes decorrentes de intervenção policial, com manutenção dos índices de produtividade. Como comprovam estudos nacionais, as câmeras são eficazes, e sua adoção foi uma decisão acertada do governador Jerônimo Rodrigues".
Também participaram do encontro o subsecretário da SSP, Marcel de Oliveira, e as promotoras de Justiça Mirella Brito e Carolina Hora, esta última titular da Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial da capital.
Participante do BBB25, a soldado Aline Patriarca, de 32 anos, pediu exoneração do cargo na Polícia Militar da Bahia (PM-BA) para entrar no reality show. A corporação confirmou neste sábado (11) a solicitação da baiana.
Formada em Direito, ela fazia parte da equipe do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur). Aline foi aprovada no concurso da corporação há dois anos e estava em estágio probatório.
Ao contrário do informado pelos familiares, a PM negou, em nota, que Aline Patriarca tenha pedido autorização para participar do BBB25.
A PM disse, ainda, que o processo de exoneração está em tramitação e segue os procedimentos administrativos previstos. “Destacamos, portanto, que, durante sua participação em programa de televisão, a Soldado Aline Patriarca não terá mais vínculo funcional com a Instituição”, diz o comunicado à imprensa.
Dois homens foram presos por policiais militares da 86ª CIPM na madrugada desta quinta-feira (30) suspeitos de tráfico de drogas. Com eles foram encontrados 5kg de cocaína durante abordagem na BR-135, município de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia.
Segundo a PM, os agentes realizavam patrulhamento na região, quando foram acionados para averiguar uma denúncia de que dois indivíduos estariam transportando tabletes de um material suspeito de um ônibus para um automóvel. Ao realizarem as buscas, a guarnição localizou o veículo, sendo dada a voz de abordagem aos homens.
Foram encontrados no carro cinco tabletes de cocaína, totalizando 5kg da droga, avaliados em, aproximadamente, R$ 150 mil. O material apreendido foi apresentado à delegacia juntamente com os suspeitos para a adoção das providências cabíveis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.