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O produtor RDD lança nesta sexta-feira (8), nas principais plataformas digitais, seu novo EP “Salcity Sounds VOL 2”. Com algumas temáticas românticas e menções ao afropop, o trabalho que sai pela Map Music com distribuição da Altafonte, conta com participações de Diggo & Duquesa, Gibi, Larissa Luz, Luccas Carlos, Nêssa e Tassia Reis.
“Subida”, novo single de Karol Conka, que entrou para a tracklist do game FIFA 22 foi seu último lançamento, mas, a pedido dos fãs, o artista iniciou a criação do EP. “No começo do ano fiz uma enquete perguntando o que meus fãs mais queriam ouvir de mim. A resposta foi praticamente unânime: músicas românticas e de afrobeat”, lembra RDD.
Com cinco faixas, o novo trabalho tem uma pegada excitante e com diferentes traços de afrobeat, pagodão, reggaeton, funk 150 bpm, entre outros.
Após o lançamento de dois singles e produção na faixa "Me Gusta" (de Anitta, Cardi B e Mike Tower), RDD segue com sua mistura de ritmos contemporâneos. Nesta sexta-feira (30), o produtor lançou mais uma faixa do "Salcity Sounds".
Desta vez, a música é "Cheirin" e tem a participação de Raoni Knalha, companheiro de RDD no Àtooxxá. Nela, ele flerta com ritmos e BPMs mais lentos, com referências do pop, do reggaeton, do bregafunk e do samba reggae.
A dupla se inspiroua nas músicas tocadas nas festas de paredão na Bahia. "Esta é a primeira faixa que lanço com uma pegada mais caliente e acredito que algumas outras virão. Ela traz uma mistura de ritmos e claro que muito da Bahia que habita em nós dois", conta RDD. Acho que a galera vai curtir este fogo bem perspicaz que 'Cheirin' tem", aposta o produtor.
Um clipe visualizer feito com cores, efeitos e imagens sexys acompanham o lançamento. Outras duas faixas deste projeto internacional (clique aqui e veja mais) também estão disponíveis nos aplicativos de música: "We go Hard", com Agent Sasco e Dfideliz, e "Prepara" com Mano John e Fashion Piva.
Após produzir "Me Gusta" para Anitta, Cardi B e Mike Towers e participar da live do Major Lazer com o seu DJ set, RDD lançou mais uma música do projeto solo "Salcity Sounds", "Prepara".
Com participações dos MCs baianos Mano John e Fábio Piva, a faixa dá segmento ao trabalho, lançado com "We Go Hard", fruto da parcerias com Agent Sasco e Dfifeliz (veja aqui). Ela é a segunda música da nova fase de RDD, anteriormente conhecido como Rafa Dias.
Nessa etapa, ele se se propõe a exportar as sonoridades da música preta contemporânea de Salvador para todos os cantos do mundo (saiba mais aqui). Essa é a a primeira vez que ele canta numa faixa, mostrando também seu lado intérprete.
Junto com o lançamento, "Prepara" ganhou um lyric video com imagens de foliões dançando no Carnaval da Bahia. "A onda principal desta faixa é a mistura do pagode com o trap aliada ao solinho. Talvez essa seja a principal comunicação da música baiana atual para a esfera popular", afirma RDD. "Sigo pavimentando o caminho tijolo a tijolo. Com fé em Jah o momento do auge ainda vai chegar", completa o artista.
Fazer uma música mundial sem sair de Salvador. Há 10 anos na estrada, Rafa Dias tem mostrado que isso é possível. Parceiro de projetos recentes como "Me Gusta" (com Anitta, Cardi B e Myke Towers), lançada nesta sexta-feira (18), e "Só Pra Te Machucar" (Ludmilla e Major Lazer), anunciada para o próximo mês, o produtor, DJ e integrante do grupo Àttooxxá bota na pista o Salcity Sounds.
Para isso, o artista diz pensar no seu trabalho a partir da junção do groove baiano - presente em ritmos nossos como o arrocha, o samba-reggae e o pagodão - com gêneros tocados em todo o globo. Nessa nova empreitada, o baiano assina com um acrônimo: RDD. A partida foi com "We Go Hard", junto com o MC jamaicano Agent Sasco - que já trabalhou com Kanye West e Kandrick Lamar - e o paulista Difideliz.
"É meu projeto solo agora. Acabei de estrear com 'We Go Hard' e Salcity Sounds é como eu tô chamando essa fusão de ritmos que eu tô pegando a raiz aqui da Bahia. A intenção é de levar esse nosso groove para outras esferas, outros lugares. Essa primeira música mostra um pouco de como existe uma interação com a música jamaicana, mas a gente busca fazer uma conexão com o afropop, afrobeat, o reggaeton e dancehall. Daqui a alguns aninhos a gente vai ver como isso está se espalhando pelo mundo", promete RDD.
A parceria com Anitta, explica ele, veio ainda como um fruto do Àttooxxá. Com produção musical assinada por ele e contando com um time de peso que inclui outro colega do grupo, o Chibatinha, "Me Gusta" surgiu da vontade da "Patroa" em mesclar ritmos latinos e mostrar o pagodão para o mundo. "A gente recebeu o convite para participar e dar essa cara da Bahia dentro da música. Nos sentimos muito honrados de ter feito parte disso e todo mundo vai ver como essa música vai chegar ao topo das paradas, porque ela é a cara da América Latina como um todo", comenta.
"A gente já se conhecia, já vinha trocando mensagens sobre fazer parcerias, produções e tal. Calhou que ela tava programando esse novo passo na carreira dela, indo para o mundo, e havia esse desejo de apresentar a música brasileira e mostrar essa nova fusão com a música latina com o que já entrou no pop americano, o que já rodou por lá. Na época que a gente começou a produzir nem sabiámos dos feats ainda (com Cardi B e Myke Towers) e foi a cerejinha do bolo ali", afirma Rafa Dias, falando ainda sobre o contato que tiveram com Ryan Tedder, cantor da banda estadunidense OneRepublic e que também é um dos produtores musicais da faixa.
Além de acumular hits do verão baiano como "Faz a Egypsia", "Tá Batenu" e "Elas Gostam", premiada como a música do Carnaval de 2018, o Àttooxxá de RDD, Chibatinha, OZ e Raoni já rodou pelo circuito de festivais do país. Sobre essa cena, o produtor disse acreditar que em dois anos todos os grandes festivais do Brasil já tiveram o grupo nas suas line-ups. "Devemos 'zerar' os festivais daqui a dois anos quando essa pandemia acabar, botar o Lollapalooza e o Rock In Rio no currículo".

RDD no clipe de "Faz a Egypsia", do Àttooxxá | Foto: Reprodução / Instagram
Ele diz que, quando começaram, o som feito por eles era à frente do seu tempo e agora vê que "a galera está começando a digerir e vindo no embalo, entendendo a linguagem". "A gente acha muito legal, essa galera que tá vindo nova e que tá começando a entender essas novas visões da música baiana", ressalta animado.
Em 2018, em entrevista ao Bahia Notícias, os integrantes do Àttooxxá comentaram o rótulo de "pagode do futuro" que receberam na época (veja aqui). Sobre esse contexto, RDD diz que, apesar de estarem na vanguarda, esse futuro ainda não é uma realidade.
"Devemos ver isso mudar. Daqui a uns três ou quatro anos já deve ter começado a existir mais [um cenário mais amplo ritmicamente no gênero musical]. 'A Travestis', por exemplo, já é um projeto que trabalha dentro de uma linguagem digital. Apesar de respeitar muito o ritmo do pagodão, acho que a gente sempre trampa com a visão de como o pagodão pode soar no mundo. Tenho 10 anos trabalhando com essa visão", reflete.
Para além das modificações da forma como é pensada a estrutura ritmica, Rafa diz desejar também que haja uma inclusão diversificada de talentos como a própria "A Travestis" e "A Dama". "Quem vai para os shows dos projetos que eu faço parte vê que nosso público é a junção de todas essas tribos que você imaginar. Isso acontece porque a gente abraça todo mundo e vive sem esse peso do preconceito, tentando ao máximo mudar nossa mentalidade e torcendo para que isso aconteça no mundo, para que ele seja um pouco menos odioso e mais amoroso", aponta.
CORPO É O QUE FAZ CONEXÕES COM O MUNDO
"Nossa música baiana tem um total potencial para ser música global porque é muito específica no sentido de que dificilmente você vai encontrar algo parecido em outros lugares. Ela mexe com o corpo, algo inerente a qualquer lugar do mundo. Você escuta a música e já tá balançando. Há muito tempo venho rodando o mundo, já pude fazer algumas turnês e onde a gente passa a primeira impressão, o impacto, é que a galera fica boquiaberta e não sabe o que fazer. Depois, na segunda música, vai se soltando e no fim tá todo mundo metendo dança", brinca Rafa. Para ele, essa característica é o que chama a atenção de nomes como o de Diplo, do Major Lazer, um dos expoentes da música pop internacional.
No quesito conexão a experimentação é uma máxima. Além do ponto de vista profissional, ele diz que sempre foi curioso e gostou de fazer um percurso sonoro plural e já comentou em entrevistas sobre a influência de Gilberto Gil, a quem considera ser um "guru".

RDD e Rocô, parceiros no duo Ziminino | Foto: Reprodução / Instagram
Outro aspecto conectivo do corpo-mundo levantado por Rafa é a ancestralidade. Essa ideia é o que lhe fez se unir a Ricô Santana, baixista da banda OQuadro, no Ziminino. "[O projeto] é o encontro da música ancestral brasileira, sobretudo baiana. Sempre procurei [isso] no meu trabalho, e ele também. Sempre me conecto com essas pessoas que estão muito ligadas à música como algo muito especial, muito elevador, e a gente fez esse trabalho para conseguir dar essa cara para os ritmos matrizes do que a gente entende como música baiana". O objetivo seria fazer uma sonoridade que envolve "um sexto sentido", próxima de um campo relacionado ao "espiritual".
Rafa Dias lançou seu novo projeto solo, o "Salcity Sounds". Assinando agora como RDD, o artista busca conectar os ritmos baianos com movimentos culturais e de business da música afro por todo o mundo. O primeiro trabalho dessa nova fase é "We go hard" e já está disponível nas plataformas digitais.
Nesta faixa, percussões baianas se misturam com timbres do trap music, e conta com as participações do jamaicano Agent Sasco - que já trabalhou com Kanye West em “Yeezus” e Kandrick Lamar em “To Pimp a Butterfly” - e do paulista Dfideliz.
"Logo que ouvi a batida, adorei a energia e o fato de não poder definir um gênero para aquilo", diz. "Eu adoro que precisamos manter a distância do outro, mas podemos colaborar neste momento com um projeto mundial que engloba várias nacionalidades", aponta Sasco.
"Sempre trabalhei com a mesma gana e na busca constante por evolução. Procuro sempre seguir meus instintos e neste momento, sinto que estou destravando uma nova porta com novas possibilidades para fazer arte do jeito que acredito", afirma RDD. "Construir pontes entre a cultura negra da Bahia/Brasil com o mundo é algo que estou explorando a fundo", revela o produtor.
Fazem parte da carreira de RDD canções como "Elas gostam", com o seu grupo, Àttooxxá, e participações nos principais festivais do país. Como produtor, colaborou com nomes como Ludmilla, Pablo Vittar, Major Lazer e Anitta, totalizando até agora em mais de 120 milhões de plays/streams em suas produções.
O novo projeto do artista ainda prevê uma série de lançamentos com ritmos contemporâneos baianos.
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"Vou honrar essa camisa e dar meu máximo".
Disse o atacante do Atlético-MG, Hulk ao se manifestar publicamente sobre especulações envolvendo seu futuro no clube. Em uma sequência de publicações no Instagram, o camisa 7 comentou rumores sobre uma possível saída e esclareceu sua posição em relação ao vínculo com o Galo.