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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 10 pontos percentuais sobre seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), nas simulações de primeiro turno, e se distanciou 7,3% do seu oponente no cenário de segundo turno. Foi o que revelou a 170ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça-feira (15) pela Confederação Nacional do Transporte, em parceria com o Instituto MDA.
Na simulação de disputa em primeiro turno, o presidente Lula registra 40,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30,4%. Em seguida, aparece Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 3%, e Renan Santos, do Missão, com 2,7%. Os demais candidatos registram menos de 2%.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Lula tem 47,3%, ante 40% de Flávio. A diferença entre os dois é de 7,3 pontos percentuais.
A pesquisa CNT divulgada no mês de agosto mostrava uma distância de nove pontos entre Lula e Flávio. Na simulação atual, brancos e nulos somam 10,2%, e 2,5% estão indecisos.
Na pesquisa espontânea, o presidente Lula registra 36,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 26,7%. Os indecisos somam 20,8%.
A avaliação negativa do governo federal é de 39,4%, enquanto a positiva registra 33,8%. Outros 25,4% consideram o governo regular.
Outro recorde da pesquisa da CNT revela que, na avaliação pessoal do presidente Lula, 49,7% desaprovam o desempenho dele, enquanto 45,9% aprovam.
O levantamento mostra que 79,8% dos eleitores que indicaram um candidato consideram a decisão definitiva, enquanto 20,2% dizem que ainda podem mudar de escolha. Em agosto, 71,2% afirmavam que a decisão era definitiva.
As respostas dos entrevistados revelam ainda que para 35,5%, o maior receio é a volta de alguém da família Bolsonaro ao governo. Outros 34,7% apontam que seu maior medo é a continuidade do governo Lula.
A 170ª rodada foi realizada pelo Instituto MDA Pesquisa entre 9 e 13 de setembro de 2026, com 2.002 entrevistas em todas as regiões do país. A coleta foi feita de forma presencial, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06902/2026.
O candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD), Ronaldo Caiado, recebeu alta neste domingo (13) do Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde estava internado desde quinta-feira (10) após ser diagnosticado com pneumonia.
Na saída do hospital, Caiado afirmou que ainda não está "100%", continuará tomando medicamentos e deverá reduzir o ritmo da agenda nos próximos dias. Segundo ele, a recomendação médica é evitar, por enquanto, a rotina intensa de viagens e eventos da campanha.
"Não vou dizer a você 100%, não é?", afirmou o candidato. Apesar das restrições, Caiado disse que pretende participar já nesta segunda-feira (14) de um debate entre candidatos à Presidência.
Caiado contou que chegou ao hospital com um quadro de faringite aguda, que evoluiu para pneumonia. Segundo o candidato, a doença foi tratada e ele já está em condições de retomar as atividades.
O diagnóstico de pneumonia havia sido confirmado por uma tomografia do tórax. Em boletim divulgado na quinta-feira, o hospital informou que Caiado estava clinicamente estável, respirava espontaneamente e apresentava boa evolução clínica.
ELEIÇÕES
Depois de falar sobre a própria saúde, Caiado fez um discurso sobre a disputa presidencial e afirmou que o debate político foi ofuscado nas últimas semanas por discussões envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo ele, os candidatos deveriam voltar a discutir propostas para temas como salário, segurança pública e atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Caiado também afirmou que o próximo presidente terá como desafio "reordenar a democracia brasileira" e "resgatar a credibilidade das instituições". O candidato pediu aos eleitores que avaliem o histórico dos concorrentes antes da votação.
"Não é hora do eleitor brasileiro ter o seu corrupto preferido. Não é hora. Abram os olhos. Acompanhem o que está acontecendo no Brasil", declarou.
Em outro momento, Caiado disse que ficou quatro dias afastado da campanha e afirmou que retorna à disputa com "toda a minha responsabilidade" e confiança de que os eleitores buscarão um candidato capaz de garantir a continuidade da democracia.
MULHERES STF
Caiado também voltou a falar sobre uma promessa de indicar mulheres para o Supremo Tribunal Federal caso seja eleito. Segundo ele, pretende nomear quatro mulheres para vagas que surgirem na Corte.
O candidato citou a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge. Ao mencionar Dodge, Caiado lembrou o posicionamento dela contrário à abertura do inquérito das fake news no STF.
"Eu indicarei quatro mulheres nas vagas do Supremo Tribunal Federal", afirmou.
PROPOSTAS PARA A SAÚDE
Questionado sobre propostas para o SUS, Caiado defendeu mudanças na regulação das filas para que os pacientes sejam atendidos também de acordo com a gravidade do quadro, e não apenas pela ordem cronológica.
Ele também propôs ampliar o uso da telemedicina nas unidades básicas de saúde e integrar vagas de hospitais públicos, filantrópicos e privados para aumentar a capacidade de atendimento.
Caiado defendeu ainda a instalação de hospitais de média e alta complexidade e de policlínicas em regiões mais carentes, com o objetivo de evitar que pacientes precisem percorrer longas distâncias para receber atendimento especializado. Segundo ele, medidas semelhantes foram adotadas durante sua gestão em Goiás.
O candidato também afirmou que, caso seja eleito, pretende colocar Ludhmila Hajjar, médica que o atendeu, à frente do Ministério da Saúde. Caiado disse que escolheu a médica por sua experiência e capacidade de gestão.
INTERNAÇÃO
Caiado foi internado na quinta-feira (10) no Hospital Vila Nova Star. Inicialmente, a equipe médica identificou um quadro compatível com faringite aguda e indicou a internação para tratamento e acompanhamento.
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Uma tomografia do tórax realizada posteriormente confirmou pneumonia, levando os médicos a atualizar o diagnóstico e ajustar o tratamento.
Antes da confirmação da pneumonia, a assessoria do candidato havia informado que a internação tinha como objetivo acelerar sua recuperação para que ele pudesse retomar os compromissos da campanha.
O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi internado, nesta quinta-feira (10), com um quadro de faringite aguda. Os cuidados de saúde do candidato serão feitos no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista.
De acordo com nota divulgada pela cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar, o objetivo da hospitalização é "acelerar a recuperação para retomar o mais breve possível os compromissos da agenda de campanha."
Em suas redes sociais, as atividades mais recentes de campanha de Caiado mostravam uma visita a uma rádio, também em São Paulo.
Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (31) mostrou que no cenário estimulado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33% e Augusto Cury (Avante) registrou 11%.
Em comparação com avaliação anterior, Lula acabou recuando de 41% para 39%, Flávio Bolsonaro caiu de 36% para 33%, enquanto Augusto Cury cresceu de 8% para 11%. Os demais candidatos seguem em patamares de um dígito, com Ronaldo Caiado (PSD) registrando 5%, Renan Santos (Missão) 3% e Romeu Zema (Novo) 1%.
Em outro cenário, com a inserção do nome de Pablo Marçal (PRTB), o estudo, mostra:
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Lula: 37%
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Flávio Bolsonaro: 31%
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Escritor Augusto Cury: 11%
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Ronaldo Caiado: 6%
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Pablo Marçal: 3%
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Renan Santos: 3%
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Zema: 2%
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Samara: 1%
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Veterinário Wilson Grassi: 1%
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Rui Costa Pimenta: 0%
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Clariana Barão: 0%
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Hertz Dias: 0%
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Edmilson Costa: 0%
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Nenhum/Branco/Nulo: 3%
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NS/NR: 2%


SEGUNDO TURNO
No cenário estimulado, em um possível segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro. O petista empata tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD): 45% x 44%. A pesquisa também trouxe outros dados no 2º turno. Confira:

A pesquisa foi feita entre os dias 28 a 30 de agosto, com as entrevistas de 2.005 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08900/2026.
Um dia depois da realização do debate da TV Bandeirantes, na noite do último domingo (23), que contou com a presença de apenas três dos seis presidenciáveis convidados, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) apresentou um projeto de lei para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos a cargos majoritários. O projeto obriga candidatos a cargos majoritários a participarem de debates eleitorais transmitidos por emissoras de rádio e televisão, sob pena de punições a quem faltar sem apresentar justificativa.
No debate realizado pela Band, participaram apenas os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) decidiram não comparecer.
O texto do projeto de lei 5.147/2026 afirma que a obrigação de comparecimento aos debates alcançaria candidatos de partidos com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional. Pela legislação eleitoral, esses candidatos possuem participação assegurada em debates pela legislação eleitoral.
Kim Kataguiri também colocou em seu projeto que o candidato precisaria ser convidado pela emissora com pelo menos 72 horas de antecedência. A ausência seria permitida mediante justificativa fundamentada, e sem explicações convincentes, seriam aplicadas as punições previstas no projeto.
O projeto altera o artigo 46 da Lei das Eleições, que estabelece regras para a realização de debates no rádio e na televisão. A proposta acrescenta dispositivos para tornar obrigatório o comparecimento de candidatos, e uma das sanções previstas para a recusa em participar é a redução de 15% do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para cada debate ao qual o candidato deixar de comparecer sem justificativa.
Outro ponto da proposta é a redução de 15% nos valores correspondentes ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e ao Fundo Partidário destinados à legenda a cada ausência injustificada pelo candidato a cargos majoritários.
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi flagrado cochilando durante o debate transmitido pela TV Bandeirantes, na noite deste domingo (23). Kassab, que é vice-candidato à Presidência da República na chapa de Ronaldo Caiado, dormiu em mais de um momento ao longo de uma hora e meia de confronto.
Candidato a vice de Caiado, Gilberto Kassab cai no sono enquanto o ex-governador de Goiás fala no Debate da Band pic.twitter.com/QbNV0IlBAE
— Sam Pancher (@SamPancher) August 24, 2026
O debate começou às 20h e terminou às 21h30. Caiado, Renan Santos e Augusto Cury compareceram, enquanto Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) declinaram o convite.
Dividido em três blocos, o debate foi iniciado pelo candidato Renan Santos que respondeu uma questão sobre segurança pública e se referiu a Lula e Flávio Bolsonaro como “covardes e canalhas”. Ao longo da conversa, os três abordaram temas como segurança, educação, economia e polarização.
Nas redes sociais, o vídeo da “soneca” de Kassab viralizou após a transmissão ao vivo. Interlocutores chegaram a comentar que “esse é engajamento que ele está na campanha”, escreveu um leitor. Outros afirmaram: “Discurso do Caiado dá sono mesmo. Dá nem pra julgar…”.
Foi transmitido na noite deste domingo (23), o debate presidencial da emissora Bandeirantes, com a presença de apenas três dos seis candidatos convidados. Participaram da agenda os presidenciáveis Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), que destacaram, em todos os blocos, a ausência dos opositores Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Horas antes da transmissão ao vivo, o debate foi marcado por um anúncio de desistência de Augusto Cury. Minutos depois, após falar com a imprensa no lado de fora dos estúdios da emissora, o candidato voltou atrás e disse que iria participar.
Dividido em três blocos, o debate foi iniciado pelo candidato Renan Santos que respondeu uma questão sobre segurança pública e se referiu a Lula e Flávio Bolsonaro como “covardes e canalhas”. Em diversos momentos, o presidente do partido Missão, vinculado ao Movimento Brasil Livre (MBL), reiterou as críticas aos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas.
Com relação ao presidente Lula, ele chegou a afirmar que “tirando o eleitor que está no Bolsa Família, que ainda acredita que o Lula é a única fonte de comida dele, de maneira errônea, o leitor responde que apoia esse cara está sendo canalha”, ao se referir aos eleitores Lulistas.
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Foto: Reprodução / TV Bandeirantes
Augusto Cury chegou a responder a fala de Renan e afirmou: “Você tem um nível de agressividade que me assombra”, responde Cury. “As ideias podem ter fundamento, mas agressividade asfixia a capacidade das pessoas terem as suas próprias opiniões. Nós estamos numa democracia”, disse ele.
Entre os destaques da participação de Caiado, está a fala em defesa da integridade dos candidatos à presidência, em crítica direta a Lula e Flávio Bolsonaro. “Você nunca viu nada que atingisse a minha honra. Vocês nunca me viram em rachadinha e Petrolão, em caso Master ou Vorcaro, vocês sempre me viram como médico, cirurgião que eu sou”, afirma.
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Foto: Reprodução / TV Bandeirantes
“Se esses dois não têm coragem de vir a um debate, se eles não têm coragem de explicar todos os escândalos em que eles estão envolvidos, você ao invés de refletir melhor, os mantêm em patamar de ir a um segundo turno?”, afirma em sua última manifestação ao vivo.
Durante a transmissão da TV Bandeirantes, os candidatos presentes ainda trouxeram à tona a entrevista de Lula na TV Record, em horário simultâneo ao debate.

Foto: Reprodução / TV Record
Na entrevista de 20 minutos, transmitida durante o debate, Lula respondeu a perguntas sobre sua relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre segurança pública, violência contra a mulher, sobre economia e sobre as investigações contra o filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
"Se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém vai ter que ser investigado", afirmou o presidente.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (20) como será a divisão do tempo diário da propaganda eleitoral gratuita em rede nacional de rádio e televisão, que começa em 28 de agosto e vai até o dia 1º de outubro. A Coligação Brasil Pronto para Mais, que tem como candidato o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ficou com o maior tempo de propaganda, com cinco minutos e 31 segundos.
A coligação da candidatura do presidente Lula é formada por PT, PSB, PDT, PCdoB, PV, Psol e Rede. Lula é o único dos 13 presidenciáveis registrados no TSE que tem uma coligação de partidos ligados à sua candidatura.
O segundo maior tempo para veiculação diária de propaganda no rádio e na TV ficou com o Partido Liberal. O PL, que tem como candidato o senador Flávio Bolsonaro, terá quatro minutos e 20 segundos diários.
Na sequência, o Partido Social Democrático (PSD), que tem Ronaldo Caiado como candidato, terá dois minutos e dois segundos, e o Avante, que apresentou a candidatura do escritor Augusto Cury, contará com 35 segundos de propaganda. Todos os outros candidatos a presidente não terão direito a apresentar propaganda no rádio e na TV, por seus partidos não terem superado a cláusula de barreira nas últimas eleições.
Outra decisão tomada pelo TSE nesta quinta (20) diz respeito ao quantitativo de inserções destinadas a cada partido e coligação no primeiro turno. Foi ainda realizado um sorteio da ordem de veiculação da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral gratuito.
Na propaganda por inserções para os 35 dias finais de campanha, a Coligação Brasil Pronto para Mais (PT) terá direito a 433 inserções; o PL, a 339; o PSD, a 159; e o Avante, a 47.
O sorteio que definiu a ordem de veiculação da propaganda em rede no primeiro dia do horário eleitoral gratuito colocou o Avante na primeira posição, seguido pelo PSD, pelo PL e pela Coligação Brasil Pronto para Mais. Nos dias seguintes, a ordem será alterada, conforme as regras previstas para a distribuição do horário eleitoral.
Também foram sorteadas as duas agremiações que ficarão com as sobras de inserções de 30 segundos cada uma. Foram contemplados o PSD e a Coligação Brasil Pronto para Mais.
Ao participar, nesta terça-feira (18), Encontro com os Presidenciáveis, promovido pela Unecs (União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços), em Brasília, o candidato a presidente Augusto Cury, do Avante, defendeu um mandato fixo para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Cury, os ministros só poderiam permanecer por oito anos no cargo.
“Os Poderes devem ter igualdade, mas o STF tem tido um poder que já é quase um superpoder, não apenas como guardião da Constituição, mas legislando”, disse o candidato, reforçando que o STF tem exercido funções que extrapolam sua atribuição constitucional.
“O STF deveria ter um limite de vitaliciedade”, defendeu. “Um ministro, por exemplo, entra com 40, 41 anos e fica mais 34 anos. 8 anos e depois vai embora. Não pode ficar a vida inteira no Supremo Tribunal Federal”, afirmou.
O encontro realizado pela UNECS reuniu, além de Augusto Cury, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), além de Alfredo Gaspar (PL), representando Flávio Bolsonaro. A UNECS é formada por oito entidades representativas dos setores de comércio e serviços, que atuam na defesa de pautas de interesse do comércio, dos serviços e do empreendedorismo no país.
Na sua participação, Augusto Cury também defendeu alterações no processo de indicação dos integrantes do STF. Para o candidato, magistrados de carreira seriam indicados pelas associações de juízes, representantes do Ministério Público pelo próprio MP e advogados pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Em todos os casos, a escolha teria que continuar sendo chancelada pelo Senado.
“Na minha opinião, não deveria ser escolhido mais pelo presidente, para não ter interferência política. Os magistrados de carreira seriam escolhidos pelas próprias classes, pelas associações de juízes; representantes do Ministério Público, pelo Ministério Público; e, no caso de um advogado, a escolha seria da OAB, sempre com a chancela do Senado”, explicou o candidato.
O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) disse nesta segunda-feira (17), que ir para a cidade de Salvador, é mais perigoso do que ir para a Ucrânia, em guerra com a Rússia desde 2022. A declaração foi feita durante a 27ª Conferência Anual Santander, realizada no Edifício Altino Arantes, no Centro Histórico de São Paulo.
O ex-governador de Goiás tratava sobre o tema da segurança pública, quando criticou a capital baiana e afirmou que “têm sido uma das grandes preocupações da população brasileira”.
O postulante ainda comentou discorreu sobre hábitos que a população teria para driblar a criminalidade, como usar alianças falsas ou não sair de casa usando colares, pulseiras e outros itens. Caiado ainda disse que a chance de morrer na capital baiana é cinco vezes maior do que na Ucrânia.
“Hoje, para você ir a Salvador, você corre cinco vezes mais o risco que se você for à Ucrânia, para a guerra. Hoje, a chance de você morrer na Bahia, cinco vezes maior por hora do que se você for à Ucrânia. Isso é um fato estatístico”, disse Caiado.
Ainda no evento, o ex-governador de Goiás também explicou que a soberania do Brasil está nas mãos da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Ele cobrou que a presidência precisa ter um diplomata, “pessoas que tenham credibilidade, que não seja porta-voz da política do partido do presidente, mas que seja porta-voz de mercados que nós precisamos avançar cada vez mais”.
Ronaldo ainda considerou que são os empresários que têm feito esse papel de “buscar o mercado”, e que também foi o setor empresarial que combateu o tarifaço imposto pelos Estados Unidos contra o Brasil, pois o “discurso” do tarifaço seria desejado por Lula, na visão de seu adversário.
“Por que você vai falar para a soberania brasileira? Se a soberania brasileira fala com o PCC?”, questionou Caiado.
A mais nova rodada da pesquisa presidencial da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta terça-feira (11), revelou um cenário de total estabilidade na simulação de primeiro turno em relação ao levantamento feito em junho, e algumas pequenas mudanças na disputa de segundo turno entre os principais adversários, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Em relação ao primeiro turno, a CNT/MDA apurou números praticamente iguais dos candidatos Lula e Flávio, com o líder petista vendo sua diferença reduzir de 14 pontos percentuais para 13. Já no segundo turno, na simulação de disputa contra o senador, a diferença entre os dois, que era de 12 pontos em junho, caiu para nove neste novo levantamento.
Para o segundo turno, foram apresentadas pela CNT/MDA cinco simulações de disputas, todas elas com Lula contra outros adversários. Lula segue vencendo todos os outros candidatos, com margens mais ou menos parecidas.
Resultado da pesquisa espontânea:
Lula (PT) - 35,3%
Flávio Bolsonaro (PL) - 22,4%
Jair Bolsonaro (PL) - 2,0%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1,3%
Renan Santos (Missão) - 0,7%
Outros - 1%
Branco/nulo - 6,5%
Indeciso - 30,7%
Rejeição espontânea
Lula - 42,1%
Flávio Bolsonaro - 39,8%
Ronaldo Caiado - 2,3%
Romeu Zema - 2,2%
Renan Santos - 1,5%
Rejeita todos - 0,8%
Não rejeita nenhum - 8,7%
Não sabe/não respondeu - 11,5%
Simulação de cenário de primeiro turno:
Lula (PT) - 42,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28,7%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,0%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Renan Santos (Missão) - 2,8%
Samara Martins (UP) - 1,6%
Augusto Cury (Avante) - 1,2%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,9%
Outros - 0,9%
Branco/nulo - 6,8%
Indeciso - 7,2%
Cenários de segundo turno:
Lula (PT) 48,0% x 39,1% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 49,1% x 34,9% Romeu Zema (Novo)
Lula (PT) 47,9% x 35,9% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 48,5% x 33,0% Renan Santos (Missão)
Lula (PT) 48,6% x 32,4% Augusto Cury (Avante)
Medição do potencial de voto dos dois principais candidatos.
Lula:
Votaria nele com certeza - 40,5%
Poderia votar - 12,1%
Não votaria - 46,2%
Não conhece - 0,3%
Flávio Bolsonaro:
Votaria nele com certeza - 26,0%
Poderia votar - 16,1%
Não votaria - 54,5%
Não conhece - 2,5%
Realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o Instituto MDA, a pesquisa teve 2002 entrevistas entre 5 e 9 de agosto de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06935/2026.
O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta segunda-feira (10) que pretende convidar o promotor Lincoln Gakiya, conhecido por enfrentar o Primeiro Comando da Capital (PCC), para comandar um futuro Ministério da Segurança, pasta que ele promete criar caso seja eleito.
Segundo Caiado, ainda não houve conversa com o promotor do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), mas ele disse admirar a atuação de Gakiya, que classificou como determinada e resiliente.
"Talvez seja um dos homens que mais admiro pelo combate que ele tem durante uma vida. Ele é uma pessoa mais determinada no combate ao crime organizado no Brasil. Então quero que assuma esse ministério", declarou, durante o evento de lançamento de seu plano de segurança.
Gakiya é apontado como o principal nome do combate ao PCC no país e já foi alvo de mais de um plano de assassinato da facção. Ele comanda o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP-SP em Presidente Prudente e, ao longo de mais de duas décadas, tornou-se um dos maiores especialistas e um dos maiores adversários da organização criminosa.
O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que pautará a medida logo no primeiro dia de mandato, caso eleito. Para ele, a anistia serviria para "pacificar" o país e removeria o assunto da agenda política nacional.
A declaração foi dada em sabatina da GloboNews. Questionado se considera que os atos configuraram uma tentativa de golpe de Estado, Caiado evitou responder e comparou o caso à anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o candidato, a anistia não viria isolada, mas dentro de um pacote de medidas a ser enviado no início do governo. "Essa medida não estará sozinha, estará junto a dezenas de medidas que tomarei, como várias reformas que trarei no meu primeiro dia. Essa medida tem o sentido de pacificar o país, nós não podemos mais conviver com o que estamos vivendo, é impossível hoje. É uma briga inútil, que só traz desgastes. Eu tenho a consciência de que, no momento em que eu promover a anistia, esse assunto sai da pauta e vamos viver um outro momento, de pautas que sejam relevantes para as pessoas", disse.
Caiado afirmou que pretende encaminhar várias reformas como primeiros atos de governo, entre elas a administrativa e uma revisão da reforma da Previdência aprovada no atual mandato. "Eu tenho anistia, lei antiterrorismo, reforma administrativa, reforma política, revisão de pontos da reforma tributária. Eu vou trabalhar do dia 25 de outubro até o dia 1º de janeiro com toda a equipe que estou montando para ter tudo isso para encaminhar no primeiro dia. Não é aquilo de matéria fatiada, não, eu vou mandar tudo", detalhou.
O presidente Luiz Inácio Lula manteve a distância que abriu para o seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e segue liderando a disputa nas simulações de primeiro e segundo turno acima da margem de erro. Foi o que mostrou o novo levantamento nacional do instituto Ideia, em parceria com o Canal Meio, divulgado nesta quarta-feira (5).
No cenário estimulado de primeiro turno, o presidente Lula (PT) lidera com 43% das intenções de voto. Lula está com oito pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Flávio Bolsonaro (PL), que somou 35%.
Veja abaixo os números do primeiro turno:
Lula (PT): 43,0%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,0%
Ronaldo Caiado (PSD): 5,7%
Renan Santos (Missão): 4,7%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Augusto Cury (Avante): 1,7%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,6%
Samara Martins (UP): 0,3%
Edmilson Costa (PCB): 0,2%
Hertz Dias (PSTU): 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 2,0%
Não sabe: 4,0%
A pesquisa Meio/Ideia ainda tinha incluído nesse levantamento o nome do candidato Cabo Daciolo, que, entretanto, não teve sua postulação efetivada por seu partido, o Mobiliza. Todos os outros nomes já foram ratificados nas convenções dos seus partidos.
O instituto Ideia também fez uma pesquisa espontânea, quando os entrevistados anunciam sua preferência sem que seja apresentada uma lista de nomes. O presidente Lula possui uma vantagem de 11,4% nessa simulação. Confira abaixo:
Lula (PT): 34,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 23,0%
Ronaldo Caiado (PSD): 2,8%
Renan Santos (Missão): 2,5%
Romeu Zema (Novo): 1,5%
Jair Bolsonaro (PL): 1,0%
Augusto Cury (Avante): 0,6%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Samara Martins (UP): 0,3%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,3%
Marina Silva (Rede): 0,1%
Outros: 0,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 4,5%
Não sabe: 27,7%
Já nos cenários de segundo turno, a pesquisa Meio/Ideia apresentou quatro cenários de disputas de segundo turno, todos com a presença de Lula. Veja abaixo como responderam os entrevistados da pesquisa:
Lula (PT) 48,5% x 43,0% Flávio Bolsonaro (PL)
Branco/Nulo: 4,0%
Não sabe: 4,5%
Lula (PT) 48,0% x 34,7% Renan Santos (Missão)
Branco/Nulo: 10,3%
Não sabe: 6,9%
Lula (PT) 48,5% x 37,0% Romeu Zema (Novo)
Branco/Nulo: 8,5%
Não sabe: 6,0%
Lula (PT) 48,5% x 40,0% Ronaldo Caiado (PSD)
Branco/Nulo: 7,0%
Não sabe: 4,5%
O Instituto Meio perguntou ainda aos seus entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum para presidente. Confira como ficou o percentual de rejeição dos candidatos:
Flávio Bolsonaro (PL): 48,0%
Lula (PT): 47,4%
Romeu Zema (Novo): 14,6%
Ronaldo Caiado (PSD): 13,9%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 13,7%
Renan Santos (Missão): 13,5%
Rui Costa Pimenta (PCO): 12,9%
Samara Martins (UP): 10,7%
Hertz Dias (PSTU): 10,1%
Augusto Cury (Avante): 9,9%
Edmilson Costa (PCB): 9,8%
Não rejeita ninguém: 1,3%
Não sabe: 2,9%
A pesquisa Meio/Ideia contou com 1.500 entrevistados entre os dias 31 de julho a 3 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio S.A.. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,5 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-04579/2026.
‘Flávio não entende do assunto’, afirma Caiado ao disputar eleitorado do agronegócio com rival do PL
Em uma tentativa de conquistar mais espaço na disputa presidencial de 2026, o candidato do PSD ao Palácio do Planalto, Ronaldo Caiado, intensificou suas críticas ao seu oponente de direita, Flávio Bolsonaro (PL), na competição pela associação ao setor do agronegócio.
Durante entrevista ao canal MyNews, o ex-governador de Goiás afirmou que o concorrente "não entende do assunto" e defendeu que sua própria trajetória política e atuação de décadas no setor rural lhe conferem autoridade para debater as demandas do campo.
Ao comentar a preferência que parcela do setor tem demonstrado pelo pré-candidato do PL, Caiado associou o fortalecimento do agronegócio ao avanço econômico e social em diversas regiões do país. Como exemplo de desenvolvimento impulsionado pela produção agrícola, o ex-governador citou os estados de Goiás e Mato Grosso.
Além da região de expansão da fronteira agrícola conhecida como Matopiba (fronteira entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), argumentando que essas localidades registram evolução nos indicadores de renda, educação e qualidade de vida.
Durante a sua visita na cidade de Luis Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, parte fundamental da expansão de Matopiba. O candidato e seus aliados do Partido Liberal (PL) falaram e se disseram abertos a ouvir as propostas do setor do agronegócio.
A nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (3), aponta para um cenário eleitoral competitivo no primeiro turno, com redução da distância entre os dois principais candidatos. No principal cenário estimulado, Lula (PT) registra 41% das intenções de voto, ficando empatado no limite da margem de erro com o senador Flávio Bolsonaro (PL), que alcança 37%.
Os demais candidatos seguem em patamares de um dígito, com Ronaldo Caiado aparecendo com 5%, Renan Santos com 4% e Romeu Zema com 3%. Em relação à rodada anterior, Lula oscilou de 42% para 41%, enquanto Flávio Bolsonaro avançou de 33% para 37%, reduzindo a diferença entre ambos para quatro pontos percentuais, dentro da margem de erro.
No segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro. Em comparação com a rodada anterior, Lula oscilou de 47% para 46%, enquanto Flávio Bolsonaro avançou de 43% para 45%, reduzindo a vantagem do presidente para apenas um ponto percentual, diferença dentro da margem de erro da pesquisa.
Brancos, nulos e os que não escolheriam nenhum dos nomes somam 8%, enquanto 2% dos eleitores não soube ou não respondeu. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o atual presidente soma 46% das intenções, ante 42% do ex-governador. Os que disseram votar em branco, nulo e os que não escolheriam nenhum dos nomes somam 10%, enquanto 3% dos eleitores não soube ou não respondeu.
Foram ouvidos 2.002 eleitores, por telefone, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento ouviu eleitores em todas as regiões do país está registrado no TSE sob o número BR-02874/2026.
FIDELIDADE DO ELEITORADO
O levantamento também indica aumento da consolidação das preferências eleitorais. Entre os entrevistados que escolheram um candidato no primeiro turno, 75% afirmam que sua decisão de voto já está tomada e não deve mudar até a eleição. Outros 23% dizem que ainda podem alterar sua escolha, enquanto 2% não souberam responder. Trata-se do maior índice de decisão consolidada registrado na série histórica da pesquisa.
A fidelidade do eleitorado permanece mais elevada entre os principais polos da disputa. Entre os eleitores de Lula no primeiro turno, 83% afirmam que seu voto já está definido, percentual que chega a 80% entre os eleitores de Flávio Bolsonaro.
Considerando os grupos ideologicamente mais identificados, 86% dos lulistas convictos e 85% dos bolsonaristas convictos afirmam que sua decisão de voto não deve mudar até a eleição, reforçando o elevado grau de polarização e de fidelidade eleitoral observado na disputa presidencial.
O ex-ministro Aldo Rebelo será o coordenador político da campanha de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República. O anúncio foi feito pelo partido nesta quinta-feira (30), após reunião com o presidente da legenda, Gilberto Kassab, candidato a vice na chapa.
Antes de assumir a nova função, Rebelo havia anunciado uma pré-candidatura à Presidência pelo Democracia Cristã (DC). Ele deixou a disputa após conflitos internos na legenda e chegou a ser expulso do partido, mas foi posteriormente reintegrado por decisão judicial.
Após o imbróglio com Rabelo, a escolha foi por Joaquim Barbosa, que desistiu de se candidatar. No último final de semana, o DC confirmou a advogada Clariana Barão como candidata à Presidência da República em 2026.
Ao participar de uma sabatina organizada pelo jornal Correio Braziliense, nesta terça-feira (28), o pré-candidato do PSD à presidência da República, Ronaldo Caiado, criticou declarações dadas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, durante a convenção nacional do PL, no último sábado (25). Caiado disse que Milei fez “um escândalo”.
“O outro vem aqui e faz escândalo e de repente se acha no direito de xingar o presidente, xingar ministro, o outro acha no direito de vir aqui saber como é que vai auditar. Calma lá”, afirmou o ex-governador de Goiás.
Assim como condenou as falas proferidas por Milei, Ronaldo Caiado também fez críticas à reação da diplomacia brasileira ao comportamento do presidente argentino. Ao ser questionado sobre o tema, ele disse que, se eleito, irá “resgatar a liturgia do cargo”.
“Não se governa na esculhambação. A Presidência da República é um cargo que tem a importância de representar 215 milhões de brasileiros. Você não pode tratar deste assunto ridicularizando conversas, baixando o patamar da discussão”, colocou Caiado.
Outra crítica feita pelo pré-candidato à reação do governo Lula teve como alvo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que chamou Milei de “palhaço”. Ronaldo Caiado disse ainda que o Itamaraty perdeu autonomia durante os governos petistas, tendo se tornado um "braço ideológico" do partido.
"Quando você não tem um Itamaraty, quando você não tem uma diplomacia brasileira, aquilo que já foi o maior orgulho para nós, a chancelaria brasileira era algo que podia chegar em qualquer grande órgão mundial que ela era referência”, disse.
Em outro momento da sabatina ao Correio Braziliense, o pré-candidato afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam “desviar a atenção” do eleitor ao priorizar disputas internacionais em vez de discutir os problemas do Brasil.
Para Caiado, os dois adversários que lideram as pesquisas de intenção de voto evitam apresentar propostas para temas considerados centrais para o país, recorrendo a embates externos para influenciar o debate eleitoral.
“O que eu acho importante é que as pessoas percebam o que Lula e Flávio querem fazer na eleição. Eles querem desviar o foco. Não querem discutir o Brasil porque não conhecem e não sabem. Não têm projeto para nenhum tema relevante do país”, criticou.
Na avaliação do ex-governador de Goiás, o crescimento de sua candidatura teria levado os dois grupos políticos a mudar a estratégia da campanha.
O Partido Social Democrático (PSD) oficializou, na manhã deste domingo (26), na sede da legenda em São Paulo (SP), o lançamento da candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República.
A chapa conta com o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente, compondo o que vem sendo tratado como a chapa "puro-sangue". Caiado, que vinha do União Brasil, filiou-se ao PSD em 2026 para viabilizar o projeto político.
Durante a cerimônia que transmitida ao vivo, o candidato apresentou sua plataforma política com foco em anticorrupção e segurança pública, posicionando-se como uma alternativa à polarização entre PT e PL e declarando a intenção de devolver o país "aos brasileiros de bem".
Em seu discurso, o ex-governador de Goiás destacou o papel de duas lideranças de seu novo partido que também chegaram a ser cotadas para disputar o Palácio do Planalto: o governador do Paraná, Ratinho Jr., e o governador do Rio Grande do Sul em segundo mandato, Eduardo Leite (PSD).
Entre as principais diretrizes apresentadas por Ronaldo Caiado durante a convenção estão: fortalecimento e priorização de investimentos estatais nessas duas áreas estratégicas; defesa de redução orçamentária para os três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário; manutenção da promessa de pré-campanha para conceder anistia ampla e irrestrita aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro; críticas diretas ao caso envolvendo o Banco Master, classificado por Caiado durante o evento como um "assalto aos aposentados".
No pronunciamento como candidato a vice, Gilberto Kassab celebrou o lançamento da chapa própria nacional, além de registrar apoio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, tradicional aliado de Jair Bolsonaro.
Ronaldo Caiado ironiza atitude de Flávio Bolsonaro de falar sobre urnas eletrônicas com embaixadores
Em postagem na sua conta na rede X, nesta quarta-feira (22), o pré-candidato a presidente da República, Ronaldo Caiado (PSD), ironizou o conteúdo da fala do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma reunião com embaixadores e representantes diplomáticos estrangeiros. Flávio citou uma informação falsa sobre as urnas eletrônicas brasileiras.
“42 embaixadores numa sala. Dava para vender soja. Dava para abrir mercado para indústria. Dava para atrair investimento. Escolheram falar de urna eletrônica”, escreveu Ronaldo Caiado em suas redes sociais.
A citação às urnas se deu em uma palestra promovida pela consultoria Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report, nesta terça (21), em Brasília. Flávio disse que os Estados Unidos denunciaram fraudes nas eleições da Venezuela e que as urnas utilizadas no país são da empresa Smartimatic, segundo ele, a mesma que fornece equipamentos à Justiça Eleitoral brasileira.
Estavam presentes no encontro membros do corpo diplomático de 42 países, como Estados Unidos, Israel, Reino Unido, África do Sul, Austrália, Paraguai, União Europeia e Alemanha, entre outros. O pré-candidato a presidente do PL disse que não estava questionando o sistema de votação brasileiro, mas pediu que os países mandem observadores para nossas eleições, e falou sobre suspeitas que envolvem a empresa venezuelana.
“Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, é que tenha uma programação para alteração das votações nos Estados Unidos”, afirmou Flávio, acrescentando depois o dado equivocado: “Não vou entrar em mais detalhes, mas só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”.
Segundo esclarecimento antigo publicado na seção “Fato ou Boato” do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Smartmatic não fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras. Em 2017, quando a informação falsa começou a viralizar nas redes, o TSE publicou uma nota desmentindo a notícia.
“As urnas eletrônicas brasileiras foram projetadas por técnicos a serviço da Justiça Eleitoral e são produzidas, sob a sua direta coordenação, por empresas selecionadas por meio de processos licitatórios públicos e de ampla concorrência”, diz a nota, que foi republicada no dia 8 de julho deste ano.
Em discurso durante convenção no Centro de Convenções de Salvador, ACM Neto (União Brasil) reafirmou a estratégia de descentralizar o debate presidencial na Bahia para manter a unidade do seu grupo político. Ao comentar as alianças estaduais para a disputa ao Palácio de Ondina, o ex-prefeito destacou que os partidos coligados terão total liberdade para defender seus respectivos pré-candidatos à Presidência da República.
A declaração contempla legendas parceiras como o PL e o Novo, permitindo que sigam suas próprias diretrizes nacionais sem comprometer o palanque baiano. "A gente respeita a posição de cada um dos partidos que integram aqui na Bahia a nossa aliança. Cada um terá a liberdade para poder fazer a campanha para o seu pré-candidato à Presidência da República, o PL, o Novo", declarou ACM Neto.
LEALDADE A RONALDO CAIADO
No plano pessoal e partidário, no entanto, Neto deixou claro seu alinhamento com a pré-candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também do União Brasil. O político baiano justificou a escolha com base nos laços históricos e na trajetória compartilhada na legenda. "A minha relação histórica, antiga, de amizade fraterna, de muitos e muitos anos, com o pré-candidato a presidente, ex-governador Ronaldo Caiado. Por motivos óbvios e naturais, eu não teria como adotar outra posição", pontuou.
Ao finalizar, ACM Neto destacou que, a despeito das preferências nacionais de cada partido da coligação, o elemento central que une o grupo é o projeto local: "O que nos une e nos move é o propósito de mudar a Bahia."
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União) disse neste sábado (18) que apoiará o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), na disputa pela Presidência da República.
A declaração foi dada durante entrevista ao programa Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, após participar da missa em ação de graças pelos 75 anos do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União).
Segundo Neto, a decisão pela candidatura de Caiado é baseada na relação política e pessoal construída ao longo dos anos com o governador de Goiás.
“Eu tenho uma relação antiga, uma história de amizade antiga, longa, com Ronaldo Caiado, cuja esposa, inclusive aqui de Feira de Santana, Gracinha. Essa minha amizade com Caiado, essa minha relação histórica com ele também gera obrigações minhas com ele, também gera obrigações minhas com ele. É uma pessoa que eu conheço, que eu confio, que eu acredito, que eu sempre fiz política junto. Agora, o que importa é que todos nós estamos unidos num mesmo propósito, que é o propósito de servir a Bahia e aos baianos, que é o propósito de mudar o futuro do nosso Estado,” declarou ao portal feirense.
A preferência contrasta com a do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, que declarou apoio ao nome de Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República, além dos novos aliados João Roma (Republicanos) e Angelo Coronel (Republicanos).
“Primeiro, todo respeito à manifestação do prefeito José Ronaldo, do senador Ângelo Coronel, do senador João Roma, de todos os nossos deputados. É um direito legítimo de cada um de manifestar o seu apoio, de manifestar a sua preferência. A gente vive numa democracia e convive bem com opiniões diferentes”, disse.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União), afirmou à imprensa nesta quinta-feira (9) que as mulheres exercem um papel central na proteção das famílias e possuem mais influência do que os homens nas decisões tomadas dentro do lar. As declarações foram feitas durante sua participação no Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Em seu discurso para um público majoritariamente feminino e ligado ao segmento evangélico, Caiado rebateu a premissa de que as mulheres apenas acompanham as posições políticas ou pessoais de seus maridos.
"Às vezes, a gente ouve algumas colocações que são totalmente improcedentes, quando dizem que talvez a mulher não opina em decisões do país, que realmente muitas vezes ela está ali seguindo o raciocínio do marido. Eu quero dizer que é exatamente o contrário", diz o ex-governador, citando sua esposa, Gracinha Caiado.
Na sequência, o pré-candidato defendeu que o "verdadeiro poder da mulher" reside na maternidade e na estruturação do ambiente familiar. "Vocês que têm essa capacidade toda e sensibilidade de serem mães, criar os filhos, os nossos lares, estruturar as nossas famílias. Esta é a verdade, o verdadeiro poder da mulher. A nossa formação no dia a dia é a cultura brasileira. Nós somos muito mais uma criação matriarcal, como a grande protetora é o nosso lar", completa.
O deputado estadual Diego Castro (PL) declarou que há "zero de chance" de dividir palanque com os ex-governadores Romeu Zema (Minas Gerais) ou Ronaldo Caiado (Goiás) em solo baiano. Em pronunciamento sobre as articulações da oposição (composta por União Brasil, PL e Republicanos), o parlamentar cobrou coerência ideológica e defendeu que as candidaturas presidenciais fora do campo direto de articulação da família Bolsonaro acabam por fragmentar a direita.
"Zero de chance de subir no palanque de Romeu Zema ou Ronaldo Caiado. Meu candidato é Flávio Bolsonaro. Na política, você tem que ter coerência no que defende. Não tem possibilidade nenhuma, e eu acho que qualquer candidatura nacionalmente e na Bahia, fora do Neto, está ajudando o PT. Qualquer uma fora de Flávio [Bolsonaro] está ajudando o PT", reafirma o parlamentar.
Ao comentar a composição das forças de oposição na Bahia, que une partidos como o PL, o União Brasil e o Republicanos, Diego Castro pontuou que o eleitorado conservador local é guiado por valores e que o grupo busca uma convergência tática para fazer frente ao atual governo estadual.
"Nosso público conservador tem princípio. E a gente está aí amadurecendo esses diálogos em um denominador comum para tirar o PT da Bahia", explica, defendendo o alinhamento em torno do nome de ACM Neto (União Brasil) no plano estadual.
"PLANO B DO PT"
O deputado também direcionou duras críticas a Renan Santos, liderança do Movimento Brasil Livre (MBL) e integrante do recém-criado partido Missão, legenda de oposição ao PT e associada aos articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Para Diego Castro, as movimentações de Renan Santos têm o objetivo prático de enfraquecer o campo bolsonarista.
"Eu vejo esse cara do MBL, o Renan Santos. Ele se preocupa, dizendo que quer tirar o PT, mas tem uma preocupação em desgastar Flávio Bolsonaro porque ele é o plano B do PT. Ele quer minar a direita", dispara o deputado estadual.
Confira o momento abaixo:
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi anunciado nesta quarta-feira (1º) como vice na chapa do pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD). Com o anúncio, o partido terá uma chapa pura, com os dois cargos ocupados por filiados à legenda.
Kassab já havia sinalizado disposição para integrar a chapa. Em maio, classificou a possibilidade como "uma hipótese concreta", mas ponderou que "muitas etapas e entendimentos" precisavam ser cumpridos.
Nas últimas declarações públicas, afirmou que a decisão caberia a Caiado, por ele escolhido para encabeçar a pré-candidatura do partido em março, após o governador do Paraná, Ratinho Jr., anunciar sua desistência. O PSD ficou então entre Caiado e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, antes de optar pelo ex-governador de Goiás.
A pré-candidatura de Caiado, no entanto, não tem decolado. Nas pesquisas eleitorais, ele oscila entre 2% e 3% das intenções de voto, se apresentando como alternativa à polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro.
A chegada de Kassab à chapa reforça o apoio do presidente da legenda ao pré-candidato, mas o anúncio ainda não é definitivo: o registro oficial das chapas deve ocorrer em agosto, prazo até o qual a composição pode mudar.
O Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) tentou, entre maio e junho deste ano, reproduzir uma iniciativa idealizada por Silvio Santos (1940-2024) em 1989: entrevistar os candidatos à Presidência da República no programa dominical da emissora, atualmente apresentado por Patrícia Abravanel. A proposta, no entanto, foi suspensa temporariamente devido a dificuldades para confirmar as datas de participação dos principais convidados.
De acordo com a Folha de S. Paulo, foram chamados para o quadro Show de Calouros os presidenciáveis Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (União Brasil), Renan Santos (MBL) e Romeu Zema (Novo). Segundo a emissora, todos os nomes inicialmente aceitaram o convite.
Porém, ao tentar definir as datas das gravações, o SBT esbarrou em obstáculos para viabilizar a presença de Lula e de Flávio Bolsonaro, o que levou a direção a desistir do projeto, ao menos por enquanto.
A atração, que ganhou uma versão com Patrícia Abravanel no ano passado, conta com um júri formado por nomes como Dudu Bertholini, Helen Ganzarolli, Cela, Lord Vinheteiro, Rodrigo Capella e Victor Sarro.
A intenção era levar ao público popular as propostas dos candidatos em áreas como economia e educação, além de abordar aspectos da vida pessoal de cada um, para que o telespectador pudesse conhecer melhor os postulantes ao Palácio do Planalto.
Internamente, setores do SBT avaliam que o formato poderia ser reaproveitado em um eventual segundo turno, caso haja viabilidade de agenda e interesse das campanhas.
Por enquanto, a emissora segue definindo os detalhes de sua cobertura eleitoral, que já inclui a produção de um debate em setembro, em parceria com outras televisões, como a CNN Brasil, além de sabatinas previstas para serem veiculadas pelo SBT News.
O ex-governador do Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) deve anunciar Gilberto Kassab, presidente do PSD, como vice em sua chapa nesta quarta-feira (1). O escolhido é presidente do partido e considerado um ótimo articulador político.
Kassab fez parte do secretariado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Inicialmente, Kassab defendia que Tarcísio fosse o indicado da direita para concorrer contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas com a escolha de Flávio Bolsonaro, lançou um candidato. Caso confirmada, a chapa entre Caiado e Kassab coloca o PSD na corrida presidencial com uma chapa pura.
Segundo informações da CNN, a escolha do nome se dá como uma tentativa de fortalecimento da direita tradicional como alternativa ao bolsonarismo.
No momento, diferentes institutos apontam que Caiado tem entre 2% e 3%. Nem mesmo as revelações da ligação de Flávio Bolsonaro (PL) com o caso Master fizeram o pré-candidato subir nas pesquisas.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), justificou seu atraso para participar do encontro com representantes do setor industrial na tarde desta segunda-feira (22), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, devido a um problema técnico na aeronave em que viajaria.
Ao chegar ao local do evento, que reuniu diversas lideranças políticas na capital federal, o chefe do Executivo goiano fez questão de se desculpar publicamente com o público e com as autoridades presentes na mesa de abertura: "Desculpem o atraso, tivemos uma pane no avião, ainda na pista de pouso", esclarece o governador.
Segundo informações de assessores próximos, a tripulação e a equipe de segurança identificaram a falha mecânica durante os procedimentos de taxiamento na pista de decolagem.
Por medidas de precaução e seguindo os rígidos protocolos de aviação, o voo foi imediatamente abortado para que os técnicos pudessem avaliar o equipamento, o que exigiu uma mudança de última hora no cronograma logístico do governador para garantir sua chegada a Brasília.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está perdendo a capacidade de vencer a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem pouco em experiência administrativa a oferecer ao eleitor brasileiro e ainda não deu explicações convincentes sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
As afirmações foram feitas pelo pré-candidato a presidente, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD-GO), em entrevista concedida nesta terça-feira (16) ao site Poder360. Na conversa com o site, Caiado disse que Flávio Bolsonaro teria no momento um teto eleitoral insuficiente para derrotar o presidente Lula em uma eventual disputa de segundo turno.
Segundo afirmou Caiado, as pesquisas mais recentes mostram que Flávio Bolsonaro perdeu capacidade de crescimento eleitoral depois da divulgação de áudios em que pede recursos ao dono do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, de acordo com o ex-governador, o senador se prejudicou com a proposta de tarifaço de 25% dos norte-americanos sobre produtos brasileiros.
“Com os últimos acontecimentos, Flávio está perdendo essa capacidade de vencer o Lula no 2º turno. Isso é uma análise das pesquisas. Mostram que ele pode até chegar ao 2º turno, mas terá condições de virar? O que as pesquisas mostram é que essa distância aumenta”, afirmou.
Ronaldo Caiado explicou na entrevista que a comparação da sua experiência como governador durante os últimos sete anos com a trajetória dos demais candidatos da direita pode levá-lo a ganhar espaço nas pesquisas ao longo da campanha.
“O Flávio tem um recall muito forte por levar o nome do pai, que foi a maior liderança da centro-direita em capacidade de mobilização. Mas o eleitor vai começar a assistir aos debates e comparar experiência, resultados e trajetória. É isso que vai definir a eleição”, coloca Caiado.
Perguntado sobre as explicações dadas por Flávio Bolsonaro sobre os contatos com Daniel Vorcaro, Caiado disse que as justificativas dadas por ele não convenceram o eleitor. “Se tivesse sido suficiente, ele teria mantido a posição que tinha. O resultado está aí. Ele teve queda nas pesquisas”, esclareceu o pré-candidato.
Questionado ainda pelo Poder360 sobre quais ações implementaria para melhorar a condição fiscal brasileira, Caiado afirmou que, se for eleito presidente, adotará uma redução imediata de 25% nos orçamentos do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Esta, segundo ele, seria uma das suas primeiras medidas para enfrentar o desequilíbrio fiscal do país.
De acordo com Caiado, o ajuste fiscal deveria começar pela estrutura do próprio Estado para garantir credibilidade antes da adoção de outras medidas econômicas.
“O primeiro passo é dar exemplo. Como eu fiz em Goiás: cortar na carne. Cortar no Executivo, no Legislativo, no Judiciário, nos tribunais, em todos. Um corte imediato de 25% para poder ter credibilidade e avançar em outras correções”, declarou o ex-governador.
“Um governo não pode exigir sacrifícios da população sem antes reduzir seus próprios gastos”, completou Caiado.
Segundo ele, a atual carga tributária brasileira não comportaria novos aumentos de impostos. “O brasileiro já está com uma carga tributária de 34,2%. Não existe mais espaço para aumentar impostos”, disse o pré-candidato a presidente pelo PSD.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece na liderança em número de intenções de voto na corrida eleitoral deste ano. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (15), por meio da pesquisa BTG/Nexus, o petista chega a abrir uma margem de 9 pontos frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.017 eleitores por telefone (via CATI), entre os dias 12 e 14 de junho. A margem é de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-06645/2026.
Em análise de voto espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula foi citado como o candidato de 36% dos eleitores. Flávio Bolsonaro aparece em seguida com 27% das respostas. O presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos aparece em terceiro lugar, com 3% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) aparececem, respectivamente com 1%.
Nas demais respostas, 24% dos entrevistados não respondeu ou não sabia. 3% disseram que otariam nulo ou branco e 4% citaram outros candidatos.
Já em cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, Lula aumenta a margem de liderança. Segundo o levantamento, o atual presidente chegou a 42% dos votos, frente a 33% do senador carioca. Ronaldo Caiado também avançou nesse formato, indo a 4% das intenções de voto, empatado com Renan Santos. Romeu Zema, Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) também aparecem empatados com 2%.
Aécio Neves e Cabo Daciolo pontuam com 1% das intenções de voto, cada um. 5% dos entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 3% não souberam responder.
2º TURNO
No segundo turno, a liderança do presidente Lula segue mantida. Em cenário estimulado de entrevista, o levantamento BTG/Nexus avaliou o desempenho do petista frente a Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos. Lula venceria em todos os cenários.
Contra Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Lula chegou a registrar 49/5 dos votos, contra 43% do senador, o equivalente a 6 pontos de diferença. 8% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 1% não souberam.
No cenário contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula também aparece com 49% dos votos, frente a 39% do adversário. Brancos e nulos foram 11% e 1% não souberam responder.
O terceiro cenário, contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente Lula aparece com 48% dos votos, frente a 39% do governador do Goiás. Brancos e nulos são 11% e 2% dos entrevistados não souberam responder.
Já contra Renan Santos, Lula mantem o mesmo número, e o candidato do MBL aparece com 36% das intenções de voto. 13% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 2% não souberam. (Reportagem atualizada às 09h03)
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), indicou nesta sexta-feira (12) que pretende retomar conversas com Renan Santos (Missão), também cotado para disputar o Palácio do Planalto em 2026. Durante evento partidário realizado em Botucatu, no interior de São Paulo, Caiado afirmou que mantém uma relação antiga com Renan e destacou a trajetória política do líder do Missão.
Segundo ele, os dois participaram juntos das mobilizações que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O ex-governador de Goiás ressaltou que não conversa com Renan há algum tempo, mas defendeu a retomada do diálogo. Caiado afirmou que há temas importantes a serem discutidos e disse acreditar que uma futura reunião entre ambos poderá ser produtiva.
"Faz até certo tempo que nós não conversamos, não falamos, mas eu espero no decorrido desse período agora sentarmos e conversarmos bastante. Muita coisa aí para atualizar", afirmou Caiado.
A declaração ocorre em meio às especulações sobre possíveis composições para a disputa presidencial. Até o momento, nenhum dos dois pré-candidatos anunciou quem poderá ocupar a vaga de vice em suas chapas.
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), alertou nesta terça-feira (2) os governadores e também presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União) de que eles também serão alvo de ataques políticos, classificados por ele como "pedradas". A declaração foi feita durante a participação do parlamentar em uma feira, na capital mineira.
Confira em vídeo o momento da declaração:
No palanque, onde dividiu espaço com Zema, Caiado e o governador em exercício de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), Flávio defendeu a necessidade de uma coalizão entre os três nomes para derrotar o governo atual.
"Nós três temos uma grande responsabilidade de tirar o Brasil das mãos sujas do PT. Independente das pedradas que o PT joga sujo e atira em mim, eles vão atirar em vocês também", disse o senador.
Durante o discurso, Flávio afirmou que Ronaldo Caiado foi "condenado absurdamente a uma inelegibilidade" e projetou que Zema "vai tomar muita pedrada também". Embora não tenha especificado episódios, o próprio senador do PL tem enfrentado desgaste público após o vazamento de conversas suas com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Flávio Bolsonaro discursou ainda que o grupo de oposição tem uma missão "maior do que só disputar a Presidência da República". Na mesma oportunidade, o parlamentar associou o avanço de facções criminosas no país à existência do que chamou de um "governo paralelo".
A fala do senador nesta terça-feira sinaliza uma tentativa de aproximação após semanas de atritos públicos e troca de alfinetadas com o governador mineiro. O desgaste recente ocorreu em meio às discussões envolvendo o nome de Daniel Vorcaro e investigações no setor financeiro.
Romeu Zema vem adotando uma postura oscilante em relação a Flávio Bolsonaro: ao mesmo tempo em que critica a proximidade do senador com o banqueiro, o governador de Minas Gerais reitera que apoiará qualquer candidato que faça oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.
O PSD estuda a possibilidade de indicar o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador Ronaldo Caiado. A informação foi confirmada pela legenda neste sábado (30).
De acordo com a CNN Brasil, a possibilidade de lançar uma chapa "puro-sangue" passou a ser estudada pelo partido, no entanto, apesar das articulações, a definição oficial do nome de Kassab, ou de outro integrante do partido para o posto, só deve ser anunciada em julho.
A proposta de unir dois nomes do mesmo partido na chapa presidencial ganhou força nos últimos dias e atende a objetivos estratégicos internos de unificação partidária, além de ser uma alternativa na direita, aresentando o projeto do PSD como uma candidatura politicamente robusta e viável dentro do campo da direita.
A movimentação ocorre em meio a reavaliações no cenário político. Integrantes do PSD avaliam, nos bastidores, que a potencial candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) perdeu força e viabilidade após o envolvimento do parlamentar com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), endureceu o discurso sobre os desdobramentos do caso envolvendo o empresário Daniel Vorcaro durante participação na Marcha dos Prefeitos, em Brasília, nesta quarta-feira (20). Sem citar diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL), Caiado afirmou que “político contaminado por Vorcaro não pode ser presidente do Brasil”.
A declaração acontece após a divulgação de áudios que mostram o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro cobrando recursos do dono do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-chefe do Executivo.
Durante a fala, Caiado afirmou que o empresário teria influência sobre diferentes setores do poder público e criticou o cenário político nacional. “Você não sabe em quem acredita”, declarou o governador, ao mencionar instituições como Congresso, Supremo Tribunal Federal e Presidência da República.
Apesar da repercussão, o pré-candidato do PSD negou que a declaração tenha sido direcionada especificamente a Flávio Bolsonaro. Segundo ele, não costuma fazer “indiretas” e defendeu que é necessário ter responsabilidade para disputar o comando do país.
ASSISTA:
????????????? Em indireta para Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado diz que políticos “contaminados” não têm autoridade moral:
— Brasil Alternativo (@bralternativo_) May 20, 2026
“A pessoa que está contaminada não tem estatura para sentar na cadeira da presidência, não tem autoridade moral para chamar atenção de ministro do Supremo e nem do… pic.twitter.com/iAMYIxaB0y
Com entrevistas realizadas antes da revelação das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, pesquisa realizada pela Vox Brasil e divulgada nesta sexta-feira (15) mostra o pré-candidato da direita na frente de seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto nas simulações de primeiro turno quanto em um cenário de disputa no segundo turno.
As entrevistas da Vox Brasil foram fechadas na última terça (12), um dia antes da matéria divulgada pelo site Intercept Brasil que caiu como uma bomba no meio político brasileiro, com a exposição de áudios e prints que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para custear o filme “Dark Horse”, que fala da trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com a Vox, na simulação de segundo turno, o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, tem 43,8% das intenções de voto. Já o presidente Lula teria 40,2%, o que não configuraria empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 2,15 pontos percentuais.
Confira abaixo os resultados dos quatro cenários de segundo turno auferidos pela Vox em sua pesquisa:
Flávio Bolsonaro 43,8 x 40,2% Lula
Lula 44,4% x 26,2% Renan Santos
Lula 43,1% x 34,3% Romeu Zema
Lula 42,9% x 32,5% Ronaldo Caiado
Em relação ao primeiro turno, a Vox Brasil questionou seus entrevistados apresentando duas listas, e em um delas aparecia o nome do ex-governador Ciro Gomes, do PSDB. Ciro, entretanto, anunciou na última segunda (11) que não será candidato a presidente, preferindo concorrer ao governo do Ceará.
Na simulação do instituto em primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece pela primeira vez na liderança da corrida presidencial. Confira abaixo o cenário da Vox Brasil sem a inclusão do nome de Ciro Gomes.
Flávio Bolsonaro (PL) - 37,8%
Lula (PT) - 35,1%
Romeu Zema (Novo) - 4,5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,3%
Renan Santos (Missão) - 1,8%
Augusto Cury (Avante) - 0,8%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,5%
Aldo Rebelo (DC) - 0,2%
Nenhum/branco/nulo - 0,5%
Não sabe - 6,5%
No campo da rejeição aos candidatos a presidente, o quadro apurado pela pesquisa Vox é o seguinte:
Lula - 54,1%
Flávio Bolsonaro - 39,3%
Romeu Zema - 22,4%
Ronaldo Caiado - 18,5%
Ciro Gomes - 15,5%
Aldo Rebelo - 14,5%
Cabo Daciolo - 13,3%
Renan Santos - 11,1%
Augusto Cury - 10,3%
Não rejeita nenhum - 2,1%
Não sabe - 6,3%
A pesquisa entrevistou 2.100 pessoas de 9 a 12 de maio de 2026. A margem de erro é 2,15% pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02423/2026 . O estudo custou R$ 50.000 e foi pago com recursos próprios.
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (11) pela Futura/Apex mostrou o pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reduzindo a distância para o líder nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas abrindo uma distância maior no cenário de segundo turno.
Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula lidera, mas a diferença para Flávio, que já foi bem maior, caiu para apenas 2,2%. A pesquisa ainda havia incluído o ex-governador Ciro Gomes, que, entretanto, anunciou nesta segunda (11) que não será candidato a presidente.
Confira abaixo o resultado do cenário de primeiro turno:
Lula (PT) - 38,3%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36,1%
Ciro Gomes (PSDB) - 4,4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,6%
Renan Santos (Missão) - 1,5%
Augusto Cury (Avante) - 1,4%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,1%
Ninguém/branco/nulo - 5,5%
Não sabe/indeciso - 4,1%
Nos cenários de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro segue na liderança, mas neste levantamento, ele abre distância de 2,5% sobre o presidente Lula. A pesquisa Futura/Apex fez diversas simulações de disputas de segundo turno, inclusive com outros candidatos no lugar do líder petista. Veja abaixo as simulações:
Flávio 46,9% x 44,4% Lula
Lula 45,1% x 36,9% Ronaldo Caiado
Lula 46% x 37,8% Romeu Zema
Lula 41,4% x 37,8% Ciro Gomes
Flávio 47,8% x 36,2% Fernando Haddad
Flávio 45,5% x 37% Ciro Gomes
Flávio 43,9% x 27,1% Romeu Zema
Fernando Haddad 38,9% x 32,8% Ronaldo Caiado
Fernando Haddad 39% x 35,6% Romeu Zema
O levantamento foi realizado pela Futura/Apex de 4 a 8 de maio de 2026. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o código: BR-03678/2026.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (6), analisou o cenário da eleição presidencial e o nível de rejeição dos eleitores aos candidatos em 10 estados brasileiros. Na Bahia, em média, 74% dos eleitores não conhecem outros presidenciáveis além de Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL).
O candidato que lidera a lista é Renan Santos (Missão), desconhecido por 82% dos baianos entrevistados. Augusto Cury (Avante) está em segundo lugar com 80%. Cabo Daciolo (Mobiliza), com 74%, Romeu Zema (Novo), com 72% e Ronaldo Caiado (União Brasil), com 64%, completam a lista.
O cenário foi visto durante a análise sobre rejeição e potencial de voto nos candidatos. O mesmo desconhecimento não é demonstrado com Lula e Flávio, conhecidos por 95% e 88% dos eleitores, respectivamente.
O levantamento também analisou o cenário eleitoral no território baiano no primeiro e segundo turnos. No primeiro, 49% apontaram a intenção de votar no atual presidente. Flávio surge em segundo lugar com 19%, enquanto os outros candidatos somam 8% das intenções.
Lula também vence nos cenários de segundo turno, em uma possível disputa com Flávio, Zema ou Caiado.
Contra Flávio, o atual presidente obteve 55% das intenções contra 22% do pré-candidato do PL. O cenário se repete nos outros cenários. Contra Caiado, o resultado ficou em 56% x 15% para Lula. Já contra Zema, Lula receberia 56% dos votos, contra 13% do mineiro.
Os entrevistados também avaliaram o terceiro mandato do presidente Lula (PT), que obteve aprovação de 60% dos baianos. O índice de reprovação ficou em 33%.
Além da Bahia, a pesquisa foi realizada nos estados do Ceará, Pernambuco, Goiás, Pará, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. O instituto entrevistou 1.200 baianos entre os dias 21 e 28 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, com confiabilidade é de 95%.
Liderança do presidente Lula nas simulações de primeiro turno, dianteira de Flávio Bolsonaro na disputa de um eventual segundo turno. Esse cenário que vem se repetindo em pesquisas recentes de intenção de voto de diversos institutos também foi apresentado nesta quarta-feira (6) no mais novo levantamento do Meia/Ideia.
A pesquisa Meia/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 1º a 5 de maio de 2026. Os resultados confirmam o quadro de total estabilidade nos cenários da disputa presidencial que já haviam sido identificados por todos os últimos levantamentos.
Confira abaixo o cenário único de primeiro turno apresentado pelo Meia/Ideia aos seus entrevistados:
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Ronaldo Caiado (União) - 5,6%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Ciro Gomes (PSDB) - 2,3%
Augusto Cury (Avante) - 1,6%
Renan Santos (Missão) - 1,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,8%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,3%
Hertz Dias (PSTU) - 0%
Samara Martins (UP) - 0%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0%
Ninguém/branco/nulo - 3,7%
Não sabe - 5,4%
Entre os recortes da pesquisa Meio/Ideia, houve o questionamento aos entrevistados de forma espontânea a respeito de suas preferências na disputa presidencial. Nessa modalidade, o entrevistado diz o seu nome de escolha sem a apresentação de qualquer lista. Veja o resultado:
Lula - 33,4%
Flávio Bolsonaro - 20%
Jair Bolsonaro - 4%
Ronaldo Caiado - 3,7%
Romeu Zema - 3%
Outros - 2,5%
Renan Santos - 1,4%
Ciro Gomes - 1,3%
Nikolas Ferreira - 0,5%
Michelle Bolsonaro - 0,5%
Eduardo Bolsonaro - 0,4%
Augusto Cury - 0,3%
Cabo Daciolo - 0,3%
Tarcísio de Freitas - 0,3%
Marina Silva - 0,2%
Aldo Rebelo - 0,1%
Ratinho Junior - 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo - 5%
Não sabe - 23,1%
Já nas simulações de segundo turno, a pesquisa Meio/Ideia aponta que Flávio Bolsonaro, com 45,3%, e o presidente Lula, com 44,7%, estão tecnicamente empatados na corrida pelo Palácio do Planalto. Eles oscilaram dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais na comparação com a rodada anterior, em abril. Há um mês, Flávio tinha 45,8% e Lula 45,5%.
A pesquisa também aponta empate técnico de Lula contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) - o placar é de 44,7% a 40%, respectivamente. O líder petista, contudo, ganharia do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 39%.
Abaixo, um resumo das disputas de segundo turno:
Flávio 45,3% x 44,7% Lula
Lula 44,7% x 40% Ronaldo Caiado
Lula 44% x 39% Romeu Zema
Lula 44,7% x 27,6% Renan Santos
Lula 44,7% x 24% Aldo Rebelo
Lula 44% x 34,5% Ciro Gomes
No quesito da rejeição, o presidente Lula segue na liderança entre os pré-candidatos. Confira abaixo o panorama dos candidatos mais rejeitados pelos entrevistados:
Lula - 44,8%
Flávio Bolsonaro - 38%
Ronaldo Caiado - 18,5%
Romeu Zema - 18%
Renan Santos - 14,5%
Ciro Gomes - 14%
Cabo Daciolo - 11,9%
Samara Martins - 9,6%
Aldo Rebelo - 9,1%
Edmilson Costa - 9%
Rui Costa Pimenta - 8,7%
Augusto Cury - 7,4%
Hertz Dias - 5,3%
Não rejeita ninguém - 2,8%
Não sabe - 8%
O levantamento Meio/ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 1º e 5 de maio. O nível de confiança é de 95% e o protocolo no TSE é BR-05356/2026.
O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (5) a primeira pesquisa sobre a disputa presidencial após os acontecimentos da semana passada, com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas. Os números revelam que o cenário de momento ainda não foi afetado pelas derrotas sofridas pelo governo Lula no Congresso Nacional.
No cenário de primeiro turno, o presidente Lula segue liderando as intenções de voto à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A diferença entre os dois principais adversários segue no mesmo patamar revelado recentemente por outros institutos de pesquisa.
Lula aparece com 40% das intenções de voto, ante 34% de Flávio. Em seguida, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.
Confira abaixo o principal cenário da pesquisa Big Data:
Lula (PT) - 40%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não opinou - 5%
Na pesquisa espontânea, Lula também segue na liderança nesta modalidade de pesquisa em que o entrevistado diz um nome sem que seja apresentada a ele alguma lista de candidatos. Nesta modalidade, Flávio segue na segunda colocação, e o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é o terceiro nome mais citado pelos eleitores. Veja os números abaixo:
Lula (PT) - 31%
Flávio Bolsonaro (PL) - 24%
Jair Bolsonaro (PL) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 1%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 1%
Ciro Gomes (PSDB) - 1%
Nenhum/branco/nulo - 14%
Não sabe - 24%
Na rejeição, o presidente Lula lidera entre todos os outros candidatos. Confira os dados da rejeição:
Lula - 44%
Flávio Bolsonaro - 41%
Ciro Gomes - 5%
Romeu Zema - 4%
Ronaldo Caiado - 2%
Cabo Daciolo - 2%
Augusto Cury - 2%
Aldo Rebelo - 2%
Rui Costa Pimenta - 2%
Samara Martins - 2%
Hertz Dias - 2%
Não rejeito ninguém - 2%
Em relação aos cenários de segundo turno, há um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Conforme aponta o levantamento, Flávio surge com 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula.
Outros quatro possíveis cenários de segundo turno entre Lula e nomes da direita também foram testados. Veja a seguir os resultados:
Flávio 44% x 43% Lula
Lula 43% x 43% Ciro Gomes
Lula 43% x 42% Ronaldo Caiado
Lula 43 x 39% Romeu Zema
Lula 48% x 24% Renan Santos
Para fazer a pesquisa, o Real Time Big Data ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.
Além do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), outro pré-candidato à Presidência da República vê o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) como possível vice em uma eventual chapa para 2026.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado também considera Zema como seu “vice dos sonhos”.
Nos bastidores, tanto Flávio Bolsonaro quanto Ronaldo Caiado avaliam, no entanto, que a composição é pouco provável neste momento. A leitura é de que Zema dificilmente abrirá mão de sua própria pré-candidatura, especialmente após o embate público com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
As informações são do Metrópoles.
A derrota do governo Lula na noite desta quarta-feira (29), no Senado, na votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi repercutida por diversos presidenciáveis em postagens nas redes sociais e entrevistas. Todos os que comentaram a rejeição de Messias fizeram críticas a Lula e ao STF, mas também a Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo, que como senador votou contra a indicação ao STF e ainda teria participado de articulações para a rejeição de Jorge Messias, disse que não tinha “motivos para comemorar”, mas que via a derrota como o “fim do governo Lula”.
“Por 42 votos a 34, o Senado fez história e evitou que a esquerda e o PT aparelhassem ainda mais o Estado e a Justiça. Podemos dizer com confiança que o Brasil tem futuro”, afirmou o pré-candidato do PL, que promoveu um churrasco em sua casa para comemorar a derrota do governo Lula.
Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) disse que a votação do Senado conta Messias foi um “golaço do Brasil”. Zema, que recentemente manteve discussões públicas com o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que a derrota de Messias foi um “basta” à politização do Supremo.
“Finalmente o Senado fez o que devia ter sido feito. Barrou mais uma indicação política do Lula. É um basta à politização do STF. Um basta ao comportamento vergonhoso de ministros, um basta às perseguições. O Brasil está se levantando. Não é escada, Alexandre de Moraes. Não é ofensa, Gilmar Mendes. É o Brasil que trabalha, que paga impostos, batendo na porta de vocês. Chega de intocáveis”, afirmou o presidenciável.
Já o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foi mais econômico e fez apenas um pequeno comentário em seu perfil na rede X, criticando principalmente o presidente Lula.
“O que melhor define a rejeição é um termo muito usado por nós: O Senado não aceitou que o Lula indicasse seu cabo de chicote como membro do Supremo”, disse Caiado.
Renan Santos, candidato a presidente pelo partido Missão, também fez fortes críticas a Lula, dizendo que a votação teria representado o “começo do fim do governo”. Renan Santos, entretanto criticou também Davi Alcolumbre e o centrão, chamando-os de “lixo da República”.
“Essa é uma das maiores derrotas do STF. O Lula queria colocar o seu terceiro advogado pessoal no STF. Era Dias Toffoli, era Cristiano Zanin e agora seria o Messias. O próprio STF aceitava, porque queriam uma operação em que se salvariam da treta do Banco Master. Mais um ministro com força e com nome limpo. Foram lá, fecharam com nomes do centrão, da esquerda, fizeram o acordo com o PL. Estava todo mundo só naquele teatrinho. De treta com um dos piores seres humanos da República que é o Alcolumbre. Quando a República brasileira é tocada por lixo, o lixo faz isso com você”, afirmou o pré-candidato.
“Então Lula foi traído por pessoas que incentivou. O centrão sempre foi parceiro de negócios do petismo, então, o STF está na sarjeta e Lula está no seu pior momento em toda a sua história. Nunca foi tão grande a chance de Lula sequer ser candidato. Lula não concorre para perder, e sem apoio do centrão, não vai buscar voto no Nordeste”, completou Renan Santos.
Em outra corrente de raciocínio, o pré-candidato a presidente pelo DC, Aldo Rebelo, relacionou a derrota na indicação de Jorge Messias à insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com dificuldades impostas pelo governo Lula à exploração de petróleo na margem equatorial, próxima ao Amapá. Para o pré-candidato, o governo Lula, ao dificultar a possibilidade de desenvolvimento do estado do presidente do Senado, levou ele a “dar o troco” na votação do indicado ao STF.
“O Amapá que está dentro da margem equatorial, que aspira a ter uma indústria de petróleo e gás, que tem sido bloqueada por ações do Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama. Então se Lula, que se mostrou indignado pela derrota com Messias, quer saber as razões, pergunte ao presidente do Ibama”, disse Aldo.
“O Amapá é um estado que tem 73% da população vivendo da transferência de renda, do Bolsa Família. Não há atividade econômica. O Amapá é um estado sem futuro para a sua juventude, e a única esperança que tem é na mineração, na agricultura, na área de petróleo e gás, e está tendo esse crescimento impedido pelo governo federal. O governo menosprezou a aspiração do Amapá a ter um futuro com a sua indústria de petróleo e gás. Messias pagou pelos erros, pelas omissões e caprichos do governo Lula com o presidente do Senado”, completou o pré-candidato do DC.
Outros presidenciáveis como Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) não se pronunciaram sobre a rejeição da indicação de Jorge Messias.
O psiquiatra Augusto Cury, pré-candidato a presidente da República pelo Avante, disse nesta terça-feira (28) que, se for eleito, concederá anistia a “quase todos” os condenados pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Cury deu a declaração durante entrevista à CNN.
Ao justificar a medida, Augusto Cury disse que os envolvidos nos atos de 8 de janeiro cometeram crimes “muito menores” quando comparados ao escândalo do caso do Banco Master.
“Grande parte das pessoas que estão ali cometeram crimes muito menores do que esse escândalo do Banco Master. Estão lá presos e já pagaram uma sentença absurda”, afirmou.
A promessa feita por Cury já foi anunciada anteriormente por outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Flávio Bolsonaro (PL). Caiado, por exemplo, afirmou que seu primeiro ato como presidente seria a concessão de uma anistia “ampla, geral e irrestrita”, buscando, segundo ele, a pacificação do país.
Ao contrário dos outros presidenciáveis, Augusto Cury disse na entrevista que a anistia que propõe não alcançaria os “cabeças” dos acontecimentos em 8 de janeiro.
“Eu daria [anistia] para quase todos que estão ali. Eu não sei se daria para todos, para aqueles que são cabeças, para aqueles que tinham consciência, porque eu não conheço exatamente a história e os elementos jurídicos que compõem toda aquela peça”, disse Cury.
O pré-candidato Ronaldo Caiado incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro entre os beneficiados por uma medida de anistia caso ele seja eleito em outubro, e Flávio Bolsonaro foi além: disse que seu pai subiria a rampa junto com ele. Já Augusto Cury afirmou que, em relação a Bolsonaro, teria que fazer uma análise junto com sua equipe antes de tomar uma decisão.
“Jair Bolsonaro eu analisaria. Muito provavelmente, se eu estivesse convencido, com uma equipe de pessoas, de que ele não cometeu crime o suficiente para estar encarcerado, eu provavelmente o libertaria. Mas eu não tenho segurança ainda, porque não tenho todos os elementos para esse julgamento’, colocou o pré-candidato.
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27) revela que o cenário da eleição presidencial de 2026 segue sendo disputado voto a voto entre os dois principais candidatos, principalmente nas simulações de segundo turno. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera nos cenários de primeiro turno, na simulação de segundo turno o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece praticamente empatado, como outras pesquisas já vêm mostrando desde o mês de março.
No principal cenário estimulado de primeiro turno da BRG/Nexus, Lula tem 41% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro. A vantagem do presidente varia de três a cinco pontos percentuais, a depender da composição da disputa.
O levantamento também mostra que o presidente Lula marcou 41% em todos os cenários de primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou com mais ou menos votos nas simulações. Segundo o relatório da pesquisa, esses percentuais indicam um núcleo mais consolidado de voto em torno dos dois principais nomes.
Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Cenário 1
Lula (PT) - 41%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3%
Renan Santos (Missão) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 6%
Não sabem/não responderam - 2%
Cenário 2
Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 36%
Romeu Zema - 5%
Ronaldo Caiado - 4%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%
Cenário 3
Lula - 41%
Flávio Bolsonaro - 38%
Ronaldo Caiado - 6%
Renan Santos - 4%
Aldo Rebelo - 1%
Brancos, nulos ou nenhum - 7%
Não sabem/não responderam - 2%
Nas simulações de segundo turno, o quadro fica mais apertado, como vem sendo visto em todas as últimas pesquisas dos mais diversos institutos. Neste BTG/Nexus, Lula aparece numericamente à frente dos adversários testados, mas a disputa contra Flávio Bolsonaro é a mais acirrada.
Na comparação com a pesquisa BTG/Nexus anterior, Lula e Flávio estavam empatados em 46% a 46%. Agora, o presidente mantém os mesmos 46%, enquanto Flávio oscila para 45%, quadro que, entretanto, segue entendido como de empate técnico.
Cenários de segundo turno:
Lula 46% x 45% Flávio Bolsonaro
Lula 45% x 41% Romeu Zema
Lula 45% x 41% Ronaldo Caiado
A disputa presidencial também é marcada por rejeição elevada dos dois principais oponentes. Quando os entrevistados da BTG/Nexus são perguntados sobre o potencial de voto em cada candidato, 49% dizem que não votariam em Lula de jeito nenhum. No caso de Flávio Bolsonaro, esse percentual é de 48%.
Esse recorte do levantamento mostra ainda que 34% dizem que Lula é o único candidato em quem votariam, e 16% afirmam que poderiam votar nele, mas também em outro. No caso de Flávio, 27% dizem que ele é o único em quem votariam, e 21% afirmam que poderiam votar nele e em outro nome.
A pesquisa foi realizada pela Nexus por telefone, entre os dias 24 e 26 de abril, com 2.028 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-01075/2026.
Gusttavo Lima reuniu uma multidão em um evento "longe" da música. A cidade de Bela Vista de Goiás, no interior do estado, foi palco da 1ª edição da 'Cavalgada do Embaixador'.
Com a fazenda Lumiar como sede e ponto de encontro dos cavaleiros e amazonas, o artista liderou o cortejo que acompanhou o artista pela região.
Para participar da festa, era necessário desembolsar R$ 500. O ingresso dava direito ao café da manhã reforçado, churrasco e bebida liberada durante a Cavalgada.
O evento contou com a participação de Daniel Vilela, vice-governador do estado, Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD).
Na página oficial da Cavalgada, a organização informou ao público as exigências necessárias para participar do evento, a exemplo do negativo de anemia infecciosa equina.
Foi proibido também animais machos não castrados, charrete, carroças e afins, além de carros no circuito. Tudo para preservar os animais que participaram da cavalgada ao longo dos 12km de percurso.
Ao fim da cavalgada, o público ainda pôde curtir shows de artistas que fazem parte do catálogo da Balada Music, e o anfitrião ainda fez questão de dar uma palhinha para os cavaleiros.
RELAÇÃO DE GUSTTAVO LIMA COM CAIADO
O atual pré-candidato à Presidência pelo PSD já mostrava desde 2025 a proximidade com o cantor sertanejo.
No início do ano passado, Gusttavo chegou a ser especulado como um possível candidato à Presidência. No entanto, o artista decidiu não seguir com a carreira política.
Caiado chegou a falar sobre o assunto: "Sabemos muito bem que, independente de ser ou não candidato, o Gusttavo Lima já entrou para a política. Gusttavo Lima sabe do que fala. Ele viveu uma história de muitas dificuldades e provações até alcançar o sucesso".
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado afirmou ter procurado o ex-ministro Ciro Gomes no início de abril, logo após ser oficializado como pré-candidato do PSD à Presidência da República.
Segundo o Metrópoles, durante a conversa, Caiado buscou saber se Ciro pretendia disputar o Palácio do Planalto. O ex-ministro teria respondido que está focado em um projeto político voltado para a disputa ao governo do Ceará.
Caiado confirmou o contato e destacou que a iniciativa ocorreu antes de o PSDB formalizar convite para que Ciro Gomes concorresse à Presidência, movimento que foi registrado na terça-feira (14).
A Confederação Nacional de Trânsito (CNT) divulgada nesta terça-feira (14) um novo levantamento de opnião sobre as eleições nacionais deste ano. A pesquisa aponta que, em um segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista lidera as intenções de voto com 44,9%, contra 40,2% de Flávio.
A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o registro BR-02847/2026, entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 08 a 12 de abril de 2026 e possui margem de erro de 2,2 pontos, com nível de confiança de 95%. Os entrevistados responderam de forma presencial domiciliar à pergunta: “Em uma hipótese de 2º turno para presidente do Brasil, em quem o(a) Sr.(a) votaria?”
Ainda no cenário de Lula e Flávio, 3,6% dos eleitores entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 11,3% se disseram indecisos quanto ao voto. Em relação à última pesquisa, divulgada em novembro do ano passado, Lula caiu quatro pontos percentuais. Flávio ainda não constava como opção para presidente.
A pesquisa ainda questionou sobre o cenário de Lula contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No caso, Lula aparece com 45,2% dos votos frente a 31,6% do mineiro. 15,9% disseram que vão votar branco ou nulo e 7,3% estão indecisos.
Por fim, entre o presidente petista e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). O goiano aparece com 32,7% das intenções de voto e Lula com 44,4%. 15,2% disseram que votariam branco ou nulo e outros 7,7% responderam que estão indecisos. (A reportagem foi atualizada às 15h28)
O fim do prazo, na semana passada, para desincompatibilização de cargos de quem deseja se candidatar nas eleições de outubro, vem levando os partidos a acelerarem as definições sobre candidatos. Até o momento, 11 partidos já teriam definido pré-candidaturas a presidente, embora esse número ainda possa crescer ou diminuir, pois apenas nas convenções de julho/agosto serão definidos os candidatos.
Até o momento, já apresentaram disposição para se candidatarem a presidente os seguintes nomes:
Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL)
Ronaldo Caiado (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Renan Santos (Missão)
Aldo Rebelo (DC)
Cabo Daciolo (Mobilização Nacional)
Augusto Cury (Avante)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Dos nomes colocados para a disputa até o momento, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na disputa de 2022. Ronaldo Caiado, Cabo Daciolo e Rui Costa Pimenta já foram candidatos a presidente em outras eleições, mas não participaram do último pleito.
Confira abaixo como está a situação de cada um dos 11 candidatos que participaram da eleição presidencial de 2022:
Lula, do PT, participou em 2022 da sua sexta eleição a presidente, tendo sido eleito após ter 48,43% dos votos válidos no primeiro turno e 50,90% dos votos válidos no segundo turno. Em 2026, o atual presidente é candidato a concorrer pela sétima vez, podendo chegar ao seu quarto mandato.
Jair Bolsonaro, do PL, em 2022 estava na presidência da República, e concorreu para renovar o mandato. Com 43,20% dos votos válidos, Bolsonaro foi para o segundo turno e acabou derrotado por Lula. No ano passado, Jair Bolsonaro foi preso após ter sido condenado a 27 anos por tentativa de golpe e outros crimes. No momento, cumpre pena em regime domiciliar, após ter passado por diversos problemas de saúde quando estava na Papudinha, e indicou seu filho, Flávio, para ser o candidato do partido a presidente.
Simone Tebet, como candidata do MDB em 2022, surpreendeu e alcançou o terceiro lugar naquela eleição, chegando a 4,16% dos votos válidos. Após ter apoiado Lula no segundo turno, Tebet foi convidada para ser ministra, e assumiu a pasta do Planejamento desde o primeiro dia do novo governo. Recentemente, se desincompatibilizou do cargo, mudou do MDB para o PSB e vai disputar uma vaga ao Senado pelo estado de São Paulo.
Ciro Gomes, então no PDT, concorreu à presidência da República pela quarta vez em 2022, e nesse pleito, ficou na quarta posição, com 3,04% dos votos válidos. Após as eleições, ficou afastado do ambiente político, e neste ano de 2026, ingressou no PSDB e anunciou que vai disputar o governo do Ceará, cargo que ele exerceu entre os anos de 1991 a setembro de 1994, quando renunciou para ser ministro da Fazenda do então presidente Itamar Franco.
Soraya Thronicke, que em 2022 exercia o cargo de senadora pelo estado do Mato Grosso do Sul, foi candidata a presidente pelo União Brasil, e alcançou 0,51% dos votos válidos no primeiro turno. No ano seguinte, trocou o União pelo Podemos, onde seguiu até a semana passada, quando entrou no PSB para tentar se reeleger ao Senado.
Felipe D´Avila, cientista político e empresário, não tinha exercido cargos públicos quando se tornou candidato a presidente pelo Novo. No primeiro turno de 2022, D´Avila obteve 0,47% dos votos válidos. Após as eleições, voltou a exercer a sua atividade empresarial e também a diretoria do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização sem fins lucrativos que busca formar lideranças para enfrentar os problemas do país. Também escreveu um livro, “Vire à Direita, Siga em Frente”.
Padre Kelmon, que pertence à Igreja Ortodoxa do Peru, inicialmente foi incluído em uma chapa como vice do candidato Roberto Jefferson. Com a impugnação da candidatura de Jefferson, Kelmon se tornou candidato a presidente. No primeiro turno, Padre Kelmon, candidato pelo PTB, obteve 0,07% dos votos válidos. Após criar um movimento político chamado Foro do Brasil, Kelmon ingressou no PL e deve concorrer a uma vaga de deputado federal pelo Estado de São Paulo.
Léo Péricles, ativista político mineiro, concorreu a presidente em 2022 pela Unidade Popular (UP), partido que teve seu registro homologado no TSE em 2019. No pleito de 2022, Léo Péricles obteve 0,05% dos votos válidos. Atualmente, Péricles é presidente da Unidade Popular, e ainda não definiu se vai ser candidato a algum cargo nas eleições.
Sofia Manzano, economista e professora, foi candidata a presidente em 2022 pelo PCB, e obteve 0,04% dos votos válidos. Sofia já havia participado das eleições de 2014, disputando o cargo de vice-presidente. Atualmente, Sofia continua militando politicamente no PCB, ao mesmo tempo em que é professora de Economia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Ainda não há definição se será candidata novamente a algum cargo eletivo neste ano.
Vera Lúcia, pernambucana, se candidatou a presidente pelo PSTU, e obteve 0,02% dos votos válidos. Ela, que afirma ser uma operária sapateira, participou de diversas eleições para variados cargos, nunca tendo sido eleita. Em 2026, Vera Lúcia é pré-candidata a governadora pelo Estado de São Paulo, pelo PSTU.
Eymael, em 2022, pela Democracia Cristã (DC), foi candidato a presidente pela sexta vez (já tinha tentado nos pleitos de 1998, 2006, 2010, 2014 e 2018), e obteve 0,01% dos votos válidos. Eymael, que seguiu como presidente do DC até recentemente, quando foi substituído no cargo por João Caldas, pai do ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas. Em 2026, Eymael, de 86 anos, não será candidato a presidente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceram praticamente empatados nas simulações de segundo turno na nova pesquisa Meio/Ideia sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quarta-feira (8). Já no primeiro turno, Lula lidera a disputa com vantagem de apenas três pontos percentuais.
De acordo com a pesquisa, o presidente Lula teria 40,4% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os demais nomes que registraram intenções de voto foram Ronaldo Caiado (União), com 6,5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 3%; e Aldo Rebelo (DC) com 0,6%.
Já nas simulações de segundo turno, os resultados são os seguintes:
Flávio Bolsonaro 45,8% x 45,5% Lula
Lula 45% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 44,7% x 38,7% Romeu Zema
Lula 45% x 26,4% Renan Santos
Lula 46% x 22,6% Aldo Rebelo
Na avaliação sobre a rejeição aos nomes colocados até aqui para a disputa presidencial, Lula aparece com o maior percentual na disputa ao Palácio do Planalto: 44,2% dos eleitores responderam que não votariam no líder petista “de jeito nenhum” se as eleições fossem hoje.
O segundo nome mais rejeitado é o do senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de eleitores que dizem não votar nele “de jeito nenhum”. As rejeições dos demais candidatos ficaram com o seguinte patamar: Ronaldo Caiado - 20,4%; Romeu Zema - 17,5%; Renan Santos - 16%; Aldo Rebelo - 11%; Não rejeita ninguém - 2,2%.
O levantamento divulgado pelo Meio/Ideia revela ainda que 51,5% dos eleitores brasileiros dizem que o presidente Lula não merece continuar no governo depois de 2026. Já 45% dos entrevistados responderam que o petista merece ter um quarto mandato.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 3 a 7 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00605/2026.
Com o fim do prazo de desincompatilização determinado pela Justiça Eleitoral para quem quer disputar outro mandato nas urnas de outubro, um total de 11 governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram aos seus cargos até este sábado (4).
A saída dos cargos não garante que seja concretizada uma eventual candidatura, mas em caso de ser efetivada, era necessário cumprir a exigência da legislação eleitoral. As candidaturas só serão oficializadas em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Entre os governadores que renunciaram aos seus mandatos, dois são pré-candidatos à Presidência da República: Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO). Zema, entretanto, vem sendo cotado também para ser candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Já no caso dos outros nove ex-governadores, o mais provável é que disputem vagas para o Senado Federal. Confira abaixo a lista dos governadores que deixaram o cargo:
- Gladson Cameli, do PP, no Acre
- Wilson Lima, do União Brasil, no Amazonas
- Ibaneis Rocha, do MDB, no Distrito Federal
- Renato Casagrande, do PSB, no Espírito Santo
- Ronaldo Caiado, do PSD, em Goiás
- Mauro Mendes, do União Brasil, em Mato Grosso
- Romeu Zema, do Novo, em Minas Gerais
- Helder Barbalho, do MDB, no Pará
- João Azevêdo, do PSB, na Paraíba
- Cláudio Castro, do PL, no Rio de Janeiro
- Antonio Denarium, do Republicanos, em Roraima
Além dos governadores, também deixaram os cargos dez prefeitos de capitais, em sua maioria para disputar os governos estaduais. No caso do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), ainda não está definido se ele sairá a governador ou a senador por Alagoas.
Confira a lista dos prefeitos de capitais que renunciaram até este sábado:
- Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro (RJ)
- Lorenzo Pazolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória (ES)
- João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife (PE)
- Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís (MA)
- Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa (PB)
- David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus (AM)
- Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá (AP)
- Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco (AC)
- Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista (RR)
- João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió (AL)
O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, afirmou nesta terça-feira (31) que é “impossível” a federação União Brasil-PP apoiar a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República.
“Impossível”, respondeu Ciro ao site Metrópoles.
Segundo o senador, a tendência da federação é apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou liberar os diretórios estaduais para escolherem seus candidatos.
No caso de apoio a Flávio, a aliança dependerá da definição da vaga de vice. O PP pleiteia indicar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para compor a chapa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).