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afropunk brasil 2025
O rapper Abebe Kibila, ou BK’, foi uma das atrações mais aguardadas do primeiro dia do Afropunk Brasil 2025. Por volta das 23h30, horário em que o rapper subiu ao palco, milhares de fãs se concentraram no palco principal do evento, ao som de “Você Pode Ir Além”.
Promovendo seu último projeto, Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer, ele trouxe músicas de destaque como “Só Eu Sei”, em parceria com Djavan, e “Só Quero Ver”, com Evinha. Em entrevista Bahia Notícias (BN), o rapper falou sobre o significado do rap em festivais e a responsabilidade de ocupar esses espaços de grandes eventos.
“É o que a gente sempre falou, o rap é uma música de invadir os lugares, de realmente ocupar os lugares e mudar as coisas. Então o rap chegando nos festivais. Pode convocar a tropa do rap que a gente vai acabar com tudo", destaca o cantor.
Questionado pela equipe BN sobre o impacto do rap na nova geração, o artista destacou a importância de passar a mensagem correta, criticando uma associação do rap com pautas ligadas a direita brasileira.
“A galera nova confunde muitas coisas, tem muita ouvinte nova de rap, uns papo meio torto, uns papo meio neoliberal, uns papo de direita, o que não é o papo do rap, tá ligado? Então, eu acredito que a responsabilidade dos MCs, muito de nós já somos mais velhos que os ouvintes, realmente está passando a visão certa do que a gente acredita de mundo", relata o artista.
O show de BK mostrou a força do hip-hop carioca e reforçou a proposta do Afropunk Brasil 2025 de dar espaço a artistas negros e à diversidade musical brasileira, com público empolgado e engajado do início ao fim.
A banda baiana Àttøøxxá foi uma das atrações mais aguardadas do Afropunk Brasil 2025, neste sábado (8), trazendo ao público a energia do 'Pagodão Baiano' e comemorando seus 10 anos de carreira. Conhecida por misturar música eletrônica com ritmos tradicionais, a banda mostrou porque se tornou referência no cenário musical local.
Em entrevista ao Bahia Notícias (BN), os integrantes falaram sobre a responsabilidade de estar no festival e o significado deste show especial. “Acho que a nossa real vivência hoje está aqui celebrando 10 anos, que também é uma data. Não são dez dias, mas são 10 anos. A gente está fazendo o bailão, a gente faz aqui todo verão".
Confira momentos da entrevista:
??Àttøøxxá celebra 10 anos de carreira com show de pagodão baiano no Afropunk Brasil
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O show de Àttøøxxá foi marcado pela interação com o público, danças e celebração da cultura baiana, reforçando a proposta do Afropunk Brasil 2025 de exaltar a negritude e a diversidade musical baiana em meio a cultura negra.
O sambista Péricles transformou a primeira noite do Afropunk Brasil, neste sábado (8), em uma grande roda de samba. Ao público de pagodeiros que o esperava no Parque de Exposições de Salvador, o artista entregou tudo e mais um pouco, já iniciando o show com “Até Que Durou”.
Mas uma hora e dez minutos do cantor fluminense no palco não foi o suficiente. Ele, que possui mais de 30 anos de carreira, revisitou clássicos do Exaltasamba e alegrou os “exaltamaníacos” com “Azul Sem Fim” e “A Carta”. Mas não faltaram os hits da carreira solo. O pagodeiro não deixou de tocar “Final de Tarde” e “Melhor Eu Ir”, para a satisfação do público.
Público este que era, em sua maioria, jovem. Ao Bahia Notícias (BN), Péricles afirmou que observa sua música em décadas de carreira influenciar diferentes gerações e uma adesão na juventude e espera que isso continue perdurando no futuro.
"Nosso som vai chegando mais longe, vai atingindo mais pessoas, vai mudando muitas vidas, e a gente hoje tem a resposta disso. Então, hoje eu recebo com muito carinho toda essa manifestação e continuo mexendo essa roda para que atinja mais gente, chegue mais longe, abra mais portas, quebre mais muros e essa ideia”, ressalta o cantor.
Momentos do show com Pericles | Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
Em meio à felicidade, veio a gratidão e a nostalgia. Péricles dedicou cerca de três músicas ao ídolo do samba, Arlindo Cruz, falecido em agosto deste ano. Uma delas, “O Show Tem Que Continuar”, teve o coro da plateia emocionada.
Confira momentos da entrevista ao BN:
??VÍDEO: Péricles comenta a força do samba e a energia de pertencimento do público em Salvador
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Péricles foi o terceiro artista da line-up oficial a tocar no palco principal. Nesta noite, ainda sobem ao palco o rapper BK’ e a banda baiana ÀTTØØXXÁ.
Ainda no primeiro dia do Afropunk Brasil 2025, que acontece neste sábado (08) em Salvador, o cantor Péricles celebrou o retorno à capital baiana e falou sobre a emoção de se apresentar no palco do Parque de Exposições, em um espaço dedicado a valorizar e exaltar a negritude brasileira.
Questionado pela equipe do Bahia Notícias (BN) sobre o sentimento de cantar em um ambiente que celebra a cultura preta, o grande nome do samba destaca a sensação de pertencimento que a Bahia oferece.
“Olha, é um sentimento de pertencimento. Como a gente chega aqui em Salvador ou em qualquer outro lugar do mundo onde a cultura preta é muito bem divulgada, muito bem aceita — posso dizer assim — a gente também se sente aceito”, celebra Péricles em entrevista ao BN.
Confira o momento:
??VÍDEO: Péricles fala sobre sentimento de pertencimento ao se apresentar no Afropunk
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Com bom humor, o cantor ainda brincou sobre a energia do público e a força do samba. “Então, o que eu espero, é dar a nossa apresentação, aí ela traga todo mundo para o mesmo lugar e a roda de samba aumentou agora, tá do tamanho do Afropunk”, completa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivete Sangalo
"Eu sou uma pessoa feliz, mas em Juazeiro sou muito mais feliz. Então, esse lugar vai ser de muito alegria, de muito sonho".
Disse a cantora Ivete Sangalo compartilhou com o público como tem sido acompanhar a construção do tão sonhado 'lar doce lar' em Juazeiro, no norte da Bahia, cidade de origem da artista.