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afropunk brasil 2026
O AFROPUNK Brasil 2026 iniciou seu segundo e último dia de programação neste domingo (8), no Parque de Exposições de Salvador. Após as apresentações do sábado, o festival voltou a receber o público a partir das 17h30, com uma programação que reúne artistas nacionais e internacionais.
Dj Belle faz coração para o público | Foto: Júlia Estrela / Bahia Notícias
A abertura dos portões marcou o início da movimentação para o segundo dia do evento. A primeira atração musical foi a DJ Belle, que embalou o público com uma seleção de músicas que incluiu “Joelho”, de Magary Lord, “Deusa do Ébano” e “Negruma”, do repertório do Ilê Aiyê. Entre os destaques da programação deste domingo estão Gilberto Gil, Kelela, Criolo, Kehlani e Gaby Amarantos, além de NandaTsunami e DJ Belle.
O festival reúne diferentes vertentes da música negra e encerra sua edição de 2026 em Salvador. O segundo dia do AFROPUNK Brasil acontece no Parque de Exposições e termina neste domingo (8). Confira imagens:
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Fotos: Júlia Estrela / Luiza Barbosa / Bahia Notícias
O Parque de Exposições, em Salvador, recebeu neste sábado (7) o primeiro dia do AFROPUNK Brasil 2026. Em sua sexta edição, o festival transformou o espaço em ponto de encontro da música e da cultura negra, reunindo artistas nacionais e internacionais em uma programação que atravessou diferentes gêneros e gerações.
Ao longo da noite, o público acompanhou apresentações de nomes como Lazzo Matumbi, AJULLIACOSTA, FLO, Emicida, Jorja Smith e Edcity, à frente do Fantasmão. A programação também contou com Telefunksoul, responsável por abrir a sequência musical com remixes de sucessos da música brasileira, e seguiu até a madrugada com o Paredão, na Arena.
Um dos destaques da noite foi o encontro entre diferentes referências da música negra. Enquanto Lazzo Matumbi levou ao palco a força do samba-reggae e de sua trajetória na cultura afro-baiana, artistas de outras gerações apresentaram sonoridades que passam pelo rap, R&B e pop contemporâneo. A cantora britânica Jorja Smith, que fez sua estreia no festival, também integrou a programação internacional.
Além dos shows, o evento movimentou a cena cultural e reuniu personalidades da música, da comunicação e do entretenimento. Entre os presentes estavam Bárbara Carine, Thiago Thomé, Rafaela Moreira, as cantoras Rachel Reis e Glória Groove, além de Benedita Casé, que acompanharam a programação do evento em Salvador.
O festival também foi marcado pela valorização da ancestralidade e da identidade afro-diaspórica, elementos que atravessam a proposta do AFROPUNK desde sua criação. A conexão entre música, representatividade e pertencimento esteve presente tanto nas apresentações quanto na experiência do público.
O AFROPUNK Brasil 2026 continua neste domingo (8), no Parque de Exposições, com mais um dia de programação musical e cultural em Salvador.
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O primeiro dia do AFROPUNK Brasil 2026 reuniu diferentes gerações e sonoridades da música negra no Parque de Exposições, em Salvador, neste sábado (7). A programação atravessou gêneros como rap, R&B e música baiana, em apresentações que reforçaram a diversidade artística e a conexão com a identidade e a cultura afro-diaspórica.
A programação musical começou com Telefunksoul, que apresentou remixes de sucessos conhecidos do público, como “Jeito Sexy”, do Fat Family, “Ziguiriguidum”, dos Filhos de Jorge, e “Machista Não Tem Vez”, da cantora A Dama. Enquanto o público chegava ao espaço, o DJ interagiu com os presentes e incentivou a dança.
A segunda atração da noite foi Lazzo Matumbi, que levou ao festival a força do samba-reggae e de sua trajetória ligada à cultura afro-baiana. Em entrevista, o cantor destacou o sentimento de estar entre pessoas que compartilham suas referências e falou sobre a presença de novas gerações na música. Ao comentar a participação de Ravi Zilm, afirmou que tinha o prazer de “passar o cajado” e abrir espaço para novos artistas.

Foto: André Carvalho / BN Hall
Na sequência, AJULLIACOSTA se apresentou diante de um Parque de Exposições já bastante cheio. A cantora incluiu no repertório músicas como “O que a Julia Vai Ser”, “Dharma” e “Você Vai Gostar”. O trio britânico FLO também integrou a programação, levando seu R&B contemporâneo ao público, seguido por Emicida, que apresentou “A Chapa é Quente” e “AmarElo”.
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Foto: André Carvalho / BN Hall
A cantora britânica Jorja Smith fez sua estreia no AFROPUNK Brasil. Reconhecida internacionalmente por faixas como “Blue Lights” e “On My Mind”, a artista transita entre o R&B, o soul e o pop, e foi um dos nomes internacionais da programação.

Foto: André Carvalho / BN Hall
O encerramento dos shows ficou por conta de Edcity e Fantasmão. Em entrevista, o vocalista destacou a relação do grupo com a cultura negra e com a proposta do festival. “Fantasmão é resistência porque retrata toda a cultura do povo negro”, afirmou. Para Edcity, o AFROPUNK representa “identidade, essência, ancestralidade, origem” e conexão com a comunidade. “Nós pertencemos a isso aqui. Isso aqui faz parte de nós”, completou.
No palco, o Fantasmão apresentou músicas como “É Pra Descer Quebrando” e “Eu Sou Negão”, antes de a programação seguir para o Paredão, na Arena. A estrutura começou às 2h da manhã e encerrou a primeira noite do festival, reunindo quem ainda permaneceu no Parque de Exposições.

Foto: Reprodução / INstagram / oafropunkbrasil
O AFROPUNK Brasil 2026 continua neste domingo (8), em Salvador, com mais um dia de programação dedicada à música e à cultura negra.
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A rapper AJULLIACOSTA foi a terceira atração do AFROPUNK Brasil 2026, neste sábado (7), no Parque de Exposições, em Salvador. Com o público já ocupando o espaço, a artista apresentou músicas como “O que a Julia Vai Ser”, “Dharma” e “Você Vai Gostar”.

Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias
O festival acontece neste sábado (7) e domingo (8), reunindo artistas nacionais e internacionais em uma programação que celebra a música e a cultura negra. A edição deste ano conta com nomes como Emicida, Lazzo Matumbi, Gilberto Gil, Jorja Smith, Kehlani, FLO e Kelela.
A programação é distribuída entre os palcos Agô e Gira, além da Arena, que recebe o tradicional Paredão.
O cantor Lazzo Matumbi destacou a importância da transmissão de legado entre gerações da música negra durante entrevista coletiva no AFROPUNK Brasil 2026, neste sábado (7), em Salvador.
Ao falar sobre a participação no festival, o artista ressaltou a presença do jovem Ravi Zilm e afirmou que o momento representa uma oportunidade de compartilhar o palco com uma nova geração.
“É como se eu estivesse, nesse momento, não me despedindo, mas tendo o prazer de trazer um novo, o cajado ser passado”, declarou Lazzo.
O cantor também celebrou a participação no AFROPUNK, que definiu como um espaço de valorização da música negra e de encontro entre pessoas que compartilham referências culturais e ancestrais.
“Quando a gente vê a nossa gente preta reunida, a gente diz que a gente está entre família”, afirmou.
Ao comentar sobre Ravi Zilm, Lazzo destacou a importância de uma nova geração de artistas comprometida com uma linguagem musical que dialogue com as questões da população negra.
“É um cara novo e que traz uma linguagem séria. Não é o oba-oba, mas fazer uma linguagem séria do jeito que a gente precisa e merece”, disse.
Para o artista, a participação no festival representa também um sentimento de pertencimento. “A gente está em casa”, concluiu.
O DJ Telefunksoul abriu a programação musical do AFROPUNK Brasil 2026, neste sábado (7), no Parque de Exposições de Salvador, com remixes de músicas conhecidas do público e muita dança.
Enquanto as pessoas continuam chegando ao festival, o artista colocou os presentes para dançar ao som de versões de “Jeito Sexy”, do Fat Family, “Ziguiridum”, dos Filhos de Jorge, e “Machista Não Tem Vez”, da cantora A Dama.
Durante a apresentação, Telefunksoul apostou em releituras de sucessos da música brasileira, com versões que animaram o público presente. O DJ também interagiu com as pessoas ao longo do show, incentivando a dança e a participação dos presentes.
O AFROPUNK Brasil 2026 acontece neste sábado (7) e domingo (8), no Parque de Exposições de Salvador, reunindo artistas nacionais e internacionais em uma programação dedicada à música e à cultura negra.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.
