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Andrew Garfield, o eterno Homem-Aranha do diretor Mark Webb, volta às telonas brasileiras no dia 10 de setembro com "A Maravilhosa Árvore Encantada", filme em que protagoniza. No longa, um dos queridinhos de Hollywood interpreta Tim Thompson, que é o elo de sua família em torno de uma nova vida no interior.
O filme acompanha a trajetória da família Thompson após deixarem uma vida na cidade grande para viver um antigo sonho de Tim, o pai do clã: viver da produção de uma receita especial de molho de tomate que foi passada de geração em geração pela sua família. A adaptação dos três filhos, Beth, Joe e Fran, é difícil, mas as coisas mudam quando a caçula encontra a fada Seda, interpretada por Nicola Coughlan, da série de sucesso da Netflix "Bridgerton", e descobre um mundo mágico por meio de uma grande árvore perto de casa. “O desafio divertido era como se soltar e ser o mais bobo, constrangedor e brincalhão possível. Você precisa ser como uma criança brincando ao máximo enquanto as câmeras estão gravando. Fomos ajudados pelas próprias crianças, uma vez que elas são espirituosas, divertidas e conectadas com a própria infância”, declarou Andrew Garfield em entrevista à Luxury London.
"A história foi adaptada para as famílias modernas, então esperamos que lide com problemas genuínos sobre como é a parentalidade hoje e como são as crianças modernas por uma lente divertida”, explica Garfield, em entrevista à BBC. “Quanto mais vivemos essa revolução tecnológica, mais entendemos que nossas consciências estão sendo sequestradas. Nossa atenção, um bem valioso, está sendo mercantilizada, usada e abusada pelas empresas de tecnologia. [Precisamos fazer] o trabalho difícil de diversificar nossa atenção e reconectar com coisas eternas, como a natureza". A atriz de "The Crown", Claire Foy, se junta à Garfield como sua esposa, Polly Thompson, repetindo a parceria de sucesso em "Uma Razão Para Viver".
Produção mais indicada ao Emmy Awards 2018, com 22 indicações, "Game of Thrones" ganhou mais uma vez o título de "Melhor Série Dramática". Exibida nos meses de julho e agosto do ano passado, a sétima temporada da trama desbancou "The Handmaid's Tale", "Stranger Things", "The Americans", "The Crown", "This Is Us" e "Westworld".
Já no quesito "Melhor Série de Comédia", a estreante "The Marvelous Mrs. Maisel", da Amazon Prime Video, venceu "Atlanta", escrita e dirigida pelo artista Donald Glover, que também interpreta o protagonista da série. A categoria também foi disputada por "Barry", "Black-ish", "Glow", "Curb your enthusiasm", "Sillicon Valley" e "Unbreakable Kimmy Schmidt".
A "Melhor Série Limitada" ficou com a segunda temporada de "American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace". O primeiro ano do seriado, The People vs O.J. Simpson, também levou a estatueta em 2016. Dessa vez, a série venceu "Genius", "Godless", "Patrick Melrose" e "The Alienist" e conquistou ainda o título de “Melhor Direção” na categoria para Ryan Murphy.

Diretor de American Crime Story, Ryan Murphy | Foto: Reprodução / Twitter @ACSFX
Para o Emmy, os destaques na atuação foram "Claire Foy", "Melhor Atriz em Série Dramática" por sua última temporada em "The Crown"; Matthew Rhys, "Melhor Ator em Série Dramática" por "The Americans"; Thandie Newton como "Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática" por "Westworld"; e Peter Dinklage como "Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática" por "Game of Thrones".
Nas séries de comédia, os premiados foram Bill Hader de "Barry" e Rachel Brosnahan de "The Marvelous Mrs. Maisel". Darren Criss foi escolhido "Melhor Ator em Série limitada ou Filme para TV" por interpretar Andrew Cunanan em "American Crime Story" e Regina King ganhou na categoria feminina por "Seven Seconds".
Realizado no Microsoft Theater, em Los Angeles, nos Estados Unidos, o Emmy Awards abriu a temporada de premiações no país. A lista completa com todos os indicados e vencedores pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).
A atriz britânica Claire Foy, que interpretou a rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas da série “The Crown”, deve receber uma indenização de até 200 mil libras, por causa da disparidade salarial entre ela e um ator com um papel semelhante (clique aqui e saiba mais). A notícia é do Daily Mail, que diz que a informação ainda não foi confirmada pela Netflix, distribuidora da série. O imbróglio se deu depois que os produtores Suzanne Mackie e Andy Harries revelaram que Claire recebia cerca de 29 mil libras a menos que Matt Smitt, intérprete do príncipe Philip, marido de Elizabeth II. Na ocasião, a produção justificou a disparidade salarial entre os dois pela fama do ator, já que ele tinha protagonizado quatro temporadas de Doctor Who. Além da desculpa, os produtores e a Netflix asseguraram que dali em diante os salários dos demais atores não serão superiores que o da intérprete da rainha em “The Crown”.
A atriz Claire Foy falou pela primeira vez sobre a “polêmica” com relação ao seu salário e o do ator Matt Smith, na série The Crown. De acordo com a Cosmopolitan, a interprete da rainha Elizabeth ll, em entrevista à revista americana Entertainment Weekly revelou como estava após saber que o seu salário era inferior ao do ator que viveu o príncipe Philip “Fiquei surpresa porque sou a protagonista”, disse a atriz. “É no mínimo estranho porque o elenco é liderado por uma mulher”, emendou. Após a revelação, o público da série está pressionando Smith para doar a diferença do valor salarial ao movimento “Time’s Up” (veja aqui), que luta contra qualquer tipo de abuso que ocorra contra mulheres na indústria do entretenimento.
Os produtores de “The Crown” se desculparam , nesta terça-feira (20), pela disparidade salarial entre atriz e ator que desempenharam papeis semelhantes na série de TV sobre a família real britânica. “Nós queremos pedir desculpas para Claire Foy [intérprete da rainha Elizabeth] e para Matt Smith [ator que viveu o príncipe Philip] atores brilhantes e amigos, que entraram no centro de um turbilhão midiático nesta semana sem terem culpa”, informou a Left Bank Pictures em comunicado, após as críticas que incluíram uma petição para que Smith doasse a diferença de seu salário para o Times’s Up, movimento que combate abusos sexuais e assédio em ambientes de trabalho. “Nós da Left Bank Pictures somos responsáveis por orçamentos e salários; os atores não estão cientes de quem ganha o que, e não podem ser pessoalmente responsabilizados pelo pagamento de seus colegas”, acrescentou a produtora, sem informar, no entanto, se a disparidade entre os salários dos protagonistas de The Crown irá ser solucionada.
Para substituir Claire Foy, a atriz Olivia Colman foi escalada para interpretar a rainha Elizabeth II a partir da terceira temporada de “The Crown”. A notícia foi confirmada pela Netflix a sites americanos.
A mudança na intérprete se deve ao fato de que cada temporada da trama abrange cerca de uma década da história. Por conta disso, Claire, que foi indicada ao Emmy de “Melhor Atriz” pelo papel, só vai interpretar a personagem até a segunda temporada. Os novos episódios de The Crown chegarão ao serviço de streaming no dia 8 de dezembro. Já a terceira temporada ainda não tem data para estrear.

Claire Foy como a rainha Elizabeth II na primeira temporada de 'The Crown' | Foto: Netflix
Entre as produções mais caras da Netflix, The Crown conta a história da rainha da Inglaterra, que assume a coroa com a morte de seu pai, o rei George VI, em 1952, e se mantém no posto até hoje. Conhecida por trabalhos como “America's Broadchurch” e “The Night Manager”, Olivia deve assumir a trajetória da soberana a partir da segunda década dos anos 60, que é o período estimado para o fim da segunda temporada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"O combinado não sai caro".
Disse o vereador o vereador Randerson Leal (Podemos) ao criticar a exclusão dos projetos de lei de autoria dos parlamentares da Ordem do Dia da Câmara Municipal de Salvador (CMS) nesta quarta-feira (12). Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o membro da casa critica o descumprimento de um acordo firmado no início da semana para a apreciação das matérias dos legisladores.