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dolly parton
A cantora Miley Cyrus prestou homenagem a Dolly Parton, ícone da música country norte-americana e sua madrinha, que faleceu na terça-feira, por meio de uma publicação no Instagram feita nesta quarta-feira (26).
"O sentimento de perder minha 'Tia Dolly' vai além do que parece certo compartilhar. Nossos momentos mais sagrados foram privados e eles irão continuar dessa maneira, atrás do palco, sob o glamour e no meio dos nossos corações", afirmou a cantora de Wrecking Ball.
Dolly Parton era a madrinha de Miley Cyrus. A lenda do country possuía uma amizade de mais de três décadas com o pai de Miley, Billy Ray Cyrus. O cantor, inclusive, saiu em turnê com Dolly no começo dos anos 90.
Quando Miley Cyrus nasceu, Billy Ray pediu que Dolly fosse madrinha da filha, começando assim uma longa relação. Dolly possuía um papel importante e próximo na vida pessoal e profissional de Miley, já tendo feito aparições em "Hannah Montana", série da Disney da qual Cyrus era protagonista, além de ter realizado diversas apresentações musicais ao lado da afilhada.
"O que EU SEI é que Dolly gostaria que eu sentisse isso, escrevesse uma música e depois continuasse seguindo em frente e fosse forte. Eu tenho um anjo do meu lado. Sempre tive. Uma das nossas últimas conversas foi sobre música e metamorfose. Eu vou sempre a amar e querer a deixar orgulhosa. Meu coração está partido pelo mundo, a família dela e seus amigos que irão sentir muitas saudades. Nós estamos nessa perda juntos e iremos vê-la em todas as coisas mais belas", finalizou Miley.
Dolly Parton faleceu em decorrência de um câncer no Hospital Vanderbilt-Ingram Cancer Center em Nashville, no Tennessee. O tipo específico da doença não foi divulgado. A artista deixou um legado de mais de seis décadas de carreira com diversos sucessos. Um dos seus projetos mais famosos foi a música "Jolene", lançada em 1973 como o principal single do décimo terceiro álbum de estúdio da cantora, que também se chamava "Jolene".
A última música da cantora e compositora Dolly Parton, de 80 anos, só será lançada ao público daqui a duas décadas. Parton, que teve a morte anunciada na última terça-feira (25), revelou ter deixado um projeto preparado para ser sua última canção no mundo.
Em entrevista ao programa 'The Kelly Clarkson Show', em 2022, Dolly revelou que a faixa 'My Place in History', foi escrita e guardada em uma caixa dos sonhos, feita de madeira, no Dollywood's DreamMore Resort em Pigeon Forge, Tennessee.
"Coloquei todas as coisas que tinham a ver com a época – coloquei um toca-fitas e um toca-CDs, coloquei tudo nessa caixa. Mas eu tive que escrever essa música que ninguém ia ouvir até então. E eu te digo, você não tem ideia de como isso me incomodou. Eu quero muito desenterrá-la e pensar: 'Bem, eu preciso usar essa música', porque ela é... é uma música muito boa."
De acordo com um representante da Dollywood, em entrevista à CNN, a caixa só será aberta no centésimo aniversário de Parton, dia 16 de janeiro de 2046.
Dolly Parton faleceu nesta terça-feira (25) aos 80 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada; a informação foi confirmada por Bryan Seaver, seu sobrinho e chefe de segurança. A artista, ícone da música country, deixa um legado de mais de seis décadas com diversos sucessos como "Jolene" e "I Will Always Love You".
"Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro", disse Bryan Seaver. Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, em março de 2025. A artista passou a cancelar uma série de shows, por conta de problemas de saúde que não foram especificados pela sua equipe.
A lenda do country era conhecida pela voz marcante, perucas loiras e figurinos extravagantes, construindo um império no entretenimento a partir de suas origens no estado do Tennessee. A cantora não possuía filhos, mas era madrinha da cantora Miley Cyrus.
Ao longo de mais de seis décadas de trajetória, Dolly escreveu cerca de 3 mil canções que foram gravadas por diversos nomes da indústria, como Tina Turner e White Stripes.
Entre seus maiores sucessos estão a colaboração com Kenny Rogers em "Islands in the Stream" de 1983 e o projeto "Trio", gravado com Emmylou Harris e Linda Ronstadt. Dolly também investiu no mundo empresarial, criando o parque temático Dollywood no Tennessee, além de ter investido no cinema e na televisão. A artista foi eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll, e venceu 10 prêmios Grammy.
Com ganhos no valor de aproximadamente US$ 105 milhões (cerca de R$ 342,3 milhões), Beyoncé é a mulher mais bem paga na música em 2017, segundo um levantamento realizado pela Forbes e divulgado nesta segunda-feira (20) (clique aqui). Além do disco “Lemonade” e a turnê "Formation", sua própria linha de roupas, Ivy Park, também a ajudou a aumentar a receita. O segundo lugar ficou com Adele, que embolsou US$ 69 milhões (cerca de R$ 225 milhões). Beyoncé desbancou ainda Taylor Swift que foi a campeã de 2016, mas este ano embolsou “apenas” US$ 44 milhões (cerca de R$ 143,4 milhões), números que ainda podem aumentar com o novo álbum “Reputation” e a nova turnê.
Confira a lista completa:
1 – Beyoncé - US$ 105 milhões
2 – Adele - US$ 69 milhões
3 – Taylor Swift - US$ 44 milhões
4 – Celine Dion - US$ 42 milhões
5 - Jennifer Lopez - US$ 38 milhões
6 -Dolly Parton - US$ 37 milhões
7 - Rihanna - US$ 36 milhões
8 - Britney Spears - US$ 34 milhões
9 - Katy Perry - US$ 33 milhões
10 - Barbra Streisand - US$ 30 milhões
Explorando uma nova fase que flerta com o country, a cantora Miley Cyrus divulgou nesta manhã o clipe da faixa “Younger Now” (leia aqui). A música também dá nome ao novo álbum da ex-disney que aproveitou o lançamento para divulgar a capa e a lista de músicas que farão parte do novo trabalho. Entre as faixas divulgadas está “Rainbowland”, uma parceria com Dolly Parton, cantora country que ficou famosa pelo hit “Jolene” na década de 1970. “Younger Now” representa um novo momento para Miley Cyrus que tinha lançado ‘Bangerz”, um álbum de Pop rap, em 2013.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.