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Artigos

Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

fabio carneirinho

Clássicos, autorais e releituras: Fábio Carneirinho revela critérios para montar repertório
André Carvalho / BN

O cantor e sanfoneiro Fábio Carneirinho afirmou que a montagem do repertório de seus shows vai além da escolha das músicas e é construída de acordo com a resposta do público. Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (23), após apresentação no Pelourinho, em Salvador, o artista explicou que adapta a ordem das canções durante a apresentação, conforme a reação da plateia.

 

Segundo Carneirinho, seus shows são estruturados em três pilares: clássicos do forró, músicas autorais e releituras de outros estilos musicais adaptadas ao gênero. Para ele, essa combinação permite valorizar as raízes do ritmo sem deixar de dialogar com diferentes públicos.

 

"São três pilares: as músicas baluartes, de Gonzaga e Dominguinhos, que fizeram o São João chegar até aqui; as músicas autorais, para mostrar quem a gente é; e também a fusão de outros estilos junto do forró. A gente gosta de outros ritmos, só não quer que eles sejam o ator principal no São João", afirmou.

 

O artista ressaltou ainda que, durante a apresentação, o repertório pode sofrer alterações de acordo com a energia do público. "A gente vai sentindo ali a galera e vai mudando. Vou falando com a banda e trocando o repertório sempre que precisa", completou.

 

ASSISTA:

Fábio Carneirinho diz que paixão pelo forró sustenta trajetória no gênero: "Não me vejo fazendo outra coisa"
André Carvalho / BN

O cantor e sanfoneiro Fábio Carneirinho afirmou que a paixão pelo forró é o que o mantém no gênero, mesmo com a presença cada vez maior de ritmos como arrocha e piseiro nas festas juninas. A declaração foi dada ao Bahia Notícias nesta terça-feira (23), após apresentação no Pelourinho, em Salvador.

 

Segundo o artista, o vínculo com o forró nasceu ainda na infância e se consolidou ao longo da carreira. Há 25 anos vivendo exclusivamente da música, ele disse que nunca cogitou seguir outro caminho profissional.

 

"Quando você é apaixonado por uma coisa, não consegue sair dela de jeito nenhum. Cresci apaixonado pelo autêntico forró e já há 25 anos ganho a vida tocando puramente forró. Não me vejo fazendo outra coisa. Sou apaixonado pelo forró", afirmou.

 

ASSISTA:

Fábio Carneirinho comenta sobre letras que "diminuem as pessoas" e defende forró mais educacional e instrutivo
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

Após sua apresentação na noite desta quinta-feira (19) no Parque de Exposições, o compositor e cantor baiano Fábio Carneirinho, natural de Pé de Serra, concedeu uma entrevista ao Bahia Notícias. Ele comentou sobre a diferença entre os estilos de forró e o papel da música em educar, instruir e oferecer qualidade ao público.

 

“O forró ruim, ou qualquer estilo ruim para mim, é o que incentiva as pessoas a diminuírem. A viver sem limites, à apologia às drogas, ao desrespeito aos próximos, sobretudo com a mulher”, defende o cantor, expressando sua visão sobre o impacto negativo de certas letras.

 

Momentos do show do Fábio agitando o Parque de Exposições | Fotos: André Carvalho / Bahia Notícias

 

“O forró bom é o que incentiva as pessoas a evoluírem [mental] e espiritualmente. Do ponto de vista musical, do ponto de vista poético, do ponto de vista educacional, do ponto de vista social. O forró ruim, ou qualquer estilo ruim para mim, é o que incentiva as pessoas a diminuírem. A viver sem limites, à apologia às drogas, ao desrespeito aos próximos, sobretudo com a mulher. A música ruim é o que degrada o ser humano!”, detalha Fábio.

 

Ele também explicou a influência da música na educação fora do ambiente cultural no saber “A responsabilidade também é nossa. Às vezes na escola você aprende uma coisa que engrandece você, e fora você aprende uma coisa que degrada”, enfatiza  a importância do conteúdo musical na formação das pessoas.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Girão

Eduardo Girão
Foto: Antena 1 Salvador

“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada". 

 

Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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