Artigos
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
gang do samba
Rosiane Pinheiro, ex-dançarina do grupo de pagode baiano Gang do Samba, desabafou, na última terça-feira (11), sobre não ter recebido apoio quando sofria de depressão. A ex-A Fazenda contou, através de seus stories, sobre chegar a pesar 100 kg durante o período.
Ao ser perguntada por seus seguidores sobre como enfrentou a doença, Rosiane contou que as pessoas que estavam ao seu lado durante a fase só a “deixavam ainda pior”. “Tive apoio de Deus! Porque até as pessoas que estavam ainda pior, as pessoas são cruéis! Foi uma fase muito dificil, mas ali eu aprendi muito também”, compartilhou.
“Durante muito tempo eu me calei com muitos comentários, eu ficava mal, chorava muito, depressiva, com crise de ansiedade, dentre outras coisas. Ficava sem saber o porquê e tanto ataque, uma pessoa vir da opinião no que você não pediu”, desabafou a ex-dançarina.
Segundo Rosiane, os ataques na internet sobre a aparência de seu corpo também a afetaram psicologicamente. Recentemente, a ex-A Fazenda se defendeu de um desses ataques em uma publicação no Instagram. “Olha que ousadia dessa safada. Cheia de celulite, mas 50 anos, poderosa e gostosa. Você paga o meu mercado? Paga a minha academia?”, rebateu.
Aos 50 anos, a ex-dançarina realizou no início do último mês uma lipo HD e um enxerto nos glúteos e nas partes íntimas. À Quem, Rosiane revelou ter pedido a realização do procedimento ao médico responsável. "Pedi para o Dr. Lucas Guimarães fazer um enxerto na vagina também porque me incomodava o aspecto de antes e agora tá linda, parecendo um moranguinho", compartilhou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.