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iguinho
Durante show de São João em Araripina, Pernambuco, a dupla Iguinho e Lulinha foi obrigada a encerrar a apresentação pela Polícia na noite da quarta-feira (17). O motivo seria o fato de a dupla já ter extrapolado o horário estabelecido.
Na ocasião, Iguinho chegou a citar o cantor Wesley Safadão, questionando se o artista teria o mesmo tratamento. A dupla recebeu a ordem de encerrar o show e anunciou a última música. "Iguinho, a polícia disse para parar, vamos fazer 'Voltar pro meu Sertão' só a saidera", disse Lulinha. "Fazer o quê, né? Manda quem pode, obedece quem tem juízo", respondeu Iguinho.
Depois da apresentação da última música, durante a saída da banda, Iguinho disparou: "Gente, vai ter que terminar, infelizmente. Ou termina, ou desliga. Um beijo no coração de vocês, Deus abençoe. Eu queria ver se fosse Safadão, se ele ia desligar".
Esse pedido de encerramento se dá por conta dos Termos de Ajustamento de Conduta, que são convenções jurídicas firmadas pelo MP de Pernambuco com a prefeitura e organizadores dos eventos de São João. Um dos acordos firmados é justamente o horário máximo de shows, limites de som, segurança e encerramento.
Na manhã desta quinta-feira (18), Lulinha foi até seus stories no Instagram para se desculpar com o público sobre a situação e aproveitou para explicar que os shows da noite começaram atrasados, o que fez com que o show da dupla começasse atrasado também. Além disso, Iguinho e Lulinha passaram por problemas técnicos com o som, o que atrasou ainda mais.
"A gente entrou, o som não estava muito legal, estava baixo, pediram pra gente aumentar. Não sei o que houve, mas vim pedir desculpa para vocês. Infelizmente, também por questão do começo da festa, da organização que não começou no horário certo, a gente também não... Nós fomos até as 4 horas. A gente chegou cedo para fazer o show, mas infelizmente não deu tempo de fazer o show completo. Peço desculpas também por isso, mas em breve a gente volta para fazer o show completo, porque hoje eu fiquei muito triste", desabafou o cantor nos stories.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).