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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

karim ainouz

Filme de diretor brasileiro é selecionado para mostra competitiva do Festival de Berlim
Foto: Divulgação / Felix Dickinson

O longa-metragem do diretor brasileiro Karim Aïnouz, Rosebush Pruning, foi selecionado para a competição da 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. 

 

O diretor, responsável por filmes como Madame Satã, Motel Destino, O Jogo da Rainha e A Vida Invisível, assina a direção do filme com produção de Viola Fügen e Michael Weber. A coprodução fica a cargo de Andreas Wentz e Juan Cano “Nono” (SurFilm, Espanha) e Rachel Dargavel (Crybaby, Reino Unido).

 

O filme tem em seu elenco grandes nomes de Hollywood como Callum Turner, Riley Keough, Jamie Belle, Lukas Cage, Elena Anaya, além de Tracy Letts, Elle Fanning e Pamela Anderson. 

 

“Estou feliz da vida de voltar ao Festival de Berlim, um festival visionário. O último filme meu que esteve em competição aqui foi o Praia do Futuro, em 2014. É uma honra poder estrear novamente aqui. Além de ser realizado na cidade onde eu vivo, é um festival que aposta em um cinema de inovação, de invenção. É uma vitrine perfeita para este filme, que investe num afiado senso de humor, que é marcado pela transgressão e ousadia, valores que são sinônimos do próprio Festival e da cidade de Berlim. Estar ao lado dos filmes selecionados me deixa profundamente lisonjeado”, celebra Aïnouz.

 

O filme é ousada sátira contemporânea sobre as contradições da família tradicional. Ambientado em uma mansão na Catalunha, o longa acompanha uma família americana privilegiada e excêntrica, envolta em conflitos absurdos.  

'A Vida Invisível': Diretor Karim Aïnouz define filme como 'grito contra o machismo'
Foto: Divulgação / Bruno Machado

O filme 'A Vida Invisível', do cearense Karim Aïnouz, que está na disputa para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Internacional, estreia nesta quinta-feira (31) nos cinemas brasileiros. Porém, Salvador recebe uma pré-estreia do filme nesta quarta-feira (30), às 20h, durante a abertura do XV Panorama Internacional Coisa de Cinema. O evento ainda irá contar com um debate após a exibição do longa entre o diretor do filme, a atriz Carol Duarte e o público. 

 

Rio de Janeiro, década de 1950. Eurídice (Carol Duarte) é uma jovem talentosa, mas também introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor (Gregório Duvivier).

 

Apesar da trama do filme se passar na década de 50, ela aborda questões atuais vividas pelas mulheres e também faz um destaque a "masculinidade tóxica", termo utilizado por Karim Aïnouz durante entrevista ao Bahia Notícias, que ocorre daquela época até os dias de hoje. "Quando eu digo que o filme representa um grito contra o patriarcado, quero dizer que apesar de haver mudanças e apesar da gente estar em um momento crítico em relação à condição da mulher, eu queria muito falar dos homens também, porque eles não mudam, entende?". 

 

"As mulheres são muito diferentes hoje, mas os homens continuam muito parecidos. Eu queria muito falar não só da condição feminina, mas como a masculinidade pode ser tóxica ao ponto de ter destruído a vida da Eurídice, como que ela continua tão forte. Quando você vê o governo federal que a gente tem, eu acho que isso vem de uma masculinidade que é altamente tóxica, e que é nociva, e que precisa estar no poder a qualquer custo. Então é nesse sentido que eu falo que ele é um grito contra o machismo. Ele não é exatamente um filme feminista, porque eu não sou mulher, mas ele é anti patriarcal, anti machismo, anti tudo que a masculinidade tóxica pode provocar não só nas mulheres, como no mundo. E como que essa violência é naturalizada. O filme fala muito disso, um cara como o Antenor que parece uma criança ali, ele era um chefe de família, ele tem uma posição de poder que era algo muito grande, então no filme é para olhar aquilo também de uma maneira meio irônica", apontou o cearense. 

 

O longa, que é uma adaptação do livro "A Vida Invisível de Eurídice Gusmão", de Martha Batalha, não prioriza um amor entre amantes, mas sim um amor entre irmãs, que por atitudes patriarcais encontram dificuldades para se reencontrar. Karim acredita que cada uma das irmãs tinha uma missão para cumprir dentro da história, que seriam: "Guida tinha a vocação de ser livre, e eu acho que ela viveu essa vocação até o fim, mesmo com tudo que ela precisou passar. Já a de Eurídice, era falar através da música, ser uma grande pianista, mas essa vocação não foi vivida até o fim", argumenta. 

 


Foto: Divulgação / Bruno Machado

 

O filme conta também com a participação especial de Fernanda Montenegro. Karim revelou ao BN que a primeira pessoa que surgiu em sua cabeça para interpretar uma das personagens principais da trama, após uma passagem de 50 anos da história, foi a atriz carioca. "Quando eu olho para ela eu penso em força, em integridade, em muitas coisas que eu queria que a personagem fosse. E eu não conseguia pensar mais ninguém", conta o diretor.  

 

Karim ainda disse que não esperava que Fernanda fosse aceitar, já que seria uma participação de aproximadamente 10 minutos. "Escrevemos uma carta e mandamos junto com o roteiro para ela. Depois nos encontramos e ela não falou nada sobre participar do filme, eu logo pensei: 'ela está aqui apenas sendo elegante'. Em um determinado momento ela falou: 'o nosso filme', e eu fiquei muito encantado. Tem sido não só uma colaboração profissional incrível, mas temos um carinho muito grande, eu por ela e ela pelo filme". 

 

O diretor de "A Vida Invisível" confessou estar muito curioso em como os espectadores homens sairão da sessão do filme. Segundo Karim, as perguntas que ele escuta dos homens após terem assistido o filme são "Como foi a fotografia do filme?" ou "Como está sendo a campanha do Oscar". Mas na verdade, ele disse querer saber como esse público se sente ao olhar para os personagens. 

 

"Eu acho que o filme tem tocado muito as mulheres, porque ele fala de coisas que a gente não tem falado, de história que não têm sido contadas.  Mas eu tô muito curioso com os espectadores homens, porque poxa vida, é uma vida que foi sequestrada da Eurídice, por um desejo de se manter uma família, como ela diz para o pai: ‘o que que você fez que você queria proteger minha família?'. Então estou muito curioso para escutar os homens", declara Aïnouz. 

 

“A gente fala tanto do Brasil que é um país super machista. E eu tenho muito respeito pelas mulheres, porque, se não me engano, 40% dos lares brasileiros são sustentados e liderados por elas. Então acho que é muito importante que a gente pense nisso. É um debate muito importante, ainda mais porque para mim essa masculinidade que é tão nociva ao machismo, ele é a base do fascismo. Para mim realmente é ali que está a base de tudo, o desespero para estar no poder. Não trago no filme um debate teórico, porque não acho que o cinema não é discurso, mas espero que as pessoas sejam tocadas e pensem nisso”, finalizou o diretor. 

 

 

'A Vida Invisível' desbanca 'Bacurau' e é selecionado para representar Brasil no Oscar
Foto: Divulgação

O filme “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, foi selecionado para representar o Brasil na disputa pelo Oscar de Melhor Longa-metragem Internacional. 


O anúncio foi realizado nesta terça-feira (27) pela Academia Brasileira de Cinema, instituição responsável por organizar a comissão especial, que avalia as produções e define qual delas será indicada. O longa desbancou outros 11, dentre eles o aclamado “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho.


Com estreia nesta sexta-feira (30), no Cine Ceará, “A Vida Invisível” é uma adaptação do livro "A Vida Invisível de Eurídice Gusmão", de Martha Batalha. O filme conta a história de Guida e Eurídice, duas irmãs com características e caminhos distintos, diante de um rígido regime patriarcal e conservador, no Rio de Janeiro dos anos 1950. 

 

Filme brasileiro "Praia do Futuro" recebe prêmio em festival espanhol
Foto: Divulgação
O diretor brasileiro Karim Ainouz recebeu neste sábado (20) o prêmio Sebastiane Latino por seu filme "Praia do Futuro" no Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha. Criado pela associação de gays, lésbicas, transexuais e bissexuais do País Basco (comunidade autônoma espanhola), o prêmio foi entregue pouco antes da projeção do longa, no início da seção Horizontes Latinos do festival, que tem como objetivo reconhecer os filmes latino-americanos que defendem as reivindicações e valores de LGBTs. No longa, Wagner Moura interpreta Donato, salva-vidas da Praia do Futuro, em Fortaleza, que se apaixona pelo alemão Konrad (Clemens Schick) e vai morar com ele em Berlim, onde tenta recomeçar a vida. Anos depois, o irmão mais novo de Donato, Ayrton (Jesuíta Barbosa), resolve ir para Europa em busca do seu herói perdido.  
 
‘Praia do Futuro tem história de amor entre dois caras, mas não é romance’, diz Wagner Moura
Elenco e diretor na pré-estreia em Salvador Foto: Genilson Coutinho | Divulgação
Um herói partido ao meio. Esse também poderia ser o título de “Praia do Futuro”, filme dirigido por Karim Aïnouz, que traz no elenco o baiano Wagner Moura, o pernambucano Jesuíta Barbosa e o ator alemão Clemens Schick. A pré-estreia do longa-metragem aconteceu na noite desta quarta-feira (7), no UCI Iguatemi, com a presença do diretor e dos atores que interpretam o casal protagonista: Wagner e Clemens. A estreia de “Praia do Futuro” está prevista para a próxima quinta-feira, 15 de maio.
 
O enredo do filme gira em torno da história de Donato (Wagner Moura), salva-vidas da Praia do Futuro, um dos bairros da cidade de Fortaleza (CE). Considerada uma das praias mais perigosas do país e com um alto índice de afogamentos, Donato trabalha na região. Ao fracassar em um resgate pela primeira vez, ele conhece o alemão Konrad (Clemens Schick). A partir daí, os dois começam uma intensa relação de amor, que move o salva-vidas a se mudar para Berlim, deixar o passado na sua cidade natal para trás e recomeçar a sua vida. Anos depois, o irmão mais novo de Donato, Ayrton (Jesuíta Barbosa), resolve ir para Europa em busca do seu herói perdido.  
 
 
"Praia do Futuro" é a primeira parceria entre o diretor Karim Aïnouz e o ator Wagner Moura Crédito: Joe Wilthorth / Divulgação

Para Wagner Moura, o romance entre dois homens é uma coisa forte na narrativa, mas não é o aspecto principal. “Eu acho que quando a gente começa a falar dessas coisas, dando muita ênfase, o subtexto é o preconceito. Esse é um filme sobre pessoas. O fato de ele ser gay ou não, não deve ser um assunto. ‘Praia do Futuro’ tem uma história de amor entre dois caras, que é super bonita, mas o filme não é um romance”. Wagner ainda acrescenta que Donato é um herói que vive uma vida que não é a dele. “Quando ele perde um salvamento na praia, começa a se fragilizar e entra num processo para virar outra pessoa”. 
 
Este é o quinto filme da carreira de Karim Aïnouz, que tem no currículo prestigiados trabalhos como “Madame Satã”, “O Céu de Suely” e “Abismo Prateado”. O diretor afirma que todos os seus filmes têm algo de autobiográfico e com “Praia do Futuro” não seria diferente. “Eu saí de casa aos 17 anos e fui para o mundo. Então, o sentimento de Donato é uma sensação que eu conheço e que me fez muito bem. Mas nunca são autobiografias diretas, são sensações que você experimenta”. De acordo com ele, que viveu num bairro perto da Praia do Futuro em Fortaleza, o mote principal do filme é a iniciativa de um personagem que vai embora para o mundo e nunca mais volta. 

Confira abaixo trailer de "Praia do Futuro": 
 

Quatro filmes brasileiros concorrem no Festival de Berlim
Com Wagner Moura, 'Praia do Futuro' concorre a maior prêmio
O Brasil, que nos últimos anos levou ao Festival de Berlim longas como "Tropa de Elite", de José Padilha (vencedor do prêmio Urso de Ouro em 2008) e "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas, marca presença na 64 ª edição do evento com quatro longas que fogem do estereótipo dos dramas sociais ou políticos: "Praia do Futuro" (Karim Aïnouz), "O Homem das Multidões" (Cao Guimarães e Marcelo Gomes), "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" (Daniel Ribeiro) e "Castanha" (Davi Pretto). 

"Praia do Futuro" – coprodução Brasil-Alemanha concorre ao principal prêmio da Berlinale com longas como o americano "Boyhood", de Richard Linklater, e o francês "Aimer, Boire et Chanter", de Alain Resnais –, gira em torno de Donato (Wagner Moura), um experiente salva-vidas na Praia do Futuro, em Fortaleza. Ao fracassar pela primeira vez em um resgate, ele acaba conhecendo o alemão Konrad (Clemens Schick), amigo da vítima. Motivado pelas circunstâncias, Donato resolve recomeçar a sua vida em Berlim, deixando para trás a família. Anos mais tarde, Ayrton (Jesuíta Barbosa), o irmão mais novo, embarca para a Europa em busca daquele que considerava o seu herói.

Já "O Homem das Multidões" será exibido na mostra Panorama, voltada a filmes que fogem do eixo comercial, e trata de dois personagens solitários em Belo Horizonte; ele, fascinado pela multidão da metrópole; ela, que encontra conforto em amizades virtuais. Na mesma mostra, será exibido "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", longa de estreia do paulista Daniel Ribeiro. O filme volta ao universo de seu curta anterior, "Não Quero Voltar Sozinho", sobre um adolescente cego que se apaixona pelo colega de classe.

Na mostra Forum, de longas mais experimentais, há "Castanha", do gaúcho Davi Pretto. O longa embaralha registro documental e ficção ao narrar a rotina do ator João Carlos Castanha, que faz shows como transformista em bares de Porto Alegre. As informações são da Folha de S. Paulo.
Estudante russa é premiada com 15 mil euros em Cannes
O júri do Cinéfondation, mostra dedicada a curtas-metragens de estudantes de cinema inclusa na programação do Festival de Cannes, anunciou os vencedores da edição 2012 nesta sexta-feira (25). O primeiro lugar ficou para o filme russo “Doroga Na” (O Caminho Para), da estudante Taisia Igumentseva. O filme leva um prêmio de 15 mil euros. O segundo lugar ficou pra o estadunidense “Abigail”, de Matthew James Reilly, da Universidade de Nova York, e o terceiro foi para Miguel Angel Moulet, da Escola Internacional de Cinema da Cuba, por "Los Anfitriones". Entre os jurados estava o brasileiro Karim Aïnouz (foto), diretor de "Madame Satã" e "O Céu de Suely".
Cineasta pernambucano Karim Aïnouz será jurado no Festival de Cannes
O cineasta cearense Karim Aïnouz, que ficou conhecido por filmes como “Madame Satã” (2002), “O Céu de Suely” (2006) e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo” (2009), fará parte do júri da mostra de curtas metragens da 65ª edição do Festival de Cannes, que será realizada entre os dias 16 e 27 de maio na França. O time de jurados ainda é formado pela atriz canadense Arsinée Khanjian (“Ararat”), o roteirista e diretor francês Emmanuel Carrère (“Feliz que Minha Mãe Esteja Viva”) e o diretor de fotografia chinês Lik-wai Yu (“Plastic City”). Além do júri da mostra de curtas, Karim Aïnouz será jurado do prêmio Cinéfondation criado em 1998, e que elege três filmes realizados por estudantes de cinema. Os três escolhidos ganham prêmios em dinheiro no valor de 15 mil, 11.250 e 7.500 euros, respectivamente.
Wagner Moura começa a filmar em Berlim e no Ceará
O ator Wagner Moura vai começar a filmar o novo longa metragem de Karim Aïnouz (o mesmo diretor de "O Céu de Suely"). Wagner será o protagonista do filme, intitulado "Praia do Futuro". O filme é uma coprodução Brasil/Alemanha e será rodado parte no Ceará, parte em Berlim. No elenco internacional estarão também o ator alemão Clemens Schick e a suíça Sabine Timoteo. A trama do longa acompanha os irmãos Donato, um salva-vidas que trabalha na Praia do Futuro, em Fortaleza, e Ayrton, admirador da coragem do irmão.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

ACM Neto

ACM Neto
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".

 

Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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