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Artigos

Leonardo Góes
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Foto: Acervo pessoal

Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA

Em 16 de setembro de 2026 encerrou-se o sistema de rodízio adotado, de forma inusual, pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) desde janeiro daquele ano, diante da vacância do cargo de Diretor-Presidente. Ao longo desses meses, quatro diretores se revezaram na Presidência interina da Agência. Encerrado esse modelo, volta a valer a regra ordinária: exerce a interinidade o Diretor com o menor tempo de mandato restante. É por essa regra que, a partir de 16 de outubro, assumo pela segunda vez a Presidência interina da ANA — agora na condição de Diretor nomeado e de servidor público federal de carreira, com mais de duas décadas dedicadas ao serviço público efetivo.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

lula

Quaest: Com 42%, Flávio Bolsonaro supera Lula no 2° turno 
Foto: Agência Brasil / Agência Senado

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (14), mostra cinco simulações de 2º turno para as eleições deste ano. Na principal delas, o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT), candidato à reeleição, por dois pontos percentuais. Ainda assim, ambos os candidatos estão empatados tecnicamente. 

 

Lula oscilou de 41% na pesquisa Quaest de 7 de setembro para 40% agora. O senador foi de 41% para 42%. Todas essas oscilações aconteceram dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Já contra os outros quatro candidatos, sendo eles Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), Lula aparece à frente.

 

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal "O Globo" e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro. O registro no TSE é BR-03607/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

 

Lula x Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL): 42%
Lula (PT): 40%
Branco/nulo/não vai votar: 13%
Indecisos: 5%

 

Lula x Augusto Cury

Lula (PT): 38%
Escritor Augusto Cury (Avante): 36%
Branco/nulo/não vai votar: 21%
Indecisos: 5%

 

Lula x Ronaldo Caiado

Lula (PT): 41%
Ronaldo Caiado (PSD): 39%
Branco/nulo/não vai votar: 16%
Indecisos: 4%

 

Lula x Renan Santos

Lula (PT): 41%
Renan Santos (Missão): 38%
Branco/nulo/não vai votar: 17%
Indecisos: 4%

 

Lula x Romeu Zema

Lula (PT): 45%
Romeu Zema (Novo): 33%
Branco/nulo/não vai votar: 18%

Indecisos: 4%

Semana em Brasília tem decisão sobre juros e possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no STF
Foto: Gustavo Moreno/STF

Em uma semana com expectativa sobre a decisão do Banco Central a respeito da taxa básica de juros, as atenções em Brasília estarão voltadas principalmente para a sessão marcada para esta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF). Marcada pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, inclusive com determinação para que seja transmitida ao vivo pela TV Justiça, a sessão pode representar o ápice da crise que começou no início de setembro, desde que o ministro André Mendonça tornou públicas as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. 

 

Com a escalada da crise no STF e em meio às incessantes revelações sobre casos como o do financiamento do filme “Dark Horse”, que envolve o candidato Flávio Bolsonaro (PL), as eleições perderam protagonismo no debate político em Brasília. Ainda assim, a campanha segue a todo vapor e entra em uma fase decisiva, já que faltam apenas três semanas para o primeiro turno, em 4 de outubro.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem realizado viagens de campanha mais em dias como sextas, sábados e domingos, inicia sua semana com compromissos internos no Palácio do Planalto e a sanção da medida provisória que destina recursos para o financiamento de veículos a motoristas de transporte privado de passageiros. A medida inclui benefícios a motoristas de aplicativo (motos ou carros), taxistas, cooperativas de taxistas e profissionais de transporte escolar.

 

Confira abaixo a agenda da semana em Brasília.

 

PODER EXECUTIVO

 

O presidente Lula inicia sua semana em Brasília nesta segunda-feira (14) com compromissos internos no Palácio do Planalto. A agenda de Lula para a manhã inclui apenas uma reunião com a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior. 

 

Na parte da tarde, o presidente Lula terá uma reunião às 14h40 com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, e logo depois, às 15h, haverá uma solenidade para a sanção da medida provisória 1359/2026, que institui linhas de financiamento do MOVE para veículos novos. 

 

A medida, aprovada pelo Senado no dia 1º de setembro, destina até R$ 30 bilhões para o financiamento da compra de veículos novos que respeitem critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica. O texto da medida também abre permissão para o financiamento de infraestrutura, equipamentos e renovação da frota do transporte urbano de passageiros ou cargas, com foco principal na concessão de empréstimos para a compra de motos e motocicletas por entregadores de aplicativo.

 

Nesta segunda, o presidente Lula ainda terá uma reunião, no Palácio do Planalto, com os ministros da Fazenda, Dario Durigan, da Casa Civil, Miriam Belchior, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, às 16h30. 

 

A agenda de Lula para o restante da semana ainda não foi divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. 

 

No calendário da economia, a semana tem como destaque a decisão do Comitê de Política Econômica do Banco Central na chamada “superquarta” (16). O Banco Central anunciará a nova taxa Selic, atualmente em 14% ao ano, e a expectativa dos analistas de mercado é de mais um corte de 0,25 ponto percentual, principalmente depois de o IPCA de agosto registrar deflação de 0,32%.

 

Antes do Copom, será divulgado nesta semana, nesta terça (15), o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, um estudo completo do IBGE sobre a situação da agropecuária no país. O estudo mostrará os resultados da produção brasileira no mês de agosto deste ano. 

 

Também na terça o IBGE apresenta os resultados da sua Pesquisa Mensal do Comércio. A pesquisa mostrará um raio-x da situação do comércio brasileiro no mês de julho. 

 

PODER LEGISLATIVO

 

O Congresso Nacional segue paralisado, em um momento de recesso branco por conta da campanha eleitoral. Depois de realizar dois período de esforço concentrado, Senado Federal e Câmara dos Deputados só terão sessões em plenário após o primeiro turno das eleições. 

 

Apesar da paralisação, um grupo de parlamentares vêm pressionando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a realizar uma sessão no plenário nesta semana. Senadores como Carlos Viana (PSD-MG) e Eduardo Girão (Novo-CE) reivindicam a abertura de um processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. 

 

Alcolumbre, não dá sinais de que irá ceder às pressões e até o momento, não há indicação de realização de qualquer sessão no plenário do Senado. 

 

PODER JUDICIÁRIO

 

Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal se prepara para viver um dos momentos mais delicados de seus mais de 130 anos de história. Nesta terça (15), às 10h, o plenário se reúne em sessão extraordinária para analisar o procedimento originado a partir de informações da Polícia Federal sobre suposta relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.

 

Os ministros devem definir o destino dos elementos reunidos pela PF e indicar se há espaço para que seja iniciada uma investigação na Corte relacionada ao ministro Alexandre de Moraes. Na votação, os ministros também poderão decidir se prevalecerá a tese da Procuradoria-Geral da República (PGR), que questiona a validade do relatório da PF e pede a sua nulidade.

 

A crise ganhou maior dimensão quando o relatório da PF foi tornado público, no início do mês de setembro. O documento levou André Mendonça a separar o material para apreciação dos demais ministros do Supremo. 

 

Já Alexandre de Moraes reagiu em outro procedimento, o inquérito das fake news, e apresentou elementos para questionar a relatoria do próprio ministro Mendonça, responsável pelas investigações. O STF então passou a conviver com duas frentes distintas: uma relacionada aos elementos que alcançaram Moraes e outra referente à conduta de Mendonça na condução dos procedimentos. 

 

Apesar da pressão do grupo ligado a Moraes, o presidente do STF, Edson Fachin, colocou na pauta apenas o pedido relacionado às conversas de Daniel Vorcaro com o ministro do STF. A denúncia apresentada por Alexandre de Moraes contra Mendonça foi agendada para a sessão plenária do dia 23 deste mês.

 

Edson Fachin também tomou para si a relatoria do caso contra Moraes, por identificar possível impedimento de juiz por relação com envolvidos, fato previsto no Código de Processo Civil. A decisão concentra na presidência da Corte as decisões que guiarão desdobramentos da crise no STF. 

 

Na sessão desta terça, há expectativa também sobre um possível pedido de vista, que levaria o caso relacionado a Moraes a um futuro incerto, já que a votação dos demais ministros pode acabar ficando apenas para o ano que vem.

 

Com os ministros divididos entre as posições de Alexandre de Moraes e André Mendonça, ainda não se sabe se o presidente do STF, Edson Fachin, manterá a sessão plenária da próxima quarta (16), para julgamentos de uma pauta de ações previamente acertadas. Na semana passada, duas sessões no plenário foram canceladas devido à crise no Tribunal. 

 

Os ministros do STF deixaram de julgar, na semana passada, ações com a ADC 91, que tem como tema central o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014). A ação julga a validade de um trecho que prevê que dados de registro de conexão, como o IP (informação utilizada para identificar usuários), só podem ser disponibilizados mediante ordem judicial. 

 

Também foram adiados os julgamentos das ADIs 5059 e 5073, que envolvem o alcance do poder de requisição de provas, informações, dados e documentos por delegados de polícia em investigações criminais, conforme previsto em trechos da Lei 12.840/2013.  

 

Para esta semana, a pauta previamente agendada tem como primeiro item a análise da ADI 7495, que discute diferenças nas regras de licença parental, incluindo a equiparação entre maternidade biológica e adotiva e a possibilidade de compartilhamento do período de afastamento entre os responsáveis pela criança. A ação foi proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como relator o ministro Alexandre de Moraes, que pediu destaque do processo no Plenário Virtual. 

 

Também estão pautados dois processos que discutem a aplicação do Estatuto da Pessoa Idosa a reajustes de planos de saúde por faixa etária. Na ADC 90, o STF analisa se a proibição de cobrança de valores diferenciados em razão da idade alcança contratos firmados antes da entrada em vigor do estatuto, em 2004. 

 

O tema também é tratado no RE 630852, com repercussão geral (Tema 381), cujo julgamento aguarda a proclamação do resultado. A Presidência do STF indicou que os entendimentos dos dois processos serão harmonizados para a proclamação conjunta.  

 

A pauta inclui ainda a retomada do julgamento da ADI 5385, que questiona lei de Santa Catarina que redefiniu os limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e criou o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu. O julgamento foi suspenso em agosto, diante da possibilidade de empate em cinco a cinco, em razão da cadeira vaga no Tribunal. 

Lula defende conduta ética no STF e afirma: "Ninguém pode ser ministro para ficar rico"
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Durante um evento em Curitiba neste sábado (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a apuração e punição de eventuais condutas ilícitas, independentemente de quem sejam os envolvidos, citando desde seus familiares até integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O chefe do Executivo afirmou que ocupantes da Suprema Corte devem manter um padrão de comportamento ético rigoroso, ressaltando que o cargo exige dedicação e não deve ser utilizado para enriquecimento pessoal.

 

"Ninguém pode ser ministro da suprema corte para ficar rico, aquilo é um sacerdócio. As pessoas têm que se dedicar. Porque é a Corte Suprema, quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar. As pessoas têm de ter um padrão de comportamento acima da média da sociedade. É por isso que nós vamos investigar", disse no ato "Brasil Pronto Pra Mais."

 

 

Segundo informações da CNN, a declaração ocorreu após a decisão que determinou a retirada do sigilo das investigações relativas ao caso Master, medida cumprida pelo ministro relator André Mendonça após determinação do presidente do STF, ministro Edson Fachin. A reportagem apurou que o presidente Lula manteve contatos telefônicos prévios com a presidência da Corte para tratar da publicidade dos autos.

 

Durante o discurso no ato político, ao lado de correligionários e aliados, Lula declarou que os desdobramentos das apurações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro devem expor condutas irregulares e relações mantidas no meio político, reiterando que eventuais responsabilidades devem ser apuradas no âmbito do processo.

Flávio Bolsonaro e Lula empatam com 46% de rejeição, aponta Datafolha
Foto: Ricardo Stuckert e Vittor Sales

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam o mesmo índice de resistência entre os eleitores: 46% afirmam que não votariam em nenhum dos dois de jeito nenhum. O percentual coloca os dois empatados no topo da rejeição medida pela pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (11).

 

 

Renan Santos (Missão) aparece com 17%, enquanto Romeu Zema (Novo) soma 16% e Ronaldo Caiado (PSD), 14%. Augusto Cury (Avante) registra 10%, após marcar 9% na pesquisa anterior.

 

 

O levantamento foi realizado entre 8 e 10 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no TSE sob o número BR-01833/2026.

Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula em empate técnico no segundo turno, aponta Pesquisa Atlas/Bloomberg
Fotos: Ronne Oliveira / Mauricio Leiro / Bahia Notícias

Pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (10), mostra um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno das eleições presidenciais.

 

De modo surpreendente, Flávio aparece com 46,4% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,2%, diferença de 0,2 ponto percentual, abaixo da margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos. As informações foram divulgadas pela CNN.

 

Os votos brancos, nulos e os entrevistados indecisos somam 7,4%. No levantamento anterior, Lula aparecia com 47,1%, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 42,6%. Na ocasião, brancos, nulos e indecisos representavam 10,3% do eleitorado.

 

OUTROS CENÁRIOS 
A pesquisa também simulou outros quatro confrontos diretos envolvendo o presidente Lula:

  • Lula x Romeu Zema (Novo): Zema registra 46,2%, enquanto Lula aparece com 46%, configurando empate técnico.
  • Lula x Ronaldo Caiado (PSD): ambos somam 45,7%, em empate numérico.
  • Lula x Augusto Cury (Avante): Lula tem 43,8% contra 41,1% do adversário.
  • Lula x Renan Santos (Missão): o presidente registra 46%, enquanto o empresário soma 33,8%.

Na simulação de primeiro turno, Lula lidera com 43% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 37,4%. Na sequência, Augusto Cury (Avante) registra 6,6%, enquanto Renan Santos (Missão) soma 6,5%, em situação de empate técnico. O levantamento também avaliou a rejeição aos nomes testados.

 

Lula apresenta o maior índice, com 52,5%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 49,6%. Os demais percentuais são:

  • Luiz Inácio Lula da Silva: 52,5%
  • Flávio Bolsonaro: 49,6%
  • Jair Bolsonaro (PL): 37,7%
  • Renan Santos: 35,7%
  • Pablo Marçal: 35,1%
  • Romeu Zema: 31,6%
  • Ronaldo Caiado: 28,1%
  • Augusto Cury: 28,1%

O percentual de entrevistados que afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes avaliados é de 0,7%.

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.000 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório pela internet. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01452/2026.

Lula sanciona lei que extingue 'taxa das blusinhas' e altera imposto de importação
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 13/2026, que altera o Decreto-Lei nº 1.804/1980 e extingue a chamada "taxa das blusinhas." Com a publicação da nova legislação nesta quinta-feira (10), fica extinta a cobrança da alíquota de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais enviadas por remessa postal com valor de até US$ 50.

 

A nova norma mantém o regime simplificado para os bens importados por essa modalidade e limita a sua aplicação a mercadorias no valor máximo de US$ 3.000 por remessa. Além disso, a lei concede ao ministro da Fazenda a prerrogativa de alterar as alíquotas do Imposto de Importação incidentes sobre essas operações.

 

Para acompanhar os impactos da mudança, o Ministério da Fazenda realizará avaliações periódicas a cada seis meses, no máximo. O monitoramento analisará fatores como geração de emprego e renda, impacto em setores com alta utilização de mão de obra, competitividade do varejo e da indústria nacional, variação de preços ao consumidor, volume e origem das remessas, arrecadação tributária (federal e estadual) e assimetrias competitivas.

 

No âmbito do Poder Legislativo, foi instituído um mecanismo permanente de fiscalização. O Congresso Nacional deverá apresentar, anualmente até o dia 30 de abril, um relatório detalhado contendo a avaliação do impacto econômico e fiscal da medida, o montante arrecadado, os reflexos sobre o mercado interno e a estimativa de renúncia de receitas para o ano seguinte.

 

Flávio chega a 47% no 2º turno e abre dois pontos de vantagem para Lula, que perde também de Augusto Cury
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu dois pontos desde o começo de setembro e chegou a 47% em uma simulação de disputa de segundo turno, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está com 45%. Esse cenário foi revelado nesta quinta-feira (10) pela pesquisa PoderData/Aya, do site Poder360. 

 

A pesquisa fez outras duas simulações de disputas em segundo turno, e o presidente Lula também perde no confronto com o escritor Augusto Cury (Avante). Confira abaixo as simulações:

 

Flávio Bolsonaro (PL) 47% 45% Lula (PT)

Augusto Cury (Avante) 44% x 43% Lula (PT)

Flávio Bolsonaro (PL) 43% x 36% Augusto Cury (Avante)

 

Na simulação de primeiro turno da pesquisa PoderData/Aya, o presidente Lula tem 38% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. Como a margem de erro é de 1,8 ponto porcentual, eles estão tecnicamente empatados.

 

Veja o resultado completo do primeiro turno:

 

Lula (PT) - 38%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36%
Augusto Cury (Avante) - 10%
Renan Santos (Missão) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2%
Pablo Marçal (PRTB) - 2%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 1%
Hertz Dias (PSTU) - 1%
Edmilson Costa (PCB) - 1%
Clariana Barão (DC) - 0%
Samara Martins (UP) - 0%
Wilson Grassi (Democrata) - 0%
Branco/nulo - 3%
Não sabe - 1%

 

Em outro recorte, a pesquisa apurou que a rejeição ao presidente Lula chegou a 50% de pessoas que dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”. Já Flávio Bolsonaro tem 45% de eleitores que o rejeitam. 

 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 6 a 9 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. 

 

Foram três mil entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-04914/2026.
 

Liderança de Lula sobre Flávio Bolsonaro cai de 40% para 6,7% nas previsões de vitória da plataforma Polymarket
Foto: Reprodução Redes Sociais

 

O site norte-americano Polymarket, uma das maiores plataformas mundiais do chamado mercado de previsões, registrou nesta quarta-feira (9) a menor diferença dos últimos quatro meses na expectativa de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro. 

 

Às 19h desta quarta, o site Polymarket, na aba “Eleição presidencial no Brasil”, registrava uma expectativa de 53% para a vitória de Lula nas eleições de outubro. Já Flávio Bolsonaro alcançou a marca de 47% de expectativas na sua vitória eleitoral. 

 

O quadro atual revela um forte derretimento do candidato Lula e um crescimento expressivo do senador do PL. Em meados de julho, o presidente Lula havia disparado no mercado de previsões e chegou a registrar 67% nas expectativas por sua vitória, enquanto Flávio Bolsonaro havia caído para um patamar de apenas 22% de previsões. 

 

A maior diferença entre os dois candidatos foi verificada em 8 de julho, quando Lula tinha 40% a mais de expectativas de vitória do que o candidato do PL. Em dois meses, essa diferença foi reduzida de 40% para os atuais 6%. 

 

A Polymarket não é uma pesquisa eleitoral. A plataforma funciona como um mercado de previsão, no qual usuários compram e vendem posições sobre eventos futuros, como as eleições no Brasil.  

 

Em decisão tomada no mês de abril, o governo Lula bloqueou ao menos 27 sites do chamado mercado de previsão, como a Polymarket, por exemplo. O mercado preditivo vinha crescendo no Brasil sem regras específicas e à margem da regulação.

Confiante na vitória de ACM, Bruno Reis dispara críticas a Jerônimo “20 anos é suficiente”
Foto: Lucas Vieira / Bahia Notícias

 

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), presente na inauguração da Escola de Ofícios Tradicionais de Salvador nesta quarta (9), afirmou em coletiva de imprensa que o governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT), “transferiu responsabilidade” dos problemas na Bahia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

Há pouco mais de um mês, Jerônimo Rodrigues direcionou críticas e reivindicações ao presidente, relacionadas às obras de infraestrutura das rodovias federais que cortam o estado. E afirmou que, apesar de apoiar Lula, também precisa cobrar melhorias.

 

“Não dá mais tempo para a justificativa, para desculpas, para transferir responsabilidade. Você vê o governador atualmente transferir a culpa para o presidente da república pelos problemas da Bahia”, afirma Bruno Reis.

 

Ele também afirma estar confiante na vitória do candidato ACM Neto (União) nas eleições e argumenta que os baianos querem mudança. Segundo Bruno, “20 anos”, período que o Partido dos Trabalhadores (PT) governa a Bahia, é “tempo suficiente”.

 

“Estou confiante na vitória, por tudo que eu já detalhei, expliquei, e pelo que eu tenho visto: As pessoas dizendo, ‘meu irmão, nós queremos mudar’, 20 anos é tempo suficiente”, completa.

Flávio abre três pontos de vantagem sobre Lula em Minas Gerais e PT local diz que agora é "final de Libertadores"
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (9) revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas simulações de segundo turno no estado de Minas Gerais. O levantamento mostra Flávio com 40% das intenções de voto, enquanto Lula marca 37%. 

 

O resultado auferido pela Quaest revela uma mudança de rumos em Minas Gerais, estado que é considerado um fator-chave para quem quer vencer uma disputa presidencial. Desde a primeira eleição direta para presidente após o fim do regime militar, em 1989, o candidato que venceu a disputa nacional também saiu vitorioso no estado. 

 

Na pesquisa anterior, Flávio Bolsonaro estava na segunda colocação, com 35%, enquanto Lula liderava o cenário de segundo turno com 38%. Desde a pesquisa de agosto até esta mais recente, Flávio Bolsonaro cresceu cinco pontos percentuais, enquanto o líder petista caiu um ponto. 

 

Para reverter essa queda em Minas, o PT local quer que o presidente Lula participe de mais eventos no estado. A presidente do PT mineiro, deputada estadual Leninha, disse ao site Metrópoles que a disputa é como uma “final de Libertadores” e que o líder petista deve retornar mais duas vezes ao estado para tentar reverter a situação.

 

“Não tem jogo fácil, não tem ‘já ganhou’. Tem que jogar sério, tem que ter estratégia, pois cada minuto conta. Na política, isso não é diferente. Nosso time do Lula está mobilizado e vamos fazer com que nossos materiais de campanha cheguem a todas as regiões de Minas. Vamos marcar presenças em todos os municípios mineiros!”, afirmou a dirigente petista.

 

A pesquisa Quaest foi contratada pela Globo e ouviu 1.506 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-04716/2026.
 

Após decisão de Dino, presidenciáveis se manifestam; Lula pede quebra de sigilo nas investigações
Foto: Reprodução

Após decisão do ministro Flávio Dino, que determinou, na manhã desta quarta-feira (9), a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa, os candidatos a presidência da República, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, utilizaram as redes sociais para se manifestar sobre o ocorrido.

 

Nesta terça-feira (8), o ministro André Mendonça havia afastado preventivamente Rodrigues e o diretor de Inteligência da Corporação, Leandro Almada por xxx. Contudo, a decisão de Dino atendeu a um pedido do diretor-geral da PF e apontou a ilegitimidade do Partido Novo em pedir o afastamento dos servidores.

 

Confira o que disseram os presidenciáveis:

 

 

 

 

TRE-BA nega liminar para suspender propaganda de candidatos do PSD na Bahia que fazem referência a Lula
Foto: Divulgação /TRE-BA

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) indeferiu um pedido de tutela de urgência que solicitava a suspensão imediata de propagandas eleitorais do Partido Social Democrático (PSD) na televisão. A ação foi movida pela "Coligação Unidos para Mudar a Bahia", que questionou a associação de candidatos a deputado estadual e federal do PSD à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.

 

De acordo com a representação, as inserções televisivas da sigla no estado utilizaram expressões de apoio, como "time de Lula", "sou Lula e Jero" e "estou com Lula e Jero". A coligação autora argumentou que a prática seria irregular, uma vez que o PSD registrou nacionalmente uma candidatura própria à Presidência, encabeçada por Ronaldo Caiado. Segundo a acusação, a legislação eleitoral não permite o uso do tempo de propaganda de uma legenda para apresentar seus candidatos proporcionais como integrantes do grupo político de um adversário na disputa federal.

 

Ao analisar o pedido liminar, o relator do caso, juiz Isaías Vinícius de Castro Simões, decidiu por não retirar as propagandas do ar de imediato. O magistrado avaliou que o tema suscita uma divergência jurídica complexa, envolvendo a extensão da autonomia partidária e a projeção das regras de coligações nacionais sobre as campanhas estaduais.

 

Na decisão, o juiz ressaltou que uma intervenção judicial abrupta no horário eleitoral gratuito, sem ouvir previamente a legenda acusada, violaria a garantia do contraditório e a vedação à "decisão surpresa". O TRE-BA determinou a citação do PSD para que o partido apresente sua defesa no prazo de dois dias. Após esse período, e com a manifestação do Ministério Público Eleitoral, o mérito da questão será julgado em definitivo.

Pesquisa Meio/Ideia mostra Lula e Flávio Bolsonaro empatados em 46% no cenário de segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (9) mostra um cenário de empate entre os dois principais postulantes à presidência da República. O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% cada um na simulação de segundo turno.

 

Segundo o levantamento, Lula também aparece empatado tecnicamente com o candidato Ronaldo Caiado (PSD), considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Nesta simulação, Lula tem 46%, enquanto o ex-governador de Goiás aparece com 42%.

 

Confira abaixo as simulações de segundo turno da pesquisa Meio/Ideia:

 

Lula (PT) 46% x 46% Flávio Bolsonaro (PL)

Lula (PT) 46% x 42% Ronaldo Caiado (PSD)

Lula (PT) 46% x 40,9% Augusto Cury (Avante) 

Lula (PT) 46% x 38% Zema (Novo)

Lula (PT) 46% x 40,3% Renan Santos (Missão)

 

O instituto Meio/Ideia também apresentou um cenário de intenções de voto em primeiro turno. Neste recorte, o presidente Lula aparece na frente, mas em situação de empate técnico com Flávio Bolsonaro, liderando por 38,4% contra 37,3%.

 

Veja abaixo como ficou a simulação de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 38,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 37,3%
Augusto Cury (Avante) - 6,6%
Renan Santos (Missão) - 4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 1,5%
Pablo Marçal (PRTB) - 1,5%
Samara Martins (UP) - 0,7%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,4%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata) - 0,2%
Hertz Dias (PSTU) - 0,1%
Clariana Barão (DC) - 0,1%
Edmilson Costa (PCB) - 0,1%.
Ninguém/branco/nulo - 2,5%
Não sabe - 2,8%.

 

Foram ouvidos 1.500 eleitores, por telefone, entre os dias 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento, feito com recursos próprios, foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07935/26.
 

Lula critica gestão Jair Bolsonaro e diz que "basta um salafrário qualquer" para destruir políticas ambientais
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em solenidade na tarde desta terça-feira (8) no Palácio do Planalto, para demarcação de Unidades de Conservação em alusão ao Dia da Amazônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez diversas críticas ao governo do seu antecessor, Jair Bolsonaro, especialmente na área de meio ambiente. 

 

No seu discurso, Lula criticou as medidas adotadas pelo governo Bolsonaro e disse que basta um “salafrário qualquer” para rapidamente destruir políticas ambientais que levam décadas para serem elaboradas e implementadas. 

 

“Agora, para destruir isso, é só um salafrário qualquer, que não gosta da questão ambiental, assumir o governo para ele destruir tudo”, disse Lula.

 

O presidente e candidato à reeleição afirmou que as políticas ambientais implementadas pelo seu governo foram construídas ao longo de anos, com reuniões e disputas entre diferentes áreas da administração pública. 

 

“A gente não pode esquecer. Dizem que nós temos memória curta, nós não podemos ter memória curta, porque, pra construir essas políticas que nós estamos anunciando aqui, levou anos, anos de reuniões entre o Ministério do Meio Ambiente, a Casa Civil, o Ministério do Transporte, foram anos e muita briga”, explicou.

 

Lula voltou a fazer referência ao governo Bolsonaro ao criticas políticas adotadas naquele período. 

 

“A menos de quatro anos atrás, a gente tava chorando, porque o discurso era, sabe, vamos quebrar a cerca para passar o gado. Esse era o discurso de quatro anos atrás. A gente não pode esquecer”, reiterou o presidente.

 

Em sua fala de 13 minutos, o presidente Lula não citou a atual crise institucional do Supremo Tribunal Federal, e nem tampouco a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. 

 

O evento no Palácio do Planalto marcou a assinatura de decretos que criam quatro Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) no Amazonas e ampliam o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí. A cerimônia também contou com a assinatura de contratos de concessão florestal, de um termo de fomento à sociobioeconomia e de aportes financeiros do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 
 

Lula e Flávio Bolsonaro não confirmam presença e debate presidencial é cancelado
Fotos: Maura Martins /TV Brasill / Ricardo Stuckert / PR

O conjunto de veículos de comunicação responsável pela organização do projeto "O Momento da Decisão" anunciou, nesta terça-feira (8), o cancelamento dos debates eleitorais com candidatos à Presidência da República e ao Governo de São Paulo, que estavam programados para os dias 14 e 18 de setembro, respectivamente.

 

A decisão foi tomada após o encerramento do prazo de confirmação estabelecido pelo grupo, fixado para o dia 7 de setembro. No cenário nacional, a ausência de confirmação das candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) inviabilizou a realização do encontro presidencial.

 

Antes do cancelamento, quatro campanhas haviam confirmado presença no debate para a Presidência da República: Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Já para o debate do Governo de São Paulo, a candidatura de Fernando Haddad havia confirmado participação. Em nota, o pool agradeceu às equipes e aos candidatos que aceitaram o convite.

 

Considerada a maior união de veículos de imprensa no país para a promoção de debates eleitorais nestas eleições, a parceria O Momento da Decisão reúne 11 empresas: CNN Brasil, Exame, Metrópoles, Nova Brasil FM, Rádio Itatiaia, RedeTV!, Rede Vida, SBT, SBT News, Terra e VEJA+ TV.

 

Em comunicado oficial, o grupo reiterou a convicção de que os debates são instrumentos centrais no processo democrático, por permitirem o confronto direto de ideias e propostas sob as mesmas regras e garantias de contraditório. Os veículos reafirmaram ainda o compromisso de manter uma cobertura plural, ampla e independente ao longo do período eleitoral.

Confira onde Lula mais caiu e junto a quais eleitores Flávio subiu e passou a vencer por 46% a 45% no 2º turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A mais recente pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), mostrou que, no espaço de três semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu de uma posição em que ganhava do candidato Flávio Bolsonaro por três pontos percentuais no segundo turno para uma situação em que ficou atrás do senador do PL por 1%. 

 

Na pesquisa BTG/Nexus divulgada no dia 17 de agosto, o presidente Lula vencia Flávio Bolsonaro por 47% a 44% no cenário de segundo turno. O levantamento divulgado hoje mostra uma inversão na disputa, com Flávio liderando por 46% a 45% de Lula, uma situação de empate técnico.

 

A queda do presidente Lula pode ser explicada por perdas mais acentuadas entre as mulheres, os eleitores até 40 anos, pessoas que estudaram até o ensino fundamental e recebem menores salários, além de uma redução significativa nas regiões Norte e Centro-Oeste.

 

Já Flávio Bolsonaro fez o caminho inverso, melhorando sua votação entre as mulheres, junto aos mais jovens, aos que dizem professar outras religiões que não a católica e a evangélica, em meio a quem ganha de um a dois salários mínimos e com disparada nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste. 

 

Confira abaixo uma comparação da estratificação das intenções de voto tanto em Lula quanto em Flávio Bolsonaro, primeiro com números da pesquisa BTG/Nexus de 17 de agosto e depois nesta mais recente, divulgada hoje, no cenário de disputa em segundo turno:

 

Lula 

 

Mulheres - 53% > 48%
Homens - 41% > 41%

 

16 a 24 anos - 46% > 40%
25 a 40 anos - 43% > 36%
41 a 59 anos - 46% > 49%
60 anos ou mais - 54% > 51%

 

Ensino fundamental - 60% > 54%
Ensino médio - 39% > 38%
Ensino superior - 41% > 43%

 

Católicos - 52% > 50%
Evangélicos - 34% > 31%
Outras religiões - 38% > 52%
Sem religião - 59% > 51%

 

Até 1 SM - 58% > 53%
De 1 SM a 2 SM - 59% > 49%
De 2 SM a 5 SM - 40% > 42%
Mais de 5 SM - 41% > 38%

 

Norte/Centro-Oeste - 47% > 38%
Nordeste - 63% > 59%
Sudeste - 41% > 45%
Sul - 36% > 26%

 

Flávio Bolsonaro

 

Mulheres - 38% > 41%
Homens - 51% > 51%

 

16 a 24 anos - 41% > 53%
25 a 40 anos - 47% > 53%
41 a 59 anos - 46% > 41%
60 anos ou mais - 40% > 39%

 

Ensino fundamental - 34% > 37%
Ensino médio - 50% > 51%
Ensino superior - 49% > 49%

 

Católicos - 41% > 43%
Evangélicos - 59% > 58%
Outras religiões - 45% > 37%
Sem religião - 26% > 32%

 

Até 1 SM - 33% > 33%
De 1 SM a 2 SM - 31% > 40%
De 2 SM a 5 SM - 51% > 50%
Mais de 5 SM - 52% > 53%

 

Norte/Centro-Oeste - 46% > 53%
Nordeste - 29% > 32%
Sudeste - 49% > 44%
Sul - 57% > 65%

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
 

Fenômeno Augusto Cury cresce no Nordeste, entre jovens e mulheres e até derrota Lula no segundo turno
Foto: Reprodução Redes Sociais

O escritor Augusto Cury (Avante), que nos últimos 21 dias saltou de apenas 1% nas simulações de primeiro turno para 9%, conforme revela a pesquisa divulgada nesta terça-feira (8) pela BTG/Nexus, teve seu crescimento sustentado principalmente por variações maiores entre as mulheres, eleitores de 25 a 40 anos, estudantes de ensino médio, pessoas que ganham mais de cinco salários mínimos e que moram na região Nordeste. 

 

Além de subir e consolidar sua posição como terceiro colocado no primeiro turno, Augusto Cury também passou a derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário de segundo turno. A pesquisa BTG/Nexus revelou que Cury chegou a 45% na disputa de segundo turno, enquanto Lula marcou 43%, a primeira vez que um outro candidato que não Flávio Bolsonaro vence o líder petista.

 

A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus mostrou também que o escritor Augusto Cury desponta em primeiro lugar como segunda opção de candidato a presidente nas respostas dos eleitores. Cury marcou 20%, à frente de Flávio (17%), Caiado (12%), Lula (10%), Renan Santos (7%), Zema (6%), Samara Martins (2%), Edmilson Costa (2%) e demais candidatos com 1%.

 

Augusto Cury viu ainda sua candidatura crescer na menção espontânea dos eleitores, quando nenhuma lista é apresentada aos entrevistados. Na pesquisa BTG/Nexus divulgada em 17 de agosto, o escritor não marcava sequer 1% de menções, enquanto no levantamento divulgado nesta terça, ele alcançou um total de 6% no cenário espontâneo. 

 

Confira abaixo uma comparação da estratificação do voto no escritor Augusto Cury, primeiro com números da pesquisa BTG/Nexus de 17 de agosto e depois nesta mais recente, divulgada hoje, no cenário de disputa em primeiro turno:

 

Feminino - 3% > 10% 
Masculino - 1% > 7%

 

16 a 24 anos - 1% > 10%
25 a 40 anos - 3% > 14%
41 a 59 anos - 2% > 7%
60 anos ou mais - 2% > 4%

 

Ensino fundamental - 2% > 5%
Ensino médio - 2% > 11%
Ensino superior - 4% > 11%

 

Católicos - 2% > 8%
Evangélicos - 2% > 10%
Outras religiões - 4% > 12%
Sem religião - 2% > 12%

 

Até 1 SM - 2% > 8%
De 1 SM a 2 SM - 5% > 6%
De 2 SM a 5 SM - 2% > 9%
Mais de 5 SM - 1% > 12%

 

Norte/Centro-Oeste - 2% > 7%
Nordeste - 1% > 11%
Sudeste - 3% > 9%
Sul - 3% > 8%

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
 

Lula deve recorrer ao STF antes de afastamento definitivo de Andrei Rodrigues, afirma Marco Aurélio de Carvalho
Foto: Divulgação / Ricardo Stuckert

O coordenador da campanha de Lula em São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, afirmou que o governo deve recorrer ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de cumprir a decisão do ministro André Mendonça de afastar definitivamente o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, do cargo.

 

Em declaração dada à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o advogado contou que, "dada a gravidade da medida", o presidente deve se reunir com urgência com o ministro Edson Fachin, presidente da Suprema Corte, e pode convocar o Conselho da República, órgão de consulta e aconselhamento da Presidência da República, para discutir a crise institucional que abala o STF e tem impacto direto nas eleições.

 

"Eleições, em toda e qualquer democracia, devem ser disputadas no voto. Não podemos permitir que funções públicas sejam novamente capturadas por interesses políticos e eleitorais", destacou Marco Aurélio.

 

Segundo ele, o país está mergulhando em uma crise institucional sem precedentes, em que poderes e órgãos estão avocando prerrogativas constitucionais que não lhes foram atribuídas. 

 

AFASTAMENTO DE ANDREI RODRIGUES

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou, nesta terça-feira (8), o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa. 

BTG/Nexus: Lula cai, Flávio Bolsonaro sobe e passa a liderar nos cenários de segundo turno
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A mais nova rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), mostra que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) subiu um ponto desde o último levantamento na simulação de segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu um ponto no mesmo período. Com essa movimentação, Flávio passou a liderar a disputa no segundo turno, vencendo Lula por 46% a 45%.

 

O resultado mostra uma inversão na liderança nos cenários de primeiro turno, já que, na pesquisa anterior, era Lula quem vencia Flávio Bolsonaro por 46% a 45%. Mas como o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, a situação segue considerada como empate técnico. 

 

Também no cenário de primeiro turno o presidente Lula caiu um ponto, embora siga liderando com boa distância do senador Flávio Bolsonaro. A pesquisa BTG/Nexus consolida ainda o crescimento do candidato Augusto Cury, como outras sondagens de diferentes institutos já constataram.

 

Confira abaixo a simulação de primeiro turno do BTG/Nexus, com e sem o candidato Pablo Marçal, que tem sua candidatura sub judice. 

 

Cenário 1

 

Lula (PT): 38% (eram 39% em 31 de agosto)
Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 5%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 1% (era 1%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 0%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3%
Não sabe/Não respondeu: 2%

 

Cenário 2 (com Pablo Marçal, que está inelegível)

 

Lula (PT): 39% (eram 37%)
Flávio Bolsonaro (PL): 34% (eram 31%)
Augusto Cury (Avante): 9% (eram 11%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Pablo Marçal (PRTB): 3% (eram 3%) (inelegível)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Nenhum/Branco/Nulo: 3% (eram 3%)
Não sabe/Não respondeu: 1% (eram 2%)

 

Veja abaixo o resultado da pesquisa espontânea, sem a apresentação de uma lista de nomes ao entrevistado:

 

Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 31%
Augusto Cury (Avante): 6%
Renan Santos (Missão): 4%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Romeu Zema (Novo): 1%
Outros: 1%
Nenhum/Branco/Nulo: 6%
Não sabe/Não respondeu: 11%

 

Nas simulações de segundo turno, a pesquisa BTG/Nexus traçou cinco cenários, todos eles com Lula contra outros candidatos. Confira abaixo os resultados:

 

Flávio 46% x 45% Lula

Augusto Cury 45% x 43% Lula

Lula 46% x 43% Ronaldo Caiado

Lula 47% x 40% Romeu Zema

Lula 47% x 39% Renan Santos

 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre 4 e 7 de setembro. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-0690/2026.
 

Flávio Bolsonaro planeja ato eleitoral em Salvador no dia 17 de setembro
Foto: Divulgação / PL

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), visitará Salvador no próximo dia 17 de setembro. A informação foi divulgada pelo deputado estadual Leandro de Jesus (PL) durante um ato bolsonarista no Farol da Barra. A agenda do senador ainda está sendo definida, mas a expectativa é que a visita ajude a mobilizar seus apoiadores na Bahia.

 

Durante o ato, bandeiras associando Flávio Bolsonaro ao ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) chamaram a atenção, apesar de Neto já ter afirmado que não dividirá palanque com o candidato do PL. A visita de Flávio ocorre em um momento delicado para o PL na Bahia, em que candidatos locais expressam descontentamento com a falta de apoio à campanha presidencial.

 

Além disso, Flávio entende que precisa fortalecer sua presença em um estado onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganha com ampla vantagem. Recentes pesquisas indicam que Lula lidera com 52,8% das intenções de voto na Bahia, enquanto Flávio tem apenas 24,4%.

 

A visita também poderá incluir uma carreata e, possivelmente, uma extensão da agenda para Feira de Santana, o segundo maior município do estado. A mobilização é vista como crucial para aumentar a visibilidade da candidatura de Flávio em uma região estratégica para as eleições de 2026.

 

A situação interna do PL na Bahia, sob a liderança do ex-ministro João Roma, que também é candidato ao Senado, tem gerado tensões entre os membros do partido, que pedem maior empenho na promoção da candidatura presidencial de Flávio.

Manifestantes em Brasília pedem saída de Moraes e Lula no 7 de Setembro
Foto: Reprodução / Breno Esaki / Metrópoles

 

De forma paralela aos desfiles de 7 de setembro que ocorrem nesta segunda-feira (7), dois atos organizados pela oposição ao governo Lula (PT) protestam contra o presidente e contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes em Brasília.

 

Um dos protestos acontece em frente ao prédio do Banco Central, enquanto o outro é realizado no estacionamento da Funarte. Ambos os locais ficam no Plano Piloto da capital.

 

Os manifestantes cantam o hino nacional e pedem a saída de Lula e de Moraes.Também criticam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não pautar o impeachment do integrante do Supremo.

 

Os atos foram convocados por políticos como Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema (Novo), e pela deputada Bia Kicis (PL-DF), candidata ao Senado.

 

A principal manifestação da oposição está prevista para ocorrer durante a tarde na avenida Paulista, em São Paulo, com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Lula participa do desfile de 7 de Setembro em Brasília acompanhado de Fachin, Alcolumbre e Hugo Motta
Foto: Reprodução Youtube

Em uma cerimônia planejada para não causar problemas com a Justiça Eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na manhã desta segunda-feira (7), do tradicional desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência do Brasil. Sob o mote “A Força que Une o Brasil”, o evento contou também com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos presidentes do STF, ministro Edson Fachin, do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta. 

 

O desfile de 7 de setembro neste ano foi organizado sob três eixos temáticos: soberania nacional, combate à violência contra a mulher e a Copa do Mundo Feminina, que será realizada no Brasil no ano que vem. Os dois primeiros são pilares da campanha de Lula à reeleição.

 

O presidente Lula chegou ao evento na Esplanada dos Ministérios com a primeira-dama, Janja, por volta das 9h10, e foi recepcionado pelo ministro da Defesa, José Múcio, e pelos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica. Em seguida, Lula foi cumprimentar as autoridades da primeira fileira.

 

O público começou a chegar ao local antes das 6h30, em meio aos preparativos e ensaios dos participantes do desfile. As arquibancadas cobertas já estavam cheias minutos antes do evento ter início, e ficaram lotadas para o desfile.

 

O tempo ameno na capital federal, com céu bastante nublado, permitiu que centenas de pessoas acompanhassem as apresentações das Forças Armadas próximo às grades de segurança. A previsão de público na Esplanada é de 30 mil pessoas.

 

Na arquibancada mais próxima às autoridades, populares se manifestaram ao longo do desfile. Antes da chegada do presidente Lula, manifestantes fizeram um coro pelo fim da escala 6x1. 

 

Já com a chegada do líder petista, populares gritaram seu nome e o bordão “olê-olê-olá, Lulá, Lulá”. Em alguns momentos, o presidente acenou e até fez um coração com as mãos.

 

Neste ano o desfile de 7 de Setembro em Brasília ano ocorreu sob o intuito do Palácio do Planalto de evitar possíveis complicações com a Justiça Eleitoral por conta do período de “defeso eleitoral”. De olho nisso, os integrantes do governo também evitaram utilizar cores, como o vermelho, para não dar argumentos à oposição sobre politização do ato. Janja, por exemplo, utilizou um vestido branco com um bordado azul.
 

Governo Lula prepara nova MP para restringir bets

Governo Lula prepara nova MP para restringir bets
Foto: Reprodução / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou publicamente que tomaria uma “decisão drástica” quanto à regulamentação das chamadas “bets”. Segundo fontes do Palácio do Planalto, o governo prepara uma nova MP (Medida Provisória) para fechar o cerco às casas de apostas esportivas.

 

O governo optou por uma MP, porque o texto permite efeito imediato, mas ainda fecha o conteúdo. Lula escolheu o instrumento também mirando as eleições. Pesquisas internas do PT (Partido dos Trabalhadores) mostram que três a cada quatro brasileiros são contra as “bets”. A rejeição é ainda maior entre mulheres e jovens, públicos considerados prioritários pela campanha do mandatário à reeleição.

 

Ao reunir representantes de setores econômicos, de entidades da sociedade civil, especialistas e até artistas para discutir o tema no Palácio, Lula reclamou que medidas adotadas pelo seu governo, como a expansão da isenção do Imposto de Renda e descontos na conta de luz e compra de botijão de gás, não levaram o efeito desejado às finanças da população devido ao endividamento causado pelas bets.

 

“Eu, pessoalmente, acabaria com as bets. Acho que elas são um mal para a sociedade. Agora, como presidente da República, sei que tenho que compartilhar decisões para fazer da forma mais correta possível, sem comprometer a estabilidade política, econômica, social deste país”, disse.

 

Auxiliares do presidente calculam impactos de medidas restritivas e, de acordo com as fontes, não descartam a proibição de segmentos de jogos. Estão na mira, por exemplo, os cassinos online, como o "tigrinho” e mesmo modalidades das casas esportivas.

 

A avaliação do governo é de que um crescente endividamento no país (que também teria impacto na aprovação do Lula 3) está diretamente relacionado à expansão das casas de apostas. Também foi verificado um aumento sensível no índice de ludopatia (vício em jogos) ao redor do país.

 

O governo também analisa que um projeto de lei (PL) enfrentaria resistência no Congresso Nacional e não haveria espaço para uma aprovação antes das eleições. A próxima semana de esforço concentrado no Legislativo se dá em outubro, e a prioridade do governo para o momento é a PEC (proposta de emendas à Constituição) do fim da escala 6x1.

Sistema Pix bate recorde histórico no país, com mais de R$ 186 bilhões movimentados em um único dia
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Banco Central informou que na última sexta-feira (4) o sistema de pagamentos instantâneos Pix bateu novo recorde diário de transações. Segundo o BC, foram 319.073.816 operações liquidadas na sexta, o que equivale a R$ 186,8 bilhões movimentados. 

 

O recorde anterior do sistema Pix havia ocorrido no dia 5 de dezembro do ano passado. Na ocasião, foram 313.339.828 operações liquidadas, com movimentação de R$ 179,9 bilhões.

 

Em dezembro de 2025, as operações que bateram recorde em um único dia tiveram valor médio de operação de R$ 574,24. Agora em setembro deste ano, a média por transação também foi recorde, chegando a R$ 587,58, segundo o Banco Central.

 

Dados mais recentes, do segundo trimestre de 2026, mostram que o Pix é a modalidade de pagamento mais utilizada pelo brasileiro. Foram 22,93 bilhões de operações de abril a junho, totalizando R$ 10,499 trilhões movimentados. 

 

A pesquisa do BC mostra que o cartão de crédito ficou na segunda posição entre as modalidades de pagamentos mais utilizadas, com 6,049 bilhões de transações e R$ 815,57 bilhões de movimentação no período.

 

Em junho, o sistema Pix foi um dos motivos para que os Estados Unidos aplicassem tarifa de 25% em produtos brasileiros, o chamado tarifaço. O Escritório do Representante Comercial do país (USTR) alegou que, por décadas, os atos, as políticas e as práticas do Brasil prejudicaram o comércio norte-americano.

 

O Pix também foi alvo de críticas do governo americano. A administração Donald Trump acusa o Banco Central brasileiro de prejudicar empresas americanas, incluindo as grandes bandeiras de cartões Visa e Mastercard, e usou este argumento, entre outros, para justificar a imposição de novas tarifas comerciais ao Brasil.

 

Em evento de campanha neste sábado (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai se encontrar com Donald Trump na Assembleia Geral da ONU, neste mês de setembro, e que vai mostrar a ele como funciona o Pix.

 

“O presidente dos Estados Unidos quer acabar com o Pix, mas eu agora vou para a ONU, vou encontrar com o Trump e vou dizer para ele: 'Trump, faça um Pix que você vai ver o quanto será bom'”, disse o presidente.
 

Não ter envolvimento com corrupção é o principal atributo esperado de um candidato na escolha do voto
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

A corrupção é o tema que mais influencia o eleitor brasileiro na hora de escolher o seu candidato a presidente da República. Essa constatação foi retirada de um recorde feito pela última pesquisa presidencial divulgada pela Quaest, nesta semana. 

 

O levantamento constatou que, para a maioria dos eleitores, o atributo considerado decisivo para o voto é o candidato não ter envolvimento com desvios, junto com a defesa da democracia. 

 

Já quanto ao fator que leva o eleitor a rejeitar um presidenciável, a ligação com casos de corrupção se apresenta como o aspecto mais mencionado. 

 

Segundo o levantamento, que contou com entrevistas em todo o país, 31% apontaram “não estar envolvido em corrupção” como o principal atributo para votar em um postulante ao Palácio do Planalto, enquanto 28% indicaram “ter compromisso com a democracia” como característica preferencial. 

 

Ao serem perguntados sobre o principal fator que os levaria a “não votar de jeito nenhum” em alguém, 40% dos entrevistados pela Quaest citaram o envolvimento em corrupção. É o dobro dos 21% que responderam rejeitar um candidato sem compromisso com a democracia. 

 

A pesquisa Quaest contou com 2.004 entrevistados de 30 de agosto a 1º de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Editora Globo e pela Globo Comunicação e Participações S.A. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: dois pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-07065/2026.
 

Haddad afirma que Tarcísio recebeu R$ 2 mi do Banco Master para se eleger
Foto: Ricardo Stuckert / PT Divulgação

Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, intensificou suas críticas ao adversário Tarcísio de Freitas (Republicanos) durante um evento de campanha em São José do Rio Preto, no interior paulista, neste sábado (5/9). Ao lado do ex-presidente Lula, Haddad acusou Tarcísio de ter recebido doações do Banco Master para sua campanha eleitoral, citando uma doação de R$ 2 milhões feita por Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, que também está sob investigação.

 

Haddad destacou que o Banco Master teve relações com três ex-ministros do governo Bolsonaro e mencionou um quarto ministro que também recebeu recursos para sua campanha em 2022. As doações a Tarcísio e Bolsonaro ganharam destaque na mídia após a revelação de uma declaração de Vorcaro, que indicou que os repasses eram, na verdade, propina. Tarcísio respondeu às acusações, chamando-as de “ridículas”, enquanto o governo paulista também se manifestou sobre as alegações.

 

Haddad, por sua vez, afirmou que o escândalo do Banco Master é resultado de uma “máfia” ligada ao governo Bolsonaro. Ele ressaltou que o banco cresceu sob a gestão do presidente do Banco Central nomeado por Bolsonaro, e que diversos políticos, incluindo ministros e candidatos, se beneficiaram financeiramente.

 

"Três ministros, o presidente do Banco Central, o candidato a governador de São Paulo e o candidato à Presidência da República, todo mundo pôs o dinheiro, pôs a mão no dinheiro do Master, e nós não chamamos isso pelo nome que tem? Isso é uma máfia. Quem montou o Banco Master nesse país é uma máfia para se perpetuar no poder", declarou Haddad

 

Além de criticar Tarcísio, Haddad também fez observações sobre Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na corrida presidencial. Ele comparou as posturas dos dois, afirmando que Lula não interfere nas investigações da Polícia Federal para proteger familiares, enquanto Flávio é associado a polêmicas, como a compra de uma mansão em Brasília e pedidos de dinheiro a Vorcaro para financiar um filme sobre seu pai.

VÍDEO: Janja interrompe abraço de Lula com eleitora durante ato de campanha no Ceará
Foto: Ismael Soares

A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, interrompeu um abraço entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e uma apoiadora durante um ato de campanha realizado nesta sexta-feira (4), em Juazeiro do Norte, no Ceará.

 

O incidente aconteceu ao final de uma caminhada política, quando uma eleitora, emocionada, agarrou o presidente enquanto ele cumprimentava o público de cima de uma caminhonete. Nas imagens é possível ver que Lula retribui o abraço, mas perde o equilíbrio e se segura nas grades.

 

Janja rapidamente intervém e interrompe o abraço, tentando soltar os braços da mulher do pescoço do presidente. Confira as cenas do momento: 

 


O episódio gerou repercussão nas redes sociais, com vídeos do momento circulando e diversas opiniões sobre a segurança de figuras públicas. Alguns internautas defendem que a primeira-dama estava certa, porque Lula já tem 80 anos e passou recentemente por uma cirurgia na cabeça, enquanto outros consideraram a atitude inadequada e atribuíram o comportamento dela a ciúmes do marido.

"Nenhuma autoridade está acima da Constituição", afirma Fachin durante evento no Planalto
Foto: Divulgação / STF

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, na manhã dessa sexta-feira (4), que nenhuma autoridade está acima da Constituição Federal. A declaração ocorreu durante evento no Palácio do Planalto para celebrar a sanção de uma lei que cria fundos para a Justiça Federal.

 

"As instituições da República precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão. Nenhuma autoridade está acima da Constituição, nenhum poder está acima da lei e nenhum interesse circunstancial pode se sobressair à integridade do Estado de Direito Democrático", reafirma o magistrado durante seu discurso.

 

Segundo ele, a gravidade dos fatos revelados nesta semana não autoriza atalhos, e os fatos graves da crise que atinge a corte estão em apuração. Contudo, o presidente da Corte destacou que a resposta do STF será firme, proporcional e rigorosa. Com os ministros Mendonça e Moraes, ambos em uma disputa aberta, pedindo afastamento e investigação um do outro.

 

"Quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade, o devido processo e as garantias constitucionais", finalizou Fachin. Na ocasião, também estavam presentes o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o advogado-geral da União, Jorge Messias, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, além de outras autoridades.

AtlasIntel: Hugo Motta é o político mais rejeitado da Paraíba e vê a sua eleição e a de seu pai ameaçadas
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), está no topo da lista dos políticos mais rejeitados do seu estado, a Paraíba. Foi o que revelou pesquisa AtlasIntel realizada na Paraíba e divulgada nesta quinta-feira (3). 

 

Os números da rejeição de Motta apurados pela AtlasIntel colocam em risco não apenas a reeleição do presidente da Câmara, mas também a eleição do seu pai para uma das duas vagas para o Senado Federal. Nabor Wanderley, prefeito da cidade de Patos e pai de Motta, também foi mal avaliado pela população paraibana. 

 

De acordo com a AtlasIntel, Hugo Motta lidera a lista dos políticos mais rejeitados pelos paraibanos, com 63,%% das menções negativas. Motta está à frente de Jair Bolsonaro (56,2%), Flávio Bolsonaro (51,5%), Renan Santos (51,3%) e Romeu Zema (46%). 

 

O pai de Motta, Nabor Wanderley, aparece na sexta posição no ranking da rejeição, com índice de 45,2%. Os dois principais adversários de Wanderley ao Senado possuem rejeição mais baixa: Lucas Ribeiro (PP) tem 32,7% e o atual senador Veneziano Vital do Rego (MDB) tem 29,2% de taxa. 

 

A situação de Hugo Motta é ainda pior na avaliação que a AtlasIntel fez dos políticos que têm imagem mais positiva ou negativa entre os moradores da Paraíba. O presidente da Câmara apareceu na última posição do ranking, com 78% de impressão negativa e apenas 11% positiva.

 

O líder desse ranking é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 54% de menções positivas e 41% negativas. Na segunda colocação está o senador Veneziano, com 53% de impressões positivas e 34% de posições negativas. 

 

O estado da Paraíba possui 12 cadeiras na Câmara. Na última eleição, Hugo Motta foi o mais votado, recebendo 158.171 votos para cumprir o seu quarto mandato consecutivo. 

 

A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.207 eleitores na Paraíba entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04083/2026.
 

Leonardo DiCaprio abre álbum de visita ao Brasil e faz alerta: "Proteger a Amazônia é proteger o futuro do planeta"
Foto: Instagram

O ator Leonardo DiCaprio abriu o álbum de viagem pelo Brasil nas redes sociais e compartilhou com os seguidores como foi a passagem pelo país na última semana, que rendeu encontros com lideranças indígenas e com o presidente Lula.

 

Em uma postagem feita no Instagram, o artista falou sobre a experiência no Pantanal. Ativista das causas ambientais, o ator se hospedou com amigos na Fazenda Caiman, em Miranda, na região do Mato Grosso do Sul, espaço conhecido por servir como base para pesquisas e atividades de instituições que estudam espécies na região.

 

Fundador da Re:wild, organização não governamental (ONG) ambiental, que tem como foco a conservação e restauração de áreas selvagens para combater as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade, DiCaprio esteve com o cacique Raoni Metuktire, Cacique Tapi Yawalapiti e e a Liderança Feminina Watatakalu Yawalapiti do Território Indígena do Xingu TIX.

 

"Nos últimos anos, o Brasil tem empreendido esforços incríveis para proteger a Amazônia e outros ecossistemas únicos, liderados por povos indígenas, ONGs locais e o governo. Tenho orgulho de ter visitado alguns dos defensores que atuam na linha de frente e que são apoiados pela minha organização, a Re:wild".

 

De acordo com o presidente Lula, o encontro do artista no Planalto teve duração de 40 minutos e o ator pôde ouvir sobre os impactos das mudanças climáticas e as iniciativas do governo brasileiro de proteção ao meio ambiente.

 

"O Brasil é fundamental para o futuro do planeta, com ecossistemas extraordinários e povos indígenas e comunidades locais que os protegem há gerações. [..] Proteger a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado é proteger os povos indígenas, e o futuro do planeta", diz a postagem do ator.

Lula pede investigação sem blindagem em caso Master e defende ética no Judiciário: "Doa a quem doer"
Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta quinta-feira (3) que as investigações envolvendo o Banco Master avancem sem proteção a autoridades e criticou a divulgação de informações de forma seletiva. Em vídeo divulgado pela Presidência, Lula afirmou que o episódio envolve pessoas poderosas e que a apuração precisa alcançar todos os possíveis envolvidos. “É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”, declarou.

 

O presidente também classificou o caso como “o maior roubo da história do Brasil” e afirmou que houve prejuízos a pessoas de diferentes estados e municípios. Para Lula, a crise não pode comprometer a confiança nas instituições. “O banqueiro, líder do esquema, tem relações com muita gente poderosa. E foi no meu governo que ele foi preso e seu banco fechado. Há suspeita de políticos e agentes públicos envolvidos. Nossa democracia não pode ficar refém de vazamentos seletivos”, afirmou.

 

A manifestação ocorre em meio à crise que atingiu o Supremo Tribunal Federal (STF) após revelações sobre a relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e integrantes da Corte. Sem citar diretamente Alexandre de Moraes, o petista defendeu ainda a criação de um código de ética para o Judiciário. A proposta já havia sido apresentada pelo presidente do PT, Edinho Silva, que também pediu regras semelhantes para o Ministério Público.

 

Lula afirmou que cabe ao presidente do STF, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República Paulo Gonet, que também foi citado nas investigações, conduzirem medidas capazes de preservar a credibilidade das investigações. Agora, ministro André Mendonça deve levar o caso ao plenário físico do STF para discutir a eventual abertura de investigação. A PGR, porém, considerou o procedimento nulo e questionou a forma como a apuração foi conduzida.

 

CONFIRA O VÍDEO COMPLETO:

Lula lidera com 38% e Flávio Bolsonaro marca 33% no 1º turno; Cury cresce e atinge 8% no Datafolha
Fotos: Mauricio leiro / Liz Barretto / Fernando Duarte / Bahia Notícias

A um mês do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, nova pesquisa do instituto Datafolha mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto com 38%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 33%. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (3), 

 

Na comparação com o levantamento anterior, de 21 de agosto, Lula oscilou um ponto para baixo (tinha 39%), enquanto Flávio manteve o mesmo percentual. A diferença entre os dois líderes passou de seis para cinco pontos percentuais. O principal destaque da rodada foi o crescimento do escritor Augusto Cury (Avante), que subiu de 2% para 8% das intenções de voto, apresentando uma alta de seis pontos percentuais.

 

NO 1° TURNO
Ao todo, o instituto testou 13 candidaturas ao Palácio do Planalto. O candidato Pablo Marçal (PRTB), por estar inelegível, não foi incluído no levantamento.

  • Lula (PT): 38% (-1 p.p.)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 33% (estável)
  • Augusto Cury (Avante): 8% (+6 p.p.)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (-1 p.p.)
  • Renan Santos (Missão): 3% (-1 p.p.)
  • Romeu Zema (Novo): 2% (-1 p.p.)
  • Samara Martins (UP): 1% (estável)
  • Edmilson Costa (PCB): 1% (estável)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (estável)
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0% (estável)
  • Clariana Barão (DC): 0% (estável)
  • Hertz Dias (PSTU): 0% (estável)
  • Branco/Nulo/Nenhum: 6% (estável)
  • Indecisos: 3% (-1 p.p.)
  • Cenários de 2º turno

 

O Datafolha também simulou disputas de segundo turno entre o atual presidente e quatro adversários:

  • Lula x Flávio Bolsonaro: Lula soma 46% das intenções de voto contra 44% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos chegam a 9%, e indecisos são 2%. No levantamento de 21 de agosto, Lula tinha 47% e Flávio, 43%.
  • Lula x Ronaldo Caiado: O presidente atinge 46%, ante 41% do ex-governador de Goiás. Brancos e nulos somam 11%, e indecisos, 2%.
  • Lula x Romeu Zema: Lula marca 48% das preferências, contra 39% do ex-governador de Minas Gerais. Brancos e nulos registram 12%, e indecisos, 2%.
  • Lula x Renan Santos: Lula registra 47%, enquanto o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) alcança 38%. Brancos e nulos representam 13%, e indecisos, 2%.

 

TAXAS DE REJEIÇÃO
A pesquisa indicou que os dois líderes da corrida eleitoral mantêm altos índices de rejeição entre os eleitores. Flávio Bolsonaro é descartado por 47% dos entrevistados (tinha 46% na pesquisa anterior), enquanto 45% afirmam que não votariam de jeito nenhum em Lula (mesmo índice da rodada anterior).

A taxa de rejeição dos demais postulantes apresenta o seguinte quadro:

  • Romeu Zema (Novo): 16% (era 16%)
  • Renan Santos (Missão): 15% (era 14%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 13% (era 14%)
  • Augusto Cury (Avante): 9% (era 8%)
  • Samara Martins (UP): 9%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 9%
  • Edmilson Costa (PCB): 8%
  • Clariana Barão (DC): 8%
  • Hertz Dias (PSTU): 7%
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 6%
  • Disseram rejeitar todos os candidatos ou que não votariam em nenhum 1% dos ouvidos; outros 1% afirmaram que poderiam votar em qualquer um. Os indecisos sobre a rejeição somam 3%.

Analistas e marqueteiros apontam que índices de rejeição acima de 40% representam um obstáculo relevante na reta final das campanhas, tornando decisiva a disputa pelos votos dos eleitores indecisos em um eventual segundo turno.

 

O crescimento de Augusto Cury ocorre em meio a uma estratégia de ampliação de sua presença nas redes sociais, que gerou um ganho de 2,5 milhões de seguidores no Instagram, compensando o tempo reduzido de 35 segundos por bloco no horário eleitoral gratuito. A campanha de Cury nega o uso de impulsionamento pago com influenciadores ou robôs.

 

O levantamento do Datafolha ouviu 2.002 eleitores com mais de 16 anos em 125 cidades nos dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03669/2026.

Lula registra 46% das intenções de voto no segundo turno e Flávio Bolsonaro soma 44%, aponta Datafolha
Fotos: Ronne Oliveira / Mauricio Leiro / Bahia Notícias

Em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 44%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3) em levantamento do instituto Datafolha.

 

No cenário que contrapõe Lula e Flávio Bolsonaro, os eleitores que declararam voto em branco ou nulo somam 9%, enquanto os indecisos representam 2%. O instituto testou ainda a disputa de segundo turno entre o atual presidente e outros três nomes:

  • Contra Ronaldo Caiado (PSD): Lula atinge 46% das intenções de voto, ante 41% do ex-governador de Goiás.

  • Contra Romeu Zema (Novo): O presidente chega a 48% das preferências, enquanto o ex-governador de Minas Gerais alcança 39%.

  • Contra Renan Santos (Missão): Lula soma 47% das intenções, contra 38% do coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL).

 

O levantamento Datafolha ouviu 2.002 pessoas entre os dias 1º e 2 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo, estando registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número TSE-03669/2026.

Avaliação negativa do governo Lula é de 42% e a positiva fica em 31%, aponta Datafolha
Foto: Ronne Oliveira / Bahia Notícias

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado como ruim ou péssimo por 42% dos eleitores, segundo nova pesquisa do instituto Datafolha. O levantamento indica ainda que 31% dos entrevistados classificam a gestão como ótima ou boa, enquanto 25% a consideram regular.

 

No tocante ao trabalho pessoal do presidente, 51% dos eleitores afirmaram desaprovar a atuação de Lula, ao passo que 45% a aprovam. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 125 municípios na terça-feira (1º) e quarta-feira (2). O levantamento, contratado pela TV Globo e pela Folha de S. Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03669/2026, possui margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Na rodada anterior do levantamento, realizada duas semanas antes, a avaliação ruim ou péssima havia registrado 41%, apresentando oscilação dentro da margem de erro em relação ao final de julho, quando marcava 38%. O percentual de ótimo ou bom variou de 32% para 33% no mesmo período, enquanto a avaliação regular passou de 28% para 25%.

 

Em relação à aprovação pessoal de Lula, a pesquisa anterior mostrava um cenário de empate técnico, no qual 50% expressavam menções negativas e 48%, positivas.

Lula anuncia fila do INSS zerada enquanto Congresso vota MP que ajuda a reduzir quantidade de requerimentos ao órgão
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Nesta mesma tarde desta quinta-feira (3) em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que o governo federal zerou a fila do Instituto Nacional do Seguro Social, Câmara dos Deputados e Senado concluíram, em votações rápidas e com plenários esvaziados, a medida provisória que amplia programa para diminuir a fila do INSS.

 

Segundo a presidente do INSS, Ana Cristina Siveira, os pedidos que aguardam há mais de 45 dias caíram 87% em relação a janeiro (quando estavam em 1,9 milhão) e que uma parte deles corresponde a "casos de maior complexidade, que exigem análise cuidadosa e que sempre existirão em uma instituição com a dimensão do INSS".

 

Em evento no Palácio do Planalto, o presidente Lula brincou que a cerimônia sobre a fila do INSS só aconteceu graças ao apresentador do Jornal Nacional, César Tralli. O presidente mencionou comentário feito durante sabatina no "Jornal Nacional", da TV Globo, na semana passada, ao ser questionado por Tralli.

 

Na ocasião, Lula chegou a convidar o jornalista a ir a Brasília participar da cerimônia no Palácio do Planalto.

 

"Vamos ver se o Jornal Nacional vai noticiar. Isso aqui está acontecendo graças ao "Tralli", ironizou Lula no Palácio do Planalto.

 

Já no Congresso, deputados e senadores votaram a MP que estende o Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB), criado em 2025 para diminuir as filas de requerimentos do INSS e da Perícia Médica Federal. Com a aprovação na Câmara e no Senado, a medida segue para sanção presidencial. 

 

O texto aprovado amplia o objetivo do programa: antes, a prioridade era reavaliação e revisão de benefícios já concedidos; agora, essas atividades passam a ter o mesmo peso de processos como novos pedidos de aposentadoria e auxílio-doença.

 

A MP também reduz de 45 para 30 dias o prazo mínimo de espera para que um processo entre no escopo do PGB. Além disso, há previsão de pagamento extraordinário aos servidores que cumprirem as metas. A data limite de vigência do programa é 31 de dezembro de 2026.

 

Durante a votação da MP em Plenário, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) destacou a importância da medida para famílias com doenças raras e atípicas. 

 

"Já conseguimos diminuir a fila em 76% em agosto e, em setembro, vamos zerar a fila do INSS", afirmou o deputado, destacando fala do presidente Lula sobre a redução da fila do INSS.

Ministra Margareth Menezes presenteia DiCaprio com arte brasileira em encontro com Lula: "Tesouro da nossa identidade"
Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O ator norte-americano Leonardo DiCaprio foi presenteado pela ministra da Cultura e cantora Margareth Menezes durante o encontro na última quarta-feira (2) no Palácio do Planalto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

O presente escolhido para a estrela de Hollywood foi uma obra de arte popular do Museu do Pontal, no Rio de Janeiro. A informação foi compartilhada pela ministra e pelo secretário executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares.

 

"De presente, demos a ele um pedaço da nossa identidade. Um verdadeiro tesouro da nossa identidade, que preserva a genialidade da arte popular brasileira."

 

 

Ativista das causas ambientais, o ator se hospedou com amigos na Fazenda Caiman, em Miranda, na região do Pantanal do Mato Grosso do Sul, espaço conhecido por servir como base para pesquisas e atividades de instituições que estudam espécies na região.

 

Durante o encontro com o presidente, que durou cerca de 40 minutos, DiCaprio pôde ouvir sobre os impactos das mudanças climáticas e as iniciativas do governo brasileiro de proteção ao meio ambiente, com redução recorde do desmatamento, enfrentamento ao garimpo ilegal e demarcação de terras indígenas.

 

De acordo com relato feito por Lula nas redes sociais, o artista relatou sobre como conheceu o Xingu, há 25 anos, e falou sobre a amizade com o cacique Raoni.

 

A reunião ainda contou com a presença dos ministros Eloy Terena (Povos Indígenas) e João Paulo Capobianco (Meio Ambiente), além do diretor da Re:wild no Brasil, Rodrigo Medeiros; e na América Latina, Christopher Jordan.

Paula Lavigne relata plateias vazias em shows no Brasil e faz apelo para Lula: "Nunca vi nada igual"
Foto: Agência Senado

A empresária Paula Lavigne, esposa do cantor Caetano Veloso, fez um apelo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um encontro para debater o espaço das plataformas de apostas no país.

 

Durante o evento, que contou com a presença de artistas e outros empresários do setor, Lavigne colocou o ex-presidente Michel Temer, como o responsável por um prejuízo no setor do entretenimento. Para a empresária, foi possível perceber o esvaziamento dos shows após o governo do vice de Dilma.

 

"Eu acho que Michel Temer não deu só um golpe no Brasil, acho que ele trouxe a desgraceira para a gente, de verdade. Promovo shows há 40 anos e nunca vi nada igual, as plateias estão vazias. A gente ouve de todo mundo que tem muita oferta, que isso ou aquilo, mas acho engraçado, porque quando fazemos um evento gratuito, o público vai e lota — vide as emendas sendo gastas com os sertanejos."

 

Em seu discurso, Paula, que faz forte campanha para o fim das bets, reforçou que apesar dos grandes artistas conseguirem se afastar das tentativas de investimento através das bets, os artistas menores não conseguem esse feito pela falta de recursos, o que acaba fazendo com que eles cedam a pressão.

 

“O meu pedido é que acabe esse horror no Brasil. A gente era feliz e não sabia. A gente não tinha bet na vida da gente. Artistas como Caetano, Marisa Monte, Anitta ou o próprio Emicida a [presente na reunião] podem organizar seus shows e recusar o patrocínio das bets, mas os artistas pequenos, não. Eles têm que fazer, ou não vão viver”, lamentou.

 

A empresária pediu para que o presidente tomasse medidas contra as casas de apostas e impedisse que as empresas recursos da Lei Rouanet, deixando que a verba fosse direcionada para o seu propósito inicial, promover cultura.

 

“Essa é uma lei de retorno de marketing. O senhor já imaginou o que o artista vai ser obrigado a fazer se continuar indo desse jeito, sem limites”.

Lula se reúne com cúpula do STF para discutir crise de Moraes e Banco Master
Foto: Joédson Alves / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou nesta terça-feira (1º) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sobre a crise provocada pelas revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. No mesmo dia, o decano da Corte, Gilmar Mendes, também procurou o petista.

 

Segundo as informações da Folha de São Paulo, o ministro alertou Lula sobre o que considera falta de apoio das instituições de governo à Polícia Federal em meio à disputa sobre a condução das investigações do caso. A crise ganhou força após um relatório da PF, determinado pelo ministro André Mendonça, revelar interações entre Moraes e Vorcaro. O material passou a pressionar o Supremo e também aumentou a cobrança de setores da oposição pelo impeachment do magistrado.

 

Diante do desgaste, aliados de Lula avaliam que o presidente deve adotar a linha de que ninguém está acima da lei, mas sem transformar o episódio em uma pauta espontânea do governo. O próprio Lula já havia cobrado publicamente que Moraes se declarasse impedido de atuar em questões relacionadas ao Banco Master. Em abril, o presidente afirmou que o ministro deveria preservar sua trajetória diante das repercussões envolvendo Vorcaro.

 

 O caso ocorre em um momento de maior sensibilidade para o governo, diante da proximidade política que Lula manteve com integrantes do Supremo durante o atual mandato. Moraes, em particular, esteve entre os ministros mais próximos do presidente. A oposição, por sua vez, voltou a defender o impeachment de Moraes.

Janja e Leonardo DiCaprio discutem pautas ambientais em encontro no Planalto
Foto: Reprodução / Instagram @janjalula

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, compartilhou nas redes sociais registros da reunião que teve com Leonardo DiCaprio nesta quarta-feira (2). O ator norte-americano esteve no Palácio do Planalto para discutir pautas ambientais no encontro que contou também com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

 

 

"Cuidar da floresta é também cuidar de quem vive e luta por ela. Hoje, conversei com Leonardo DiCaprio sobre o papel fundamental das mulheres na preservação dos nossos territórios e sobre como a bioeconomia pode gerar trabalho, renda e desenvolvimento sem destruir a natureza", escreveu Janja na legenda da publicação feita no Instagram.

 

Segundo a esposa do presidente Lula, discutiram-se temas como a Amazônia, povos indígenas, o combate às mudanças climáticas e "a importância de unir governo, comunidades e sociedade na construção de um futuro sustentável." O ator levou para casa ainda uma lembrança fotográfica do líder indígena brasileiro da etnia caiapó, Cacique Raoni, feita por Ricardo Stuckert.

 

"Seguimos juntos na defesa da nossa floresta e de quem cuida dela", finalizou Janja.

 

Leonardo DiCaprio possui uma atuação de anos nas causas ambientais, enquanto o presidente Lula tem dado destaque à pauta em seus últimos pronunciamentos.

Comissão aprova MP que revoga "taxa das blusinhas" e retira compensações a empresas e exclusividade dos Correios
Foto: Edu Mota, de Brasília / Bahia Notícias

Deputados e senadores da comissão mista de análise da medida provisória que revogou a chamada "taxa das blusinhas" aprovaram, nesta quarta-feira (2), o parecer apresentado pela relatora, Leila Barros (PDT-DF). Com a aprovação, o texto da medida segue agora para ser votado no plenário da Câmara.

 

A aprovação da medida provisória de forma simbólica foi possível após a celebração de um acordo entre governo e oposição, para que o pedido de votação de destaques em separado fossem retirados. A oposição disse que os destaques serão apresentados durante a votação no plenário da Câmara.

 

A MP 1357/2026 foi editada em maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender a cobrança do imposto federal de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 257). O texto perderá a validade no dia 8 de setembro, caso não seja votado e aprovado pelo Congresso Nacional, que realiza nesta semana o último esforço concentrado de votações antes das eleições.

 

Em seu parecer, a senadora Leila Barros rejeitou emendas apresentadas por parlamentares da comissão para incluir no texto algum tipo de compensação à indústria nacional por perdas com a revogação da taxa. Representantes do setor produtivo reclamam de sofrerem uma competição injusta com as plataformas de vendas como Shein e Shopee. 

 

As emendas rejeitadas pela relatora sugeriam isenções, créditos presumidos, devoluções ou extensão de benefícios tributários a produtos e operações nacionais.

 

Outro lote de emendas rejeitadas pedia a garantia de exclusividade dos Correios para transportar as remessas internacionais. A sessão desta quarta foi acompanhada por funcionários e lideranças sindicais dos Correios, que defendiam a inclusão da garantia da exclusividade.

 

Leila Barros manteve no seu texto a autorização para o Ministério da Fazenda zerar o imposto de importação para compras de até US$ 50 e reduzir, até 30%, a taxa sobre remessas de até US$ 3.000. A isenção entrou em vigor desde que a emenda foi publicada no Diário Oficial.

 

Também foi inserido no texto aprovado pela comissão a previsão de uma reavaliação periódica a ser realizada pelo Ministério da Fazenda. O governo federal ficaria, dessa forma, obrigado a verificar os efeitos da isenção ou redução da tributação das remessas internacionais sobre a atividade econômica do país. 

 

A reavaliação periódica foi uma demanda do setor produtivo nacional discutida com a relatora da MP da "taxa das blusinhas." A medida prevê que representantes da indústria e do comércio varejista do setor têxtil e de vestuário, calçados, acessórios, brinquedos e cosméticos acompanhem regularmente os dados e o processo de reavaliação.

 

Para as plataformas internacionais de vendas de produtos online, a MP aprovada nesta quarta exige que elas, assim como operadores logísticos, adotem mecanismos de dados, com rastreabilidade, para prevenção de subfaturamento. A ideia é evitar registro de produtos com valor menor que o real ou a divisão artificial das compras, para que fiquem com menos de US$ 50.

Quaest: Lula lidera 1º turno com 37%, mas Flávio Bolsonaro chega a 29%; Augusto Cury tem 10%
Fotos: Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, com 37% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 29%, enquanto o escritor Augusto Cury (Avante) registra 10%.

 

O levantamento foi encomendado pelo jornal O Globo e pela Globo. No cenário estimulado — quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados —, aparecem ainda Renan Santos (Missão), com 3%; Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP), com 1% cada.

 

Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram.

 

Confira os números:

  • Lula (PT): 37%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 29%
  • Augusto Cury (Avante): 10%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • Wilson Grassi (Democrata): 0%
  • Clariana Barão (DC): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • Indecisos: 11%
  • Branco/nulo/não vai votar: 7%

 

CENÁRIO COM PABLO MARÇAL

A Quaest também testou um segundo cenário de primeiro turno, desta vez com Pablo Marçal (PRTB). Nele, Lula permanece com 37%, enquanto Flávio Bolsonaro sobe para 30%. Augusto Cury mantém os 10%.

 

Renan Santos aparece com 3%. Caiado, Marçal e Zema registram 1% cada. Samara Martins, Rui Costa Pimenta, Clariana Barão, Wilson Grassi, Edmilson Costa e Hertz Dias ficam com 0%.

 

  • Lula (PT): 37%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 30%
  • Augusto Cury (Avante): 10%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Pablo Marçal (PRTB): 1%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Samara Martins (UP): 0%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
  • Clariana Barão (DC): 0%
  • Wilson Grassi (Democrata): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Hertz Dias (PSTU): 0%
  • Indecisos: 10%
  • Branco/nulo/não vai votar: 7%

 

Os resultados não podem ser comparados diretamente com a pesquisa anterior, divulgada em 14 de agosto, porque o cenário eleitoral era diferente. Naquele levantamento, Leonardo Avalanche aparecia como candidato do PRTB. Ele deixou a disputa para Pablo Marçal, que registrou sua candidatura no último dia do prazo, em 15 de agosto.

 

Marçal, no entanto, está inelegível, e ainda cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir se ele poderá disputar a eleição.

 

PESQUISA ESPONTÂNEA

 

No cenário espontâneo, em que os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Lula também lidera, com 28%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 20%. Augusto Cury aparece com 4%, enquanto outros nomes somados chegam a 4%.

 

O dado que chama atenção é o elevado número de eleitores que ainda não definiram o voto: 42% estão indecisos. Outros 2% afirmaram que votarão em branco, nulo ou não irão votar.

 

A Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país, entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

 

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026.

Pesquisa Real Time confirma crescimento de Augusto Cury, com Lula na liderança e Flávio em segundo
Foto: Montagem com reprodução TV Band e agências Brasil e Senado

Assim como já havia sido constatado em outras pesquisas, o novo levantamento do Instituto Real Time Big Data confirmou o crescimento do escritor Augusto Cury (Avante) e sua consolidação como terceiro melhor colocado na disputa presidencial. A pesquisa fez duas simulações de primeiro turno, e Cury alcança 10% com a presença do candidato Pablo Marçal (PRTB) e 11% sem ele na lista.

 

Segundo o Real Time Big Data, na simulação com a presença de Pablo Marçal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa com 38% das intenções de voto. Em seguida, aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 29%, e na sequência o escritor Augusto Cury, com 10%.

 

Confira abaixo como ficou a distribuição das intenções de voto entre os candidatos:

 

Lula (PT) - 38%
Flávio Bolsonaro (PL) - 29%
Augusto Cury (Avante) - 10%
Renan Santos (Missão) - 6%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Pablo Marçal (PRTB) - 3%
Romeu Zema (Novo) - 2%
Outros candidatos - 2%
Nulo/branco - 3%
Não sabe/não respondeu - 3%

 

Em um segundo cenário testado pelo instituto Big Data, sem a presença do nome de Pablo Marçal, o presidente Lula se mantém com 38%, mas Flávio Bolsonaro aumenta um ponto e chega a 30%. Augusto Cury também melhora seu patamar total, chegando a 11%. 

 

Veja abaixo como ficou a segunda simulação de primeiro turno, sem o nome de Marçal:

 

Lula - 38%
Flávio Bolsonaro - 30%
Augusto Cury - 11%
Renan Santos - 7%
Ronaldo Caiado - 4%
Romeu Zema - 2%
Outros candidatos - 2%
Brancos/nulos - 3%
Não sabe/não respondeu - 3%

 

Já na simulação feita pelo instituto para a principal disputa de segundo turno, há um cenário de equilíbrio. A pesquisa Big Data constatou um empate entre Lula e Flávio Bolsonaro, com ambos registrando 44% das intenções de voto. Os eleitores que declaram voto nulo ou em branco somam 9%, enquanto 3% afirmam que não sabem ou preferem não responder.

 

O Instituto Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto em todo o território nacional. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03490/2026.
 

Novo decreto do Governo combate cambismo digital e exige água gratuita em eventos; confira regras
Foto: Casa de Apostas Arena Fonte Nova/ Divulgação

Dois decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última segunda-feira (31) terão grande impacto no setor do entretenimento. 

 

Uma série de medidas foi apresentada em evento realizado no Palácio do Planalto, que contou com a presença de representantes de fã-clubes brasileiros de diversos artistas como Harry Styles, BTS, Dua Lipa, Katy Perry e mais.

 

O Governo regulamentou a venda e a transferência de ingressos pela internet para shows e eventos, em uma tentativa de impedir o cambismo digital, além de determinar que as filas virtuais para a compra de ingressos mostrem a posição do consumidor, o número estimado de pessoas à frente e o tempo de espera.

 

Foto: Giba/MinC

 

As novas regras entram em vigor 30 dias após a publicação dos decretos e atendem uma reivindicação antiga dos fãs.

 

Outra medida foi a exigência da transparência na composição dos preços. Valores e taxas adicionais deverão ser apresentados de forma clara e visível em todas as etapas da compra. São consideradas abusivas cobranças duplicadas ou semelhantes que não correspondam a serviços efetivamente prestados e devidamente discriminados.

 

O decreto ainda reforça os mecanismos para assegurar o cumprimento da legislação da meia-entrada e considera abusivas práticas que reduzam ou dificultem o acesso ao benefício. 

 

Além de assegurar o direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor, e nos casos de cancelamento, adiamento ou alteração relevante do evento, o consumidor poderá optar pela nova data, por crédito para utilização futura ou pelo reembolso integral dos valores pagos.

 

O evento também renovou um decreto que surgiu após a tragédia no show da cantora Taylor Swift em 2023, com a morte de uma fã devido a uma onda de calor no estádio. Eventos com mais de mil pessoas deverão disponibilizar água potável gratuitamente, em pontos de fácil acesso. 

 

O público também poderá levar suas próprias garrafas, respeitando eventuais critérios de segurança definidos pelos organizadores.

Alcolumbre quer eliminar sabatina e votar indicação de Rodrigo Pacheco ao TCU direto no plenário
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pretende votar nesta semana no plenário a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga aberta de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A cadeira de ministro está vaga por conta da renúncia, nesta segunda-feira (31), oficializada por Bruno Dantas, que vai para a iniciativa privada. 

 

Normalmente, o indicado para o TCU passa por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Alcolumbre, entretanto, quer pular essa parte e garantir a aprovação do nome de Rodrigo Pacheco já nesta semana de esforço concentrado.

 

A indicação de Pacheco para o Tribunal de Contas foi acertada entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em reunião da semana passada. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também participou do encontro. 

 

Depois do encontro, Alcolumbre destravou uma série de projetos e medidas que estavam há semanas paralisadas na Mesa Diretora do Senado. Em contrapartida, o presidente do Senado negociou a indicação de Rodrigo Pacheco ao TCU, que recebeu sinal verde do presidente Lula.

 

Esse movimento de Davi Alcolumbre, de levar a indicação ao TCU diretamente ao plenário, sem passar pela sabatina na CAE, não deve encontrar resistências entre os senadores. Como foi presidente do Senado por dois mandato, o nome de Rodrigo Pacheco possui amplo apoio de seus pares, e deve ser referendado até no máximo na sessão da próxima quarta (2). 
 

 BTG/ Nexus: Lula aparece com 39% de intenções de voto no 1° turno, Flávio com 33% e Cury atinge 11%
Fotos: Ricardo Stuckert / PR / Mauricio Leiro / Bahia Notícias

Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (31) mostrou que no cenário estimulado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33% e Augusto Cury (Avante) registrou 11%.

 

Em comparação com avaliação anterior, Lula acabou recuando de 41% para 39%, Flávio Bolsonaro caiu de 36% para 33%, enquanto Augusto Cury cresceu de 8% para 11%. Os demais candidatos seguem em patamares de um dígito, com Ronaldo Caiado (PSD) registrando 5%, Renan Santos (Missão) 3% e Romeu Zema (Novo) 1%.

 

Em outro cenário, com a inserção do nome de Pablo Marçal (PRTB), o estudo, mostra:

  • Lula: 37%

  • Flávio Bolsonaro: 31%

  • Escritor Augusto Cury: 11%

  • Ronaldo Caiado: 6%

  • Pablo Marçal: 3%

  • Renan Santos: 3%

  • Zema: 2%

  • Samara: 1%

  • Veterinário Wilson Grassi: 1%

  • Rui Costa Pimenta: 0%

  • Clariana Barão: 0%

  • Hertz Dias: 0%

  • Edmilson Costa: 0%

  • Nenhum/Branco/Nulo: 3%

  • NS/NR: 2%

 

 

 

SEGUNDO TURNO
No cenário estimulado, em um possível segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro. O petista empata tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD): 45% x 44%. A pesquisa também trouxe outros dados no 2º turno. Confira:

 

 

A pesquisa foi feita entre os dias 28 a 30 de agosto, com as entrevistas de 2.005 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08900/2026.

Com 4 meses de sobra, Lula já soma 56 MPs editadas em 2026, mais que em 2023 e 2025; entenda
Foto: Wallison Breno/Divulgação/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já editou 56 medidas provisórias em 2026, ainda com quatro meses restantes para o ano acabar, superando o número contabilizado em 2023 (52) e em 2025 (46). O recorde até o momento ocorreu em 2024, quando o presidente assinou 81 MPs.

 

Neste terceiro mandato, 49 das 235 medidas editadas se tornaram leis, uma taxa de conversão de 20,8%. Outras 137 "caducaram", 21 foram revogadas, entre elas oito que tiveram a vigência encerrada, e 36 seguem em tramitação.

 

Em comparação, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) editou 284 MPs nos quatro anos de seu governo, das quais 57,7% (164) foram convertidas em lei.

Em conversa com senador aliado, Lula disse que "iria fazer o diabo" para vencer eleição no primeiro turno; entenda
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia declarado a um senador, reservadamente, que pretende ganhar as eleições presidenciais de 2026 já no primeiro turno.

 

Segundo informações de Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, o petista havia dito que "iria fazer o diabo" para que isso acontecesse.

 

"Vamos fazer o diabo para ganhar no primeiro turno. Nossas análises indicam que um segundo turno seria muito complicado", teria dito Lula durante as gravações que fez com aliados para o horário eleitoral gratuito.

Lula promete aprovação do fim da escala 6x1 na próxima semana
Foto: Evaristo Sa / AFP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, neste sábado (29/8), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala de trabalho 6x1 será aprovada na próxima semana. A declaração foi feita durante o evento Mulheres com Lula, em Belo Horizonte (MG).

 

 

“Democracia não é o povo ficar de cabeça baixa, calado. Democracia é o povo de cabeça erguida, gritando o que ele deseja e o que ele quer. Portanto, nós vamos aprovar, nesta semana, o fim da escala 6x1”, afirmou o presidente. Segundo ele, a mudança permitirá que homens e mulheres tenham mais tempo para a família e lazer, considerando a proposta uma “coisa sagrada” para o governo.

 

 

A PEC está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e será analisada na próxima quarta-feira (2/9). Para ser aprovada, necessita de 49 votos favoráveis em dois turnos no Plenário.

 

Além disso, Lula reafirmou seu compromisso com a soberania brasileira, afirmando que, enquanto for presidente, “nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse país”. Ele se comprometeu a trabalhar para que o Brasil seja visto como um país “desenvolvido” e a melhorar a educação e remuneração da juventude.

 

O evento contou com a presença da primeira-dama Janja Lula da Silva, das candidatas ao Senado por Minas Gerais, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL), e do candidato ao governo do estado, Patrus Ananias (PT). Também estiveram presentes a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), e várias ministras do governo.
 

Vox: Flávio cresce, vai a 45,1%, e passa Lula, que tem 44,5%, no 2º turno
Foto: Reprodução / Agência Brasil / Agência Senado

Lula lidera o 1° turno mas é ultrapassado por Flávio Bolsonaro em potencial 2° turno. Isso é o que diz a nova rodada da pesquisa divulgada pela Vox Brasil, neste sábado (29). Os dados mostram que no primeiro turno, Lula fica na liderança, com margem de pouco mais de 2 pontos, e no segundo turno, fica empatado com Flávio dentro da margem de erro, com vantagem de 0,6% do senador. As informações são do jornal Metrópoles. 

 

No primeiro turno, Lula aparece com 37,1% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34,8%. Ronaldo Caiado (PSD), fica com 5% das intenções de voto, enquanto Renan Santos (Missão) marca 3,3% e Romeu Zema (Novo) chega a 2,8%.

 

Augusto Cury (Avante) e Pablo Marçal (PRTB) apresentam 2,6% e 2%, respectivamente. Os demais candidatos não chegam a 1%. Nesta pesquisa, 3,5% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum e 6,8% não souberam.

 

O levantamento foi realizado pela Vox Brasil e ouviu 2.100 pessoas entre os dias 25 e 27 de agosto. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-05519/2026.

 

Já no segundo turno, o filho de Jair Bolsonaro tem 45,1% das intenções de voto, contra 44,5% do presidente, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

Lula x Flávio
Flávio Bolsonaro (PL): 45,1%
Lula (PT): 44,5%
Nenhum/Branco/Nulo: 7,9%
Não sabe/não opinou: 2,5%

 

Em outros cenários testados de segundo turno, Lula aparece à frente de Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). 

 

Lula x Zema
Lula (PT): 45,5%
Romeu Zema (Novo): 39,3%
Nenhum/Branco/Nulo: 8,1%
Não sabe/não opinou: 7,1% 

 

Lula x Caiado
Lula (PT): 45,5%
Ronaldo Caiado (PSD): 41,1%
Nenhum/Branco/Nulo: 5,3%
Não sabe/não opinou: 8,1%
 

Aliados defendem Lula e afirmam que ele não sabia quem era Luchsinger
Foros: Reprodução / Redes Sociais

O presidente Lula não mentiu quando disse que não conhece a empresária Roberta Luchsinger, segundo aliados e líderes do PT que convivem com ele. A declaração foi feita em entrevista ao Jornal Nacional na quinta (27).

 

As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

 

Apesar de dezenas de fotografias que mostram que o petista já esteve com a lobista mais de uma vez, e em situações diversas, os aliados afirmam que Lula nunca foi apresentado a ela e não sabia quem era.

 

 

"Não conheço essa moça, nunca vi essa moça na minha vida, ela nunca esteve próxima de mim", afirmou Lula ao JN.

 

De acordo com um interlocutor frequente, o presidente buscou informações sobre a empresária quando o noticiário passou a abordar as ligações de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com as atividades de lobby de Luchsinger.

 

 

Assessores mostraram a ele as fotos em que os dois aparecem juntos, publicadas pela própria lobista em redes sociais. "Não sei quem é", teria dito Lula quando viu as imagens.

 

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Os assessores teriam ainda dito a Lula que Luchsinger afirmara que faria uma doação de R$ 500 mil à campanha dele em 2017. O petista foi preso um ano depois e não chegou a ser candidato.

 

Lula teria respondido então que esse dinheiro nunca foi doado a ele nem ao PT.

 

Um aliado do presidente afirma que a prova de que ele de fato não a conhece foi a declaração ao Jornal Nacional (JN). "Foi a demonstração maior de que ele foi traído pela convicção. No entendimento do presidente, tirar uma foto com uma pessoa não significa que ele conhece essa pessoa, que apenas teve um rápido acesso a ele", diz o interlocutor.

 

Na visão do mesmo líder petista, o presidente não teve malícia na hora de responder aos jornalistatas do JN, o que prova que ele estava falando a verdade sobre a relação com Roberta Luchsinger, que seria inexistente.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os nepo babies parecem meio perdidos. Alguém precisa dar uma orientação pra eles. Tem até filho feio confundindo o próprio pai. Enquanto isso, o Cacique vai ter que lutar pra afastar a imagem de pé frio, e Zoião tenta convencer que é desenrolado. Mas quem tá passando uma mensagem meio confusa é o Rambo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes
Foto: Luiz Silveira / STF

"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos". 

 

Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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