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Artigos

Marta Rodrigues
Salvador já tem lei contra o feminicídio e precisa avançar na sua implementação
Foto: Divulgação

Salvador já tem lei contra o feminicídio e precisa avançar na sua implementação

Quanto mais o tempo passa sem a implementação de políticas públicas efetivas, mais mulheres seguem perdendo a vida. O enfrentamento ao feminicídio não admite a espera. E a demora em transformar leis em ações concretas tem consequências diretas e irreversíveis.

Multimídia

Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário

Deputado Leur Lomanto Jr. defende reformulação do processo eleitoral e critica “fragilidade” no vínculo partidário
Com o fechamento da janela partidária no início de abril, o deputado federal Leur Lomanto Júnior (União) defendeu uma reformulação no processo eleitoral brasileiro, na tentativa de reforçar os vínculos partidários. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda (13), o parlamentar destaca que o modelo atual de legislação eleitoral permite mudanças “radicais” nas filiações e fragiliza o vínculo entre os candidatos e partidos.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

lula

“Cada um precisa ser o porta-voz de Lula e da democracia no ambiente virtual”, afirma Éden no Congresso do PT
Foto: Divulgação

O secretário Nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, afirmou, no primeiro dia do 8º Congresso Brasil Justo do partido, nesta sexta-feira (24), em Brasília, que os dirigentes, a militância e os apoiadores do projeto político de justiça e desenvolvimento social do PT precisam ser os porta-vozes do presidente Lula no mundo digital para garantir a sua reeleição neste ano e a continuidade da promoção de avanços no Brasil, após quatro anos de retrocesso da gestão de Jair Bolsonaro, que colocou o país no Mapa da Fome e bateu recordes de desemprego. 

 

“Quero destacar e convidar cada companheiro e companheira que ainda não aderiu e que ainda não é construtor das nossas estratégias digitais. Não basta só seguir o perfil do PT e do Lula, curtir e compartilhar o nosso conteúdo. Isso é importante. Não basta só seguir o perfil do PT no seu estado, no seu município ou do nosso candidato e candidata. Nós temos que ser falantes do presidente Lula também no universo digital. Cada um e cada uma aqui dos dirigentes precisa assumir o papel de ser o porta-voz do presidente Lula e da democracia no ambiente virtual”, disse o secretário de Comunicação. 

 

Éden falou sobre a importante tarefa de traduzir as políticas, o programa e as propostas do governo Lula e do PT e o empenho desse trabalho de levar a informação a cada território, estado ou cidade.

 

“Com o nosso sotaque, do nosso jeito, no nosso território e criar coragem de abrir a câmera e gravar e criar coragem de defender as ações, as obras e os programas do presidente Lula em cada cidade, em cada bairro”, disse Éden.

 

O secretário Nacional de Comunicação do PT também comentou sobre a articulação para a agenda do Dia do Trabalhador, em 1º de Maio, e reforçou o que considera fundamental para maior união do partido em todo o Brasil. 

 

“Nós estamos fazendo talvez o exercício de maior unidade política no PT, entre a esfera virtual e a mobilização territorial de núcleo de base. Nós precisamos, na construção do 1º de maio, de um exemplo de que o PT já compreendeu que não há na vida contemporânea, moderna, diferença entre a dimensão virtual e a real. Que não há mais divórcio entre aquilo que fazemos, que é militância política, disputa política de princípios de valores, no dia a dia, no sindicato, no trabalho, na universidade, na escola, na comunidade daquilo que fazemos nos ambientes digitais. Hoje, os celulares viraram praticamente uma extensão do nosso corpo e acho que é um sinal de maturidade que o PT apresenta nessa construção de que as coisas podem e vão caminhar juntas como já caminharam nas eleições de 2016, 2018, 2022 e 2026 ainda mais”, disse o secretário no primeiro dia do Congresso do partido

Lula fará procedimentos de retirada de acúmulo de pele na cabeça e tratamento de tendinite
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

 

A Secretaria de Comunicação da Presidência informou, nesta quinta-feira (23), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passará por procedimento para retirada de um acúmulo de pele, chamado de queratose, na cabeça e por uma infiltração no punho para tratar uma tendinite no polegar da mão direita. 

 

Segundo a nota, os procedimentos são considerados de baixa complexidade e não haverá nenhuma restrição para o presidente. Os tratamentos serão realizados no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na sexta-feira (24). 

 

Após os procedidmentos, o presidente deve passar o sábado em São Paulo, mas pode retornar a Brasília no domingo para o congresso do Partido dos Trabalhadores, sem necessidade de maior repouso, conforme nota da equipe médica. 

 

O presidente tinha compromissos oficiais previstos para esta sexta-feira em Presidente Prudente (SP) e em Andradina (SP), mas foram adiados para segunda-feira (27).

Lula anuncia redução do PIS/Cofins sobre a gasolina para conter avanço dos preços
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou a redução do PIS/Cofins sobre a gasolina nesta quinta-feira (23). A medida integra uma série de medidas do governo federal para tentar conter o avanço dos preços dos combustíveis. Os valores têm escalado desde que os Estados Unidos e Israel começaram a bombardear o Irã, em março deste ano.

 

Segundo a Folja de São Paulo. a principal preocupação de Lula é que esse aumento tem potencial de impactar negativamente o desempenho do petista nas urnas das eleições deste ano, em um contexto no qual seu principal concorrente à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), cresce nas pesquisas de intenção de voto.

 

Em março, o governo de Lula anunciou a desoneração do PIS/Cofins e uma subvenção de R$ 0,32 por litro para o diesel nacional e importado.

 

Depois, ampliou a subvenção para R$ 1,52 por litro no caso importado e R$ 1,12 no nacional, em um custo que será partilhado também com os governos estaduais, e adicionou um custeio de R$ 850 sobre a tonelada do gás de cozinha importado —cerca de R$ 11 por botijão de 13 kg.

 

Também desonerou o PIS/Cofins do querosene de aviação e do biodiesel, concluindo um pacote de custo estimado superior aos R$ 30 bilhões.

 

A expectativa é que este valor seja pago por um aumento na arrecadação com a exportação de petróleo, já que o preço do barril no mercado internacional está altíssimo e empresas do Oriente Médio estão com dificuldade de circular seu produto pelo mundo, graças ao fechamento de Hormuz, o que cria uma oportunidade para o mercado brasileiro.

 

HORMUZ
Uma das principais consequências da guerra foi o fechamento do estreito de Hormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial.

O resultado foi que o preço do barril disparou, ultrapassando os US$ 100 no caso do Brent, a referência para o comércio internacional, e afetando os combustíveis no mundo inteiro no caso brasileiro, sobretudo o diesel, já que a gasolina é praticamente garantida pela produção nacional.

Flávio diz que é "fake news" matéria da Folha sobre plano que reduz aposentadorias e enfraquece proteção social
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse se tratar de “fake news” a notícia divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, nesta quarta-feira (22), sobre supostas discussões de sua equipe de campanha a respeito de medidas econômicas que podem envolver cortes em gastos sociais e mudanças estruturais que afetariam diretamente aposentados, trabalhadores e serviços públicos.

 

Em postagem nas suas redes sociais, Flávio mostra a reportagem da Folha com um carimbo de “fake news”. O pré-candidato afirma ainda, no post, que a notícia seria “furada”, e que ele nunca teria tratado desse tema internamente com sua equipe. 

 

A matéria da Folha de S.Paulo, que se baseia em relatos de aliados e integrantes da equipe do pré-candidato, afirma que a campanha de Flávio Bolsonaro trabalharia com a perspectiva de promover ajustes de natureza fiscal com impacto de cerca de 2% do PIB. Entre as propostas em discussão pela equipe do senador do PL estariam, segundo a Folha:

 

  • Desvinculação de gastos com saúde e educação dos pisos constitucionais, o que, na prática, pode limitar o crescimento real de investimentos nessas áreas essenciais;
  • Mudanças na política do salário mínimo, separando os reajustes reais dos benefícios previdenciários e assistenciais;
  • Revisão das regras da Previdência, incluindo possíveis alterações na forma como os benefícios são corrigidos.

 

As supostas medidas econômicas de um eventual governo Flávio Bolsonaro já vêm sendo criticadas por seus adversários em postagens nas redes sociais. A conta oficial do PT no Instagram, por exemplo, postou uma imagem da matéria da Folha em meio a uma foto do senador, com a seguinte mensagem: “URGENTE! Vaza plano de Flávio Bolsonaro para congelar gastos com saúde, educação e aposentadorias”.

 

A postagem vem sendo replicada por diversos parlamentares e ativistas de partidos de esquerda. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), por exemplo, não apenas replicou o post do partido como gravou vídeo denunciando o que seria uma iniciativa do candidato a presidente de congelar o salário mínimo e prejudicar aposentados e trabalhadores.

 

“A Folha revelou hoje o que o Flávio Bolsonaro e a equipe econômica dele tanto querem esconder: o brutal ataque aos trabalhadores que eles querem fazer acabando com a política de valorização do salário mínimo do Lula. E não é só isso. Eles querem destruir os pisos constitucionais da saúde e da educação. Eles querem repetir o governo do pai dele que congelou o salário mínimo por anos sem nenhum centavo de ganho real”, disse Lindbergh no vídeo. 

 

Quem também repercutiu o suposto plano econômico de Flávio Bolsonaro foi o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. À coluna “Painel”, da Folha, Guimarães afirmou que o presidenciável do PL vai promover um “desmonte” na saúde e na educação do país.

 

“Este é o verdadeiro Flávio, a fiel cópia do pai. É o inimigo da saúde e da educação”, disse o ministro ao “Painel”.
 

Levantamento revela que briga com Gilmar e críticas ao STF aumentam engajamento digital de Romeu Zema
Fotos: Montagem com imagens de Gustavo Moreno/STF e Gil Leonardi/Imprensa MG

Um levantamento realizado pela consultoria Bites e divulgado nesta quinta-feira (23) pelo jornal O Globo revela que as recentes críticas do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão impulsionando as redes sociais e elevando a interação do pré-candidato a presidente.

 

Nos últimos dias, o embate entre Zema e o STF subiu de patamar após ele compartilhar em suas redes sociais um vídeo mostrando fantoches dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli discutindo sobre o escândalo do Banco Master. Depois da postagem, Gilmar enviou ao colega Alexandre de Moraes, uma solicitação para que o ex-governador de Minas Gerais passe a ser investigado no inquérito das fake news.

 

Em declaração à jornalista Renata LoPrete, da TV Globo, Gilmar Mendes disse que Romeu Zema “tenta sapatear aproveitando o momento eleitoral”, e completou afirmando que a atuação na vida pública requer responsabilidade. Já Romeu Zema classificou a postura do ministro como “antidemocrática” e disse que a reação de Gilmar Mendes confirmaria a sua convicção de que “nós temos hoje ministros que querem calar qualquer um que discorde dos mesmos”.

 

Os dados divulgados pela consultoria Bites revelam que este embate de Zema com o STF é o tema que mais impulsiona as redes sociais do mineiro neste ano. Dos dez posts dele que mais geraram engajamento em 2026, sete criticam o Supremo e decisões de seus ministros.

 

De acordo com o levantamento da Bites, foram publicadas 406 mil menções a Romeu Zema ou Gilmar nos últimos dias. As postagens geraram mais de 4,1 milhões de interações nas redes sociais X, Instagram, Facebook, Youtube e Bluesky. Como comparação, o Caso Master teve 239 mil menções nesses mesmos dias, com 3,2 milhões de interações.

 

O levantamento mostra que o pré-candidato do Novo teve a maior repercussão entre os postulantes à presidência da República neste período recente. Zema liderou o engajamento na segunda (20) e terça (21), e quase empatou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na quarta (22). 

 

Os dois vídeos de Zema com críticas ao STF que tiveram maior repercussão alcançaram 729 mil e 535 mil curtidas, respectivamente. Num deles, o político mineiro sugere que foi alvo de uma tentativa de silenciamento e conseguiu o quarto maior número de interações (métrica que reúne curtidas, compartilhamentos e comentários). 

 

O post de Zema, segundo a Bites, só ficou abaixo de duas publicações criticando Lula pelo carnaval e de uma na qual pediu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
 

Governo Lula contratou cruzeiros para COP30 via empresa ligada a sócio de Daniel Vorcaro
Foto: Divulgação / Secom

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contratou cruzeiros para hospedagem de delegações durante a COP30 por meio de uma empresa cujo dono é apontado como sócio do banqueiro Daniel Vorcaro em um hotel de luxo.

 

De acordo com documento da Casa Civil, a União alugou navios para acomodação de participantes por meio da “Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda.”. A contratação foi realizada pela Secretaria Especial da COP30, vinculada à Casa Civil, por intermédio da Embratur.

 

“Para tais fins [disponibilização de cabines em cruzeiros], a União, por meio da Secop, contratou os serviços da Embratur. A Embratur subcontratou a operadora turística Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda., que, por sua vez, celebrou contratos com as empresas armadoras Costa Cruzeiros e MSC Cruzeiros”, diz o documento.

 

A Qualitours pertence ao empresário Marcelo Cohen, apontado como sócio de Vorcaro no hotel de luxo Botanique, localizado em Campos do Jordão (SP).

 

Diferentemente de Vorcaro, que costuma afirmar que o hotel pertence à empresa Prime You, Cohen já declarou publicamente ser proprietário do empreendimento.

 

A ligação entre a Qualitours e Vorcaro também envolve a estrutura empresarial. A agência integra a holding BeFly, criada em 2021 por Cohen com apoio de recursos de fundos ligados ao Banco Master.

 

Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o empresário utilizou aportes de fundos como o “B10” e o “TT”, associados ao Master, para adquirir empresas do setor de turismo, como a Flytour e a Queensberry.

"Show das Poderosas": Foto de Lula durante encontro viraliza em postagem do governo alemão ao som de Anitta
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O social media da conta oficial no Instagram do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha viralizou uma postagem sobre uma reunião do presidente Lula com autoridades daqueles país ao utilizar a música “Show das Poderosas”, da cantora Anitta, como fundo musical. 

 

A postagem mostra a foto oficial da III Reunião de Consultas Intergovernamentais na Alemanha, com a presença de Lula, do chanceler alemão Friedrich Merz, do ministro das Relações Exteriores brasileiros, Mauro Vieira, além de outras autoridades. Com a música, a conta do Ministério alemão foi “invadida” por internautas brasileiros. A postagem teve quase 30 mil curtidas, assim como mais de quatro mil comentários, a grande maioria dos brasileiros.

 

O texto da postagem exalta as conversas mantidas por Lula e sua comitiva na Alemanha, e destaca a parceria entre os dois países. “O mundo está mudando. E neste momento, parcerias fortes contam mais do que nunca. O Brasil é um parceiro tão forte, há 60 anos e contando. Com novos acordos, estamos a expandir ainda mais a nossa cooperação”, diz o texto do post alemão.

 

Em uma coletiva de imprensa conjunta na última segunda-feira (20), o presidente Lula e o chanceler alemão destacaram a proximidade da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Friedrich Merz afirmou que a parceria criará um dos maiores mercados consumidores do mundo, com mais de 700 milhões de pessoas. 

 

Na mesma linha, o presidente Lula também fez referência ao acordo comercial entre os dois blocos continentais e disse que a parceria vai ampliar o comércio, investimentos e empregos.

 

A música “Show das Poderosas” escolhida pelo social media do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha gerou elogios e críticas dos internautas brasileiros. Houve quem reclamasse da escolha da cantora Anitta como representante da cultura brasileira, e outros destacando a coragem da conta oficial em utilizar a música, enfatizando a exaltação do empoderamento feminino.
 

Lula aparece na sétima posição em lista liderada por Bukele de presidentes mais bem avaliados; Confira o ranking
Foto: Reprodução Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu apenas na sétima colocação em uma lista de governantes da América Latina mais bem avaliados pela população de seus países. A lista é liderada pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, que registra 70,1% de aprovação em seu país. 

 

A pesquisa, organizada pela empresa argentina CB Global Data, com entrevistas realizadas em 18 países da América Latina, mostra o presidente Lula com 49,1% de avaliação negativa a respeito da sua atuação. Já a avaliação positiva chegou a 48,4% dos entrevistados. 

 

À frente do presidente brasileiro, além do primeiro colocado, Nayib Bukele, estão a presidente mexicana Claudia Sheinbaum, com 69,8%; o presidente da Costa Rica, Rodrigo Chaves, com 59,5%; Luis Abinader, da República Dominicana, com 57,2%; Rodrigo Paz, presidente da Bolívia, com 52,9%; e Daniel Ortega, da Nicaragua, com 51,8%.

 

Confira abaixo a lista completa dos líderes da América Latina de acordo com a avaliação positiva de suas populações:

 

1 - Nayib Bukele, El Salvador - 70,1%

2 - Claudia Sheinbaum, México - 69,8%

3 - Rodrigo Chaves, Costa Rica - 59,5%

4 - Luis Abinader, República Dominicana - 57,2%

5 - Rodrigo Paz, Bolívia - 52,9%

6 - Daniel Ortega, Nicaragua - 51,8%

7 - Lula, Brasil - 48,4%

8 - Jose Antonio Kast, Chile - 45,1%

9 - Santiago Peña, Paraguai - 43,2%

10 - Yamandu Orsi, Uruguai - 41,7%

11 - Nasry Afura, Honduras - 40,5%

12 - Gustavo Petro, Colômbia - 38,2%

13 - Bernardo Arévalo, Guatemala - 37,3%

14 - Javier Milei, Argentina - 36,2%

15 - Daniel Noboa, Equador - 35,7%

16 - José Luis Mulino, Panamá - 34,1%

17 - Delcy Rodriguez, Venezuela - 27,5%

18 - José Balcazar, Peru - 17,9%

 

O levantamento foi realizado de 13 a 18 de abril e entrevistou 40.528 no total (mais ou menos 2.001 a 2.701 por país). A margem de erro é de 1,9 a 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Otto Alencar recua de mudança e remarca sabatina de Jorge Messias na CCJ novamente para 29 de abril
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Após ter atendido a pedidos de senadores e adiantado em um dia a sabatina do advogado geral da União, Jorge Messias, indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), mudou de ideia e decidiu retomar a data original da inquirição.

 

De acordo com o site Metrópoles, Otto Alencar teria decidido manter a sabatina de Messias para o dia 29 de abril, uma quarta-feira. Ao Metrópoles, o senador baiano disse que enviou um ofício à CCJ confirmando a data, e também explicou que se reuniu com Messias duas vezes na semana passada, comunicando a ele a mudança da sabatina.

 

“Eu estive com Messias duas vezes e mantive a data da sabatina. Enviei ofício e a sabatina será mantida para o dia 29, na quarta-feira”, declarou Otto Alencar.

 

A mudança da data da sabatina para o dia 28 havia sido admitida por Otto na reunião passada da CCJ, no dia 15/4, quando senadores como o relator da indicação, Weverton (PDT-MA), disse temer um baixo quórum na comissão devido à proximidade do feriado de 1º de maio, que cai em uma sexta-feira.

 

Após a aprovação de seu nome pela CCJ, Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga aberta no STF após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, terá seu nome apreciado no plenário do Senado. É possível que a análise no nome de Messias no plenário se dê na própria quarta, 29, data agora confirmada pelo presidente da CCJ.
 

Lula cogita usar princípio da reciprocidade após ordem dos EUA de extraditar delegado brasileiro
Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse não saber o que aconteceu no caso do delegado brasileiro envolvido na prisão de Alexandre Ramagem nos EUA e afirmou que pode usar reciprocidade contra um americano no Brasil. As informações foram divulgadas pelo portal G1.

 

A declaração aconteceu após o governo dos Estados Unidos ordenar nesta segunda-feira (20) que o delegado brasileiro envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) deixe o país.

 

"Fui informado hoje de manhã, acho que se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o dele no Brasil", disse o presidente, que afirmou que não aceitará 'essa ingerência e esse abuso de autoridade que algumas pessoas americanas querem ter com relação ao Brasil'.

 

O Ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira também se pronunciou sobre o assunto. "Essa notícia não tem fundamento. Estamos aguardando esclarecimentos das autoridades americanas", disse o ministro. Ele  ressaltou que o delegado trabalha em conjunto com as autoridades americanas em Miami e que 'todos sabiam' dessa função.

 

Já o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, complementou informando que o delegado está há mais de dois anos nos EUA realizando a atividade.

Com slogan "Make Humanity Great Again", Augusto Cury diz que fará campanha barata, inteligente e pacífica
Foto: Facebook de Augusto Cury

 

Uma campanha barata, pacífica e inteligente, que promova uma “repaginação” educacional no país voltada a criar profissionais para a nova economia, e com forte estímulo ao empreendedorismo. Esta é, em resumo, a plataforma Make Humanity Great Again (fazer a humanidade grande outra vez),   um projeto de nação que será apresentada pelo psiquiatra Augusto Cury na campanha presidencial deste ano, para unir desenvolvimento econômico com saúde emocional, tecnologia com humanismo, crescimento com justiça social.

 

Essas e outras propostas foram detalhadas por Augusto Cury em entrevista ao jornal Diário de Notícias, de Portugal, publicada nesta segunda-feira (20). Cury, um dos autores brasileiros mais lidos no exterior, com mais de 40 milhões de livros vendidos, é pré-candidato à presidência da República pelo Avante, e na última pesquisa Genial/Quaest, apareceu com 2% de intenções de votos, na primeira vez que teve seu nome inserido entre os candidatos. 

 

O slogan bolado para a sua campanha - Make Humanity Great Again - é propositalmente adaptado do “Make America Great Again” da campanha do norte-americano Donald Trump. Se dizendo de centro, Augusto Cury ambiciona preparar o Brasil para o que chama de ‘grande tsunami da robótica e da inteligência artificial”, propondo a criação de clubes de empreendedorismo pelo país. 

 

“Não faço este caminho por poder. Não amo o poder, não preciso dele e sempre fui um crítico do culto ao ego e da busca ansiosa pelo centro das atenções. A minha pré-candidatura é um gesto de contribuição. O meu projeto é Make Humanity Great Again. Faço-a com um compromisso inegociável: não perder a minha alma, não negociar a minha essência, não abrir mão dos valores que construíram a minha história como psiquiatra mais lido do mundo. O que me move é algo raro: o romantismo de contribuir para mudar o país e influenciar o teatro radicalizado das nações, onde projetos pessoais transcendem projetos para a sociedade”, explica o psiquiatra sobre suas ideias para o país. 

 

O jornal Diário de Notícias, ao traçar um perfil do pré-candidato a presidente pelo Avante, afirma que Cury é o “psiquiatra mais lido do mundo” e “mentor de projetos internacionais gratuitos, incluindo em Portugal, para prevenção de suicídios”. O autor possui um best-seller internacional, o livro “O Vendedor de Sonhos: O Chamado”, publicado em 70 países. 

 

“Candidato-me porque me tiram o sono as dores que muitos brasileiros vivem: oito milhões de jovens que não trabalham nem estudam, vivendo à margem das oportunidades, 1560 mulheres assassinadas por ano, sete milhões de jovens no ensino médio no Brasil que precisam de uma repaginação educacional sem formação técnica para a nova economia, muitos não terão lugar ao sol na sociedade digital e serão silenciosamente excluídos, o aumento do índice de suicídios desde a pandemia em 148%. Essas dores não são números. São vidas, histórias interrompidas, sonhos sufocados. E são elas que me impulsionam a dar este passo”, disse Augusto Cury em resposta ao questionamento do jornal português a respeito dos motivos que o fizeram se candidatar.

 

Em relação a seus projetos educacionais, Augusto Cury disse ao Diário de Notícias que pretende “repaginar” o ensino médio no país, integrando formação técnica e profissional voltada para o que ele chama de nova economia. 

 

“Quero ver o Brasil como centro global de inovação e tecnologia: criar diversos polos de inovação – micro Silicon Valleys – espalhados pelo país. Como costumo dizer, os professores de hoje são cozinheiros do conhecimento que preparam alimento para uma plateia sem apetite”, disse.

 

Já nas respostas a respeito de suas propostas para a economia brasileira, o psiquiatra e pré-candidato afirmou que entre suas ideias está a de criar zonas francas de exportação para ampliar a competitividade internacional do país. Augusto Cury falou também em ampliar o papel exercido pelas embaixadas brasileiras no exterior, para transformá-las em plataformas de negócios com o objetivo de “vender” o Brasil. 

 

“Precisamos vender o Brasil não como celeiro do mundo ou produtor de commodities mas como o supermercado do mundo; dobrar a produção de alimentos em dez anos, pois o mundo precisará de aumentar em 70% a sua produção de grãos até 2050; regularizar mais de 30 milhões de residências; Bolsa Família Turbo, proteger os vulneráveis sim mas premiar quem empreende, sem punições da perda do próprio Bolsa Família, gerando incentivos, como embrião da renda universal, que pode ser necessária se ocorrer o desemprego em massa devido às novas tecnologias; transformar a nação numa das mais empreendedoras do mundo ao estimular milhões de microempresas; preparar o país para o tsunami da IA e robótica, criar políticas de requalificação para evitar o caos social; criar a Black Week do Turismo Brasileiro, semanas anuais para atrair turistas do mundo com condições especiais”, descreveu o pré-candidato.

 

Perguntado se, dentro do atual cenário de polarização política no país, e se tem mais proximidade com Lula ou Flávio Bolsonaro, Augusto Cury disse que possui uma mente capitalista, mas com um coração social, não socialista. 

 

“Desejo realizar uma pré-campanha e uma campanha que elevem o nível do debate, substituindo ataques por ideias, rótulos por propostas e radicalização por consciência crítica. Precisamos encerrar um ciclo perigoso de radicalização. Não é aceitável que extremos ideológicos se alimentem de acusações superficiais, sem compreensão profunda da psicologia humana e dos processos históricos e sociais que moldam comportamentos coletivos. O Brasil e o mundo precisam amadurecer emocional e intelectualmente”, afirmou o pré-candidato do Avante.

 

“Tenho recebido o apoio de líderes e pensadores que têm valorizado a transparência, a coerência e a inteligência deste projeto. Quero, por fim, reafirmar com convicção: desejo realizar a campanha mais barata, mais pacífica, mais inteligente e mais propositiva da história do Brasil – uma campanha com 0% de ataques pessoais e 100% de projetos”, completou Augusto Cury na entrevista ao Diário de Notícias.

Semana com feriado tem como destaque a votação do projeto da escala 6x1; Confira a agenda dos três poderes
Foto: Reprodução Redes Sociais

Com o feriado do Dia de Tiradentes, nesta terça-feira (21), a semana promete ser mais curta e esvaziada em Brasília, mas ainda assim muitos temas estarão em discussão nos próximos. O destaque é a votação do projeto que busca alterar a jornada de trabalho 6x1, marcada para a próxima quarta (22).

 

A proposta no momento está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já fala em criar ainda nesta semana a comissão especial que vai analisar o mérito do projeto. Apesar da resistência da oposição, que considera o projeto eleitoreiro, tanto Motta quanto o Palácio do Planalto tentam acelerar a análise das PECs que tratam do assunto.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa a semana em giro por países da Europa iniciada há alguns dias, e quando retornar ao Brasil, pretende se reunir com a equipe econômica para fechar um pacote de socorro aos endividados. Já no Judiciário, o destaque é o julgamento sobre a manutenção da prisão ou não do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, por seu envolvimento em ilícitos relacionados ao Banco Master.

 

Confira abaixo a agenda da semana em Brasília.

 

PODER EXECUTIVO

 

O presidente Lula iniciou a semana no giro que faz por alguns países europeus, acompanhado de 15 ministros e empresários brasileiros. Nesta segunda (20), Lula está na Alemanha, onde já participou da Feira Industrial de Hannover, e conheceu o stand brasileiro. 

 

Acompanhado da sua comitiva, o presidente Lula também participou da abertura da 42ª edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu com os ministros alemães Lars Klingbeil (Finanças) e Reem Alabali-Radovan (Cooperação Econômica e Desenvolvimento).

 

Na parte da tarde, Lula visitará as instalações da fábrica da Volkswagen, na cidade alemã de Wolfsburg. No final do dia o presidente Lula segue para Portugal.

 

Na terça (21), Lula irá se reunir com o presidente português, António José Seguro (Partido Socialista, centro-esquerda). Será o primeiro encontro oficial entre os líderes. 

 

O presidente também tem na sua agenda um encontro com o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, no Palácio de São Bento. Ao final de seus compromissos, o presidente Lula embarca para o Brasil no mesmo dia.

 

De volta ao Brasil, na quinta (23), o presidente Lula participará de uma feira sobre riqueza alimentar brasileira promovida pela Embrapa, em Planaltina (DF). Já na sexta (24), é possível que Lula compareça ao 8º Congresso Nacional do PT, que será realizado em Brasília. 

 

PODER LEGISLATIVO

 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou apenas uma sessão deliberativa nesta semana, na próxima quarta (22). Na pauta, projetos que tiveram consenso entre os líderes partidários. 

 

Devem ser votados na sessão de quarta os seguintes projetos: 

 

  • PL 466/2015 - Sobre a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres no território nacional, com a redução de acidentes envolvendo pessoas e animais nas estradas, rodovias e ferrovias brasileiras.
  • PL 2780/2024 - Institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), o Comitê de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), vinculado ao Conselho Nacional de Política Mineral, e dá outras providências.
  • PL 539/2024 - Altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que institui o Código Brasileiro de Aeronáutica, para estabelecer hipóteses de autorização da realização de serviços aéreos de transporte doméstico por empresas sul-americanas na Amazônia Legal
  • PL 533/2024 - Institui a Política Nacional “Mais Cultura nas Escolas” 
  • PL 3025/2023 - Estabelece normas de controle de origem, compra, venda e transporte de ouro no território nacional e altera a Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989.
  • PRC 80/2025 - Altera o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, para permitir que os membros efetivos da Mesa Diretora possam fazer parte de Liderança e de comissões permanentes e temporárias.

 

O destaque da semana na Câmara é a votação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), de dois projetos que tratam das mudanças na jornada de trabalho 6x1. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável a duas propostas que caminham juntas para redução da carga semanal de 44 para 40 horas, a PEC 8/2025 e a PEC 221/2019.

 

O presidente da CCJ, Leur Lomanto (União-BA), marcou a votação do relatório para a sessão da próxima quarta (22). Caso seja aprovado o projeto, o presidente Hugo Motta pretende instalar no mesmo dia a comissão especial que vai analisar a proposta, com a escolha do presidente do colegiado e do relator.

 

No Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou sessão deliberativa no plenário apenas para a quarta (22). A pauta de votação ainda não foi distribuída. 

 

Na sexta, tanto na Câmara quanto no Senado, serão realizadas sessões solenes para comemoração do aniversário de Brasília. Neste dia 21 de abril, a capital da República completa 66 anos de fundação. 

 

PODER JUDICIÁRIO

 

No Supremo Tribunal Federal (STF), a semana começa com a continuidade do julgamento, em plenário virtual, da ação que pede a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). Apenas o ministro Alexandre de Moraes votou, pedindo a prisão do ex-deputado por um ano.

 

Eduardo Bolsonaro está sendo julgado por ter, em uma publicação na rede X, acusado Tabata Amaral de elaborar um projeto de lei para beneficiar o empresário Jorge Paulo Lemann, um dos financiadores de sua campanha. O projeto em questão propõe a distribuição de absorventes em espaços públicos.

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a condenação de Eduardo Bolsonaro em parecer enviado ao STF. A manifestação foi assinada pela vice-procuradora-geral da República, Ana Borges.

 

Outro destaque da semana é julgamento, também no plenário virtual, sobre a decisão do ministro André Mendonça que decretou as prisões preventivas do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro. O julgamento começa na quarta (22) e os integrantes do colegiado terão até sexta (24) para apresentar os votos.

 

Os ministros Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques podem apenas seguir ou não o relator, sem publicizar um voto próprio, cenário mais comum nesse tipo de análise. No momento, a maior expectativa é sobre como os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes se portarão quanto às prisões.

 

No plenário física, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, programou para a sessão da próxima quarta (22) o julgamento conjunto das ADPFs 1005, 1006 e 1097, nas quais a Corte analisará a regulamentação, pelo Poder Executivo federal, da Lei do Superendividamento (Lei 14.181/2021). O decreto presidencial questionado fixa o valor estimado para cobrir despesas básicas e que não poderá ser utilizado para pagamento de dívidas. 

 

As ações são relatadas pelo ministro André Mendonça. Membros do Ministério Público e da Defensoria Pública acionaram o STF contra decreto presidencial que fixou em 25% do salário mínimo atual o conceito de mínimo existencial, valor estimado para que uma pessoa possa pagar suas despesas e que não poderá ser utilizado para pagamento de dívidas.

 

De acordo com o Decreto 11.150/2022, só pessoas que teriam, ao final do mês, menos de R$ 303,05 (correspondente a 25% do salário mínimo atual, de R$ 1.212) estariam superendividados. Segundo as ADPs, o valor é incompatível com a dignidade humana, pois impede a fruição de uma vida digna e dos direitos sociais correlatos a ela, além de vulnerar a proteção ao consumidor.

 

Também está na pauta da sessão do dia 22 a análise do referendo de liminares concedidas pelo ministro Flávio Dino (relator) na ADPF 1196. As decisões estabeleceram um teto para a cobrança de serviços funerários e de cemitérios no município de São Paulo, além de medidas para sua divulgação e fiscalização. 

 

Na ação são discutidas leis municipais que autorizaram a concessão à iniciativa privada da exploração de cemitérios e crematórios públicos, além dos serviços funerários. O julgamento foi suspenso em maio do ano passado por pedido de vista do ministro Luiz Fux.

 

Já para a sessão da próxima quinta (23), o presidente do STF programou o julgamento da RE 966177, no qual o Tribunal discutirá se o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688/1941), que proíbe a exploração de jogos de azar no país, foi recepcionado pela Constituição de 1988. No caso concreto, o Ministério Público do Rio Grande do Sul questiona decisão da Justiça estadual que considerou que os fundamentos que embasaram a proibição não se harmonizam com os princípios constitucionais vigentes. 
 

PL encomenda pesquisa para definir vice de Flávio Bolsonaro e testa quatro nomes para a chapa presidencial
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) encomendou uma pesquisa quantitativa e qualitativa para avaliar possíveis nomes que podem compor como vice a chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (RJ).

 

De acordo com a legenda, o objetivo do levantamento é identificar quais nomes têm maior potencial de agregar votos e reduzir a rejeição do pré-candidato em um eventual cenário de disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

Entre os nomes incluídos na pesquisa estão o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE).

 

Conforme dirigentes do partido, há atualmente uma preferência interna pela escolha de uma mulher para a vaga de vice. A avaliação é de que essa composição poderia contribuir para reduzir a resistência de parte do eleitorado feminino ao grupo político.

 

As informações são do Metrópoles.

Boulos diz que é possível que governo Lula revogue a 'taxa das blusinhas'
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta sexta-feira (17), que é possível que a chamada “taxa das blusinhas” seja revogada. A declaração foi dada ao Estúdio i, da GloboNews, após o ministro ser questionado sobre a sugestão do tema nos bastidores do governo federal. 

 

“Olha, é possível. É importante dizer que a ‘taxa das blusinhas’ não foi uma iniciativa do governo. Quem colocou a ‘taxa das blusinhas’ foi o Parlamento, a partir de uma pressão e de um lobby de empresas varejistas”, disse o ministro do governo Lula.

 

A A "taxa das blusinhas" trata-se da taxação de compras internacionais de até US$ 50 sancionada em 2024 pelo presidente Lula. A proposta foi inserida como um “jabuti” em um PL do Legislativo que tratava de incentivos automotivos no Programa Mover. 

 

Segundo a Receita Federal, de janeiro a março deste ano, o governo federal arrecadou R$ 1,28 bilhão com o imposto de importação sobre encomendas internacionais. O número representa um avanço de 21,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação com o imposto somou R$ 1,05 bilhão.

 

Na época da sanção, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a dizer que taxar compras internacionais era "irracional", mas sancionou a lei que estabelecia a cobrança. Quando questionado sobre a relação do governo com a proposta, Boulos trouxe o tema à tona.

 

“O governo sancionou uma lei aprovada pelo Parlamento. O que eu disse aqui não é que o governo não tem responsabilidade na sanção. O que eu disse aqui é que não foi uma lei de iniciativa do governo. O texto que o governo mandou para o Congresso não tinha ‘taxa das blusinhas’. Isso foi incluído pelo relator e, infelizmente, isso é pouco dito no debate sobre a ‘taxa das blusinhas’”, destaca Boulos. 

 

Ao comentar a possível revisão da medida, Boulos defendeu a necessidade de avaliar os impactos da taxação antes de qualquer decisão. “Vendo a situação, é preciso fazer um balanço. Quantos empregos gerou ou preservou? Qual foi o custo que isso trouxe para as milhões de pessoas que fazem essas compras por plataformas digitais? Com esse balanço em mãos, com números em mãos, nós podemos tomar uma decisão mais efetiva. Acho plenamente razoável que se coloque na mesa a revogação da taxa. Agora, isso é uma definição do presidente Lula.”

Lula diz para a revista alemã Der Spiegel que, se perder para Flávio Bolsonaro, vai aceitar o resultado
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em reportagem divulgada na edição desta sexta-feira (17) da revista semanal alemã Der Spiegel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump. 

 

Na resposta que deu a um questionamento da revista sobre a atual liderança de Flávio Bolsonaro nas simulações de segundo turno feitas por pesquisas recentes, Lula disse que irá respeitar a decisão do povo nas urnas. 

 

“Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!”, destacou o presidente.

 

Em declaração na última semana a um veículo de imprensa, Lula colocou em dúvida sua sétima candidatura a presidente da República. A revista Der Spiegel fez questionamento a respeito da confirmação da candidatura do líder petista, e Lula disse que “depende”. 

 

“Haverá uma convenção partidária na qual meu partido discutirá os principais nomes. Estou me preparando para isso. Minha cabeça e meu corpo estão 100% em forma. Quero chegar aos 120 anos!”, afirmou.

 

Ainda sobre a disputa com Flávio Bolsonaro, Lula disse na entrevista não temer que o Brasil seja dominado pelo autoritarismo.

 

“O Brasil continuará sendo um país democrático no futuro. Além disso: vamos vencer esta eleição e garantir que nossa democracia se torne ainda mais estável. Aqui não há espaço para fascistas; para pessoas que não acreditam na democracia” colocou o presidente brasileiro. 

 

“Essa ideologia de direita que governa o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela apenas espalha ódio e mentiras”, completou Lula. 
 

Lula anuncia novo aporte de recursos do Fundo Social para financiar moradias do Minha Casa, Minha Vida
Foto : Cadu Gomes/VPR

Em uma reunião com representantes do setor da construção civil, nesta quarta-feira (15) no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o aporte de R$ 20 bilhões do Fundo Social para financiar moradias do programa Minha Casa Minha Vida. Com esse aumento de verba, o orçamento do programa de habitação do governo Lula alcança o total de R$ 200 bilhões em 2026.

 

Durante o anúncio das medidas, Lula disse que o governo que os recursos consolidam a habitação como motor de crescimento econômico e justiça social no país. 

 

“Fazer casa, para nós, é uma obrigação. E a minha obrigação é porque eu sei o que é morar em enchente. Já morei em casa com um metro e meio de água dentro. Eu sei o que é isso. Então, casa, para mim, é quase que uma coisa de direito humano e está na Constituição”, afirmou o presidente.

 

No encontro, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, fez uma apresentação e afirmou que o setor da construção civil conta atualmente com três milhões de trabalhadores com carteira assinada. O rendimento desses trabalhadores, de acordo com o ministro, cresceu 6% acima da inflação em 2026, e mais da metade dos lançamentos atualmente do setor são provenientes do Minha Casa Minha Vida.

 

A apresentação do ministro, que recentemente substituiu Jader Filho na pasta, incluiu a confirmação do aumento do teto para aquisição dos imóveis na Faixa 3 e na modalidade Classe Média do programa habitacional. O Faixa 3 contemplará imóveis de até R$ 400 mil e o Classe Média, até R$ 600 mil.

 

Os limites de renda para as diferentes faixas também foram ajustados. Agora, a Faixa 1 será para quem tem renda de até R$ 3.200 (com juros de 4% a 4,5%). A Faixa 2, para quem ganha de R$ 3.201 a R$ 5.000 (com juros de 4,75% a 5,5%). A Faixa 3, de R$ 5.001 a R$ 9.600 (com juros de 6,5% a 7,66%). O Classe Média, até R$ 13.000 (com juros de 10%).

 

O ministro das Cidades também anunciou mudanças no Reforma Casa Brasil, programa lançado no ano passado para impulsionar os empréstimos para reformas. O público foi ampliado: agora, poderão ter direito às linhas de crédito quem ganhar até R$ 13.000 (seguindo a lógica do Minha Casa, Minha Vida), e não o limite de R$ 9.600.

 

Os juros do Reforma Casa Brasil também serão reduzidos. Para quem ganha até R$ 3.200, público da Faixa 1 no MCMV, os juros passarão de 1,17% ao mês para 0,99%.

 

Para quem ganha mais de R$ 3.200, os juros passarão de 1,95% para 0,99% ao mês. A amortização passou a ter um prazo de 72 meses (antes eram 60). O ticket máximo também foi elevado, de R$ 30 mil para R$ 50 mil, seguindo o aumento da renda máxima. O FGHab (Fundo Garantidor de Habitação Popular) será o garantidor de todos os financiamentos.
 

Más notícias para Lula se destacam na Quaest, com maior desaprovação ao governo e rejeição dos eleitores
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A mais nova edição da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), apresenta algumas más notícias para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ter visto o seu principal concorrente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aumentar a distância no segundo turno (42%x40%). 

 

Nos questionamentos sobre a aprovação do governo, por exemplo, cresceu de 51% em março para 52% agora em abril a quantidade de pessoas que desaprova a gestão do presidente Lula. Já a aprovação caiu de 44% para 43%, aumentando o déficit do governo de 7% para 9%. 

 

Apesar de estar em movimento de alta desde fevereiro, a desaprovação atual de 52% ainda não chega no pior momento do governo Lula, registrado no mês de maio do ano passado. Naquele período, segundo a Genial/Quaest, a desaprovação do governo Lula chegou a 57%, contra 40% de aprovação, uma diferença de 17 pontos percentuais. 

 

Na segmentação do quadro aprovação/desaprovação, onde o presidente Lula mais perde apoio é na região Sul (62%), entre os homens (55%), na faixa etária de 16 a 34 anos (56%), com pessoas com ensino superior (62%) e que ganham acima de cinco salários mínimos (62%) e em meio aos que se dizem evangélicos (68%). 

 

Em relação à aprovação, ela é maior na região Nordeste (63%), entre as mulheres (45%), na faixa etária de 60 anos ou mais (51%), com pessoas que estudaram até o ensino fundamental (54%) e que ganham até dois salários mínimos (57%) e em meio aos que se declaram católicos (49%). 

 

Em outro tópico da pesquisa, sobre o potencial de voto nos candidatos, o presidente Lula também não tem motivos para comemorar a redução em um ponto percentual na sua rejeição. Segundo a Quaest, caiu de 56% em março para 55% em abril a quantidade de pessoas que afirmam que não votariam no líder petista. 

 

Com os 55%, Lula é o candidato mais rejeitado entre os eleitores, e na segunda posição aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 52% que se dizem não votar nele. A rejeição do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro caiu oito pontos percentuais desde dezembro do ano passado, quando o seu nome apareceu pela primeira vez nas pesquisa. 

 

Em dezembro/2025, a rejeição de Flávio Bolsonaro era de 60%. No mês seguinte, em janeiro, já tinha caído para 55%, percentual que se manteve até março, e veio a cair agora em abril, chegando a 52%. 

 

As más notícias para o presidente Lula aparecem também no recorte da pesquisa que questionou os eleitores sobre a percepção do noticiário a respeito do governo petista. Para 48% dos entrevistados, as notícias sobre o governo Lula são mais negativas, e somente 23% acreditam que as notícias são mais positivas. 

 

A Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores por meio de entrevistas pessoais, entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09285/2026.
 

Genial/Quaest: Lula lidera no 1º turno, mas Flávio ultrapassa no 2º e ganha por 42% a 40%; Veja os números
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

Uma disputa mais acirrada entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro em um primeiro turno já com novos nomes de pré-candidatos, e a ultrapassagem do candidato do PL sobre o líder petista no segundo turno, já abrindo dois pontos de vantagem. Esses são alguns dos resultados da nova rodada da pesquisa Genial/Quaest para a presidência da República, divulgada nesta quarta-feira (15). 

 

Na simulação de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 37% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro aparece com 32%. A maior novidade da pesquisa foi a inclusão do psicólogo e escritor Augusto Cury, pré-candidato pelo Avante, que marcou 2% entre os entrevistados.

 

Outros nomes que aparecem pela primeira vez em uma pesquisa sobre a eleição presidencial foram os de Cabo Daciolo, pré-candidato do partido Mobiliza, e Samara Martins, da Unidade Popular, que pode vir a ser a única mulher a disputar a presidência. 

 

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), acumulou 6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), teve 3%.

 

Confira abaixo o cenário de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 37%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 2%
Renan Santos (Missão) - 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 0%
Indecisos - 4%
Brancos/Nulos - 11%

 

Na pesquisa espontânea, em que o eleitor diz o seu candidato sem olhar qualquer lista de nomes, Lula lidera a disputa, mas caiu em relação ao levantamento anterior. Já Flávio Bolsonaro subiu três pontos e reduziu a distância para o presidente. 

 

Um aspecto interessante da pesquisa espontânea foi a diminuição da quantidade de indecisos, que caiu de 60% verificados em março para 62% agora em abril. Confira o resultado da espontânea abaixo:

 

Lula - 19%
Flávio - 13%
Outros nomes - 5%
Jair Bolsonaro - 1%
Indecisos - 62%

 

Já na simulação de segundo turno, a pesquisa Genial/Quaest mostra o senador Flávio Bolsonaro com 42% das intenções de voto, à frente do presidente Lula, que tem 40%. O resultado representa um empate dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. 

 

Na pesquisa anterior da Genial/Quaest, divulgada em março, Flávio e Lula empatavam em 41%. O instituto também fez outras simulações de segundo turno. Confira abaixo todas as disputas:

 

Flávio 42% x 40% Lula
Lula 43% x 36% Romeu Zema
Lula 43% x 35% Caiado
Lula 44% x 24% Renan Santos
Lula 44% x 23% Augusto Cury

 

A Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores por meio de entrevistas pessoais, entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09285/2026.
 

Aécio convida Ciro Gomes para ser candidato a presidente como forma de romper polarização Lula x Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, causou surpresa no universo político de Brasília ao anunciar, nesta terça-feira (14), que havia convidado o ex-governador Ciro Gomes para ser o candidato do partido à presidência da República nas eleições de outubro. O anúncio foi feito após um encontro no gabinete da liderança do partido na Câmara.

 

Em uma rápida entrevista, Aécio, acompanhado do líder do partido na Câmara, deputado Adolfo Viana (BA), disse que era necessário romper a polarização Lula x Bolsonaro e oferecer um novo projeto para o país.

 

“Ciro tem um projeto sólido e bem-sucedido no Ceará, mas acreditamos que ele pode liderar um novo caminho para o Brasil, com uma economia liberal, inclusiva e uma gestão pública responsável. É o que o PSDB sempre defendeu e que o Brasil precisa mais do que nunca”, afirmou o presidente do PSDB.

 

Segundo Aécio Neves, o Brasil “é muito maior do que a soma de Lula e Bolsonaro”, e por isso o partido abriu as portas para a “figura qualificadíssima, preparada e corajosa” de Ciro Gomes para uma candidatura presidencial.

 

O ex-governador Ciro Gomes respondeu ao convite destacando que vai “avaliar com muito respeito” a proposta feita, considerando suas responsabilidades com o Ceará, e disse ainda que vai consultar familiares e aliados. Ciro ingressou no PSDB inicialmente com intenção de concorrer ao governo do Ceará. 

 

“O PSDB se fortalece ainda mais com essa possibilidade e continua sua jornada de crescimento com novas lideranças e uma proposta clara para o Brasil. O partido se posiciona como alternativa no cenário político atual, com foco em equilíbrio, responsabilidade e desenvolvimento para todos”, afirmou o comunicado oficial do PSDB divulgado na noite desta terça.

 

Caso aceite o convite de Aécio Neves, Ciro Gomes disputará a sua quinta eleição presidencial. Ciro foi candidato a presidente em 1998, 2002, 2018 e 2022. 
 

“Não é só cabeça grande, é inteligência”, brinca Lula sobre estudantes cearenses aprovados no ITA
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma brincadeira ao comentar o desempenho de estudantes cearenses aprovados no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

 

Ao citar dados da educação no Ceará, Lula destacou que cerca de 40% dos alunos que ingressam no ITA são do estado. “É uma premiação para o Ceará”, afirmou.

 

Na sequência, o presidente fez uma brincadeira: “Não é só cabeça grande, não, é inteligência”.

 

A expressão “cabeça grande” para se referir à população do Ceará é considerada pejorativa.

 

Em 2020, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de críticas ao perguntar a um apoiador “por que todo cearense tem a cabeça grande”.

VÍDEO: Lula revela que Ancelotti lhe perguntou se deveria convocar Neymar para Copa: "Tem que se inspirar no Messi"
Foto 1: Reprodução/Redes sociais | Foto 2: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou ter conversado com o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, sobre a possível convocação de Neymar para a próxima Copa do Mundo, disputada entre junho e julho. A declaração foi dada em entrevista ao site Brasil 247.

 

 

Segundo Lula, o tema surgiu durante um encontro com o treinador. “Eu tive a chance de conversar com o Ancelotti. E aí o Ancelotti perguntou para mim, 'você acha que o Neymar deve ser convocado?' Eu falei: ‘olha, se ele estiver fisicamente preparado, ele tem futebol”, afirmou.

 

A reunião entre o presidente e o técnico ocorreu em 26 de janeiro, durante um evento ligado à Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. Na ocasião, ambos posaram para fotos, e Lula chegou a brincar ao sugerir que Ancelotti comandasse o Corinthians.

 

Ao comentar a situação de Neymar, o presidente também citou referências do futebol mundial. Para ele, o atacante deve priorizar o desempenho físico. “É preciso saber se ele quer. Se ele quiser, ele tem que ser profissional. Ele é novo ainda. Mas ele não pode querer ir pelo nome. Ele tem que ir pelo futebol. Ele pode se espelhar no Cristiano Ronaldo, no Messi, e ele vai para a seleção”, declarou.

 

Neymar aguarda a definição sobre sua presença no Mundial, que pode marcar sua primeira convocação sob o comando de Ancelotti. A lista oficial de convocados vai ser divulgada no dia 18 de maio, na tarde de uma segunda-feira.

VÍDEO: Alcolumbre é visto cochicando com Lula e presidente reage negativamente a fala
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), foi visto cochichando com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta terça-feira (14), durante a posse de José Guimarães (PT-CE) como ministro da Secretaria de Relações Institucionais.

 

Em vídeo que circula nas redes, Alcolumbre se aproxima de Lula e fala com a mão cobrindo a boca, aparentemente para evitar leitura labial, gesto repetido pelo presidente.

 

Após ouvir, Lula reage com a cabeça, faz uma breve pausa e, em seguida, balança negativamente. Enquanto se afasta, Alcolumbre também demonstra um gesto semelhante, sugerindo discordância.

 

Lula aparece com 44% dos votos e Flávio com 40% no segundo turno, segundo levantamento da CNT
Foto: Agência Brasil

A Confederação Nacional de Trânsito (CNT) divulgada nesta terça-feira (14) um novo levantamento de opnião sobre as eleições nacionais deste ano. A pesquisa aponta que, em um segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o petista lidera as intenções de voto com 44,9%, contra 40,2% de Flávio.

 

A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o registro BR-02847/2026, entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 08 a 12 de abril de 2026 e possui margem de erro de 2,2 pontos, com nível de confiança de 95%. Os entrevistados responderam de forma presencial domiciliar à pergunta: “Em uma hipótese de 2º turno para presidente do Brasil, em quem o(a) Sr.(a) votaria?”

 

Ainda no cenário de Lula e Flávio, 3,6% dos eleitores entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 11,3% se disseram indecisos quanto ao voto. Em relação à última pesquisa, divulgada em novembro do ano passado, Lula caiu quatro pontos percentuais. Flávio ainda não constava como opção para presidente.

 

A pesquisa ainda questionou sobre o cenário de Lula contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No caso, Lula aparece com 45,2% dos votos frente a 31,6% do mineiro. 15,9% disseram que vão votar branco ou nulo e 7,3% estão indecisos. 

 

Por fim, entre o presidente petista e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). O goiano aparece com 32,7% das intenções de voto e Lula com 44,4%. 15,2% disseram que votariam branco ou nulo e outros 7,7% responderam que estão indecisos. (A reportagem foi atualizada às 15h28)

Em 2023, Lula prometeu "zerar" a fila do INSS, mas passados quase três anos, pedidos em análise somam 2,7 milhões
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Nesta segunda-feira (13), o governo Lula demitiu o presidente do INSS, Gilberto Weller, que estava no cargo há 11 meses. Em seu lugar foi nomeada Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira do órgão que atualmente ocupava o cargo de secretária executiva adjunta do Ministério da Previdência Social. 

 

Weller foi demitido por desentendimentos com o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, e principalmente pelo fato de a fila de pedidos no INSS ter batido recorde histórico de 3,1 milhões de requerimentos. Curiosamente, o presidente do INSS foi demitido instantes depois de anunciar um esforço para redução da fila, que levou à diminuição do passivo no órgão para 2,7 milhões de pedidos. 

 

A questão do recorde negativo com a fila no INSS causa forte preocupação no Palácio do Planalto, que teme o impacto desse tema na campanha eleitoral do segundo semestre. Apesar da recente diminuição na quantidade de pedidos no INSS, o número atual está longe de atender a promessa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no seu primeiro ano de governo, em 2023. 

 

Em meados daquele ano, Lula fez afirmação de que o governo estava trabalhando para zerar as filas do INSS, assim como ocorreu em seu primeiro mandato, entre 2003 e 2006. De acordo com ele, sua equipe estaria empenhada em entender o porquê do problema da fila e para e arquitetar soluções. 

 

“Eu tenho uma reunião essa semana para descobrir qual é o problema que está acontecendo para termos uma fila por volta de 1,9 milhão de pessoas. Não há explicação, a não ser não ter dinheiro para pagar. Se for isso, tem que ser muito verdadeiro com o povo e dizer o porquê dessa fila. Se é falta de funcionário, a gente tem que contratar. Se é falta de competência, a gente tem que trocar quem não tem competência”, disse Lula em uma entrevista em julho de 2023, à TV Brasil. 

 

Segundo o presidente disse na mesma entrevista, já havia sido provado que não precisa haver fila no INSS nem para receber benefícios e muito menos para perícias médicas. 

 

“Já provamos uma vez que a gente pode zerar a fila. Para benefício, para auxílio maternidade, para aposentadoria, para perícia. A gente conseguiu zerar”, disse Lula ao jornalista Marcos Uchôa.

 

Uma das soluções encontradas para tentar “zerar” a fila naquele momento, que estava em 1,9 milhões de pedidos, foi o envio ao Congresso de uma medida provisória, a MP 1.181, de 18 de julho de 2023. A medida, entre outras disposições, criava o Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social (PEFPS), para “zerar’ as filas do INSS até o final do seu mandato. 

 

A medida provisória foi analisada e aprovada pela Câmara e Senado Federal, e acabou sendo sancionada pelo presidente Lula em 15 de novembro de 2023. A medida se transformou na lei 14.724/2023.

 

O PEFPS criado por Lula tinha por finalidade reduzir o tempo de análise de processos administrativos e a realização de exames médico-periciais no INSS. Em linhas gerais, a Lei estruturava o programa em algumas linhas fundamentais: 

 

  • instituiu o Pagamento Extraordinário por Redução da Fila do INSS (PERFINSS) e o Pagamento Extraordinário por Redução da Fila da Perícia Médica Federal (PERF-PMF); 
  • autorizou, em caráter excepcional, a aceitação de atestados médicos e odontológicos pendentes de avaliação, a fim de conceder licença para tratamento da própria saúde ou por motivo de doença em pessoa da família — dispensada a perícia oficial da Lei 8.112/90; 
  • transformou cargos efetivos vagos em outros cargos efetivos (e em cargos em comissão e funções de confiança), com vistas a atender demandas de diversos órgãos e entidades do Executivo federal; 
  • alterou as leis 14.204/21 (para simplificar a gestão de cargos e funções) e 8.745/93, para ampliar prazo das contratações temporárias para assistência à saúde de povos indígenas; estabeleceu regras específicas de pessoal para exercício em territórios indígenas. 

 

Passados dois anos e meio desde que a lei foi sancionada e o programa regularizado, a fila do INSS cresceu de 1,9 milhão em 2023 para 3,1 milhões no final do ano passado. Nos últimos quatro meses, em um esforço para a redução do passivo, o INSS conseguiu baixar para o número atual de pedidos em espera, 2,7 milhões, bem distante ainda do compromisso do presidente Lula de “zerar” a fila. 
 

Vídeo produzido por IA e postado pela neta do presidente Lula mostra Flávio fazendo a "dança da rachadinha"
Foto: Reprodução Instagram Bia Lula

A influenciadora digital Bia Lula, neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), publicou neste domingo (12), em suas redes, um vídeo produzido com inteligência artificial que mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fazendo uma dancinha. O vídeo mostra o pré-candidato a presidente com uma roupa verde e amarela, dançando em uma pista de dança ao som de um funk chamado “a dança da rachadinha”.

 

Na peça, a música, cantada por uma voz de mulher, repete o refrão “essa é a dança da rachadinha”. Ao final, o vídeo faz um convite aos bolsonaristas: “venha dançar você também”. No Instagram de Bia Lula o vídeo ultrapassou as 100 mil visualizações.

 

Maria Beatriz da Silva Sato Rosa, conhecida como Bia Lula, tem 30 anos e é a neta mais velha do presidente Lula. Formada em comunicação social e gestão pública, Bia é filha da jornalista Lurian Cordeiro Lula da Silva, primogênita do líder petista com a enfermeira Miriam Cordeiro. 

 

A sátira do vídeo divulgado por Bia Lula faz referência à acusação contra Flávio Bolsonaro de ter praticado o crime de “rachadinha” em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro apontava o então deputado estadual como líder de uma organização criminosa que recolhia parte do salário de ex-funcionários públicos empregados em seu antigo gabinete na Assembleia, onde exerceu mandato de 2003 a 2019. 

 

A denúncia do MP-RJ acusava Flávio de organização criminosa, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e peculato (desvio de dinheiro público). Em 2021, o Superior Tribunal de Justiça acolheu um recurso da defesa do já senador e anulou as decisões da Justiça do Rio de Janeiro na investigação, por entender que elas não foram tomadas pelo juiz certo para julgar o caso. 

 

Para o STJ, a investigação deveria ter sido conduzida pelos desembargadores do TJ-RJ e não por um juiz de primeira instância, como ocorreu. Posteriormente, em novembro do mesmo ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou os relatórios do Coaf que embasaram a acusação. Foram estes relatórios que expuseram a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão de Fabrício Queiroz entre 2016 e 2017. 

 

Queiroz é um PM aposentado que era chefe de gabinete de Flávio na Alerj. Flávio e Queiroz sempre negaram as acusações. Com as decisões do STJ e do STF, a denúncia acabou não indo para frente. 

Leur Lomanto Jr. critica possibilidade do governo enviar PL para o fim da escala 6x1: “Não vejo sentido”
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado federal Leur Lomanto Jr. (União), criticou a possbilidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviar um Projeto de Lei (PL) para tratar do fim da escala 6x1. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (13), o parlamentar defendeu a manutenção do cronograma original da CCJ na apreviação da PEC de autoria da deputada federal Erila Hilton (PSOL-SP), o qual foi aprovado pelos membros do colegiado.

 

Com pressões do governo federal, o presidente Lula reafirmou nesta segunda que irá enviar o PL em regime de urgência para o Congresso. Ao Prisma, Leur afirmou que a movimentação “não faz o menor sentido” e comentou sobre um acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para manter o cronograma original para apreciar a PEC de Erika Hilton.

 

"Não chegou nenhum PL encaminhado pelo governo ainda. Nós não vamos mudar a nossa programação que foi feita desde o início, aprovada, inclusive, por todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça. (...) Então finalizamos essa etapa das audiências públicas e vamos colocar em votação. Não vejo o menor sentido encaminhar um novo PL, isso foi acordado com o presidente Hugo Motta”, afirmou Leur.

 

O presidente da CCJ informou que a PEC do fim da escala 6x1 deve ser votada no plenário do colegiado ainda nesta semana, até esta quarta (15). O deputado explicou que, caso a proposta seja aprovada pela CCJ, ela será encaminhada para a Comissão Especial no qual trata do tema.

 

“O que tem, de fato, é a PEC que está em tramitação da deputada Erika Hilton e está prevista para ser votada essa semana, na quarta-feira lá no plenário da CCJ. Depois, se aprovado, será encaminhado para a comissão especial que deve ter o seu prazo regimental para poder ter as discussões. Até o final desse semestre ser apreciado no plenário da Câmara dos Deputados”, discorreu.

 

Leur também comentou sobre a responsabilidade de presidir da CCJ, a comissão mais importante da Câmara, e declarou que cerca de 15 mil projetos tramitam no colegiado. Entre os detaques, além do fim da escala da jornada de trabalho 6x1, o deputado baiano ressaltou a votação de pisos salariais.

 

“É uma responsabilidade de eu ter sido indicado pelo meu partido União Brasil para assumir essa que é a missão mais importante da Câmara dos Deputados, só que você tem uma ideia, hoje tramitam lá na CCJ cerca de 15 mil projetos, e muitos desses projetos têm o seu fim na CCJ, que lá já parte para o Senado Federal sem nem a necessidade de ir ao plenário da Câmara. Essa semana, por exemplo, tem o piso salarial dos assistentes sociais. Recentemente, nós aprovamos no final do ano passado, e eu fui relator ao projeto de regulamentação das profissões de gari, também do piso salarial para os gari. Enfim, a gente vai priorizar projetos que venham beneficiar a população brasileira, de preferência, que não tragam muita polêmica”, ressaltou.

 

Confira a entrevista:

 

Dos nove ex-ministros de Lula que retomaram mandato no Congresso, apenas três apresentaram projetos
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Nove ex-ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retornaram ao Congresso Nacional nas últimas duas semanas para disputar as eleições de outubro. Apesar disso, apenas três apresentaram propostas legislativas no período.

 

A deputada Sônia Guajajara (PSOL-SP) protocolou, na última terça-feira (7), um projeto de lei que institui o Marco Legal dos Esportes Indígenas no Brasil. A proposta foi apresentada em conjunto com as deputadas Célia Xakriabá (PSOL-MG) e Juliana Cardoso (PT-SP).

 

Já na sexta-feira (10), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Paulo Teixeira (PT-SP) apresentaram um projeto, assinado por outros 72 parlamentares de PT, PCdoB, PSOL e PV. A proposta prevê a criação da TerraBras, empresa pública voltada à exploração de minerais estratégicos e à defesa da soberania nacional.

 

Por outro lado, nomes como André Fufuca (PP-MA), Marina Silva (Rede-SP) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), além dos senadores Camilo Santana (PT-CE), Carlos Fávaro (PSD-MT) e Renan Filho (MDB-AL), ainda não apresentaram projetos desde o retorno ao Legislativo.

Emílio Odebrecht é apontado como fornecedor de carne de paca servida por Janja na Páscoa
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Após um vídeo publicado pela primeira-dama Janja no domingo de Páscoa, gerar forte repercussão nas redes sociais. Nas imagens, ela aparece preparando carne de paca para um almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Granja do Torto, em Brasília. Durante a gravação, Janja descreve o preparo do prato com entusiasmo, destacando o uso de alho e tempero verde.

 

A publicação provocou reações, especialmente de ambientalistas, que criticaram o consumo de carne de caça. Diante da repercussão negativa, a primeira-dama afirmou que o animal utilizado na receita havia sido adquirido de um produtor autorizado pelo Ibama, o que é permitido pela legislação ambiental.

 

Reveja o vídeo:

 

A explicação, no entanto, levou a uma nova questão: quem teria fornecido a carne. Segundo informações publicadas pela coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o fornecedor seria o empresário Emílio Odebrecht, conhecido por sua relação de longa data com o presidente Lula.

 

Ele se apresenta como um dos principais criadores de paca no Brasil e, de acordo com a publicação, costuma presentear o presidente com o animal algumas vezes ao ano.

 

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O episódio, que começou como um registro informal de Páscoa, acabou ganhando dimensão nacional ao levantar debates sobre consumo de animais silvestres e ao evidenciar relações pessoais no entorno do presidente.

Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro registram empate técnico no 2° turno, ambos com alta rejeição
Foto: Reprodução / Agência Brasil e Senado

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) reverteu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e registrou 46% das intenções de voto no 2° turno, frente a 45% de Lula, figurando um empate técnico. Isso é o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). Essa é a primeira vez que Flávio ultrapassa o petista númericamente.

 

A distância entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), o atual presidente registra 45% dos votos frente a 42% dos opositores, também figurando um empate técnico em ambos os cenários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades entre os dias 07 e 09 de abril e está registrada sob o código BR-03770/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

Em comparação ao levantamento do Datafolha de março, Caiado foi o pré-candidato que mais avançou nas pesquisas, saindo de 36% dos votos para 42%. Flávio Bolsonaro saiu de 43% para 46% e Romeu Zema foi avaliado pela primeira vez. 

 

Analisando o cenário do primeiro turno, Lula soma 45% das intenções em votos válidos - resultado produzido a partir da exclusão dos votos nulos e brancos -, enquanto os quatro adversários citados marcam, juntos, 55%. Segundo a Justiça Eleitoral, é preciso ter, no mínimo, 50% mais um dos votos válidos para a vitória no 1° turno. 

 

Na medição espontânea de votos, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula é citado por 26% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é a resposta de 16% dos eleitores e Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 2%. Outras respostas somadas são 5%. 7% disseram que vão votar branco, nulo ou nenhum, 1% disseram que não votam e 42% não souberam responder. 

 

REJEIÇÃO
No que diz respeito à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também lideram na disputa. Segundo a pesquisa, 48% dos eleitores declararam que não votam em Lula e 46% dizem não votar no senador. 

 

O Datafolha ainda avalia que ambos são os nomes mais conhecidos da disputa: 99% dos entrevistados disseram conhecer Lula e 93% disseram conhecer Flávio Bolsonaro. 

 

Já Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram uma rejeição e popularidade similares. Zema, que é governador de Minas Gerais, registra 17% de rejeição, e 56% dos eleitores dizem não o conhecer. No caso de Caiado, governador de Goiás, obteve 16% das respostas de rejeição e 54% dos eleitores disseram que não sabem quem ele é.

Lula diz que Brasil precisa “jogar fora o complexo de vira-lata” durante evento
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta sexta-feira (10), que o Brasil precisa “jogar fora o complexo de vira-lata”. A declaração foi feita durante um evento em São Paulo.

 

“Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer”, disse.

 

Segundo o presidente, iniciativas do Ministério da Saúde buscam ampliar o acesso da população a serviços de qualidade.

 

Lula também destacou que investimentos e a compra de equipamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS) representam respeito à população.

 

“Isso significa respeito à dignidade do ser humano, independentemente da sua cor, religião ou origem”, afirmou.

“Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso, não brigaria com Brasil”, diz Lula sobre política externa de Trump
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta sexta-feira (10), sobre a política externa dos Estados Unidos,liderada pelo presidente americano, Donald Trump. A declaração foi dada durante uma visita ao novo prédio do Campus Sorocaba do Instituto Federal de São Paulo. Segundo Lula, Trump está "ameaçando todo mundo". 

 

"O mundo está difícil. O Trump está aí ameaçando todo mundo. Trump não sabe o que é um pernambucano. Senão ele não vai fazer ameaça nunca aqui. Se ele soubesse da minha descendência com Lampião ele tomava muito cuidado. Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso ele não brigaria com o Brasil. De qualquer forma, não queremos guerra. Queremos paz", disse Lula.

 

Nesta sexta, o presidente dos Estados Unidos voltou a elevar o tom contra o Irã dizendo que eles "só estão vivos hoje para negociar" e ameaçou reagir caso as conversas fracassem, enquanto o Irã impôs condições para avançar no diálogo. Esse diálogo deve ocorrer a partir deste sábado (11), no Paquistão, onde representantes dos dois países se reúnem em meio a um cessar-fogo frágil. 

 

Ainda na cerimônia desta sexta, Lula reforçou que o Brasil é um país de paz. "Queremos paz. Nós queremos ter acesso a cultura, passear, estudar, namorar, brincar. Só queremos coisa boa. Quem quiser guerra, vai para o outro lado do planeta porque aqui somos a terra de paz e do amor. Aqui somos a terra de quem não tem medo de ser feliz."

 

Durante um ligação em janeiro, Lula e Trump combinaram um encontro em Washington em março deste ano, mas o agravamento da guerra no Oriente Médio e as dificuldades para fechar a pauta bilateral, o encontro foi adiado e segue sem data definida. 

 

Um dos temas que seriam tratados entre Lula e Trump seria a agenda de segurança e combate ao crime organizado, tema considerado prioritário também na conjuntura eleitoral do Brasil.

Oposição já prepara estratégia para rejeitar nome de Messias e sabatina pode bater recorde de duração na CCJ
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Com a definição, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da data de 29 de abril para a realização da sabatina do indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal (STF), as especulações nos bastidores do Congresso se voltam para a quantidade de votos que o advogado-geral da União conquistará na Comissão de Constituição e Justiça e também no plenário.

 

Lideranças governistas avaliam que Jorge Messias tem boa possibilidade de ter seu nome aprovado aprovado no plenário do Senado com uma margem entre 48 e 52 votos. Para ter seu nome aprovado como ministro do STF, são necessários 41 votos.

 

Nas contas dos senadores governistas, o nome do indicado por Lula também deve ser aprovado na CCJ com pelo menos 15 votos. No colegiado, são necessários 13 votos. 

 

Os senadores de oposição, entretanto, não pretendem facilitar a vida de Jorge Messias, e após a definição da data da sabatina, já passaram a preparar uma ofensiva contra o indicado concentrada em três frentes: vão questionar Messias sobre sua proximidade com o presidente, vão relembrar o caso “Bessias, em que Dilma tentou colocar Lula no governo para driblar a justiça, e o avanço das investigações envolvendo o Banco Master e uma possível negligência da Advocacia-Geral da União.

 

Nos bastidores, senadores relatam que o objetivo não será apenas discutir o currículo jurídico do indicado, mas submetê-lo a um teste político sobre independência e atuação institucional, em linha com o papel que deverá exercer no STF. A oposição também pretende fustigar Jorge Messias com perguntas que obriguem ele a se posicionar em temas que tensionam simultaneamente o Congresso e o STF.

 

A estratégia da oposição deve levar a sabatina de Jorge Messias a ser uma das mais longas de indicados ao Supremo. O recorde atual de sabatina mais demorada foi a do indicado da então presidente Dilma Rousseff, Edson Facchin, que transcorreu por 12 horas e 25 minutos no dia 12 de maio de 2015.

 

A sabatina de Fachin teve início na CCJ pouco depois das 10h e terminou às 22h40. Edson Fachin teve seu nome aprovado com 20 votos a favor e sete contra. Devido à demora da sabatina, o presidente do Senado na época, Renan Calheiros (MDB-AL), marcou a votação da indicação de Fachin no Plenário apenas para o dia 19 de maio. 

 

A segunda colocação no ranking das sabatinas mais demoradas é ocupada pelo indicado do então presidente Michel Temer, o ministro Alexandre de Moraes. Em 21 de fevereiro de 2017, Moraes passou por 11 horas e 39 minutos de sabatina antes de ter seu nome aprovado na CCJ com 19 votos a favor e sete contrários.

 

O último ministro indicado pelo presidente Lula para o STF, Flávio Dino, também passou uma longa sabatina antes de ter o seu nome aprovado na CCJ e depois no plenário. Em 13 de dezembro de 2023, Dino passou por uma sabatina de 10h15, bem maior do que a sessão para escolha do seu antecessor, Cristiano Zanin, que precisou de 7hs e 48 minutos para ter seu nome aprovado por 21 votos a favor e cinco contrários. 
 

Messias agradece a Alcolumbre pela data da sabatina e relator diz que indicação deve ser aprovada pelo Senado
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcar, nesta quinta-feira (9), a data da sabatina do indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado-geral da União, Jorge Messias, divulgou nota se dizendo otimista com a aprovação do seu nome pelos senadores. 

 

Alcolumbre marcou a sabatina para o próximo dia 29 de abril. Após a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, haverá a aprovação ou rejeição ao nome de Messias, primeiro na CCJ e posteriormente no plenário. O indicado de Lula para o STF precisa de 41 votos no plenário para ter seu nome aprovado.

 

“Com otimismo e serenidade, recebo o calendário estipulado pelo Senado Federal para a realização de minha sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agradeço ao presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, ao presidente da CCJ, senador Otto Alencar, e ao relator do processo, senador Weverton Rocha, o envio e o trâmite da mensagem presidencial”, disse Jorge Messias.

 

“Até a data da sabatina, permanecerei buscando o diálogo franco e aberto com todos os 81 senadores, de forma respeitosa, transparente e propositiva”, completou o indicado ao Supremo para a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.

 

Após a confirmação da data da sabatina, o relator da indicação ao STF, senador Weverton (PDT-MA) disse que Jorge Messias “já está mais ou menos com o caminho construído para ser aprovado no plenário do Senado”.

 

Weverton afirma que Messias preenche todos os requisitos para ser aprovado pelo Senado para a vaga de ministro. 

 

“Tem notório saber jurídico, tem a reputação ilibada e é advogado-geral da União. É uma pessoa jovem que tem uma carreira brilhante, então desde já eu adianto que irei apresentar o relatório a favor da sua aprovação”, disse o senador Weverton.
 

Você sabe o que aconteceu com os candidatos de 2022 a presidente do Brasil? Confira aqui onde eles estão
Foto: Reprodução TV Globo

O fim do prazo, na semana passada, para desincompatibilização de cargos de quem deseja se candidatar nas eleições de outubro, vem levando os partidos a acelerarem as definições sobre candidatos. Até o momento, 11 partidos já teriam definido pré-candidaturas a presidente, embora esse número ainda possa crescer ou diminuir, pois apenas nas convenções de julho/agosto serão definidos os candidatos. 

 

Até o momento, já apresentaram disposição para se candidatarem a presidente os seguintes nomes:

 

Lula (PT)
Flávio Bolsonaro (PL)
Ronaldo Caiado (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Renan Santos (Missão)
Aldo Rebelo (DC)
Cabo Daciolo (Mobilização Nacional)
Augusto Cury (Avante)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)

 

Dos nomes colocados para a disputa até o momento, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na disputa de 2022. Ronaldo Caiado, Cabo Daciolo e Rui Costa Pimenta já foram candidatos a presidente em outras eleições, mas não participaram do último pleito. 

 

Confira abaixo como está a situação de cada um dos 11 candidatos que participaram da eleição presidencial de 2022:

 

Lula, do PT, participou em 2022 da sua sexta eleição a presidente, tendo sido eleito após ter 48,43% dos votos válidos no primeiro turno e 50,90% dos votos válidos no segundo turno. Em 2026, o atual presidente é candidato a concorrer pela sétima vez, podendo chegar ao seu quarto mandato. 

 

Jair Bolsonaro, do PL, em 2022 estava na presidência da República, e concorreu para renovar o mandato. Com 43,20% dos votos válidos, Bolsonaro foi para o segundo turno e acabou derrotado por Lula. No ano passado, Jair Bolsonaro foi preso após ter sido condenado a 27 anos por tentativa de golpe e outros crimes. No momento, cumpre pena em regime domiciliar, após ter passado por diversos problemas de saúde quando estava na Papudinha, e indicou seu filho, Flávio, para ser o candidato do partido a presidente.

 

Simone Tebet, como candidata do MDB em 2022, surpreendeu e alcançou o terceiro lugar naquela eleição, chegando a 4,16% dos votos válidos. Após ter apoiado Lula no segundo turno, Tebet foi convidada para ser ministra, e assumiu a pasta do Planejamento desde o primeiro dia do novo governo. Recentemente, se desincompatibilizou do cargo, mudou do MDB para o PSB e vai disputar uma vaga ao Senado pelo estado de São Paulo. 

 

Ciro Gomes, então no PDT, concorreu à presidência da República pela quarta vez em 2022, e nesse pleito, ficou na quarta posição, com 3,04% dos votos válidos. Após as eleições, ficou afastado do ambiente político, e neste ano de 2026, ingressou no PSDB e anunciou que vai disputar o governo do Ceará, cargo que ele exerceu entre os anos de 1991 a setembro de 1994, quando renunciou para ser ministro da Fazenda do então presidente Itamar Franco.

 

Soraya Thronicke, que em 2022 exercia o cargo de senadora pelo estado do Mato Grosso do Sul, foi candidata a presidente pelo União Brasil, e alcançou 0,51% dos votos válidos no primeiro turno. No ano seguinte, trocou o União pelo Podemos, onde seguiu até a semana passada, quando entrou no PSB para tentar se reeleger ao Senado. 

 

Felipe D´Avila, cientista político e empresário, não tinha exercido cargos públicos quando se tornou candidato a presidente pelo Novo. No primeiro turno de 2022, D´Avila obteve 0,47% dos votos válidos. Após as eleições, voltou a exercer a sua atividade empresarial e também a diretoria do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização sem fins lucrativos que busca formar lideranças para enfrentar os problemas do país. Também escreveu um livro, “Vire à Direita, Siga em Frente”.

 

Padre Kelmon, que pertence à Igreja Ortodoxa do Peru, inicialmente foi incluído em uma chapa como vice do candidato Roberto Jefferson. Com a impugnação da candidatura de Jefferson, Kelmon se tornou candidato a presidente. No primeiro turno, Padre Kelmon, candidato pelo PTB, obteve 0,07% dos votos válidos. Após criar um movimento político chamado Foro do Brasil, Kelmon ingressou no PL e deve concorrer a uma vaga de deputado federal pelo Estado de São Paulo.

 

Léo Péricles, ativista político mineiro, concorreu a presidente em 2022 pela Unidade Popular (UP), partido que teve seu registro homologado no TSE em 2019. No pleito de 2022, Léo Péricles obteve 0,05% dos votos válidos. Atualmente, Péricles é presidente da Unidade Popular, e ainda não definiu se vai ser candidato a algum cargo nas eleições.

 

Sofia Manzano, economista e professora, foi candidata a presidente em 2022 pelo PCB, e obteve 0,04% dos votos válidos. Sofia já havia participado das eleições de 2014, disputando o cargo de vice-presidente. Atualmente, Sofia continua militando politicamente no PCB, ao mesmo tempo em que é professora de Economia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Ainda não há definição se será candidata novamente a algum cargo eletivo neste ano.

 

Vera Lúcia, pernambucana, se candidatou a presidente pelo PSTU, e obteve 0,02% dos votos válidos. Ela, que afirma ser uma operária sapateira, participou de diversas eleições para variados cargos, nunca tendo sido eleita. Em 2026, Vera Lúcia é pré-candidata a governadora pelo Estado de São Paulo, pelo PSTU.

 

Eymael, em 2022, pela Democracia Cristã (DC), foi candidato a presidente pela sexta vez (já tinha tentado nos pleitos de 1998, 2006, 2010, 2014 e 2018), e obteve 0,01% dos votos válidos. Eymael, que seguiu como presidente do DC até recentemente, quando foi substituído no cargo por João Caldas, pai do ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas. Em 2026, Eymael, de 86 anos, não será candidato a presidente.
 

Lula recebe Bruno Gagliasso e Rômulo Estrela durante exibição especial de filme sobre SUS
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, na última terça-feira (7), uma exibição especial do filme “Por Um Fio”, sobre a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). A sessão ocorreu no Palácio da Alvorada e contou com a presença de nomes do elenco como Bruno Gagliasso e Rômulo Estrela

 

Além dos atores, estavam a primeira-dama Janja Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Saúde Alexandre Padilha. O longa, dirigido por David Schurmann, é inspirado na obra do médico Drauzio Varella. 

 

 

 

A história, ambientada entre as décadas de 1970 e 1980, mostraos desafios que antecederam a consolidação do SUS e suas transformações estruturais. Ainda sem data de estreia nos cinemas, o filme conta ainda com nomes como  o do baiano Othon Bastos e as atrizes Zezé Motta e Sandra Corveloni.
 

Lula critica Flávio Bolsonaro e Caiado por fala sobre minerais: “Vão vender o Brasil”
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, ao comentar as disputas em torno dos minerais críticos e das terras raras brasileiras.

 

“Essa gente vai vender o Brasil, e nós não podemos permitir”, disse Lula em entrevista ao ICL Notícias, realizada no Palácio do Planalto.

 

O presidente reagiu à participação de Flávio Bolsonaro na CPAC, conferência conservadora realizada em março, no Texas.

 

Na ocasião, o senador afirmou que o Brasil “vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido” e se colocou como uma alternativa para reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação à China no fornecimento de minerais estratégicos.

Lula afirma não ter decidido se sairá candidato nas eleições de outubro
Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (8) que ainda não decidiu se será candidato à reeleição. Em entrevista ao ICL Notícias, ele disse que a definição deve ocorrer na convenção de junho e se decidir disputar, pretende apresentar um novo programa de governo.

 

Lula também reconheceu que, apesar de ações positivas, os resultados do governo ainda não foram suficientes para melhorar a situação do país.

 

Questionado sobre uma eventual pré-candidatura, afirmou ter vontade de concorrer, mas ressaltou que o Partido dos Trabalhadores (PT) precisa construir uma aliança política capaz de vencer a oposição.

Nova pesquisa Meio/Ideia mostra empate entre Lula e Flávio no segundo turno, mas presidente é o mais rejeitado
Fotos: Gustavo Moreno/STF, Agência Senado, Divulgação e Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceram praticamente empatados nas simulações de segundo turno na nova pesquisa Meio/Ideia sobre as eleições de 2026, divulgada nesta quarta-feira (8). Já no primeiro turno, Lula lidera a disputa com vantagem de apenas três pontos percentuais.

 

De acordo com a pesquisa, o presidente Lula teria 40,4% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. Os demais nomes que registraram intenções de voto foram Ronaldo Caiado (União), com 6,5%; Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), com 3%; e Aldo Rebelo (DC) com 0,6%.

 

Já nas simulações de segundo turno, os resultados são os seguintes:

 

Flávio Bolsonaro 45,8% x 45,5% Lula
Lula 45% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 44,7% x 38,7% Romeu Zema
Lula 45% x 26,4% Renan Santos
Lula 46% x 22,6% Aldo Rebelo 

 

Na avaliação sobre a rejeição aos nomes colocados até aqui para a disputa presidencial, Lula aparece com o maior percentual na disputa ao Palácio do Planalto: 44,2% dos eleitores responderam que não votariam no líder petista “de jeito nenhum” se as eleições fossem hoje.

 

O segundo nome mais rejeitado é o do senador Flávio Bolsonaro, com 37,5% de eleitores que dizem não votar nele “de jeito nenhum”. As rejeições dos demais candidatos ficaram com o seguinte patamar: Ronaldo Caiado - 20,4%; Romeu Zema - 17,5%; Renan Santos - 16%; Aldo Rebelo - 11%; Não rejeita ninguém - 2,2%.

 

O levantamento divulgado pelo Meio/Ideia revela ainda que 51,5% dos eleitores brasileiros dizem que o presidente Lula não merece continuar no governo depois de 2026. Já 45% dos entrevistados responderam que o petista merece ter um quarto mandato. 

 

A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 3 a 7 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-00605/2026. 
 

Luísa Mell faz duras críticas a Janja por fazer prato de paca na Páscoa e questiona: "qual o objetivo dessa porcaria?"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Segue repercutindo nas redes sociais o vídeo gravado no último fim de semana pela primeira-dama Janja, em que ela prepara um prato de carne de paca e serve para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema gerou ainda mais discussões com as críticas feitas a Janja nesta terça-feira (7) pela ativista dos direitos dos animais, Luísa Mell.

 

Em vídeo postado no seu perfil no Instagram, Luísa Mell condenou a escolha da paca como prato a ser servido em um almoço. A ativista disse ter sido uma irresponsabilidade o incentivo ao consumo da carne de um animal silvestre.

 

“Qual objetivo dessa porcaria, Janja? Está incentivando a caça e as pessoas a consumir animais silvestres. Irresponsabilidade inacreditável. Vergonha, incentivando o crime ambiental”, disse a ativista.

 

Apesar de Janja ter justificado que o almoço foi um presente de um produtor legalizado de carne de paca, Luisa Mell reforçou que, mesmo sendo possível a origem legal do animal, a exposição incentiva o consumo de espécies silvestres. “Tá incentivando sim a caça”, disse. 

 

A ativista também criticou a criação em cativeiro, classificando a prática como “terrível” e afirmando que o consumo desse tipo de carne seria “elitista” e acessível a poucos.

 

Durante o desabafo, Luísa Mell ainda cobrou explicações sobre a procedência do animal consumido por Janja e Lula e disse que não “passa pano para ninguém”, além de ter dito que iria procurar o Ibama para obter informações sobre o produtor.
 

Aliados de Lula na Bahia rechaçam fala de Bruno Reis sobre lançamento com presidente: "Descontrole e insensatez"
Foto: Reprodução / PT / Câmara dos Deputados / Divulgação

Após as declarações do prefeito Bruno Reis (União), sobre o cancelamento da inauguração do Residencial Zulmira Barros, aliados do presidente Lula criticaram o posicionamento do prefeito em declaração dada em evento de oficialização da parceria entre o União Brasil e o Novo, nesta terça-feira (7). Nas palavras de Éden Valadares, secretário Nacional de Comunicação do PT, Bruno Reis agiu com “descontrole e insensatez”. 

 

Na ocasião, Bruno Reis alegou que Lula não inaugurou residencial por ter ficado "tomando uísque até tarde" no Palácio de Ondina. Em resposta Éden destaca: “Lamentável a declaração e ainda mais a postura. Infelizmente Bruno Reis mostra não estar à altura do cargo que ocupa. Destemperado e desequilibrado, Bruno age com descontrole e insensatez toda vez que se vê pressionado na gestão ou na política. Absolutamente lamentável”, escreveu Éden, em nota. 

 

Outra liderança govenista, Lídice da Mata, líder estadual do PSB, também se posicionou contra a postura do prefeito da capital baiana. “Prefeito adota postura bolsonarista que nao combina com o cargo que exerce. É natural a divergência política, mas a falta de respeito não pode ser regra”, descreveu a deputada federal.

 


Foto: Reprodução / Instagram

 

O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, também se posicionou publicamente sobre o ocorrido. Em seu posicionamento, Monteiro afirma que Bruno Reis faz "pouco caso dos investimentos federais em Salvador". 

 

“Eu achava que o máximo de grosseria do prefeito de Salvador estava na atitude de não comparecer aos eventos institucionais do Presidente da República na cidade. Além de fazer pouco caso dos investimentos federais em Salvador. Mas hoje ele nos surpreendeu. Decidiu escancarar seu bolsonarismo da pior forma: com mentiras e ataques pessoais. Atitude mal educada e deplorável", escreveu o gestor de Cultura. 

Financial Times traça perfil de Flávio Bolsonaro, que diz à revista inglesa que Lula faz do Brasil uma "colônia chinesa"
Foto: Reprodução/X

“Jamais chegarei perto dele (Jair Bolsonaro). Seria como comparar o filho de Pelé com o próprio Pelé”. Essa afirmação foi feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma entrevista ao jornal britânico Financial Times. A publicação inglesa publicou uma extensa reportagem nesta terça-feira (7) sobre o pré-candidato do PL à presidência da República.

 

A frase dita por Flávio ao Financial Times se deu quando a publicação questionou o senador sobre o motivo dele se recusar a ocupar a cadeira que era utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no escritório que mantinha na sede do PL, em Brasília. Flávio Bolsonaro recebe visitantes e mantém encontros políticos no mesmo gabinete, mas não senta na cadeira do pai.

 

Na reportagem sobre Flávio Bolsonaro, intitulada “A Volta dos Bolsonaros”, o Financial Times diz que a candidatura do senador surgiu quando a “família Bolsonaro parecia estar politicamente acabada”. O jornal inglês, no perfil traçado sobre o principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considera que Flávio teria se colocado como um candidato “altamente competitivo” para as eleições deste ano. 

 

“Jair Bolsonaro, o ex-presidente de extrema-direita do Brasil, estava preso, condenado a 27 anos por conspiração para um golpe de Estado e libertado da prisão domiciliar após tentar romper uma tornozeleira eletrônica. Seu filho combativo, Eduardo, frequentemente visto como seu herdeiro mais provável, foi expulso do Congresso e vive em autoexílio nos EUA. Mas a família está orquestrando um rápido retorno. A seis meses das eleições presidenciais brasileiras, Flávio Bolsonaro, o filho mais velho, de temperamento mais moderado, surge como um candidato altamente competitivo”, escreve a reportagem. 

 

O Financial Times destaca que a plataforma de campanha de Flávio Bolsonaro deve ser semelhante às posições de Jair Bolsonaro, principalmente em questões sociais e de combate à criminalidade, embora com uma postura de maior moderação. Entre as ideias destacadas pelo jornal estão a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos ou até 14 para casos de assassinato e estupro, além de impostos menores e mais privatizações. 

 

“Para atrair o eleitorado de centro, Flávio Bolsonaro está enfatizando sua reputação como o membro mais moderado da família. Advogado que já foi dono de uma loja de chocolates, seu tom é menos agressivo e confrontador do que o de seu pai. Como presidente, Jair Bolsonaro era notoriamente cético em relação às vacinas contra a covid-19; Flávio Bolsonaro, por sua vez, tomou a vacina publicamente”, diz a matéria.

 

Sobre a disputa com Lula, a reportagem do jornal inglês destaca que ambos os candidatos possuem altos índices de rejeição. O Financial Times avalia que a equipe de campanha de Lula deverá atacar Flávio por casos como o da “rachadinha” na Assembleia do Rio e supostas ligações com milícias.

 

Outro ponto enfocado pela reportagem do Financial Times foi um questionamento se o senador estaria preparado para suportar as pressões de uma campanha presidencial. O jornal lembra do momento em que Flávio Bolsonaro desmaiou durante um debate na televisão. 

 

“Embora Flávio Bolsonaro esteja na política há mais de 20 anos, também existem dúvidas sobre se ele consegue suportar a pressão de uma eleição presidencial. Sua campanha para prefeito do Rio de Janeiro em 2016 foi um desastre: em um debate, ele quase desmaiou e teve que desistir. Acabou ficando em quarto lugar”, afirma o texto.

 

Na entrevista que deu ao Financial Times, Flávio afirmou que o presidente Lula é “hostil demais” aos Estados Unidos enquanto favorece seu parceiro chinês, Xi Jinping. “O presidente Lula está errado ao fechar as portas para os Estados Unidos e simplesmente abrir o Brasil como se fosse uma colônia chinesa”, afirmou ao veículo.

 

Flávio Bolsonaro também procurou em suas respostas mostrar um contraste com aquele que deve ser seu principal oponente em outubro.

 

“O Brasil precisa urgentemente de mudanças, de um governo mais jovem, moderno e com mais energia. O problema não é a idade de Lula, é que suas ideias estão ultrapassadas”, disse o pré-candidato do PL à presidência.
 

Carne de paca servida a Lula na Páscoa causa polêmica nas redes, vira meme e Janja explica procedência
Foto: Reprodução Redes Sociais

Um dos assuntos mais comentados na rede X desde a manhã desta segunda-feira (6) tem sido o cardápio preparado pela primeira-dama Janja para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo de Páscoa. Janja postou um vídeo em suas redes sociais cozinhando um prato pouco comum na mesa dos brasileiros: carne de paca. 

 

O vídeo, que teve mais de dois milhões de visualizações, mostra Janja preparando e servindo um prato de paca ao presidente Lula, que elogiou a refeição. “Duvido que em algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa que comi hoje. Foi divina. Parabéns, Janjinha”, disse Lula.

 

“Me chama Ana Maria Braga”, brincou a primeira-dama em resposta.

 

Na rede X, o tema “Paca” chegou aos trending topics por conta principalmente das críticas ao preço elevado e as regras rígidas para consumo desse tipo de carne no Brasil. Levantamentos recentes indicam que o quilo da carne de paca varia, em média, entre R$ 150 e R$ 300, podendo alcançar valores mais altos dependendo da região e da oferta.

 

Em alguns casos, especialmente em mercados mais restritos ou restaurantes especializados, o preço pode chegar a R$ 250 ou até R$ 300 por quilo, consolidando o produto como uma iguaria de alto valor gastronômico.

 

Nas críticas feitas ao almoço de Páscoa de Janja e Lula, uma das questões levantadas por internautas foi se o consumo do animal não violava a lei. As pacas são consideradas animais silvestres e, por isso, são protegidas pela legislação brasileira. 

 

No país, a chamada Lei de Proteção à Fauna proíbe a caça, a captura e a comercialização de animais sem autorização. Dados de órgãos de fiscalização indicam que a paca pode representar entre 70% e 80% das apreensões de animais mortos pela caça clandestina no Brasil. 

 

Apesar da caça de pacas silvestres ser considerada crime, criadores com autorização do IBAMA podem comercializar a carne. Esses criadouros funcionam sob regras específicas, com controle sanitário e fiscalização, buscando reduzir a pressão sobre populações nativas.

 

Após a polêmica, a primeira-dama Janja afirmou em um comentário que o almoço foi um presente de um produtor legalizado:

 

“Ei, pessoal! A carne foi presente de um produtor legalizado. Hoje mesmo vimos no Globo Rural uma reportagem sobre a criação de pacas. Desde que proveniente de criadouros autorizados pelo IBAMA, a carne de paca pode ser comercializada em nosso país”, se defendeu a primeira-dama.
 

Janja publica vídeo de Lula na academia e ironiza com possível indireta à GloboNews: “Sem IA e sem PowerPoint”
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, compartilhou, nesta segunda-feira (6), um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) treinando na academia.

 

Na gravação, o presidente aparece realizando exercícios para panturrilhas e quadríceps, chamando atenção pela desenvoltura aos 80 anos.

 

Na legenda, a primeira-dama escreveu, em tom de brincadeira: “Sem IA e sem PowerPoint”.

 

 

Alguns internautas apontaram que a menção ao “PowerPoint” pode ser uma referência ao episódio do último dia 19 de março, quando a GloboNews, durante o programa Estúdio i, exibiu um telão conectando o petista e outros políticos de esquerda ao empresário do Banco Master, Daniel Vorcaro.

 

No último dia 23, a jornalista Andrea Sadi, apresentadora do jornal, pronunciou-se sobre o ocorrido e pediu desculpas.

 

“O material estava errado e incompleto, e também não deixou claro o critério que foi usado para a seleção das informações. A arte também está incompleta, pois não foram incluídos nomes que já se tornaram públicos por envolvimento com o caso Master, como os de ministros do Supremo e políticos, nem ex-diretores do Banco Central que estão sob escrutínio da Polícia Federal por suspeitas de corrupção na relação com o banqueiro… Diante de um material incompleto e em desacordo com nossos princípios editoriais, a gente pede desculpas”, disse.

Lula recua de compra de novo avião presidencial para evitar desgaste eleitoral
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu recuar dos planos de adquirir uma nova aeronave presidencial, em meio à preocupação com o impacto político da medida às vésperas da campanha eleitoral.

 

Apesar de já ter recebido orçamentos elaborados pelo Ministério da Defesa e pela Aeronáutica, o Palácio do Planalto optou por não avançar com o processo. A avaliação interna é de que a compra poderia gerar desgaste em um momento em que o presidente se prepara para disputar um novo mandato.

 

Segundo informações do Globo, interlocutores do governo afirmam que Lula reconsiderou a aquisição por estar no último ano de mandato e com o foco voltado para a eleição de 2026. Com isso, o tema deve ser deixado em segundo plano ao longo do ano.

 

A compra de uma nova aeronave havia ganhado força entre 2024 e 2025, período em que o presidente chegou a manifestar publicamente o interesse na substituição do avião oficial, após episódios considerados de risco em voos durante o mandato.

 

No entanto, a iniciativa enfrentava resistência devido ao alto custo. Estimativas de mercado apontam valores entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2 bilhões. O governo, porém, não divulga oficialmente os números das cotações realizadas.

Revista diz que Vorcaro não deve comprometer Lula nem Flávio e quer que delação "seja positiva para o país"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Informações obtidas pela coluna Radar, publicada na edição desta sexta-feira (3) da revista Veja, afirma que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, até o momento, não indicou que na sua delação premiada irá apresentar provas contra os dois principais candidatos a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. 

 

Vorcaro, que está preso desde o dia 4 de março na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, está separando sua delação em blocos, e segundo a coluna Radar, o que teria aparecido até agora indica que nem Lula nem Flávio Bolsonaro devem ser incriminados. Já no capítulo sobre o Congresso Nacional, a delação do dono do Banco Master deve apresentar revelações sobre conexões dele com uma bancada multipartidária.

 

A revista Veja teria recebido informações de que o dono do Master vem concentrando as informações sobre pagamentos de propinas e negociatas com políticos num único capítulo da sua delação. Há também um bloco específico sendo preparado por Vorcaro para citações que envolvem empresários e outro para o mercado financeiro.

 

Vorcaro também está separando informações sobre o que pretende contar a respeito de suas relações com o Banco Central. Em mais esse anexo exclusivo, de acordo com a Veja, além de detalhar os fatos já conhecidos, Daniel Vorcaro deve revelar o envolvimento de novos personagens na rede de lobby do Banco Master.

 

Em relação às relações com ministros do STF e seus familiares, paira um grande mistério sobre que fatos serão revelados por Vorcaro na sua delação. A coluna afirma que se surgir alguma acusação consistente, será o plenário do Supremo que decidirá sobre a abertura de investigação contra integrantes da Corte.

 

Já em um outro anexo que está sendo montado pelo ex-banqueiro, serão apresentadas informações contundentes a respeito da trama que envolveu a tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). A coluna Radar diz que as revelações de Vorcaro comprometerão o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, candidato ao Senado. 

 

Interlocutores do dono do Master afirmam que ele deseja, com a sua delação, “fazer uma coisa positiva para o Brasil”. O prazo estimado por esses interlocutores de Vorcaro é de que a totalidade da delação será apresentada ao ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF) em até 45 dias. 
 

Lula exonera Camilo Santana e nomeia Leonardo Barchini como novo ministro da Educação
Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exonerou o senador Camilo Santana (PT-CE) do cargo de ministro da Educação e nomeou Leonardo Barchini, até então secretário-executivo da pasta, como novo titular. A decisão foi publicada na edição desta quinta-feira (3) do Diário Oficial da União.

 

Camilo deixa o cargo para reforçar a campanha à reeleição de Elmano de Freitas (PT) ao governo do Ceará. Internamente, ele também é visto como uma alternativa do partido no estado, caso haja risco de derrota para o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB). Camilo foi governador do Ceará por dois mandatos e, em 2022, foi eleito senador.

 

O anúncio de Barchini como sucessor já havia sido feito no início da semana, durante cerimônia na Esplanada dos Ministérios que marcou a inauguração simultânea de 107 obras na área da educação em todo o país. Na ocasião, o governo destacou que 99 mil escolas já contam com conectividade adequada e anunciou investimento de R$ 413,49 milhões, via Novo PAC, para construção de creches, escolas de educação básica, campi de institutos federais e obras em universidades e hospitais universitários.

 

Servidor federal de carreira, Barchini é analista sênior em Ciência e Tecnologia da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao MEC. Ele é formado em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB).

 

Considerado um nome de confiança de Camilo Santana, o novo ministro também mantém proximidade com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e com o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad. Barchini foi chefe de gabinete de Haddad na Prefeitura de São Paulo e atuou no Ministério da Educação durante o segundo mandato de Lula e nos governos da ex-presidente Dilma Rousseff.

Confirmado como candidato a vice, Alckmin critica Flávio: "Quem defende ditadura não deveria ser candidato"
Foto : Cadu Gomes/VPR

Em um café da manhã com jornalistas, para marcar a sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o vice-presidente Geraldo Alckmin dise ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fez duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

 

A respeito do convite de Lula, o vice-presidente afirmou que ser candidato é um “ato de amor”. Já sobre Flávio Bolsonaro, Alckmin disse que “quem defende a ditadura não deveria ser candidato”, além de afirmar que a pesquisa é apenas um retrato de momento.

 

“Pesquisa é momento. Na maioria das pesquisas, o Lula está na frente. O que vai valer mesmo é a campanha eleitoral. A campanha é o momento alto da vida pública. Você vai poder comparar governos”, declarou.

 

Ainda na crítica ao principal adversário do governo, Geraldo Alckmin também fez uma distinção entre as candidaturas de Lula e de Flávio Bolsonaro. O vice-presidente afirmou que o governo Lula “salvou a democracia”, e que na campanha deste ano a sociedade vai poder se confrontar com uma luta entre “democracia versus ditadura”. 

 

“O princípio é a defesa da democracia. Esse é o valor. O que diferencia mesmo é quem tem apreço pela democracia e quem não tem”, afirmou Alckmin, que na reunião ministerial da última terça (31) foi confirmado por Lula como candidato a vice em sua chapa. 

 

Geraldo Alckmin deve deixar o seu cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até o próximo sábado (4). O presidente Lula ainda não definiu quem será o substituto.
 

VÍDEO: Jerônimo diz que Prefeitura de Salvador não teve “boa vontade” em liberar Habite-se de obras do Residencial Zulmira Barros 
Foto: Reprodução / Canal Gov

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou que a Prefeitura de Salvador “não teve boa vontade” para formalizar a liberação do Habite-se do Residencial Zulmira Barros, obra estadual no âmbito do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) na capital baiana. A declaração foi dada pelo gestor estadual durante evento de anúncio de obras na presença do presidente Lula, nesta quinta-feira (2), em Salvador. 

 

 

“Nós iríamos hoje fazer uma entrega ao Zumira, um condomínio, mas não houve boa vontade da Prefeitura em liberar o Habite-se. E nós não iríamos botar o senhor [o presidente Lula] numa condição, se não tiver tudo pronto”, disse Jerônimo, em seu pronunciamento. 

 

O Habite-se é um documento oficial, emitido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e entregue pela Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), que certifica a conclusão de obras de empreendimentos licenciados. 

 

O governador ainda completa que as unidades a serem entregues já estariam concluídas. “Mas o condomínio está pronto. Nós iremos lá, Rui, iremos lá, Wagner. Nós vamos entregar aquelas 300 unidades habitacionais para que as pessoas tenham dignidade na moradia”, completa. 

 

A situação relembra um outro imbróglio entre os governos municipal e estadual durante entregas de obras em Salvador, ainda em fevereiro deste ano, durante a inauguração da Nova Rodoviária, no bairro de Águas Claras, quando Jerônimo Rodrigues também mencionou o atraso na liberação do Habite-se do local em relação à data prevista de entrega. 

 

Na ocasião, o prefeito da capital, Bruno Reis (União), chegou a responder às críticas afirmando que seriam “desculpas para a incompetência”.

VÍDEO: Lula diz que Rui “não é o mais simpático”, mas defende ministro em despedida da Casa Civil
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elogiou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante sua agenda em Salvador nesta quinta-feira (2). Apesar de brincar com o mau-humor do ministro, Lula exaltou a atuação do ex-governador. Rui deve deixar o cargo nos próximos dias para concorrer a uma vaga ao Senado pela Bahia.

 

 

“Ele não é o mais simpático das pessoas que trabalharam comigo. Ele de vez em quando acorda de cara feia. Mas se você precisar de alguém honesto, com competência e vontade, que não tem medo de cara feia, não tem medo de debater, pode levar o Rui Costa”, afirmou o presidente.


Lula também elogiou o trabalho de Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta desde 2023, que deve assumir o comando da Casa Civil. Conhecida por seu perfil técnico, a servidora já foi ministra do Planejamento e presidente da Caixa Econômica. Na ocasião, ele falou sobre a atuação da dupla nos últimos anos.


“Eu convidei Rui para ser ministro com uma condição: que a gente convencesse a Miriam a trabalhar com ele. Porque ela já tinha uma experiência muito bem sucedida no meu governo e depois no governo da Dilma Rousseff. Essa dupla fez a diferença no meu governo”, afirmou.

 

O presidente concluiu agradecendo a atuação de Rui. “A gente não conseguiu 100% de sucesso em tudo que a gente queria. Mas eu posso dizer pra vocês que nós nunca tivemos a Casa Civil funcionando com a capacidade de apresentar soluções que agora. Então eu vim aqui para agradecer e o Brasil agradece o papel que você cumpriu na Casa Civil”, completou o petista.

VÍDEO: Lula desmente Luiz Caetano após perguntar quanto Camaçari recebeu do governo federal para cultura
Foto: Reprodução / Canal Gov

O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), foi “sabatinado” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento de anúncio de obras em Salvador, nesta quinta-feira (2). Em seu pronunciamento, Lula citou, ao lado da ministra Margareth Menezes, que a Bahia recebeu mais de R$ 600 milhões em verbas do Ministério da Cultura (MinC). Ele então questiona os valores repassados aos municípios. 

 

 

Especialmente sobre Camaçari, Lula pergunta: “E você, quanto recebeu [orçamento federal] de Cultura em Camaçari? Vamos ver se você sabe”, diz o presidente durante seu discurso no evento. Em seguida, Luiz Caetano responde: “Foram R$ 400 milhões do Novo PAC em Camaçari”.

 

A dupla chega a conversar fora do microfone, mas Lula publicamente responde: “Acho que não, não foi R$ 400 milhões, foi menos.” Ele conclui dizendo que “nós achamos que a cultura e a educação são o que ajudam a fazer a cabeça da gente e por isso eu peço um aplauso à nossa ministra da Cultura, a grande cantora Margareth”.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O Pernambucano aproveitou pra traçar um plano B caso não consiga sua vaga no Senado. E enquanto tem gente pensando no futuro, parece que outros não desapegam do passado. Mas bom mesmo é o clima no grupo do Cacique. Inclusive, lembrando que ontem foi dia do beijo, já deixo aqui uma homenagem. Enquanto isso, o Galego está descobrindo um dos motivos pro Correria estar à frente nas pesquisas. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Papa Leão XIV

Papa Leão XIV

“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.

 

Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África. 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leur Lomanto Júnior nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leur Lomanto Júnior nesta segunda-feira
O deputado federal Leur Lomanto Júnior (União) é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (13). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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