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operacao asfixia
Três mulheres de 24, 31 e 39 anos foram presas na última sexta-feira (22) no bairro Cidade Nova, em Serrinha, na região sisaleira, durante a deflagração da Operação Asfixia. A ação da Polícia Civil da Bahia investiga uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, e resultou também no sequestro judicial de um veículo avaliado em R$ 35 mil, adquirido com recursos ilícitos.
Segundo as investigações da 1ª Delegacia Territorial (DT/Serrinha), o grupo possuía estrutura hierarquizada e especializada, com divisão de funções entre liderança, braço operacional do tráfico, apoio logístico e núcleo financeiro. A polícia também identificou um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro operado por três pessoas.
Essas suspeitas realizavam transferências bancárias fracionadas via Pix para ocultar a origem dos recursos do tráfico e dificultar o rastreamento pelas autoridades. As três foram encaminhadas à delegacia local, onde os mandados de prisão foram cumpridos pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Paralelamente, a polícia cumpriu outras três ordens judiciais nas cidades de Barreiras, Feira de Santana e Serrinha contra suspeitos de liderar a organização criminosa. Todos os envolvidos permanecem custodiados à disposição do Poder Judiciário.
A Operação Asfixia foi coordenada por equipes da 1ª DT de Serrinha, com o apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Sisal) e do Núcleo de Inteligência da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (15ª Coorpin/Serrinha).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.