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operacao cerberus
Uma operação integrada entre as polícias Civil e Federal resultou, na manhã desta quinta-feira (18), na apreensão de um adolescente de 17 anos em Catu, no interior da Bahia. O jovem é apontado como uma das lideranças de um grupo que utilizava plataformas digitais para praticar crimes graves contra crianças e adolescentes em todo o país.
A investigação que levou ao paradeiro do adolescente é fruto de um monitoramento intensivo iniciado pela Polícia Federal através da Operação Cerberus. O foco da força-tarefa é desarticular redes que utilizam o ambiente virtual para:
- Associação criminosa;
- Induzimento, instigação e auxílio à automutilação;
- Armazenamento e compartilhamento de pornografia infantil;
- Incitação direta ao crime.
Segundo as autoridades, os crimes investigados ganharam força em fevereiro deste ano. O trabalho de inteligência identificou que o adolescente residente na Bahia não apenas participava das atividades, mas exercia uma posição de influência e comando na organização e estímulo das práticas delituosas nas redes sociais e aplicativos de mensagens.
As diligências apontaram que a maioria absoluta das vítimas era composta por menores de idade em situação de vulnerabilidade emocional, captados pelo grupo liderado pelo jovem. Após a captura, o adolescente foi encaminhado para a unidade policial e, posteriormente, apresentado à Justiça.
O processo segue os ritos estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele permanece à disposição do Poder Judiciário, que definirá as medidas socioeducativas cabíveis diante da gravidade das condutas cibernéticas apuradas.
A ação foi coordenada pela Delegacia Territorial (DT) de Catu, com suporte técnico do Núcleo Especial de Repressão aos Crimes Contra Crianças e Adolescentes (NERCCA) e da Polícia Federal (PF). As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão domiciliar e de apreensão do infrator, expedidos pela 1ª Vara Crime da Comarca de Catu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.