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operacao parasita
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou, nesta terça-feira (7), a segunda fase da Operação Parasita, que investiga um suposto esquema de desvios de recursos públicos destinados à saúde em Eunápolis, no extremo sul do estado. Durante a ação, foi cumprido um novo mandado de busca e apreensão no município.
De acordo com o MP-BA, a medida foi autorizada pela Justiça para ampliar a coleta de provas e aprofundar as investigações sobre a possível participação de outros envolvidos no esquema. A nova etapa ocorre após os desdobramentos da primeira fase da operação, quando foram realizadas buscas e um dos principais suspeitos foi preso temporariamente.
Ainda segundo o Ministério Público, a Justiça também autorizou a prorrogação da prisão temporária do investigado detido anteriormente. A decisão atende a um pedido do órgão, que apontou a necessidade de manter as diligências em andamento.
As investigações apuram indícios de um esquema criminoso envolvendo possíveis fraudes administrativas, desvios de recursos públicos e irregularidades na gestão de serviços de saúde, com o objetivo de obter vantagens indevidas.
Um homem foi preso nesta quinta-feira (2) durante a deflagração da Operação Parasita, realizada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), em Eunápolis, no extremo sul do estado. Além da prisão, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos no âmbito da investigação que apura o desvio de recursos públicos destinados à gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE).
Durante o cumprimento das ordens judiciais, o investigado acabou sendo preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, após a Polícia Militar localizar uma arma em sua posse. A ação contou com apoio do 28º Batalhão da PM.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal da Comarca do município.
As investigações apontam a atuação de uma suposta associação criminosa responsável por fraudes em contratos, emissão de notas fiscais superfaturadas, desvio de verbas públicas e possível ocultação da origem dos valores obtidos de forma ilícita.
Durante a operação, foram apreendidos notebooks, celulares, um tablet e documentos diversos, que devem aprofundar a apuração e auxiliar na identificação de outros possíveis envolvidos no esquema.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2), a Operação Parasita para apurar um suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE), em Eunápolis, no extremo sul do estado. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão autorizados pela Vara Criminal da Comarca de Eunápolis.
Segundo o MP-BA, a investigação apura a atuação de uma suposta associação criminosa suspeita de fraudar contratos, emitir notas fiscais com valores superfaturados, desviar verbas públicas e ocultar a origem dos recursos obtidos de forma ilícita.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos notebooks, celulares, um tablet e documentos que serão analisados no decorrer das investigações. De acordo com o órgão, o material poderá contribuir para a identificação de outros possíveis envolvidos.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis.
Segundo os promotores responsáveis pelo caso, as medidas cautelares tiveram como objetivo preservar provas e garantir o andamento das investigações. O procedimento segue sob sigilo judicial e novas diligências poderão ser realizadas a partir da análise do material apreendido.
O nome Operação Parasita, conforme o MP-BA, faz referência ao suposto modo de atuação do grupo investigado, que teria se apropriado indevidamente de recursos destinados à saúde pública em benefício de interesses particulares.
A diretoria do Clube Espanhol confirmou ao Bahia Notícias que o homem de 34 anos, preso na última sexta-feira (12), sob a acusação de desviar cerca de R$ 2 milhões, era funcionário da instituição. Ainda por meio de sua assessoria de comunicação, o clube informou que o colaborador já havia sido demitido por justa causa após a identificação de irregularidades internas em sua conduta.
A administração do clube em Ondina ressaltou que segue colaborando ativamente com as investigações policiais para o esclarecimento do caso. "Reafirmamos nosso compromisso com a transparência, a integridade e a defesa dos interesses do Clube Espanhol e de seus associados", afirma a diretoria.
ENTENDA O CASO
Segundo a Polícia Civil, o suspeito se aproveitou do cargo de confiança que ocupava em uma associação sem fins lucrativos para cometer desvios financeiros recorrentes entre janeiro de 2025 e abril de 2026.
A investigação aponta que os valores subtraídos da instituição foram utilizados na aquisição de bens de alto padrão incompatíveis com a renda declarada do investigado, o que inclui um automóvel de luxo e propriedades imobiliárias localizadas em Salvador e no município vizinho de Lauro de Freitas.
Essa prisão do ex-funcionário ocorreu durante a Operação Parasita, deflagrada pelo Departamento Especializado de Investigações Crimes (DEIC), por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) da Polícia Civil da Bahia.
Leia a nota na íntegra:
"A Diretoria do Clube Espanhol tomou conhecimento da prisão de um ex-funcionário da instituição, ocorrida nesta sexta-feira (12).
O referido colaborador já havia sido desligado do quadro funcional do clube por justa causa, após a constatação de irregularidades em sua conduta.
A Diretoria segue colaborando com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos.
Reafirmamos nosso compromisso com a transparência, a integridade e a defesa dos interesses do Clube Espanhol e de seus associados", conclui a Diretoria do Clube Espanhol.
Agentes da Polícia Civil da Bahia deflagraram ainda nesta sexta-feira (12) a Operação Parasita, que resultou na prisão preventiva de um homem de 34 anos, investigado por furto qualificado contra uma associação sem fins lucrativos em Ondina, Salvador. O suspeito foi localizado e preso em sua residência, no bairro de Pero Vaz, na capital baiana. O valor estimado dos furtos à instituição chega a R$ 2 milhões.
Segundo as investigações da polícia, o homem usou sua posição de confiança na entidade para desviar recursos financeiros entre janeiro de 2025 e abril de 2026. Os valores teriam sido utilizados na aquisição de patrimônio incompatível com sua renda, incluindo um veículo de luxo e imóveis em Salvador e Lauro de Freitas.
Foto: Reprodução / Ascom da PC-BA
Além da prisão, o Poder Judiciário determinou o bloqueio de ativos financeiros de até R$ 2 milhões, bem como o sequestro e arresto dos bens adquiridos com recursos de origem ilícita. Essa ação foi conduzida pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu estou vendo o quadro eleitoral, não sei quantos candidatos vão ter ainda. Eu, como presidente da República, não vou para debate para ouvir bobagem. Não vou".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que não irá participar dos debates eleitorais se for "para ouvir bobagem". A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda.