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pink floyd
O saxofonista Dick Parry, amplamente conhecido por sua colaboração histórica com a banda britânica Pink Floyd - cujo som estonteante e imersivo fazia o público se perder nas canções - faleceu na última sexta-feira (22), aos 83 anos. A informação sobre o óbito foi divulgada publicamente pelo guitarrista David Gilmour.
Por meio de uma publicação em sua conta oficial no Instagram, Gilmour prestou uma homenagem ao músico, com quem dividia os palcos desde os 17 anos de idade. Confira abaixo:
"Seu feeling e timbre tornam seu jeito de tocar saxofone inconfundível, uma assinatura de enorme beleza conhecida por milhões e parte essencial de músicas como 'Shine On You Crazy Diamond', 'Wish You Were Here', 'Us and Them' e 'Money'", escreveu o guitarrista na homenagem.
Além das gravações de estúdio, o instrumentista acompanhou o grupo em diversas apresentações ao vivo e turnês mundiais. Paralelamente ao seu trabalho com o Pink Floyd, Parry também registrou colaborações com outros artistas, como sua participação no álbum Riddle of the Sphinx, da banda americana de R&B Bloodstone.
As bandas baianas Dublin's Rock - U2 Cover Bahia e Heyou - Pink Floyd Tributo se apresentam nesta sexta-feira (17), a partir das 22h, no 30 Segundos Bar, situado no bairro do Rio Vermelho, em Salvador.
No repertório da Dublin's, os maiores sucessos do U2, a exemplo de “One”, “Beautiful Day”, “New Year's Day”, “Ultraviolet (Light My Way)” e “Miracle e Vertigo”. Já a Heyou apresentará clássicos do Pink Floyd como “Another Brick in the Wall”, “Shine on You Crazy Diamond”, “Wish You Were Here” e “Comfortably Numb”.
O evento contará com uma edição especial da noite One Nine Nine Friday, com bebidas a R$1,99.
SERVIÇO
O QUÊ: Dublin's Rock e Heyou
QUANDO: Sexta-feira, 17 de maio, às 22h
ONDE: 30 Segundos Bar - Rio Vermelho – Salvador (BA)
VALOR: Couvert de R$ 35, mediante nome na lista através do e-mail: [email protected]
Roger Waters, ex-baixista da banda Pink Floyd, virá a Salvador em 2018. A apresentação acontece no dia 17 de outubro de 2018 na Arena Fonte Nova. Além desse show, Waters fará outros seis pelo Brasil no mesmo mês com a turnê Us+Them, que mescla músicas clássicas do Pink Floyd com canções de seu disco mais recente “Is This The Life we Really Want?”, lançado em junho e que tece críticas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Ainda não há informações sobre o preço dos ingressos e nem quando começam as vendas.
O piauiense Gleyfy Brauly, que ganhou o Brasil e o mundo, após viralizar um vídeo no qual faz um cover inusitado da música “Another Brick In The Wall”, do Pink Floyd (clique aqui e relembre), voltou a movimentar a internet nesta semana. Desta vez, ele surpreendeu a todos ao aparecer cantando a letra real da canção, e não apenas suas vocalizações improvisadas. “Pela primeira vez eu tô cantando sem embromation!!!”, escreveu ele, promovendo um curso de inglês na Bahia, em um vídeo publicado em suas redes sociais. “Já tô 'speaking', hein. Ó, que só foi uma aulinha, hein! Se eu consegui, imagine você!”, arrematou Gleyfy Brauly, motivando os possíveis alunos da escola de idiomas.
Confira o vídeo:
A marca Polenguinho postou uma imagem nas redes sociais que está sendo mal interpretada por alguns internautas. A empresa publicou uma montagem do queijo Polenguinho em homenagem à capa do disco da banda de rock Pink Floyd, "The Dark Side of The Moon" com a legenda "Dark Side da Fominha". Após a postagem, pessoas começaram a atacar a marca dizendo que a empresa estava incitando a "ideologia de gênero" devido ao arco-íris da imagem."Até o Polenguinho fazendo ideologias de gênero. Boa empresa põe arco íris, já está incitando o fato. Menos um produto em meu lar e dos meus familiares", diz um dos internautas na postagem da marca. Por conta do número de comentários, os autores da campanha publicaram uma resposta para explicar o post.

"Nossa equipe criativa teve como inspiração a capa do álbum The Dark Side of The Moon, da banda Pink Floyd, para 'brincar' com o conceito de fominha, tão utilizado quando o assunto é Polenguinho. Prezamos pela paz, pelo respeito e pela igualdade em nossa comunidade aqui. Embora não tenhamos feito alusão ao movimento LGBT+, temos máximo respeito pela causa. Contamos com todos que adoram o queijinho mais querido do Brasil desde mil novecentos e bolinha para fomentar uma comunicação afetuosa e fluída por aqui! Obrigado", declarou a empresa na resposta.
O piauiense José da Cruz Silva, que prefere usar o nome artístico de Gleyfy Brauly, deu uma guinada na vida sua versão inusitada da música “Another Brick In The Wall”, do Pink Floyd, viralizar na internet e chegar até o baterista da banda, Nick Mason (clique aqui e saiba mais). "Eu fiquei chocado, um baterista de tanta importância. Eu fiquei muito emocionado mesmo", contou o brasileiro, em entrevista ao Estadão. O prestígio tem refletido no cachê de Gleyfy, que antes realizava shows por R$ 300 a R$ 400, mas que agora chega a embolsar R$ 2 mil por festas particulares, ou até R$ 5 mil, para bares ou eventos maiores. "Comecei a cantar à noite, em bares. Eu era criticado, mas mesmo assim várias portas se abriram, Deus me abençoou", contou ele, que vive em Altos, região metropolitana de Teresina (PI), e há dois anos enveredou para o trabalho com a música. "Meus fãs me viam nos barzinhos, filmavam e me enviavam os vídeos. Aí eu comecei a postar na internet", lembra.
O vídeo de uma versão inusitada da música “Another Brick In The Wall”, feita por um brasileiro, acabou chegando ao conhecimento do baterista do Pink Floyd, Nick Mason, que aproveitou para compartilhá-lo em suas redes sociais. O autor do exótico cover é o piauiense José da Cruz Silva, que prefere usar o nome artístico: Gleyfy Brauly. Fã do grupo britânico, ele gravou um vídeo tocando o hit no teclado e cantando em um inglês aportuguesado. "Quando você soa tão bem assim, você nem precisa saber todas as palavras", disse Mason, em referência ao pouco domínio da língua inglesa, ao compartilhar o vídeo do piauiense.
Veja a performance de Gleyfy Brauly:
Com os escândalos de corrupção na política brasileira, o cenário do país tem chamado a atenção de personalidades da mídia internacional. O ex-baixista da banda Pink Floyd, Roger Waters, publicou em suas redes sociais uma imagem do presidente Michel Temer. “Essa é a vida que realmente queremos?”, questionou o músico na legenda, ao fazer alusão entre a política brasileira e o título do seu novo álbum ”Is This the Life We Really Want?”, que será lançado no dia 2 de julho. Nos comentários da publicação o artista recebeu apoio com respostas de “Fora Temer”, mas ainda houve quem criticasse dizendo que pessoas púbicas, como os artistas, não devem se posicionar politicamente. O músico costuma fazer protestos em suas apresentações. Segundo o jornal Folha de São Paulo, no ano passado, Waters transformou Donald Trump em um porco durante show realizado na Califórnia.

Além dos álbuns dos anos 1970, a partir da próxima sexta (26), a banda vai relançar as edições em vinil de "The Wall" (1979), e "The Division Bell" (1994). Para encerrar o projeto, no dia 11 de novembro, eles vão lançar uma caixa com 27 discos. "The Early Years 1965 - 1972" vai contar com sobras de estúdio, demos, participações em programas de TV, gravações de shows, vídeos de entrevistas e ainda 20 faixas inéditas.
De acordo com a publicação, esses primeiros lançamentos sairão em vinil de 180 gramas a fim de manter a qualidade. Os pacotes também deverão manter a estética original. "Estamos orgulhosos por continuar a trabalhar com uma das maiores e mais influentes bandas do mundo. Este é um empolgante novo capítulo de nossa antiga parceria com o Pink Floyd e nós esperamos trabalhar com eles e ajudá-los a fazer a curadoria da incrível obra que criaram", afirmou Max Lousada, executivo da Warner Music. Toda a discografia da banda já está disponível em CD, formatos digitais e serviços de streaming.
Apesar dos rumores de uma possível volta do grupo, a mídia britânica afirma que os membros do Pink Floyd não têm planos de voltar a tocar juntos, e que Roger Waters nem participou desse novo projeto. Em 1987, o então baixista do grupo Roger Waters travou uma briga judicial com o guitarrista David Gilmour, pois ele havia decidido que o grupo acabaria em 1985, devido desavenças com os demais integrantes. Após ter expulsado Richard Wright da banda, na turnê do disco The Wall, e das desavenças na gravação do disco The Final Cut, em 1985, Roger decidiu que a banda acabaria naquele ano. Mas Gilmour reuniu novamente o grupo, e em 1987, com Wright de volta aos teclados e Nick Mason (baterista), o grupo lançou o disco A Momentary Laps Of Reason, vencendo a batalha judicial contra o ex-baixista. Em 2013, Waters disse, em entrevista para a BBC, que estava arrependido de ter processado os ex-colegas. “Estava errado. Claro que estava. Quem liga?”, falou.
A transmissão, que pode ser vista no canal ofical do Pink Floyd no YouTube, faz parte da divulgação da nova caixa "Dark Side of the Moon - Immersion", com três CDs e três DVDs que incluem versões das músicas que compõe o clássico disco de 73, além de músicas dos arquivos da banda ainda não lançadas.
O show reinicia a cada hora e estará disponível durante toda esta quarta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).