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preta gil
O Bazar da Preta, em celebração ao legado de Preta Gil, terá uma edição especial em agosto voltado para arrecadar renda para às Obras Sociais Irmã Dulce e outras duas instituições que eram ligadas a artista.
Criado há mais de uma década, o Bazar da Preta se tornou uma tradição entre os fãs da cantora. A edição especial acontece no próximo dia 8 de agosto, data em que marcaria os 52 anos da artista.
O bazar será feito de forma on-line em parceria com a plataforma Enjoei. Entre as peças selecionadas estarão roupas, sapatos, bolsas e acessórios que marcaram o estilo da artista.
Além da Osid, o bazar ajudará o Instituto Vencer o Câncer e o Voz das Comunidades. "Vamos homenagear o seu lindo legado de amor, afeto e solidariedade da forma que ela mais gostava: fazendo o bem".
PRETA GIL ERA DEVOTA DE SANTA DULCE
A ligação de Preta Gil com a Osid ia além de ajudar uma causa. A filha de Gilberto Gil era devota de Santa Dulce dos Pobres e afirmava em diversas entrevistas o respeito pelo legado de Irmã Dulce, que foi beatificada em 2011.
Durante o tratamento oncológico, Preta carregava consigo uma imagem de Santa Dulce e fazia suas orações para o Anjo Bom da Bahia.
"Sempre tive uma fé muito grande, até porque, quando era criança, eu sou filha de baiano, vivia entre o Rio e Salvador. Eu tinha essa coisa do Senhor do Bonfim, de ir à igreja. Eu amava ir à igreja do Bonfim, botar a minha fitinha."
A artista sempre fez doações para ajudar as Obras Sociais Irmã Dulce. Durante a pandemia, por exemplo, os valores foram arrecadados por meio de uma live musical foram destinados a instituição.
No dia 20 de julho, data em que marcou um ano da morte de Preta, o Santuário Santa Dulce dos Pobres, em Salvador (BA), homenageou a artista com uma missa presidida pelo Padre Fred.
O cantor Francisco Gil, filho da cantora Preta Gil, relembrou a última noite ao lado da mãe em Nova York. O relato de Fran foi feito para a série documental 'Meu Nome é Preta', do Globoplay.
Em um papo com o pai, Otávio Muller, Fran contou que Preta sempre foi muito afetiva e gostava do contato físico, algo que acostumou ele.
"Ela foi essa mãe extremamente afetiva, de maneira física mesmo. Beijar, abraçar, ficar agarrada mesmo. gente dormiu junto muitas vezes nos últimos anos. Inclusive a última noite dela", disse.
O vocalista do Gilsons revelou que na última noite de Preta, ele não conseguiu dormir e ficou monitorando a mãe.
“Eu fiquei agarrado com ela. Dormi agarrado com ela. Na verdade, não consegui dormir, fiquei acordado a noite inteira. E aí eu ficava monitorando ela. Eu comecei a ficar com medo, lembro muito bem disso”, acrescentou.
Preta faleceu no dia 20 de julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer. A artista havia embarcado para os Estados Unidos, onde estava sendo submetida a um tratamento experimental.
Em meio ao tratamento, a cantora recebeu a notícia de que o método não estava sendo efetivo e que ela poderia retornar para casa para dar continuidade ao paliativo.
Preta estava prestes a voltar para o Brasil, quando faleceu em Nova York dias antes de voltar para casa para estar com a família nos últimos dias de vida.
Nara Gil, irmã mais velha de Preta Gil, revelou ter sido diagnosticada com o mesmo câncer que matou a cantora em 2025.
Segundo Nara, filha mais velha de Gil e Belina, a descoberta do câncer dela aconteceu em 2013 e na época, foi tratada com cirurgia e quimioterapia.
Em entrevista ao jornal 'Extra', Nara afirmou que o caso dela foi mais fácil para tratar. "Eu tive câncer no intestino. Passei por cirurgia, quimioterapia, e no meu caso foi mais fácil de resolver".
Nara contou que conversava com Preta sobre os sintomas, efeitos colaterais do tratamento e desafios do diagnóstico, e que por muito tempo se questionou o motivo do quadro dela ter sido pior.
"A gente conversava sobre a doença, os sintomas, as sequelas. Para mim, foi difícil acompanhar o processo dela. Eu me perguntava: por que com ela não poderia ser como foi para mim?", relembrou.
A trajetória de Preta e os desafios do tratamento da cantora estão sendo mostrados em um documentário feito pelo Globoplay.
O cantor Danrlei Orrico, conhecido como O Kannalha, compartilhou com os seguidores um novo detalhe da relação que ele tinha com Preta Gil.
Após emocionar o público com um relato no documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', o pagodeiro mostrou a dedicatória feita pela artista em seu exemplar da autobiografia 'Preta Gil: Os Primeiros 50'.
No texto deixado pela cantora, Preta fala sobre a importância dele na vida dela. “Poderia te chamar de algumas formas, mas a que representa você pra mim é: amor! Meu amor, meu amigo, parceiro pra vida!! Obrigada por ser luz na minha vida!! Te amo infinito. Beijo! Preta Maria”.

Ao mostrar o livro, Danrlei também declarou seu amor por Preta. “Te amo infinitamente, negona”.
O Kannalha foi considerado por amigos próximos de Preta como o último grande amor da artista. Os dois viveram um romance entre 2024 e 2025 e Danrlei esteve ao lado da cantora nos últimos meses do tratamento contra o câncer.
"Quando ele chegava, ela ficava tão feliz... e ele tinha muito cuidado com ela", relembrou a DJ Jude Paulla.
O baiano esteve presente no velório de Preta Gil, ao lado de amigos e familiares da cantora.
Após a exibição do documentário "Preta - Eu Não Ando Só", que fala sobre a trajetória de vida de Preta Gil, no dia 20 de julho, Rodrigo Godoy, o ex-marido da cantora, foi até as redes sociais se defender. No filme, produzido pela Globoplay, a traição e o abandono sofridos pela cantora durante seu tratamento de câncer no intestino são retratados. A produção gerou uma forte onda de comoção nas redes sociais e trouxe a tona novos relatos de amigos próximos.
Ainda em vida, Preta Gil havia revelado que, enquanto estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após um choque séptico, Rodrigo Godoy insistiu em ir a um show de pagode, porém, a artista negou. Diante disso, ele saiu do hospital, não dormiu em casa e a deixou sob os cuidados de terceiros, o que lhe causou uma crise severa de hipertensão. Depois disso, foi descoberto que o ex-marido mantinha um relacionamento extraconjugal com Ingrid Lima, stylist de Preta Gil, que frequentava a casa do casal. A traição aconteceu justamente no período mais delicado da saúde da artista. Amigos da cantora descobriram a traição ainda durante o tratamento, mas foram orientados pela equipe médica a não contar para não prejudicar a evolução de Preta.
Rodrigo Godoy, após a estreia do documentário, utilizou as redes sociais para rebater as críticas feitas por Carolina Dieckmann e Gominho, afirmando que possui informações de bastidores sobre vários famosos, chegando a afirmar que "se o lobo mau assoprar, a casa de vocês cai".
Após a reação do ex-marido de Preta Gil, Jude Paulla, amiga da cantora, confirmou a traição e contou como ela e outras pessoas próximas foram orientadas a não revelar o relacionamento extraconjugal por meio da rede social X (antigo Twitter). “Amo que o outro lá falou que ninguém é perfeito, realmente ninguém é... Mas [ser] mau-caráter definitivamente é uma escolha!”, disparou ela. “Quando a gente descobriu o que ele tava fazendo e não podia contar pra Preta, porque os médicos disseram que podia atrapalhar o tratamento, eu, Duh e Gominho colocamos ele na parede e falamos: ‘A gente sabe que você tá com a outra lá! E você faz o que quiser.. Mas, se você puder, pelo menos, ficar do lado dela nesse momento, seria um pouco mais digno'”, continuou a DJ.
"Avisa a fulana que pelo menos até ela passar pelo tratamento você precisa dar atenção em casa. Depois que acabar, você abre o jogo e vaza, pra manter a harmonia e o bem-estar da Preta’. Nem assim ele quis! Ele sempre escolheu o pior caminho!”, finalizou Jude.
O personal trainer Rodrigo Godoy, ex-marido de Preta Gil, se pronunciou nas redes sociais após a exibição do documentário 'Quanto Mais Preta, Melhor', na Globo.
Em vídeo, Godoy respondeu as críticas feitas por Carolina Dieckmmann e Gominho no documentário e pelos internautas nas redes sociais sobre como o comportamento dele foi prejudicial para o estado de saúde de Preta, que faleceu em julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer.
Na gravação compartilhada no Instagram, o personal trainer deu a entender saber de coisas que aconteceram nos bastidores envolvendo alguns famosos e recomendou que o assunto cessasse, caso não quisessem ter segredos expostos.
Rodrigo Godoy, ex de Preta Gil, em novos stories:
— QG do POP (@QGdoPOP) July 21, 2026
“Acho que vocês esqueceram que eu vivi muito tempo nos bastidores, né? Que eu ouvi muita coisa, que eu assisti muita coisa, que eu presenciei muita coisa, né? Vocês estão com um telhado de vidro tacando pedra no teto dos outros… pic.twitter.com/z11aYADo6H
"Vocês estão com teto de vidro tacando pedra no telhado dos outros e vocês não estão podendo. Se lobo mau assoprar a casa de vocês cai toda. Nesse meio contasse nos dedos quem realmente é amigo, íntegro, eles são tudo falso um com o outro. Assim que sai pela porta, é fulano falando mal de fulaninho. Cansei de ver."
Em outro registro, Rodrigo falou que queria ser "entrevistado" por esses amigos da ex-mulher para colocar a versão dele para fora também.
"Eu queria estar sentado ali no meio, onde eles falassem o que quisessem e eu também, falar o que eu quisesse. Tipo ‘Roda Viva’. Será que aceitariam o meu convite?", questionou.
No documentário, Dieckmmann afirma que a traição de Godoy e a separação tiveram forte impacto no quadro de saúde da amiga.
Preta chegou a contar no livro 'Preta Gil: Os primeiros 50', que na época, Rodrigo alegava ter fobia de ambientes hospitalares, e por isso, evitava acompanhar a cantora de perto nas sessões de tratamento médico.
O casamento da artista chegou ao fim após Rodrigo optar por fazer uma viagem sozinho para o Uruguai a estar perto dela durante o tratamento. Pouco tempo depois, a cantora descobriu que a viagem foi feita com a amante.
O ex-marido da cantora Preta Gil, o personal trainer Rodrigo Godoy, foi citado por amigos da artista como motivo para o agravamento do quadro de saúde da cantora, que faleceu em julho de 2025 em decorrência do câncer.
Em entrevista para o documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', a atriz Carolina Dieckmmann afirmou que o fim do casamento da forma como aconteceu, com a exposição pública da traição, prejudicou a artista.
"A doença da Preta teve um agravante muito grande, que eu nem consigo te dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi uma porrada maior que o câncer. Você toma uma porrada de alguém que você não espera, de alguém com quem você dorme…", disse.
Carolina Dieckman reitera que saúde de Preta Gil se agravou após ela ter sido traída pelo então marido Rodrigo Godoy, que a largou no meio da quimioterapia, como confirmado ainda em vida. Gominho largou tudo para morar com Preta assim que a viu sozinha. ???? pic.twitter.com/NIpteggOGg
— BCharts (@bchartsnet) July 21, 2026
Gominho, que pediu demissão do trabalho que tinha em Salvador para acompanhar Preta durante o tratamento, também criticou o ex-marido da amiga.
"Era o ex-marido traindo e ela fazendo quimioterapia. Aí eu falei: 'Não, gente, eu não tenho condição, eu vou para lá'. A gente já foi com essa intenção de estar como sempre esteve com ela. Organizando a vida dela, ela organizando a nossa. A gente sempre viveu assim", relatou.
Preta chegou a contar no livro 'Preta Gil: Os primeiros 50', que na época, Rodrigo alegava ter fobia de ambientes hospitalares, e por isso, evitava acompanhar a cantora de perto nas sessões de tratamento médico.
O casamento da artista chegou ao fim após Rodrigo optar por fazer uma viagem sozinho para o Uruguai a estar perto dela durante o tratamento. Pouco tempo depois, a cantora descobriu que a viagem foi feita com a amante.
O apresentador e DJ afirmou que por conhecer Preta, sabia que amiga não estava bem com toda situação e não pensou duas vezes ao largar tudo para estar com ela.
"Por isso que eu saí lá de Salvador e vim para ficar com ela na época da quimio. Quando eu cheguei, eu vi que o Rodrigo não estava presente. Todo mundo vivendo as suas vidas. E vendo ele não presente, e conhecendo ela como eu conheço, eu nem pensei duas vezes. Ela não suportava estar sozinha. Não tinha essa coisa de: 'Ah, meu amor, fico sozinha'. Não tinha isso."
Godoy não se pronunciou sobre as declarações do documentário. Após a exibição do filme na Globo, o perfil do personal foi "invadido" por fãs da cantora, que passaram a comentar nas fotos dele com críticas.
O cantor baiano Danrlei Orrico, conhecido pelo público como O Kannalha, não conteve a emoção ao falar sobre a relação com Preta Gil no documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', exibido na última segunda-feira (20) pela Globo.
Danrlei, que foi visto como um último "affair" da artista, se tornou um grande amigo de Preta e esteve ao lado da cantora durante o tratamento contra o câncer. No documentário, o pagodeiro relembrou o início da relação.
"A gente se conheceu; ela foi a um show do Kannalha na Bahia, um verão da Bahia. Tudo aconteceu muito rápido e naturalmente", disse.
O Kannalha chegou na hora certa na vida da Preta Gil. Que lindo o que eles viveram! #PretaNaGlobo pic.twitter.com/SxLAyp7tKR
— Matheus (@matheuscaseca) July 21, 2026
Segundo relato de amigos e familiares, Danrlei foi a última paixão da cantora. Um dos registros do documentário mostrou uma surpresa feita por Malu Borges, amiga de Preta, que teve a ideia de levá-lo de surpresa para visitar a amiga e a fez sorrir de orelha a orelha com a presença do artista.
"Quando ele chegava, ela ficava tão feliz... e ele tinha muito cuidado com ela", relembrou a DJ Jude Paulla.
O pagodeiro foi uma das visitas mais constantes de Preta durante o internamento após a descoberta do retorno do câncer. "Minhas últimas felicidades de poder ficar feliz é fazê-la comer, ela ficava tão feliz", contou.
O artista também falou brevemente sobre a intimidade do casal e brincou com o fato de Preta ser uma mulher "quente".
"Preta fez 50 ali mas era danada demais... Aquela negona era quente, se tratando do assunto, amava. Amava uma uma sacanagenzinha, uma coisinha... Tem muita história engraçada, estou aqui pensando, 'será que essa dá pra contar'."
Esta segunda-feira (20) marca um ano desde a morte da artista Preta Gil. A cantora faleceu aos 50 anos em decorrência de um câncer no intestino que evoluiu para a fase de metástase. A doença terminou se espalhando para outros órgãos, o que impossibilitou o sucesso de tratamentos convencionais. Na data que marca um ano desde a morte da filha de Gilberto Gil, muitas personalidades da mídia prestaram homenagens à Preta por meio das redes sociais e nas missas que foram realizadas em Salvador e na cidade do Rio de Janeiro.
Francisco Gil, filho de Preta, postou uma sequência de fotos junto com um texto emocionante sobre a partida da artista e a forma como ele está levando a vida sem a presença da mãe, mencionando também sua filha Sol de Maria, neta de Preta, que possuía uma relação próxima com a avó. "É a sua presença que cura, na hora da dor, as boas lembranças, e, na hora da saudade, o teu sorriso. Eu volto e meia escuto a sua risada, sinto teu perfume… Tento te perceber. Sonho quase todas as noites com você e, nos meus sonhos, você sempre está viva. Eu sinto você. Sinto que agora você finalmente sabe de tudo de mim e que você está me vendo o tempo todo", escreveu Francisco, que faz parte do grupo musical Gilsons, junto com seu primo João Gil e seu tio José Gil.
Francisco não foi o único membro da família que publicou homenagens para Preta. Além dele, Bem Gil e Bela Gil, filhos da união entre Gilberto Gil e Flora Gil, e Maria Pinkus, casada com José Gil, também fizeram posts em tributo a Preta Gil. "Não tem um dia em que eu não sinta a sorte desse amor plantado e que será cultivado pela eternidade!", escreveu Bem. "Seu jeito de ser deixou muitos ensinamentos, provocou mudanças, conquistou vitórias e lugares importantes, você nem imagina", disse Bela em seu Instagram.
Salvador recebe nesta segunda-feira (20) uma missa em homenagem à cantora Preta Gil. A celebração acontece às 16h, no Santuário das Obras Sociais de Santa Dulce dos Pobres, no Bonfim, e contará com o apoio da família Gil. A cerimônia será presidida pelo Padre Fred.
A iniciativa nasceu do desejo de amigos da artista de transformar a saudade em um momento de fé e gratidão. A celebração reunirá familiares, amigos, admiradores e o público para prestar homenagens à trajetória de Preta Gil, marcada pela música, pelo afeto e pela proximidade com diferentes gerações.
A homenagem acontece justamente no Dia do Amigo, uma data que traduz a essência de Preta Gil. Conhecida por cultivar amizades profundas e por reunir pessoas através do carinho, da alegria e da generosidade, a artista sempre foi cercada por amigos que, agora, unem-se para celebrar sua memória em um gesto de amor, respeito e gratidão.
A celebração foi idealizada pelo produtor cultural Geraldo Baddá, com apoio da família Gil, em parceria com Maria Rita e a equipe das Obras Sociais de Santa Dulce dos Pobres. A jornalista Van Carvalho, amiga da cantora, também participa da mobilização da homenagem.
A missa ocorre no mesmo dia da estreia da série documental "Preta – Eu Não Ando Só", no Globoplay. Dividida em quatro episódios, a produção acompanha a trajetória da artista durante o tratamento contra o câncer e reúne depoimentos de familiares, amigos e artistas como Regina Casé, Ivete Sangalo e Carolina Dieckmann. A coincidência entre os dois momentos reforça as homenagens à cantora e ao legado deixado por ela na música brasileira.
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A empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, falou sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.
Em entrevista logo após a missa celebrada no Rio de Janeiro em homenagem a cantora, Flora se emocionou ao falar sobre a enteada. “Sem a presença física, é difícil, né? Porque ela estaria já aqui, por exemplo. Ela é numa missa de alguém, num jantar, num aniversário, num dia a dia, num ensaio. Preta faz falta fisicamente, muita falta”, disse.
A empresária reforçou, no entanto, que, apesar da dor da ausência, ela entende que a partida de Preta foi uma forma de descanso para a artista, que lutava desde 2023 contra a doença.
"Do jeito que a vida fez, eu acho que foi um descanso pra ela. Eu acho que ela deve estar merecidamente descansando pelo que ela passou, né? Pelo que a doença fez. Preta sempre foi muito amada, com certeza a Preta não teve momentos de tristeza profunda, por uma carência profunda, a Preta sempre foi muito amada, ela sempre amparou muitas pessoas, e hoje a gente fica assim, eu tô tranquila, eu tô com meu coração tranquilo”, completou.
A missa contou com a participação de Sandra Gadelha, mãe de Preta, Carolina Dieckmmann, Nanda Costa, Lucinha Araújo, Murilo Benício e mais amigos da artista.
Além da celebração no Rio, Preta Gil será homenageada com uma missa em Salvador no Santuário das Obras Sociais de Santa Dulce dos Pobres.
O Santuário das Obras Sociais de Santa Dulce dos Pobres irá celebrar, nesta segunda-feira (20), uma missa em homenagem ao um ano da morte de Preta Gil.
Iniciativa do produtor cultural Geraldo Baddá, com o apoio da família Gil, das Obras Sociais de Santa Dulce e da jornalista Van Carvalho, a celebração acontece a partir das 16h e será aberta a familiares, amigos e admiradores da artista.
A cantora também será homenageada no Rio de Janeiro com uma missa na Paróquia Santa Mônica, no Leblon, Zona Sul do Rio.
Nesta mesma data, a TV Globo e o Globoplay dão início ao especial 'Quanto Mais Preta Melhor', que consiste em um filme e série documental dedicados a artista.
Com direção de Sandra Kogut e direção artística de Monica Almeida, o longa 'Preta — Eu não ando só' será exibido nesta segunda (20), logo depois de 'Quem Ama Cuida', na Tela Quente, com imagens inéditas feitas por Preta documentando o tratamento e o dia a dia desde o diagnóstico de câncer, em 2023.
O documentário terá também depoimentos de amigos como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Angélica, Regina Casé, Ju de Paula, Gominho, Ana Carolina e outros, além de familiares como o filho, Francisco Gil, a neta, Sol de Maria, e o pai, Gilberto Gil.
O documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', que será lançado pela Globo no próximo dia 20 de julho, data em que marca 1 ano de morte da cantora Preta Gil em decorrência do câncer, chega ao ar como um pedido da artista.
Em entrevista à Quem, a diretora artística Mônica Almeida revelou que a ideia de documentar todo esse momento partiu de Preta, para mostrar ao público sua luta contra a doença.
“Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”, contou Mônica Almeida em entrevista à Quem.
Segundo Sandra Kogut, diretora do documentário, a ideia em todo projeot era destacar a essência da cantora.
“O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirmou.
O projeto conta com depoimentos de amigos e familiares de Preta. Entre os convidados estão Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, Francisco Gil, Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O filme documental "Preta - Eu Não Ando Só" será exibido no dia 20 de julho, na Globo, logo após a novela "Quem Ama Cuida". Já os outros conteúdos da iniciativa 'Quanto Mais Preta Melhor', serão disponibilizados no Globoplay.
A série documental sobre a trajetória de Preta Gil, "Meu Nome é Preta", estreia na segunda-feira (20), marcando um ano desde a morte da artista, com depoimentos de familiares e amigos próximos, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Ivete Sangalo e Regina Casé. A produção é dividida em quatro episódios que serão disponibilizados semanalmente na plataforma de streaming Globoplay, com o primeiro episódio sendo aberto para não assinantes.
Com direção de Mini Kerti, a peça refaz a trajetória da cantora pelo ponto de vista de quem esteve próximo a Preta, formando um mosaico afetivo sobre seu legado. Em entrevista para a Globoplay, a diretora da produção não escondeu a emoção que foi trabalhar no projeto. "Eu chorei vários dias, nas filmagens e na ilha de edição. Preta foi muito ela mesma, sob milhares de holofotes e, muitas vezes, incompreendida, o que não é nada simples. Mas, mesmo assim, foi construindo uma rede enorme de afetos. Para mim, contar a história dela é um grande desafio e uma enorme alegria", comenta.
Mini Kerti é veterana do audiovisual brasileiro, tendo focado bastante em produções musicais, como o documentário de 2017 "Barão Vermelho: Por que a Gente é Assim?", além da obra "Refavela 40", que revisita o icônico álbum de Gilberto Gil. Além de já ter documentado grandes nomes da música e cultura brasileira, a diretora também já trabalhou como diretora de produção do documentário "Socorro Nobre", de 1995, dirigido por Walter Salles, e como assistente de direção para Walter Lima Jr. no filme "A Ostra e o Vento", de 1997.
A obra resgata registros raros, incluindo filmes inéditos em Super 8 da infância da cantora na Bahia, junto com seus pais, Sandra Gadelha e Gilberto Gil, além de imagens emocionantes do seu irmão Pedro Gil, que faleceu em 1990, vítima de um acidente de carro. "Fizemos um recorte que narra sua vida a partir dos acontecimentos marcantes que mudaram seu rumo: a morte do irmão mais velho ainda na adolescência, o primeiro disco em que posou nua na capa, a criação da Noite Preta, depois o Bloco da Preta", explica a diretora.
Contrastando com as cenas íntimas de Preta, os arquivos usados dos anos 2000 relembram momentos de embates públicos enfrentados pela cantora, ressaltando seu pioneirismo ao pautar discussões que eram enxergadas como tabus. "A série mostra que Preta Gil nunca teve medo de revelar a sua essência para o mundo. Ela se conectava de forma generosa com as pessoas e se expunha impiedosamente. Ela não criava pautas, ela era a própria pauta", diz Mini Kerti.
"Contar sua história é reconhecer a força de quem escolheu viver com autenticidade, mesmo sob julgamento constante, e evidenciar o impacto real que isso teve na cultura e no imaginário coletivo", finaliza a diretora carioca.
A morte de Preta Gil ainda é um assunto delicado para Carolina Dieckmmann, uma das amigas mais próximas da cantora, que fez um forte desabafo nas redes sociais explicando o motivo de não dar entrevistas sobre a amiga.
Em meio a divulgação do projeto 'Quanto Mais Preta Melhor', que conta com o documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', produzido pela Globo para falar sobre Preta Gil, sua trajetória e a luta contra o câncer, Dieckmmann revelou que ainda não se sente confortável para dar entrevistas sobre Preta.
“Esse vídeo é um pedido de desculpas a todo mundo que está me pedindo vídeos, depoimentos, declarações, contar histórias sobre a Preta por causa do lançamento dos documentários dos quais eu fiz parte", disse.
Para a atriz, mesmo após um ano, tudo ainda é muito recente. "Eu tenho achado estranho falar disso. Eu sei que esses documentários são comemorativos, mas o luto da Preta, a partida dela este ano, não é uma comemoração íntima. Então fica essa dicotomia. É estranho. Eu tentei, mas não tenho conseguido falar sobre isso".
O documentário traz depoimentos de Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, e familiares da artista, Francisco, Gilberto Gil e Caetano Veloso. A atriz fez questão de reforçar, no entanto, que o bloqueio dela não é um pedido para que as pessoas não assistam ao conteúdo, mas que entendam o que ela tem vivido.
"É óbvio que eu quero que todo mundo assista. Acho que a existência da Preta tem que ser contada. É uma existência extraordinária. Eu vou aos eventos, mas sei que, para mim, não vai ser um dia de comemoração. Vai ser um dia muito difícil", disse.
O filme documental "Preta - Eu Não Ando Só" será exibido no dia 20 de julho, na Globo, logo após a novela "Quem Ama Cuida". Já os outros conteúdos da iniciativa 'Quanto Mais Preta Melhor', serão disponibilizados no Globoplay.
Ivete Sangalo não escondeu a admiração nem a emoção ao falar sobre Preta Gil para o documentário 'Preta - Eu Não Ando Só'. O conteúdo especial produzido pela Globo, que marca o 1º ano sem Preta, traz depoimentos especiais de amigos e familiares sobre a artista, que faleceu no dia 20 de julho de 2025, em decorrência das complicações do câncer.
Em um novo registro do documentário, desta vez com Ivete, a baiana falou sobre a lucidez da amiga na reta final do tratamento contra a doença. Preta precisou deixar o Brasil para tentar um tratamento alternativo e inédito nos Estados Unidos, no entanto, o caso da filha de Gil era irreversível.
Para Ivete, ao longo da vida, Preta mostrou o porquê de tanta gente querer ser amiga dela. O registro foi compartilhado com exclusividade pelo portal Popline.
"Eu sou uma das 300 que queria ser melhor amiga. Ela tinha uma soberania de existir sem igual. Ela não perdeu a sanidade em nenhum momento. Ela tinha um contato lúcido com ela mesma: 'eu estou existindo, então deixa eu existir'", disse a artista.
Além de Ivete Sangalo, o documentário traz depoimentos de Carolina Dieckmmann, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, e familiares da artista, Francisco, Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O filme documental "Preta - Eu Não Ando Só" será exibido no dia 20 de julho, na Globo, logo após a novela "Quem Ama Cuida". Já os outros conteúdos da iniciativa 'Quanto Mais Preta Melhor', serão disponibilizados no Globoplay.
Um novo trecho do documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só”, feito pela TV Globo, emocionou o público e traz um forte relato de Gilberto Gil sobre a perda da filha.
No registro divulgado pela emissora no último domingo (12), no intervalo do 'Fantástico', o baiano fala sobre a dor da ausência da herdeira, que faleceu em julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer.
"Ela morreu quando teve que ir embora e o mundo disse: 'puxa, vida'. Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela", afirmou Gil.
O documentário será exibido pela emissora a partir do dia 20 de julho, data em que completa 1 ano da morte de Preta. O conteúdo traz depoimentos de amigos e familiares e imagens inéditas de Preta em seus últimos dias de vida.
"Não dá para não passar por tudo que estou passando e não registrar para ajudar pessoas, abrir debates", disse ela em uma das gravações.
Além do 'Preta Gil – Eu Não Ando Só', o Globoplay lança a série documental “Meu Nome é Preta”, com quatro episódios, dentro do projeto especial “Quanto Mais Preta Melhor”.
Bela Gil anunciou nesta terça-feira (7) que o restaurante Preta Maria, em São Paulo, está pronto para ser inaugurado. O projeto, que está em desenvolvimento há alguns anos e passou por adiamentos desde 2023, fica localizado na Cidade Matarazzo, um renomado complexo cultural e gastronômico na capital paulista.
O empreendimento é uma homenagem à sua irmã, Preta Gil, que faleceu em julho de 2025. Com a perda de Preta, o restaurante assumiu um significado afetivo profundo, consolidando-se como um verdadeiro legado familiar que une memória e identidade.
A proposta gastronômica do Preta Maria foca na conexão entre sabores africanos e brasileiros, valorizando tradições e técnicas que formaram a culinária do país. O menu deve seguir a filosofia de Bela Gil, priorizando a sustentabilidade, ingredientes brasileiros e a alimentação baseada em vegetais, que já é marca registrada da filha de Gilberto Gil.
Além da gastronomia, o espaço busca celebrar a cultura negra contemporânea por meio da arte e da identidade. O ambiente foi projetado pelos arquitetos Guto Requena e Gabriela de Matos, combinando recursos tecnológicos com materiais naturais e referências à ancestralidade africana. Embora Bela tenha mostrado a fase final do espaço em suas redes sociais, a data oficial de abertura ainda não foi divulgada.
O apresentador e músico Gominho fez um desabafo nas redes sociais as vésperas de 1 ano de morte da amiga, Preta Gil. Em uma postagem no X, antigo Twitter, o ex-A Fazenda afirmou que desde o falecimento da amiga, tem se sentido só, apesar de estar cercado de amigos.
Para Gominho, Preta era a pessoa que lhe dava apoio incondicional e desde a morte da amiga, o que ficou foi a lição que ela deixou para ele, de seguir batalhando.
"Muito doido quando penso que perdi a única pessoa que estendia a mão sem nem querer saber qual era o suporte! Hoje, quando eu paro e penso que não posso contar com absolutamente ninguém, só comigo mesmo, me dá uns 20 segundos de pânico, que logo vira toda a gana de ser que ela me ensinou a ter", desabafou.

Gominho foi um dos amigos da artista que "pausou" a vida pessoal para acompanhar todo o tratamento de Preta. O apresentador vivia em Salvador e havia acabado de iniciar um novo trabalho, quando se afastou para estar ao lado da amiga.
O apresentador não acompanhou de perto a última etapa do tratamento da amiga nos EUA, mas em entrevista revelou ter sentido que a visita feita para Preta seria o último encontro dos dois.
"É muito doido porque quando eu voltei de Nova York eu já tinha entendido, porque ela pegou a minha mão e me olhou com um olhar que não tinha mais vida e ali em entendi. Então essas duas semanas foi assim, eu passava pelo closet dela, abraçava as roupas, cheirava, chorava. Foram duas semanas assim, tem duas semanas que o meu luto começou, eu sabia que não ia conseguir mais vê-la."
O cantor Gilberto Gil emocionou os seguidores nesta quarta-feira (20), ao compartilhar um registro de Preta Gil nas redes sociais. A data marca 10 meses da morte da artista, que faleceu em decorrência de complicações de um câncer.
Desde o ano passado, Gil traz registros ao lado da cantora para marcar a data. Em uma recente entrevista para a Globo, no encerramento da turnê Tempo Rei, o veterano falou sobre a perda e exaltou a potência da filha, falando sobre como Preta tinha uma forma singular de viver.
"O tempo acabou pra ela (risos)! [Era] Ainda muito nova, 50 anos de idade. A vida quis levá-la ainda quando ela poderia ter vivido muito mais. Mas viveu de uma forma muito intensa, muito bonita, muito particular, porque ela era uma pessoa muito especial", disse.
Na época, o artista surpreendeu os fãs ao falar como lida a morte, e como entende que tudo tem o seu tempo.
"Eu lido de uma maneira muito dedicada, pelo menos, a tratar do assunto da melhor forma que eu posso. A falar sobre isso, a escrever sobre isso, a tocar, a musicar. [Sinto] A percepção do passar do tempo psicologicamente, mentalmente. A diferença que faz hoje em dia, quase aos 84 anos, é uma mudança de qualidade da tecitura material do tempo, ficou diferente, mudou muito. Estamos sendo levados para as finalidades (risos), para a finitude, para o acabar do tempo. O tempo acaba quando a vida termina."
O padre Danilo César, da paróquia de Areial, no Agreste da Paraíba, pediu desculpas publicamente à família de Preta Gil após declarações sobre a fé da artista, morta em 2025 em decorrência do câncer.
O pedido de desculpas aconteceu na homilia de uma missa, realizada no início do mês, no domingo, 10 de maio, e repercutiu nas redes sociais no início desta semana.
"Reconheço que, na homilia proferida em 27 de julho de 2025, minhas palavras foram ofensivas, inadequadas e que, por minha imprudência, causaram dor aos familiares de Preta Gil, motivo pelo qual lamento e me retrato publicamente", disse.
Durante o discurso, o padre citou Gilberto e Flora Gil e reforçou a importância de respeitar a religião alheia e as pessoas que creem de forma diferente.
"A liberdade religiosa é um dos pilares dos direitos humanos, e sem ela, o exercício de nossa própria catolicidade poderia nos ser privado ou restrita. Como consequência, todos temos que respeitar todas as pessoas que creem de forma diferente, que manifestam religiosidade de forma diversa da nossa fé católica", ressaltou.
O pronunciamento do religioso aconteceu após um acordo feito entre ele e a família Gil na Justiça do Rio de Janeiro. Além do pedido público de desculpas, está previsto no acordo a doação de oito cestas básicas para uma instituição social por parte do padre.
O padre paraibano Danilo César deverá fazer uma retratação pública e uma doação de oito cestas básicas pelas declarações ofensivas à memória da cantora Preta Gil. As falas foram feitas durante uma missa uma semana após a morte da artista.
Segundo o jornal O Globo, entre os termos da retratação o padre deverá acatar o pagamento de uma indenização no valor de R$ 370 mil, realizar um pedido de desculpas público onde deverá se retratar nominalmente a Gilberto Gil e familiares durante uma missa.
O pedido de desculpas deverá reconhecer o teor ofensivo de suas declarações em uma missa que deverá ser transmitida pelo canal oficial da Paróquia de Areial, no Youtube, onde as ofensas foram propagadas.
O padre deverá ainda doar cerca de oito cestas básicas para uma instituição a ser indicada pela família Gil. Um processo cível por danos morais, com base nas leis de intolerância e racismo religioso, tramita na 41ª Vara da Comarca do Rio de Janeiro.
RELEMBRE O CASO
O padre ironizou durante uma pregação ao vivo uma oração feita por Gilberto Gil aos orixás. Publicamente, Danilo César questionou em tom de deboche o poder “desses orixás que não ressuscitaram Preta Gil”.
Preta morreu no dia 20 de julho de 2025, após uma batalha contra o câncer. A artista passava por um tratamento experimental em Nova York contra um tumor, diagnosticado em 2024.
O padre Danilo Cesar, da Paraíba, envolvido na polêmica com a morte de Preta Gil após questionar a fé da cantora, se comprometeu a entregar cestas básicas como parte do acordo feito com a família Gil após ter sido processado por intolerância religiosa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', a defesa do religioso firmou um acordo com a família Gil e reconheceu ter sido intolerante com Preta, se comprometendo a entregar cestas básicas a instituições de caridade.
Na ocasião, a família Gil moveu um processo contra o padre por danos morais no valor de R$ 370 mil, após o religioso ironizar a fé da artista dias depois da morte dela, além de se referir aos orixás como "coisas ocultas".
"Como é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás. Cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?", disse na ocasião.
No final de 2025, a Polícia Civil da Paraíba havia concluído o inquérito em novembro sem indiciá-lo, entendendo que a conduta do religioso não era tipificada pela lei. O padre chegou a se desculpar publicamente pela situação.
A produtora Giovanna Reis, ex-namorada da atriz Alanis Guillen, se tornou persona non grata em um dos espaços mais cobiçados do Carnaval de Salvador, o Camarote Expresso 2222, que pertence a família Gil.
O veto a jovem acontece após uma grande polêmica envolvendo a ex-companheira da atriz global, que teve postagens racistas, homofóbicas, transfóbicas e gordofóbicas expostas nas redes sociais.
e no expresso essa vadya não pisa nunca mais! https://t.co/tn2FSP3uzF pic.twitter.com/ZaWYpht7jg
— jude (@judepaulla1) March 18, 2026
Por meio das redes sociais, a DJ e jornalista Jude Paulla, amiga de Preta Gil e da família, resgatou uma foto de Giovanna curtindo a folia em Salvador com o crachá do camarote e afirmou que ela não pisaria mais no espaço. "No Expresso 2222 essa 'vadya' não pisa nunca mais!", escreveu Jude.
Vale lembrar que o acesso ao Camarote Expresso 2222 só acontece mediante a convite ou da família Gil ou dos patrocinadores do espaço.
A ofensa a Preta Gil feita por Giovanna aconteceu em dois momentos, uma quando ela chamou Preta de obesa, e outra quando resgatou uma foto da campanha "Somos Todos Macacos" lançada em 2014 para defender o ex-jogador Daniel Alves, alvo de racismo em um jogo do Barcelona.
Os internautas resgataram outras declarações polêmicas feitas por Giovanna no X, antigo Twitter, e após a viralização da denúncia, Alanis comunicou o término por meio das redes sociais, afirmando não apoiar nenhum tipo de preconceito.

Jude ainda fez uma análise sobre o caso de Giovanna e afirmou que nunca foi dado a ela a possibilidade de "errar" e ser perdoada com algo tão sério como aconteceu com a ex-namorada de Alanis.
"Sempre fico meio pensativa com a justificativa de: 'ah, ela falava isso mais jovem e mudou. Ok, realmente acontece. Mas o que me pega é a pessoa poder ter sido assim. Nunca tive o direito nem fui criada pra poder falar merda nesse nível. Ainda bem", refletiu.
Até o momento, Giovanna não se pronunciou sobre o assunto.
Prestes a completar oito meses da morte de Preta Gil, Ivete Sangalo usou as redes sociais para lembrar da amiga e pontuar a saudade desde a partida da cantora.
Preta, que faleceu em julho de 2025, em decorrência de complicações do câncer colorretal, tentava voltar para o Brasil para estar com os amigos e familiares nos últimos dias de vida. No entanto, a cantora não resistiu à viagem.
Nos stories, Ivete postou uma imagem da amiga com a legenda: "Essa saudade maltrata demais".

A amizade de Ivete e Preta sempre foi lembrada com carinho pelos fãs. A filha de Gil conta que a baiana foi uma das responsáveis por fazer com que ela seguisse a carreira na música.
"Ela sempre disse que minha voz era linda, que eu tinha que ser cantora e eu escutei isso durante uns bons anos até tomar coragem. Quando tomei coragem, ela disse que estava à disposição para me ajudar. O que todo mundo fala que Ivete é generosa, não é papinho, é tudo verdade. Se ela não tivesse me incentivado tanto, talvez eu não estivesse aqui", disse Preta em 2023 para a Vogue Brasil.
Fora dos palcos, Ivete foi fundamental na vida pessoal de Preta. A artista ajudou a pagar a escola de Fran Gil, único filho da cantora, em um momento delicado da vida de Preta, além de ter mobiliado a casa onde a carioca vivia.
"Na hora ela fez um cheque e disse: ‘Isso eu não admito. Estar sem dinheiro tudo bem, mas não pagar a escola do Tico é inadmissível’", contou em uma participação no TV Xuxa.
Preta também falou em entrevista sobre o apoio dado pela amiga após a descoberta do câncer. Ivete chegou a viajar para os Estados Unidos para acompanhar a última etapa do tratamento feito pela amiga.
"Ela me mandou mensagem no início do tratamento e falou assim: 'Eu sempre te amei, sempre soube como você era importante para mim, mas eu te amo ainda mais e descobri o quanto eu não consigo viver sem você'."
Gilberto Gil e Caetano Veloso estiveram juntos na última segunda-feira (16) para um momento especial, a gravação da série documental que homenageia Preta Gil, uma produção da Globoplay.
O encontro entre os artistas foi compartilhado pelo perfil da dupla no Instagram. "Encontro de irmãos para falar sobre Pretinha. Como sempre, com muito carinho e emoção entre nós", dizia a legenda da foto.
A série documental sobre Preta Gil, produzida pela Conspiração Filmes, mostrará ao público em quatro episódios detalhes sobre a vida da artista, desde a infância até a consolidação musical, e a potência da cantora em outras áreas.
A ideia é reunir depoimentos de amigos e familiares para contar a história da artista. “Essa série vai contar toda a história de Preta, desde o nascimento até se tornar uma das artistas e empresárias mais respeitadas do País e ícone de diversas lutas”, informou a produtora.
Com direção de Mini Kerti, que esteve em 2026 no Camarote Expresso 2222 para registrar as homenagens e entrevistas com pessoas ligadas a Preta, produção de Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa, a série conta com roteiro de Vitor Nascimento e produção associada de Flora Gil.
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De acordo com a coluna F5, da Folha de S.Paulo, além do projeto no Globoplay, a emissora prepara um documentário para a televisão aberta, uma produção idealizada por Preta antes de morrer, e vai incluir registros pessoais, bastidores de shows e momentos íntimos.
O documentário para TV tem direção de Sandra Kogut e Mônica Almeida, com roteiro de Renato Terra, porém, não tem data definida de lançamento, diferente da série da Conspiração, que está prevista para ser lançada em julho deste ano.
A artista baiana Preta Gil (1974-2025) deve ser homenageada em dois projetos originais desenvolvidos pela Rede Globo este ano. Segundo informações divulgadas pelo Uol, nesta quarta-feira (4), serão desenvolvidos um documentário para a televisão aberta, desenvolvido pelos Estúdios Globo, e uma série documental original do Globoplay, produzida pela Conspiração.
O documentário possui uma produção destinada à TV aberta e foi idealizado pela própria artista antes de sua morte em julho de 2025. A ideia seria reunir registros pessoais e bastidores de sua carreira. A direção é assinada por Sandra Kogut e Mônica Almeida, com roteiro de Renato Terra. O longa ainda não tem data definida para a estreia.
Já a série do Globoplay terá quatro episódios e pretende revisitar a trajetória de Preta Gil desde a infância até a consolidação como cantora, empresária e figura ligada a pautas sociais. As gravações começaram em Salvador, durante as homenagens recebidas pela artista em blocos e trios elétricos. A produção contará com imagens de arquivo e depoimentos de familiares e amigos.
A direção é de Mini Kerti, com produção de Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa. O roteiro é de Victor Nascimento, e a produção associada, de Flora Gil. A estreia está prevista para julho de 2026 na plataforma.
Preta morreu no dia 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York, Estados Unidos, em decorrência de complicações de um câncer colorretal. A cantora recebeu o diagnóstico em janeiro de 2023 e lutava contra a doença desde então. Ainda em 2023, em dezembro, ela anunciou a remissão após um tratamento bem-sucedido. Em agosto de 2024, porém, a artista contou que o câncer havia voltado, um processo conhecido como recidiva.
A família de Preta Gil e Gilberto Gil aponta uma contradição na defesa do padre Danilo César, da paróquia de Areial, na Paraíba. O religioso foi denunciado por falas preconceituosas contra religiões de matriz africana durante uma missa transmitida ao vivo em 2025 logo após o falecimento de Preta.
Segundo a defesa da família Gil, a divergência está em dois processos, um na área cível, por danos morais, e outro na área criminal, onde o clérigo fechou acordo com o Ministério Público Federal (MPF) para suspender a persecução penal.
De acordo com os advogados da família Gil, Layanne Piau e Fredie Didier, ao g1, o padre assumiu uma postura no Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) firmado com o Ministério Público Federal (MPF), mas mudou o tom no processo cível por danos morais.
Para suspender o processo na esfera criminal, o padre assinou uma confissão de conduta ilícita, comprometendo-se a realizar ações de reparação e conscientização.
Como parte do acordo para encerrar o caso criminal, o padre teve que pagar quase R$ 5 mil para uma associação afrodescendente, ler livros e ver documentários sobre cultura negra e escrever resenhas à mão, fazer 60 horas de cursos sobre intolerância religiosa, além de participar de um ato inter-religioso com a presença (remota) de Gilberto Gil.
Já na esfera cível, a defesa alega que o sacerdote apenas expressava sua fé ao associar a morte de Preta Gil a religiões de matriz africana, negando a prática de ato ilícito.
Os advogados da família Gil afirmam que essa mudança de postura pode desrespeitar a decisão da Justiça, já que o acordo criminal exige o reconhecimento do erro.
Já Rodrigo Rabello, advogado do padre, contesta a relação entre as ações. Segundo ele, o ANPP não implica que o padre tenha assumido um crime ou intenção dolosa. "Ele somente assumiu o que era público: que proferiu as falas gravadas", afirmou ao g1, reforçando que os objetos dos processos cível e criminal são distintos.
O cantor Fran Gil, integrante do trio Os Gilsons e filho de Preta Gil, utilizou suas redes sociais, na última quarta-feira (18), para relembrar a mãe, que faleceu em julho de 2025.
Em uma série de publicações, o artista contou sobre a importância do Carnaval para ele e sua filha e a presença da mãe na festa. “O carnaval sempre me ensinou muita coisa. minha mãe já foi rainha de bateria da mangueira, mas eu era muito novo para compreender tudo o que aquilo tinha a me dizer”, começou Fran.
Para este Carnaval, o cantor explica que se aproximou mais da festa para que a filha estivesse também presente. “É uma força que mobiliza tanta coisa. é sagrado. é o samba e a cultura preta em sua mais alta força de realização”, completou.
Através de seu perfil no Instagram, Fran aproveitou ainda para se declarar a namorada, a ex-BBB Alane Dias. “Foi ela quem me fez perceber e entender, de uma forma muito sensível, a real energia que move isso tudo”, declarou.
“No jeito só dela de sambar e de levar para a avenida uma história inteira de vida. porque, no final, é tudo sobre a história mais bonita”, adicionou Fran.
A cantora Preta Gil recebeu diversas homenagens no primeiro Carnaval de Salvador, incluindo o tema do Camarote Expresso 2222, artistas entoando seu principal hit, "Sinais de Fogo", e até um show de drones com seu rosto. Mas especialmente para quem era mais próximo, como o apresentador Gominho, foi necessário ressignificar a folia sem a participação da filha de Gilberto Gil.
"Esse Carnaval tem sido interessante porque é a primeira que eu tenho sentido a falta dela física. Começou lá no dia do bloco de Ivete no Rio. Foi a primeira vez de falta física, porque geralmente eu sinto ela muito viva dentro de mim, das minhas conversas com a minha cabeça, do quadro da minha casa... Enfim, do todo", admitiu Gominho ao chegar ao Camarote Salvador, na madrugada desta quarta-feira (18).
Ainda assim, para o amigo da cantora, ela seguirá sendo parte da festa e da vida dos brasileiros. "São aquelas coisas que a gente não tem muito o que explicar, sabe? A gente fica tentando achar os motivos de Deus e realmente não há esses motivos. Ela partiu, mas continua muito viva dentro de mim, dos amigos, da família, e das homenagens que ela vai receber. Eu tenho certeza de que até o fim desse mundo ela vai receber homenagens, porque ela era uma mulher muito viva e que tinha uma gana de viver absurda", defendeu.
Ainda durante a entrevista, Gominho antecipou que pode voltar à grade da Salvador FM, de onde pediu demissão para ajudar a amiga. Com certeza eu quero voltar a morar em Salvador. Eu fiz agora a transmissão do Carnaval com a Salvador FM, que foi deliciosa, e eu tô com uns projetos com eles. Eu amo a família Salvador FM, eu sou apaixonado pela forma livre de ser artista, de ser comunicador. Então provavelmente no meio do ano, no final do ano... Eles estão falando que vão me levar pra Vaquejada de Serrinha, quero só ver se vão me levar mesmo!", contou ao BN.
A influenciadora Thaynara OG comentou, nesta quarta-feira (17) de Carnaval, ao Bahia Notícias, sobre a importância de Preta Gil em sua trajetória na folia. Segundo ela, a cantora foi responsável por apresentá-la ao universo carnavalesco.
“Não tem como falar de Carnaval sem a presença de Preta Gil, que foi a grande responsável por me introduzir no mundo do Carnaval. Eu tenho uma eterna gratidão a ela, por isso vim no Expresso 2222, que está homenageando ela este ano”, afirmou.
Sobre a música do Carnaval, Thaynara revelou que sua aposta é “Vampirinha”, de Ivete Sangalo. A influenciadora contou ainda que já acompanhou seis apresentações da artista apenas neste ano.
“A música que mais escutei e mais dancei este ano foi ‘Vampirinha’. Esse vai ser meu sexto show de Ivete só em 2026”, disse.
O Camarote Expresso 2222 voltou a reunir convidados e artistas no circuito Dodô (Barra-Ondina) nesta segunda-feira (16), quinto dia do Carnaval de Salvador. Instalado no Edifício Oceania, o espaço manteve a vista privilegiada para a passagem dos trios elétricos e concentrou nomes da cultura e do entretenimento ao longo da noite.
Um dos destaques da programação foi o show do cantor Thiaguinho. Além de apresentar sucessos que marcaram sua trajetória, o artista dedicou um momento da apresentação para homenagear Preta Gil, lembrada na edição deste ano do camarote.
“Uma das pessoas responsáveis por eu me sentir em casa todas às vezes que eu piso no Carnaval é a pessoa homenageada dessa noite. Não só dessa noite, mas pra gente que é amigo, é da nossa vida. [...] como a Preta é presente na nossa vida. Como a Preta é forte!”, declarou o cantor.
A programação musical contou ainda com apresentações de Majur, Davi Moraes, DJ Jude Paulla e Marina Íris, ampliando a diversidade de estilos no palco do camarote.
Entre os convidados que passaram pelo espaço durante a noite estiveram Margareth Menezes, Edvana Carvalho, Edvaldo Macarrão, Melly, Maíra Azevedo e Marcus Majella, reforçando a movimentação no quinto dia de festa.
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O Camarote Expresso 2222 ganhou, em 2026, contornos ainda mais emocionais. Organizado pela família de Gilberto Gil, o espaço tem na empresária Flora Gil uma das principais responsáveis por transformar o endereço em ponto de encontro da cultura baiana durante o Carnaval de Salvador.
Este ano, a festa veio atravessada por memória e homenagem. O camarote celebra a trajetória de Preta Gil, que faleceu em 2025 e segue como símbolo de alegria e resiliência para o público e para a própria família.
Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta segunda-feira (16), penúltimo dia de folia, Flora falou sobre o crescimento do espaço e o significado especial da edição. “Esse ano o carnaval para o Expresso 222 é especial porque vem em homenagem à Preta. Então ele já parte diferenciado por conta dessa homenagem. Então, respondendo a sua pergunta sobre o carnaval, Carnaval da Bahia é uma seta que sobe sempre. O Brasil adora a Bahia, a Bahia é o Brasil, o Brasil é a Preta e a Preta é carnaval”, disse.
A programação foi pensada para traduzir esse sentimento em imagem e celebração. No último domingo (15), um show de drones iluminou o céu do circuito Barra-Ondina em tributo à artista, em ação promovida pelo iFood, patrocinador oficial do espaço. O espetáculo aéreo desenhou no escuro da noite símbolos que remetem à energia vibrante de Preta, arrancando aplausos de foliões e convidados.
O Camarote Expresso 2222 foi um dos pontos de encontro do circuito Dodô (Barra-Ondina) neste domingo (15), quarto dia do Carnaval de Salvador. Instalado no Edifício Oceania, o espaço reuniu convidados e artistas com vista direta para a passagem dos trios elétricos, mantendo a tradição de concentrar nomes da cultura e do entretenimento durante a folia.
Um dos momentos centrais da noite foi a homenagem a Preta Gil. Em 2026, o Expresso 2222 dedica sua edição à memória da artista, que faleceu em 2025. A artista foi a homenageada do camarote neste ano. A celebração incluiu um show de drones promovido pelo iFood, patrocinador oficial do espaço, que iluminou o céu da orla em tributo à cantora.
O tributo foi acompanhado por Caetano Veloso, que chegou ao camarote ao lado de Paula Lavigne para acompanhar a programação. Também estiveram presentes Gilberto Gil e Flora Gil.
Nomes como o do jornalista Evaristo Costa; a apresentadora Rita Batista; a chef Lili Almeida; e a atriz Fernanda Paes Leme também estiveram presentes na ocasião.
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O jornalista, influenciador e empresário Hugo Gloss homenageou o legado da cantora Preta Gil no Carnaval da capital baiana. Em entrevista ao Bahia Notícias neste domingo (15), no Camarote Salvador, ele relembrou que foi a artista quem o apresentou à folia da cidade.
“Preta é sinônimo de Carnaval. Inclusive, eu acho que foi meu primeiro Carnaval em Salvador, depois que eu já era o Hugo Gloss, quem me trouxe foi a Preta. Uma amiga muito querida, que fez o nome dela aqui, que fez aquela varanda [do Expresso 2222] acontecer”, destacou.
“Ela amava a Bahia, amava o Carnaval, e a gente continua amando ela e todas as homenagens possíveis para ela, porque ela apresentou a Bahia para muita gente e recebeu tanta gente com tanto amor. Acho que ela tem que ser lembrada sempre. É o amor da minha vida, e eu sou muito grato a ela por ter me apresentado esse Carnaval baiano”, destacou.
Hugo ainda afirmou que, neste ano, ficará na cidade até o último dia da folia. “O Carnaval de Salvador é sempre, na minha opinião, o melhor Carnaval do Brasil. Vou ficar aqui até terça-feira. Esse ano eu falei assim: quero ficar só em Salvador. […] Eu amo muito estar aqui, e Carnaval pra mim é sinônimo de muita alegria. E na Bahia, então, aonde me chamar, qualquer trio que me chamar, eu vou. Estou muito feliz de estar aqui”, completou.
Amigo de longa data de Preta Gil, o cantor Márcio Victor admitiu neste sábado (14) que até hoje manda mensagens para o número do WhatsApp da cantora - que faleceu vítima de um câncer em julho do ano passado. O cantor fez a revelação em frente ao camarote Expresso 2222, realizado há 27 anos pela família do cantor Gilberto Gil, e que este ano tem como tema "Para Sempre Preta".
"Ela sempre tava ali naquele ponto [do camarote], e ela tinha uma coisa comigo que ela mandava mensagem no WhatsApp. E aí ontem, na hora que virou o trio, eu juro pela minha vida que eu vi Preta, do jeito que ela sempre tava: sorrindo, brilhando... Ela foi a primeira pessoa que acreditou nessa banda", contou, lembrando do apoio que recebeu da cantora quando começou o Psirico.

Foto: Josemar Pereira / Bahia Notícias
"Então ontem, quando acabou o show, eu mandei uma mensagem no WhatsApp - eu continuo mandando mensagens pra ela. Tem tantos áudios de Preta que a gente curtia a vida, a gente pensava no próximo", detalhou.
"Eu perdi ela em vida, mas eu sei que pra sempre a gente vai se lembrar de uma mulher que lutou pela força das mulheres e que encorajou muita gente", concluiu Márcio Victor, puxando a música "Sinais de Fogo", hit de Preta Gil.

Foto: Josemar Pereira / Bahia Notícias
Após cinco anos longe da folia baiana, a apresentadora Astrid Fontenelle escolheu Salvador para viver um reencontro especial com o Carnaval. Em clima de emoção, ela contou ao Bahia Notícias que o retorno foi motivado por uma homenagem à cantora Preta Gil, que faleceu em 2025, e está sendo homenageada pelo Camarote Expresso 2222.
“Somente por causa da homenagem à Preta que eu voltei. Estava há cinco anos sem vir para o Carnaval de Salvador. O Gabriel queria muito vir e, na última conversa que a gente teve com ela, pouco antes de ir para Nova Iorque, ela falou sobre isso, dando a maior força pra ele e pra mim. Então, tô aqui na força da Preta, celebrando a vida dela e sentindo ela muito presente. Tá lindo isso aqui”, afirmou.
Além da emoção de estar novamente na capital baiana, Astrid vive um momento de transformação profissional. Em dezembro, ela encerrou um ciclo de 18 anos na TV Globo e decidiu investir em projetos próprios. “Eu encerrei o ciclo da televisão. Eu compreendi isso por um momento. Não sei o que vai acontecer mês que vem ou daqui a dois meses, mas entendi que foi o empurrão que faltava para eu tocar as minhas coisas”, disse.
Entre os novos caminhos está o projeto Clube do Livro e das Panelas, criado ao lado de Zeca Camargo. A iniciativa une literatura e gastronomia, com leituras mensais e encontros acompanhados de receitas inspiradas nas obras escolhidas. “Volto agora em março e também estou preparando uma grande plataforma de conteúdo, que lanço, no mais tardar, em abril, no meu aniversário. Eu quero ser a minha patroa agora. Eu vou ser a patroa”, declarou.
Com mais de 600 mil seguidores nas redes sociais, o influenciador, promoter e RP do Camarote Expresso 2222, Dudu Barros, foi um dos nomes que participaram da coletiva de imprensa que marcou o lançamento oficial do espaço para o Carnaval de Salvador 2026. Emocionado, ele falou sobre a escolha do tema deste ano — “Para Sempre Preta no 2222” — e relembrou momentos marcantes ao lado de Preta Gil, a grande homenageada da edição.
Criado por Gilberto e Flora Gil, o Camarote Expresso 2222 se consolidou como um dos mais icônicos da folia baiana. Preta foi peça fundamental na construção da identidade do espaço, atuando por anos como anfitriã e imprimindo sua personalidade acolhedora ao evento.
Durante a coletiva, Dudu, que era um dos amigos próximos de Preta Gil, destacou o quanto a artista vivia intensamente cada detalhe do camarote. “Uma semana antes desse processo do camarote, Preta já estava preocupada se já tinha atendido todos os amigos, preocupada com o look, com as marcas, com todo esse cuidado real que ela tinha e o amor que ela tinha pelo Expresso, que era algo genuíno, intrínseco e detalhes da vida dela”, declarou.
Visivelmente tocado com as memórias, ele também ressaltou o empenho de toda a equipe na construção da homenagem. “A forma como eu vejo aqui o dourado na boate, a gente percebe o cuidado que a Fafá [Giordano], a Flora está tendo e toda equipe em transmitir esse amor. Eu chego a estar me tremendo, lembrando realmente de como foi forte o último Carnaval dela com a gente. Porque ela fez todas as forças possíveis. Ela queria estar aqui e ela veio. Foi um momento de vitória muito forte”, afirmou.
Para Dudu, a edição deste ano carrega o simbolismo de transformar a dor da saudade em celebração de uma história. “Eu acho que esse Expresso, esse ano, vem pra gente tentar virar essa chave da dor, da saudade… tentar transformar isso. Preta amava muito isso aqui”, disse. “Eu acho que esse ano vai ser um ano realmente mágico e apoteótico”, completou.
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Bela Gil comentou, nesta quarta-feira (11), sobre a criação do camarote Expresso 2222. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa do local, que homenageará Preta Gil no Carnaval de 2026.
Este será o primeiro ano que a chef de cozinha estará no camarote com seu trabalho culinário. Segundo explica Bela, o Expresso nasceu de sua vontade de curtir o Carnaval e da iniciativa de sua mãe, Flora Gil.
“Eu sou baiana, eu gosto muito da música baiana, todas as suas variedades: axé, música afro… e escutava muito em casa, amava todas as bandas e na época do Carnaval, eu queria estar na rua para poder assistir tudo isso”, conta Bela.
Bela aproveitou ainda para relembrar que uma de suas primeiras experiências na folia foi aos 10 anos de idade, quando foi com a irmã e o cunhado no bloco Timbalada e acabou sendo notificada pelo Juizado de Menores por sua presença no espaço.
Como solução para que a jovem pudesse curtir a festa, sem problemas, Flora conseguiu um espaço, no mesmo prédio onde hoje é realizado o Expresso 2222 e criou um camarote “só para amigos”.
“Só que ela, do jeito que é, super empreendedora, empresária, geminiana, agregadora… ela e Preta são as pessoas da família que gostam de gente, agregar, festa, não existe um almocinho para minha mãe… Então o 'só a gente dela' virou esse evento anual do Expresso para 1.200 pessoas por dia”, completa.
A ideia de homenagear Preta neste Carnaval veio de Fafá, tia de Bela. “Ela não é lembrança, ela é presença e só de estar nesse espaço, com essas cores, esses brilhos, a gente sente a presença dela aqui”, declara.
O Camarote Expresso 2222 terá uma homenagem especial à memória e à trajetória da cantora Preta Gil em 2026. Em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (11), com a presença da família Gil, responsável pela organização do espaço no Carnaval de Salvador, a empresária Flora Gil explicou que a decisão de manter o camarote neste ano foi atravessada pelo luto e pela importância que Preta teve na história do projeto.
Segundo ela, o Carnaval de 2026 será, ao mesmo tempo, festa e tributo à trajetória da artista, marcada pela alegria, pela capacidade de reunir pessoas e pela forte ligação com o evento.
“Esse ano a gente pensou muito se iria ou não fazer o Expresso por conta da Preta, que comandava isso também com a gente numa parte deliciosa, que era juntar gente”, afirmou Flora. Ela destacou que essa característica era uma marca pessoal da cantora. “A Preta tinha esse DNA de juntar”, disse, ao comentar que muitos dos encontros e conexões construídos ao longo dos anos no camarote nasceram a partir da presença da artista.
Flora também ressaltou que a edição de 2026 traz desafios específicos, tanto pelo tema quanto pela carga emocional envolvida. “É um Carnaval e, ao mesmo tempo, é uma homenagem póstuma a uma pessoa da família e é uma pessoa que marcou muito todos os anos do Expresso”, afirmou.
Preta Gil faleceu em julho de 2025, aos 50 anos, nos Estados Unidos, onde realizava um tratamento experimental contra um câncer colorretal diagnosticado em 2023. A cantora tentava retornar ao Brasil para ficar perto da família e dos amigos quando não resistiu.
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O cantor Gilberto Gil participou de um ato inter-religioso do Ministério Público Federal, na Paraíba, e classificou as falas do padre Danilo César contra Preta Gil como “agressões”. O religioso estava presente no evento, após firmar um acordo para não responder criminalmente pela conduta.
A participação do cantor foi de forma online, na última sexta-feira (6). A declaração foi feita durante o ato de reparação e foi acompanhada pelo padre, que estava no auditório no momento.
“Nosso agradecimento pelo ato de reparação a essa agressão que foi feita a esse ato de injustiça que foi perpetrada contra nós, toda nossa família, nossos amigos, parentes. Minha satisfação pelo fato de que a reparação está sendo feita, de que o reconhecimento da agressão, da injustiça, está sendo feita”, declarou Gil.
O padre não falou durante o ato, preferindo não se manifestar. O responsável pela paróquia onde o padre proferiu as falas, o bispo Dom Dulcenio Fontes de Matos, da Diocese de Campina Grande, emitiu uma carta onde afirma que “há interesse institucional da Diocese em contribuir e colaborar com o diálogo inter-religioso”.
ENTENDA O CASO
Em 27 de julho, o padre citou Danilo César, associou a morte da cantora Preta Gil, vítima de um câncer colorretal, com a fé em religiões de matriz afro-indígenas durante uma missa transmitida ao vivo pelo Youtube.
“Eu peço saúde, mas não alcanço saúde, é porque Deus sabe o que faz, ele sabe o que é melhor para você, que a morte é melhor para você. Como é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás, cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?", declarou.
Após a denúncia da fala, o padre entrou em acordo com o Ministério Público Federal (MPF) para não responder criminalmente.
O padre Danilo César, responsável pela paróquia de São José, em Areial, no Agreste da Paraíba, firmou um Termo de Não Persecução Penal com o Ministério Público Federal (MPF) após ser denunciado por intolerância religiosa. O caso se originou de declarações feitas durante uma missa transmitida online em julho de 2025, nas quais ele citou a cantora Preta Gil, falecida em decorrência de um câncer colorretal. O acordo foi homologado pela juíza federal Cristiane Mendonça Lage.
De acordo com o g1, o padre assinou um termo de confissão sobre a conduta de intolerância religiosa. O acordo estabelece que, se houver descumprimento das condições, essa confissão poderá ser utilizada como "valor de prova" em uma eventual reabertura da ação penal contra ele.
A Polícia Civil da Paraíba havia concluído o inquérito em novembro sem indiciá-lo, entendendo que a conduta não era tipificada pela lei. O caso também era acompanhado pelo Ministério Público Estadual (MP-PB), além do MPF.
Como requisito para a suspensão da persecução penal, o padre Danilo César se comprometeu a cumprir uma série de medidas. Entre elas estão a realização de 60 horas de cursos sobre intolerância religiosa, a produção de resenhas manuscritas sobre obras que tratam do tema e o pagamento de uma prestação pecuniária no valor de R$ 4.863,00 para a Associação de Apoio aos Assentamentos e Comunidades Afrodescendentes (AACADE).
O acordo também prevê a participação obrigatória do padre em um ato inter-religioso com a Igreja Católica e representantes de religiões de matrizes africanas, com convite estendido a integrantes da família de Preta Gil, em João Pessoa. Até o fim de junho, ele deve entregar as três resenhas manuscritas e comprovar pelo menos 20 horas dos cursos.
As declarações que motivaram o processo ocorreram em 27 de julho. Durante a homilia, transmitida ao vivo pelo YouTube da paróquia, o padre fez associações entre a fé da cantora e seu falecimento. Ele questionou: “Cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?”. Em outro trecho, referindo-se a práticas de matriz afro-indígena, afirmou: “E tem católico que pede essas coisas ocultas, eu só queria que o diabo viesse e levasse”.
Veja vídeo:
Padre Danilo César é acusado de intolerância religiosa após questionar a fé de Preta Gil durante uma missa na Paraíba:
— poponze (@poponze) July 30, 2025
“Gilberto Gil fez uma oração aos orixás, cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?” pic.twitter.com/FfzSpLkyaE
A Associação Cultural de Umbanda, Candomblé e Jurema Mãe Anália Maria, da região de Areial, considerou as falas preconceituosas. O presidente da instituição, Rafael Generiano, registrou um boletim de ocorrência por intolerância religiosa na época.
Anteriormente, o artista Gilberto Gil, pai de Preta Gil, havia notificado extrajudicialmente a Diocese de Campina Grande e o padre, solicitando um retratação pública. Bela Gil, irmã da cantora, também se manifestou sobre o caso quando as declarações vieram a público.
A cantora Preta Gil foi homenageada na cerimônia do Grammy Awards, que premiou Caetano Veloso e Maria Bethânia. A filha de Gilberto Gil esteve no tributo feito pela Academia de Gravação para grandes nomes que faleceram recentemente.
Além de Preta, outros nomes foram lembrados pela Academia, como Lô Borges e Ângela Ro Ro. Ao todo, 24 brasileiros foram citados no site oficial do Grammy este ano.
O domingo (1º) foi de grandes emoções para Preta Gil. No Rio de Janeiro, Ivete Sangalo comoveu o público formado por mais de 500 mil pessoas que acompanharam a estreia dela no Carnaval fluminense no circuito que atualmente leva o nome da amiga.
Ivete fez questão de iniciar o desfile ao som de 'Sinais de Fogo', um dos sucessos de Preta, e não conteve as lágrimas, deixando o público completar a canção.
A cantora baiana, Ivete Sangalo, fez sua estreia no Carnaval de rua do Rio de Janeiro, neste domingo (1°), com uma homenagem à cantora baiana Preta Gil, que dá nome ao circuito da folia carioca. Preta Gil faleceu em julho de 2025 após anos de tratamento contra um câncer no intestino.
“Esse sol aqui é ela”: Ivete Sangalo homenageia Preta Gil durante estreia no Carnaval do Rio
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 1, 2026
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“Esse dia de sol não estava previsto na meteorologia. Esse sol que nos ilumina hoje aqui é ela. É a presença dela” disse Ivete, durante a introdução de seu desfile pelo bloco SeráQAbre?, um dos mais tradicionais da capital fluminense.
A baiana ainda destacou que a filha de Gilberto Gil foi uma das responsáveis pelo crescimento da folia de rua no Rio. “E eu estou muito feliz, embora muito emocionada. Não há tristeza, porque Preta não era uma mulher dada a tristezas. Mas estou muito emocionada de eu cantar, como cantora no circuito que ela criou. Ela inventou isso aqui”, ressaltou Ivete.
Preta Gil comandou o "Bloco da Preta" por mais de 10 anos, sendo reconhecida por promover a diversidade durante o desfile. O atual circuito Preta Gil abrange as principais ruas do Centro carioca, como a Avenida Presidente Antônio Carlos, Rua Primeiro de Março e Praça da Candelária.
“Então, onde ela estiver, que ela receba o meu amor, a minha saudade e o aplauso de vocês para ela. E que a gente não deixe nunca Pretinha ser esquecida”, completou Ivete, sob os aplausos e gritos do público. A expectativa da organização é de que ao menos 150 mil foliões compareceram ao bloco sob comando da baiana.
Ao lado de Gominho, um dos amigos mais próximos de Preta Gil durante a batalha contra o câncer, a cantora iniciou sua apresentação com “Sinais de Fogo”, um dos principais hits da carreira musical de Preta Gil. Em seguida, a baiana convidou o público fluminense a cantar, “Vampirinha”, sua aposta para o Carnaval.
O aniversário de 31 anos de Francisco Gil chega com um gosto agridoce. Em meio as celebrações de mais um ano de vida, a data também marca os seis meses da morte de Preta Gil, mãe do cantor.
Em um texto emocionado compartilhado nas redes sociais, o vocalista da banda Gilsons falou sobre o momento em que vive e refletiu o primeiro aniversário sem ter Preta ao seu lado.
"Hoje eu faço aniversário. 20 de janeiro, ela dizia ser o dia em que ela se realizou e todo ano ela estava lá pra me reafirmar isso. Hoje também fazem seis meses que eu tento realizar e compreender essa nova dimensão de presença que minha mãe se tornou. A saudade que só aumenta. O amor que vive me invadindo e insistindo a todo instante para não deixar que a dor me tome. Eu escolho sorrir por ela. Eu escolho a felicidade e a alegria por ela. Todo sorriso, todo canto, toda reza, toda gargalhada, todo silêncio…. E eu sinto a presença de minha mãe em mim. E é nessa presença que vem a força. Me sinto forte, mas nem sempre", relatou o artista.
Fran falou sobre o impacto da falta do abraço da mãe neste dia 20 de janeiro e pontuou como a força da mãe ao longo dos anos de vida dela foi essencial para que ele se transformasse na pessoa que é hoje.
"É o primeiro aniversário sem o abraço. Passei os últimos dias todos ansiando por essa falta. Ansiando pela saudade que hoje eu sabia que seria bem maior. Ontem a gente lançou duas músicas. E uma delas se tornou para mim uma canção de cura, mas sobretudo uma canção que traz a presença dela. Como uma flor que se abre no chão… Eu, o sobrinho, o irmão, o tio, o primo… Nossa família. A gente se fortalece assim. Foi com ela que aprendi isso. Axé, mainha! Meu dia sempre foi seu dia também. Assim sempre será."
Fran, que está em Salvador com a família, ganhou um bolo de aniversário da namorada, a ex-BBB Alane Dias, e celebrou a virada do dia 19 para o dia 20 de janeiro de forma intimista.
O martelo foi batido! Ivete Sangalo será uma das estrelas do Carnaval de rua do Rio de Janeiro em 2026, com participação em um circuito especial, o Circuito Preta Gil, que recebeu o nome após o falecimento da estrela em 2025.
A artista foi convocada para participar da folia no período pré-Carnaval puxando o bloco 'SeráQAbre?', que se transformou em 'SeraQPede?', mudança feita devido ao patrocinador da participação de Ivete na folia carioca, o 99 Food.
O show de estreia da baiana na folia carioca, que acontecerá no dia 1º de fevereiro, a partir das 7h, pode contar ainda com uma participação especial, a do DJ Pedro Sampaio, que também é garoto propaganda da marca.
Para o idealizador do bloco, o baiano Flávio Saturnino, criador do Popline, a presença de Ivete no Carnaval do Rio é a realização de um sonho.
"Trazer Ivete Sangalo pela primeira vez puxando um trio elétrico no carnaval de rua do Rio de Janeiro é a realização de um sonho coletivo, não só do 'SeráQAbre?', mas de milhões de foliões. A 99 entendeu desde o início que o Carnaval é encontro, é acesso e é emoção, e viabilizou um momento histórico."
O Camarote Expresso 2222 revelou, na segunda-feira (5), que sua 26ª edição será uma grande homenagem a Preta Gil.
Através das redes sociais, a organização confirmou que o espaço no Carnaval de Salvador em 2026 irá celebrar a trajetória da artista, símbolo de alegria e resiliência.
Preta Gil faleceu em julho de 2025, aos 50 anos, nos Estados Unidos, onde realizava um tratamento experimental contra um câncer colorretal diagnosticado em 2023.
A artista tentava retornar para o Brasil, para estar perto da família e dos amigos, quando não resistiu.
Em 2025, a cantora chegou a aproveitar o Carnaval em Salvador com idas ao Expresso. Na época, em entrevista ao Bahia Notícias, Preta fez questão de falar sobre a presença dela no espaço.
“Estou no meio do tratamento, mas acho que um paciente oncológico tem que viver. Ele não pode morrer com vida. Dá pra morrer vivendo”, disse.
O camarote passou por adaptações para receber Preta, que curtiu a festa com o acompanhamento de uma equipe médica, composta por enfermeiros e fisioterapeutas, que asseguraram os cuidados necessários para que a artista aproveitasse o Carnaval com segurança.
Esta não é a única homenagem que Preta Gil receberá na folia momesca. A prefeitura do Rio de Janeiro nomeou o trajeto do desfile dos mega blocos na cidade carioca de 'Circuito de Blocos de Carnaval de Rua 'Preta Gil'.
De acordo com o prefeito Eduardo Paes (PSD), entre os diversos atributos para a homenagem a artista, está a participação de Preta na consolidação dos mega blocos.
A ideia da homenagem partiu do jornalista Rafael Godinho, amigo da artista, que exaltou a potência de Preta ao levar para o Rio a cultura dos grandes blocos em uma estética similar ao Carnaval de Salvador.
O ano de 2025 ficou marcado por perdas irreparáveis na cultura baiana, brasileira e mundial. No primeiro mês do ano, por exemplo, a Bahia perdeu o responsável por uma das canções que consegue ligar o Carnaval e o São João com maestria, Carlos Pitta.
A quarta-feira de cinzas se estendeu com a partida da maior referência do jornalismo baiano quando se fala em Carnaval, Wanda Chase. O falecimento de Preta Gil comoveu o país. A artista tentava voltar para o Brasil após encerrar o tratamento nos Estados Unidos, mas não resistiu as complicações do câncer.
Na música, o Brasil perdeu Arlindo Cruz, Ângela Ro Ro, Hermeto Pascoal e Lô Borges, em uma partida precoce e inesperada. E já nos últimos dias do ano, o músico Jimmy Cliff, ícone do reggae e com forte ligação com Salvador, nos deixou.
O Bahia Notícias preparou uma lista em homenagem às personalidades que nos deixaram em 2025. Que a colaboração de cada um deles na Terra os faça eternos.
Carlos Pitta: o músico e compositor baiano, responsável pela canção ‘Cometa Mamembe’, ícone das festas nordestinas, faleceu no início de 2025, aos 69 anos, em Salvador, após um período internado no Roberto Santos. O artista que descobriu Ivete Sangalo morreu em decorrência de complicações advindas do diabetes.
Wanda Chase: referência no jornalismo baiano, Wanda Chase morreu pouco menos de um mês após o Carnaval, aos 74 anos, em decorrência de complicações durante uma cirurgia de emergência para tratar um aneurisma dissecante da aorta, condição agravada por infecções urinária e intestinal.
Sebastião Salgado: o fotógrafo e ambientalista Sebastião Salgado faleceu em Paris em maio deste ano, aos 81 anos, vítima de uma leucemia grave, que foi uma complicação de uma malária que contraiu em 2010 durante uma expedição na Indonésia.
Francisco Cuoco: ícone da teledramaturgia brasileira, o ator faleceu em junho, aos 91 anos, em São Paulo, em decorrência de uma falência múltipla dos órgãos. O artista estava internado há 20 dias no Hospital Israelita Albert Einstein tratando problemas de saúde relacionados à idade avançada, que incluíam dificuldades respiratórias e de locomoção.
Preta Gil: a cantora e empresária Preta Gil morreu em julho, aos 50 anos, em Nova York, nos Estados Unidos, em decorrência de complicações de um câncer colorretal. A filha de Gilberto Gil tentava voltar para o Brasil após receber a notícia de que o tratamento não estava surtindo o efeito esperado pelos médicos.
Ozzy Osbourne: o cantor britânico, lendário vocalista do Black Sabbath, faleceu em julho, aos 76 anos, em sua residência em Buckinghamshire, Inglaterra. A causa oficial da morte foi um infarto agudo do miocárdio e uma parada cardíaca.
Arlindo Cruz: o artista, um dos maiores nomes do samba, faleceu em 8 de agosto de 2025 aos 66 anos, no Rio de Janeiro, por falência múltipla de órgãos relacionada às complicações de saúde que ele vinha enfrentando devido ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico sofrido em 2017.
Angela Ro Ro: a cantora e compositora faleceu em 8 de setembro de 2025 aos 75 anos, no Rio de Janeiro, devido a complicações de saúde ligadas a uma infecção pulmonar grave.
Hermeto Pascoal: o multi-instrumentista e compositor alagoano faleceu em setembro de 2025, aos 89 anos, no Rio de Janeiro. Hermeto estava internado no Hospital Samaritano Barra e morreu em decorrência de uma falência múltipla dos órgãos, resultado de complicações de um quadro avançado de fibrose pulmonar.
Lô Borges: um dos pilares do Clube da Esquina, o cantor e compositor faleceu no dia 2 de novembro, aos 73 anos, em Belo Horizonte. Lô estava internado desde outubro no Hospital Unimed e morreu em decorrência de uma falência múltipla de órgãos, após enfrentar um quadro grave de intoxicação medicamentosa acidental.
Jards Macalé: o cantor, compositor e ator faleceu no dia 17 de novembro, aos 82 anos, no Rio de Janeiro. O artista estava internado em um hospital para tratar um enfisema pulmonar e uma broncopneumonia, e veio a óbito em decorrência de uma parada cardíaca após complicações de um choque séptico e insuficiência renal.
Jimmy Cliff: o cantor jamaicano, um dos maiores ícones do reggae mundial, faleceu no dia 24 de novembro de 2025, aos 81 anos, em Kingston, na Jamaica. De acordo com o comunicado divulgado por sua esposa, Latifa Chambers, a causa da morte foi uma convulsão seguida de pneumonia.
Brigitte Bardot: a atriz e ativista dos animais teve a morte confirmada pela fundação que leva o nome dela no dia 28 de dezembro, aos 91 anos. Ícone do cinema e um símbolo sexual nas décadas de 1950 e 1960, a causa da morte não foi revelada.
Um ano sem polêmicas, especialmente no mundo dos famosos, é um ano que não merece ser vivido. E em 2025, todas as áreas do entretenimento conseguiram servir, algumas até demais.
Entre as polêmicas que agitaram as redes sociais envolvendo os famosos, tiveram as mais leves, como a última com o sertanejo Zezé di Camargo e o SBT, e mais pesadas, como a prisão de Hytalo Santos após a denúncia feita pelo youtuber Felca e a CPI das Bets com Virgínia Fonseca.
O remake da novela 'Vale Tudo', por exemplo, conseguiu entregar entretenimento na telinha e nos bastidores, com a confusão entre Bella Campos e Cauã Reymond. Na parte mais delicada, chegou a ter até denúncia ao compliance da Globo.
O ano ainda trouxe as prisões de Oruam e MC Poze do Rodo, uma declaração polêmica de um padre sobre a religião de Preta Gil e o retorno do debate de intolerância religiosa envolvendo Claudia Leitte.
Confira as principais polêmicas do ano envolvendo os famosos:
Bastidores da novela Vale Tudo: o remake da trama de Gilberto Braga feito pela baiana Manuela Dias rendeu nos bastidores. A primeira confusão foi causada pela briga entre Cauã Reymond e Bella Campos, o que colocou os artistas entre os assuntos mais comentados da web. Na ocasião, Bella teria descoberto que Cauã, que interpretava seu parceiro de cena, teria reclamado de sua atuação como Maria de Fátima à direção da novela. A situação rendeu acusações de que o ator estaria sendo "machista, agressivo e debochado". O artista também foi acusado de ter mau cheiro e ser grosseiro com os colegas de elenco.
Outra grande polêmica envolvendo a trama foi o apagamento da personagem principal, interpretada por Taís Araújo. A artista registrou uma queixa no compliance da emissora contra Manuela Dias, pelos rumos da personagem com a preocupação de que Raquel estava se tornando "mais uma mulher negra escrita para sofrer em demasia", sem a ascensão social prometida. A denúncia promoveu um debate interno na emissora sobre representatividade e racismo estrutural na teledramaturgia. Manuela também teria registrado uma queixa contra Taís Araújo, alegando quebra do código de ética da empresa após a atriz dar entrevistas criticando abertamente o roteiro.
CPI das Bets: a Comissão Parlamentar de Inquérito investigou o impacto das apostas online no orçamento das famílias brasileiras e a conduta de influenciadores na promoção de jogos de azar. O relatório final da senadora Soraya Thronicke identificou crimes como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e propaganda enganosa, sugerindo o indiciamento de 16 pessoas, incluindo figuras como Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra. O relatório, no entanto, foi rejeitado por 4 votos a 3, fazendo com que a comissão terminasse sem indiciamentos oficiais ou propostas legislativas aprovadas pelo colegiado.
Prisão de MC Poze: a prisão de MC Poze do Rodo aconteceu na madrugada do dia 29 de maio de 2025, na casa onde o artista mora, no Rio de Janeiro. Poze foi preso sob acusações de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico de drogas por apresentações feitas pelo funkeiro em áreas dominadas pela facção Comando Vermelho. Poze chegou a ser transferido para o presídio de Bangu 3, mas foi solto em 3 de junho de 2025, após o Tribunal de Justiça do Rio conceder um habeas corpus por falta de fundamentação suficiente para manter a prisão temporária.
Prisão de Oruam: o rapper foi preso preventivamente no dia 22 de julho de 2025, após se entregar na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Um dia antes de se entregar, Oruam e alguns amigos chegaram a atacar policiais civis com pedras para impedir a apreensão de um menor foragido. Oruam foi indiciado por sete crimes, incluindo tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada e lesão corporal, tornando-se posteriormente réu por tentativa de homicídio qualificada contra os agentes. Após ter pedidos de habeas corpus negados pela Justiça para preservar a ordem pública, ele foi transferido para uma cela coletiva no presídio de Bangu 3 em agosto. O artista foi solto no dia 29 de setembro, após 2 meses detido e responde o processo em liberdade, porém tem que cumprir medidas cautelares, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.
Claudia Leitte x Intolerância religiosa: a polêmica, que teve início no final de 2024 com a mudança em um trecho da música 'Caranguejo', quando Claudia Leitte trocou a saudação a orixá Iemanjá por louvores a Yeshua, voltou a ganhar espaço no final do ano após o Ministério Público da Bahia (MP-BA) ajuizar uma ação civil pública contra a cantora, pedindo uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais coletivos. Representantes de religiões de matriz africana e órgãos como o Idafro argumentam que a conduta promove um "esvaziamento simbólico" e desrespeito ao patrimônio cultural afro-brasileiro.
Zezé x SBT: a confusão entre o sertanejo e a emissora de Silvio Santos teve como motivação a presença do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes na inauguração do canal SBT News. O sertanejo acusou as filhas de Silvio Santos de "estarem se prostituindo" ao se aproximarem do atual governo e exigiu que o seu especial de Natal, já gravado, fosse retirado do ar. Em resposta, a presidente do SBT, Daniela Beyruti, engavetou o especial, substituindo-o por um episódio de Chaves. A confusão também rendeu baixas para o artista, como o cancelamento de um show em Pernambuco e o veto ao sertanejo em outras emissoras.
Prisão de Hytalo Santos e Felca: o influenciador paraibano foi preso preventivamente no dia 15 de agosto de 2025, em Carapicuíba (SP), junto com seu marido, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, em uma investigação que apura crimes de tráfico humano e exploração sexual infantil. O caso ganhou repercussão nacional após o youtuber Felca publicar um vídeo denunciando a "adultização" e a exposição inadequada de menores em conteúdos produzidos pelo influenciador, o que motivou ações do Ministério Público da Paraíba.
Os blogueiros foram transferidos no dia 28 de agosto para a Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, em João Pessoa, após a polícia alegar que eles haviam iniciado um plano de fuga. Em audiência realizada em novembro de 2025, a Justiça negou um novo pedido de liberdade, mantendo a prisão preventiva por considerar que a medida é necessária para garantir a ordem pública e a integridade das investigações.
Pós morte de Preta Gil: um padre da Paraíba polemizou dias após o falecimento de Preta Gil com uma declaração durante uma homília, que foi transmitida ao vivo nas redes sociais. Na ocasião, o sacerdote Danilo César, da Paróquia de Areial, na Paraíba, ironizou a fé da cantora e de sua família nas religiões de matriz africana, questionando: "Cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil?". A declaração gerou revolta e levou Gilberto Gil a mover um processo judicial por racismo religioso e danos morais, pedindo uma indenização de R$ 370 mil e a proibição do padre de presidir missas.
Nicolly Martins x Bahia: a influenciadora digital foi acusada de xenofobia após associar a “lentidão” no atendimento em Salvador ao fato dos trabalhadores serem um “da praia”. Nicolly também reclamou sobre a cidade exalar uma “tensão sexual” pelo costume em beijar em lugares públicos. A fala gerou polêmica e ataques a blogueira, que ao responder sobre o caso fez piada com as facções soteropolitanas. Depois da repercussão negativa, a blogueira se desculpou publicamente nas redes sociais.
A atriz Carolina Dieckmann utilizou suas redes sociais, neste sábado (20), para prestar homenagem à amiga Preta Gil, que faleceu em 20 de julho, após batalha contra o câncer.
Na publicação, a artista desabafou sobre o luto que vem passando desde o falecimento da cantora, filha de Gilberto Gil. “5 meses. O luto é um soco todo dia. Às vezes você está mais forte e aguenta firme. Noutros é nocaute… Mas todo dia é um soco, o luto”, escreveu.

A madrasta de Preta, Flora Gil, e o pai, Gilberto Gil, também utilizaram suas redes para compartilhar memórias da cantora. Preta Gil faleceu no dia 20 de julho, aos 50 anos, após complicações de um câncer colorretal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.