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renata fan
A Associação do Orgulho dos LGBTQIAPN+ DE São Paulo entrou com uma ação contra a apresentadora Renata Fan, da Band, após a jornalista publicar um conteúdo em suas redes sociais, considerado homofóbico pela cantora Pabllo Vittar.
Em seu perfil pessoal, a apresentadora da Band utilizou uma foto em que era comparada com a cantora Pabllo Vittar, em um ‘meme’ de provocação ao ex-jogador Denilson, seu ex-colega de programa. “Internet, sua danada! Recebi umas dez vezes esta publicação hoje. E, na real, chorei de rir. Sempre serei do time da zoeira”, escreveu na legenda.

Foto: Reprodução
Segundo a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Associação, Agripino Magalhães Júnior, lamentou a situação e chamou a foto de ‘preconceituosa’. “Isso é crime. É um deboche. Ela é tão ignorante, que ela não deve saber que a Pabllo Vittar não é uma mulher trans. Ela se monta para fazer arte”, declarou.
A cantora se pronunciou em suas redes sociais e reprovou a atitude da jornalista. “Homofobia não é brincadeira! Muita gente morre por conta dessa ‘ zoeira’’, escreveu na publicação. A atitude de Renata Fan dividiu opiniões dentro da Band, emissora onde trabalha. Conforme a coluna, a equipe do Jogo Aberto defendeu a apresentadora.
Em nota, a emissora afirmou que “as publicações feitas pela jornalista e apresentadora Renata Fan em seu perfil pessoal no Instagram não refletem a opinião da Band”. A jornalista não se pronunciou sobre o assunto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.