Artigos
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
murilo ruff
A decisão judicial de definir a guarda unilateral de Leo para o cantor Murilo Ruff teria sido por negligências cometidas por parte da avó, Ruth, e pela não preferência de criação por “família extensa”. As informações oficiais foram divulgadas pelo portal Leo Dias.
Segundo o site, o documento oficial da decisão ressalta que a criança deve ser criada pelo pai ou mãe, quando possível, sem espaço para à criação por “família extensa” - por avós e avôs, essa medida é considerada apenas em casos em que ambos os pais estão ausentes ou impedidos.
Casos de negligência por parte da vó também teriam sido apresentados ao juiz. Conforme o site, provas documentais como áudios e mensagens trocadas entre as babás revelam que Ruth, mãe de Marília Mendonça e avó de Léo, teria omitido informações médicas sobre o neto à Murilo.
Além da omissão de informações, Ruth também teria sido acusada de alienação parental, prejudicando o vínculo da criança com o genitor. Com a decisão, Murilo ficará responsável pelo filho, mas permanecerá tendo momentos de interação com a avó, em fins de semanas alternados, feriados e metade de férias escolares.
Desde 2021, com a morte de Marília, a guarda de Léo foi partilhada entre a avó, com quem a criança morava, e o pai. Murilo Ruff entrou com o processo de guarda unilateral em junho e chegou a alterar sua agenda de shows para ter mais tempo com a criança.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.