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O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou a favor da manutenção da proibição dos posts que traziam informações falsas sobre a retirada de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil em caso de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro. A votação acontece nessa quarta-feira (30) por meio do plenário virtual. Os ministros têm até 23h59 para inserir seus votos.
Em seu voto, Mendonça afirmou que a suspensão dos posts não caracteriza censura prévia. "As decisões não instituíram controle estatal antecedente sobre o que pode ou não ser publicado, nem submeteram manifestações futuras a prévia autorização judicial", declarou.
O ministro alega que não houve suspensão de perfis, contas ou canais de usuários, que nenhum perfil foi impedido de continuar publicando conteúdos, críticas, opiniões, sátiras, manifestações religiosas ou manifestações políticas.
"As determinações recaíram exclusivamente sobre publicações que reproduzissem o núcleo factual especificamente delimitado nas decisões, preservando-se integralmente a possibilidade de continuidade da atuação dos usuários nas plataformas", completa.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu, nesta terça-feira (29), reconsiderar sua determinação sobre a suspensão de todos os posts sobre a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida e Flávio Bolsonaro e liberar a postagem da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).
Ainda na última semana, a postagem havia sido suspensa, mas o vice-presidente do TSE aceitou o recurso protocolado por Erika para rever sua decisão que determinou a retirada da publicação. Segundo o entendimento de Mendonça, a postagem não reproduzia fato inverídico e por isso não precisava ser mantida fora do ar.
A publicação de Erika explica que o projeto foi apresentado por um ex-deputado aliado de Bolsonaro, em 2007, e já foi arquivado. Ela citou ainda que o retorno do debate "pelas mãos de Flávio ou pelas mãos de seus aliados" deveria ser observado com cautela, referindo-se ao candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).
"Examinada especificamente a publicação da manifestante, verifico que ela, de fato, não reproduz o núcleo factual considerado notoriamente inverídico", decidiu.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta quarta-feira (30) o julgamento virtual da decisão da Corte que derrubou postagens nas redes sociais relacionadas à retirada de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil.
A sessão virtual está prevista para começar às 10h.
Na semana passada, o ministro André Mendonça, do TSE, acolheu pedido do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) e mandou retirar uma postagem do humorista Antonio Tabet e de conteúdos semelhantes. Flávio Bolsonaro alegou que o texto foi inserido no contexto de mensagens falsas que atribuem a ele a apresentação de um projeto de lei para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, fato que ele nega. As informações são da Agência Brasil.
ENTENDA O CASO
O caso envolvendo as postagens sobre Nossa Senhora começou no último final de semana.
Na quinta-feira (24), o humorista Antonio Tabet publicou na rede social X: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”
A pedido de Flávio Bolsonaro, André Mendonça ordenou a retirada da postagem e de conteúdos semelhantes, sob a justificativa de que a publicação teria disseminado notícia falsa a respeito do candidato.
Apesar de não ter sido citado na postagem, o candidato alegou que o texto foi inserido no contexto de mensagens falsas que atribuem a ele a apresentação de um projeto de lei para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, fato que ele nega.
No domingo (27), o ministro Flávio Dino atendeu ao recurso do humorista e derrubou a decisão do ministro André Mendonça, que havia determinado a retirada da postagem. Em seguida, o candidato recorreu ao ministro Luiz Fux, que derrubou a decisão de Dino.
Mais cedo, o presidente do STF decidiu não pautar para a sessão desta quarta-feira (30) o julgamento sobre as duas decisões.
A decisão permitiu ao TSE marcar a sessão que será realizada nesta quarta-feira.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam sido informados pelo presidente Edson Fachin que ele não deve colocar na pauta da sessão plenária desta quarta-feira (30) o tema das postagens sobre o tema de Nossa Senhora Aparecida. A informação foi dada pela colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
De acordo com a jornalista, o presidente do STF teria dito aos ministros que pretende dialogar com magistrados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o assunto seja decidido primeiro pela Corte Eleitoral. Com isso, estaria afastada, no momento, a possibilidade de uma nova sessão tensa e imprevisível no plenário do STF.
Magistrados ouvidos por Monica Bergamo avaliavam que a reunião do plenário para discutir o caso sobre Nossa Senhora Aparecida seria uma nova “sessão-bomba”, capaz de recolocar o caso Master nos holofotes e reeditar as brigas públicas entre integrantes do tribunal.
Até a noite desta terça (29), não foi incluído na pauta do plenário o processo sobre a proibição de mensagens que associam o candidato Flávio Bolsonaro (PL) a uma tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Mas, em tese, o ministro Edson Fachin pode fazer isso até o momento da sessão.
O presidente do STF ouviu de colegas, ainda, que há o risco de ministros do tribunal aproveitarem a discussão sobre Nossa Senhora para voltarem a tratar em público dos indícios de que integrantes do Supremo mantinham relação estreita com Daniel Vorcaro. Nesse cenário, a briga entre os ministros ganharia um novo capítulo, às vésperas das eleições.
Durante caminhada e ato de campanha na cidade de Belém, na noite desta segunda-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que “ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida”. Lula falou sobre o assunto e ergueu no palanque uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré, a padroeira do estado do Pará.
"Enquanto eu for presidente da República, ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida. Ninguém”, disse Lula no comício final.
O presidente Lula já havia abordado o assunto em entrevista à Band, no último domingo (27). Lula afirmou que mexer com Nossa Senhora Aparecida não é aceitável. “Eu não sei se foi fake news, o dado concreto é que isso está na rede social, muito forte”, disse.
As declarações ocorreram após postagens que passaram a circular nas redes sociais desde o final da semana passada, que procuravam envolver o candidato Flávio Bolsonaro (PL) em uma narrativa de que iria retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil para agradar aos evangélicos. A polêmica reavivou um projeto de 2007 (e que foi arquivado em 2008) sobre a retirada do título, misturada com uma declaração de Flávio, há um mês, de que um dos seus primeiros atos caso eleito será “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.
O volume de postagens sobre o caso levou a controvérsia a ser a terceira maior na área política em 2026, com cerca de 1 milhão de publicações nas redes sociais. Segundo levantamento do instituto Democracia em Xeque, o episódio alcançou o terceiro maior volume de menções deste ano, atrás da guerra entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e da revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro em torno do dinheiro dado para o filme “Dark Horse”.
No comício desta segunda, o presidente Lula também voltou a criticar a igreja da Lagoinha, envolvida em suspeitas relacionadas ao escândalo do Banco Master. “A única igreja mentirosa é aquela da Lagoinha, daquele pastor chamado Valadão, que era sócio do Vorcaro. Mas bem, vocês estão acompanhando”, disse.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou uma sessão do plenário para que seus colegas decidam se confirmam ou não sua decisão que permitiu publicações sobre a lei que designou Nossa Senhora Aparecida como "padroeira do Brasil".
A solicitação acontece após a disseminação da notícia falsa de que Flávio Bolsonaro (PL), se eleito presidente, removeria da santa o título de padroeira do Brasil. Ainda na sexta-feira (25), o ministro André Mendonça ordenou a remoção de publicações sobre o assunto, mas a decisão foi revertida por Dino no domingo (28).
Na decisão, Mendonça determinou que as plataformas sociais "atuem de forma preventiva contra a propagação dos conteúdos" relacionados ao assunto, que ele classificou como "evidentemente falso". Ele também afirmou que os provedores devem remover imediatamente as postagens que reproduzam essa informação enganosa, mesmo sem uma nova ordem judicial específica.
Por sua vez, Dino atendeu ao pedido do humorista Antonio Tabet, cuja publicação foi excluída. O post dizia que "a família miliciana tem tanto ódio de mulheres negras que decidiu atacar Nossa Senhora Aparecida", sem fazer menção direta ao nome de Flávio.
A última semana antes do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4), será voltada principalmente para os atos finais de campanha dos candidatos, e também para a divulgação das últimas pesquisas antes da votação. A semana também tem como destaque o debate que será realizado na próxima quinta-feira (1º) pela TV Globo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não confirmou sua participação no debate. Já Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado e Augusto Cury (Avante) disseram que estão presentes na emissora, na noite de quinta.
A semana também começa com nova polêmica no Judiciário, após o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelar uma decisão dada pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça. Dino desautorizou Mendonça e permitiu que fossem feitas publicações a respeito da polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, e o presidente do TSE, Kassio Nunes, prepara uma reação para impedir o que considera uma interferência no processo eleitoral.
Confira abaixo a agenda da semana em Brasília.
PODER EXECUTIVO
O presidente Lula inicia a semana de compromissos de campanha em Belém, capital do Pará. A jornada do presidente na capital paraense começa no fim da tarde com uma visita ao complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará, ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
No início da noite, o presidente Lula comanda um ato político com apoiadores e lideranças locais na Praça da República, na capital paraense.
Na terça (29), Lula seguirá para atos de campanha em Fortaleza, onde deve se unir ao governador cearense Elmano de Freitas (PT). À tarde, o presidente Lula seguirá para Salvador, onde participará de eventos de campanha ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A agenda de Lula ainda prevê eventos de campanha em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, ambos na próxima sexta (2). Apesar de ainda não ter decidido se comparece ao debate que será promovido pela Rede Globo na próxima quinta (1º), o presidente Lula não programou eventos para esse dia, e a expectativa é que ele passe o dia se preparando para o evento que já confirmou as presenças de Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).
Na agenda do governo, o destaque é a reunião que será realizada nesta terça (29), com representantes de clubes de futebol, para discutir os impactos da proibição das bets no país. O encontro foi confirmado pelo Ministério do Esporte e ocorre após a reação negativa dos clubes à medida provisória que determinou o fim das plataformas de apostas de quota fixa.
A reunião está sendo articulada pelo ministro do Esporte, Paulo Henrique Perna Cordeiro. Segundo a pasta, a intenção é ouvir as demandas dos clubes e avaliar de que forma o governo pode contribuir para evitar possíveis prejuízos provocados pelo fim dos contratos com empresas de apostas.
No calendário da economia, um dos destaques é a apresentação, nesta terça (29), da Pnad Contínua que mostra a situação do emprego no país. O IBGE vai apresentar os números da ocupação no Brasil no trimestre encerrado em agosto.
Para a próxima sexta (2), o anúncio do IBGE será sobre a situação da indústria brasileira. A Pesquisa Industrial Mensal vai apresentar os números do setor no mês de agosto deste ano.
PODER LEGISLATIVO
A última semana antes do primeiro turno das eleições tem mais uma vez o Congresso Nacional completamente paralisado. Não há previsão de qualquer discussão em comissões ou plenário nos próximos dias, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.
Até mesmo para a semana que vem ainda não há previsão de sessões. Nos sistemas da Câmara e do Senado, não constam sessões agendadas em plenários e comissões, e eventuais votações serão decididas somente após a realização do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4).
PODER JUDICIÁRIO
A semana começa no Judiciário com a possibilidade de desdobramentos da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou publicações nas redes sociais sobre a polêmica de Nossa Senhora Aparecida. A decisão de Dino desautorizou ordem dada pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, de proibir postagens que associassem o candidato Flávio Bolsonaro a uma eventual tentativa de tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Nesta segunda (28), o presidente do STF, Edson Fachin, deve se reunir com o presidente do TSE, Kassio Nunes, para discutir eventuais interferências nas decisões que impactam as eleições. Kassio Nunes também vai cobrar de Fachin medidas institucionais contra a manipulação do sistema de escolha de relatores na corte.
Em relação aos julgamentos, a semana começa no STF com o plenário virtual debatendo e julgando processo que envolve o pagamento de precatórios a usinas sucroalcooleiras. O Plenário vai discutir se o tema é aplicável a todos os casos em que a União foi condenada a indenizar usinas sucroalcooleiras com base em estudo genérico, e não individualizado.
A jurisprudência do STF estabelece ser imprescindível a comprovação do dano por meio de perícia técnica. Apesar disso, o ministro Gilmar Mendes apontou que a Corte tem adotado decisões conflitantes em casos concretos: ora reconhece a jurisprudência, ora rejeita sua aplicação em razão da existência de coisa julgada.
Ao pedir a votação no plenário virtual, o ministro Gilmar Mendes ressaltou o impacto econômico do processo. De acordo com o Anexo de Riscos Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a União classifica os valores devidos ao setor sucroalcooleiro como risco provável de derrota, no valor de R$ 103,4 bilhões.
O montante corresponde a um quinto de todas as demandas judiciais classificadas como de risco provável. Segundo o relator, a demora na resolução da questão poderá impactar ainda mais no valor da dívida, especialmente em razão de correção monetária e da incidência de juros dos débitos da Fazenda Pública.
Para a última semana de setembro no plenário físico do STF, o presidente Edson Fachin programou o julgamento de temas como a doação de sangue por testemunhas de Jeová. O STF terá sessões na quarta (30) e na quinta (1º).
Para a sessão de quarta, o destaque é o julgamento da ADPF 618, com pedido de medida cautelar, no qual visa assegurar às Testemunhas de Jeová maiores de idade e capazes o direito de não se submeterem a transfusões de sangue por motivo de convicção pessoal.
Ao justificar o ajuizamento da APDF, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que diversos atos normativos geram insegurança jurídica ao estabelecerem como dever do médico a realização da transfusão mesmo que haja recusa do paciente ou de seus responsáveis. Essas normas, segundo a ex-procuradora-geral, partem das premissas de que a medicina deve cuidar da saúde do homem sem preocupação de ordem religiosa e de que a recusa pode ser encarada como suicídio.
A ação afirma que Testemunhas de Jeová são reconhecidas, entre outras características marcantes, pela recusa em aceitar transfusões de sangue. Aceitar esse tipo de tratamento, segundo a religião, torna o seguidor impuro e indigno do reino de Deus.
A recusa, segundo Raquel Dodge, não significa desejo de morte ou desprezo pela saúde e pela vida, pois as pessoas que integram essa comunidade religiosa aceitam se submeter a métodos alternativos à transfusão de sangue. Mas, na sua impossibilidade, preferem se resignar à possibilidade de morte a violar suas convicções religiosas.
A ADPF pede que seja concedida medida cautelar para afastar qualquer entendimento que obrigue médicos a realizarem transfusão quando houver expressa recusa dos pacientes maiores de idade e capazes, mantendo-se a obrigatoriedade apenas quando o paciente for menor, nos casos em que o tratamento for indispensável para salvar a vida da criança, independentemente de oposição dos responsáveis.
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), acusou o Partido dos Trabalhadores e “gente de dentro da CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil]” de disseminar informações falsas sobre Nossa Senhora Aparecida. A declaração foi dada pelo filho de Jair Bolsonaro durante ato de campanha em Aracaju, em Sergipe, neste domingo (27).
??Flávio acusa PT e CNBB de disseminarem “fake news” sobre Nossa Senhora
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 28, 2026
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Confira?? pic.twitter.com/XTORxtLKcm
A informação a que Flávio se refere é a de que Bolsonaro e políticos da direita teriam intenção de tirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Os rumores circularam nas redes sociais no final da última semana e foram negados por Flávio ainda na sexta-feira (28).
"A maior fake news dessa campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida, algo que nunca, não existia esse movimento pra tirar ela de ser padroeira do Brasil, jamais existia, não tem projeto, não tem nada. O PT já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news, conseguiu com ajuda de gente dentro da CNBB, infelizmente, essa é a realidade", afirmou.
Ainda segundo o herdeiro de Jair, que é abertamente evangélico, “o que aconteceu ali foi, quase que automaticamente, uma disseminação dessa fake news”. “A verdade está do nosso lado. E o que o Flávio Dino fez hoje é o seguinte, ele autorizou, liberou a liga da mentira do PT para atuar livremente, mas, para o desespero deles, já identificamos toda a rede e vamos pedir que as pessoas sejam responsabilizadas”, completa o candidato do PL.
Em resposta à fala do presidenciável, a CNBB emitiu uma nota afirmando que a acusação é injusta e que não teve qualquer envolvimento com o caso. "A CNBB não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral. [...] Mentira não se combate com outra mentira", afirmou a entidade.
A controvérsia envolvendo um projeto antigo, de 2007, para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, e a tentativa de vincular o tema ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), alcançou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações nas redes sociais entre os dias 24 e 26 de setembro de 2026. Foi o que mostrou um levantamento realizado pelo Instituto Democracia em Xeque, divulgado na noite deste sábado (26).
De acordo com o relatório, foram registradas 669,9 mil menções nas primeiras 24 horas desde o surgimento das primeiras postagens sobre o tema. Em aproximadamente 55 horas, o volume chegou a 977,6 mil publicações, com pico de 38,3 mil menções em uma única hora.
O instituto Democracia em Xeque afirma que o episódio alcançou o terceiro maior volume de menções entre os principais eventos políticos monitorados em 2026.
A controvérsia sobre a padroeira só não teve mais repercussão nas primeiras 24 horas desde que ganhou as redes, de acordo com o IDX, do que as publicações sobre o embate entre os ministro André Mendonça e Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF), em 1º. de setembro, e sobre os áudios trocados por Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro tratando do financiamento do filme “Dark Horse”, em 13 de maio.
O debate teve início após uma apuração da GloboNews sobre a reação de setores da Igreja Católica a uma articulação envolvendo grupos evangélicos. A discussão ganhou associação com o senador Flávio Bolsonaro após uma declaração na qual afirmou que, se eleito presidente, declararia o Brasil como pertencente a Jesus Cristo.
O levantamento identifica duas principais ondas de repercussão. A primeira foi impulsionada pela discussão sobre o projeto apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli, aliado da família Bolsonaro. O projeto foi arquivado em 2008 após ser rejeitado pela Comissão de Educação da Câmara.
Essa primeira onda cresceu com reações de católicos, por uma informação dada pela jornalista Maria Cristina Tavares na Globonews, pela negativa do senador Flávio Bolsonaro e posteriormente, pela correção feita pela própria GloboNews.
A segunda onda relativa ao tema ganhou força depois de uma decisão do ministro André Mendonça, do STF, determinando, em apenas 65 minutos após queixa apresentada pela campanha de Flávio, a remoção de mais de mil publicações. A partir daí, parte significativa do debate passou a tratar de censura, retirada de conteúdo e liberdade de expressão.
Perfis mais ligados à esquerda ou ao candidato Lula concentrou maior volume de publicações. Entre 345 posts de perfis políticos analisados pelo Instituto DX, 66% das publicações e 70% das interações foram atribuídas à esquerda.
Perfis classificados pelo instituto como extrema-direita responderam por 33% das publicações e 30% das interações. A imprensa representou 1% das publicações monitoradas.
O principal eixo de mobilização identificado foi o cluster denominado “TIRAR O TÍTULO DE APARECIDA”, que concentrou 53% das publicações e 47% das interações. Segundo o relatório, 80% da produção desse grupo teve origem em perfis classificados como de esquerda.
Outro tema de destaque nas redes foi “MOBILIZAÇÃO EVANGÉLICA E O PL DE 2007”. O assunto representou 17% das publicações, mas alcançou 33% das interações. A discussão recuperou o Projeto de Lei 2.623/2007, do deputado Victório Galli, e sua posterior associação ao governo Jair Bolsonaro.
Já o cluster “FLÁVIO NEGA E ATACA A GLOBO” concentrou 20% das publicações, das quais 96% foram produzidas por perfis classificados pelo instituto como de extrema-direita. Nesse segmento, a correção feita pela GloboNews tanto na quinta (24) quanto na sexta (25) passou a ser utilizada como argumento para contestar a denúncia original.
A memória de episódios envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida em 2022 teve participação menor na mobilização. O tema correspondeu a 11% das publicações e apenas 4% das interações.
O humorista Antonio Tabet ironizou, nesta sexta-feira (25), decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar que ele apagasse postagem sobre Nossa Senhora Aparecida e a polêmica a respeito de projeto para retirar dela o título de Padroeira do Brasil. Tabet postou um pedido de desculpas irônico em sua conta na rede X.
“Venho a público pedir desculpas à família miliciana. Em nenhum momento, afirmei que a família miliciana era a família miliciana. Quando citei a família miliciana, referia-me à família miliciana e não à família miliciana. Portanto, mais uma vez, perdão, família miliciana”, disse o humorista.
Antonio Tabet, na postagem irônica, fez referência ao post que foi proibido por André Mendonça. Na postagem, o humorista escreveu: ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”.
Apesar de não citar diretamente o nome do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), o ministro André Mendonça, como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a postagem fosse apagada, após representação movida pela campanha do senador do PL. O ministro disse que a narrativa é “notoriamente inverídica” e determinou a cientificação da X Brasil, Facebook Serviços Online do Brasil (Facebook e Instagram), ByteDance Brasil (TikTok) e Google Brasil (YouTube) para que inclusive atuem preventivamente contra a disseminação do conteúdo.
Segundo dados apresentados pela defesa de Flávio Bolsonaro, um levantamento técnico identificou 2.086 publicações que o associam a um projeto para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira. Essas publicações foram provenientes de 1.674 contas distintas, com mais de 21 milhões de visualizações, aproximadamente 1,49 milhão de curtidas e 312 mil compartilhamentos.
Além da postagem que ironiza Mendonça, a defesa do humorista Antonio Tabet divulgou nota contestando a decisão do ministro. A defesa classifica a decisão de André Mendonça como “censura” e critica a multa de R$ 30 mil fixada em caso de descumprimento.
A equipe jurídica do humorista informou que apresentará todos os recursos cabíveis para reverter a liminar. Para a equipe, a ordem judicial apresenta ‘fragilidade jurídica” ao atribuir um destinatário específico a uma postagem que não cita nominalmente Flávio Bolsonaro nem qualquer integrante de sua família.
Desde esta quinta-feira (24), houve um forte crescimento de publicações em redes sociais que buscam vincular o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) a uma iniciativa de tentar retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Na rede X, o assunto está entre os dez mais comentados nesta manhã de sexta (25).
Já no Google Trends, o termo de pesquisa Nossa Senhora Aparecida chegou ao maior patamar nos últimos três meses. Em outras redes há postagens inclusive de religiosos exaltando o fato de Nossa Senhora Aparecida ser a padroeira do Brasil.
Diante da grande repercussão sobre o assunto e da multiplicação de postagens vinculando Flávio Bolsonaro a um projeto que busca retirar o título da padroeira, o próprio candidato gravou um vídeo para se defender das acusações.
“A máfia do PT inventou uma mentira de que eu iria acabar com a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Isso é uma grande mentira, não existe esse projeto. Respeito todas as religiões e também quem não tem religião, diferente do Lula que quer se meter até nas regras da Igreja Católica”, se defendeu o senador.
A controvérsia surgiu quando postagens nas redes citaram um projeto apresentado na Câmara dos Deputados em 2007, que buscava retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O projeto foi apresentado pelo deputado Victório Galli, e acabou sendo vinculado à campanha do PL pelo fato de o político ter sido do partido de Jair Bolsonaro, o PSL, e ter tirado diversas fotos com o senador.
Galli perdeu a eleição em 2018, e chegou a ser nomeado em 2019 para atuar como assessor especial da Presidência da República no governo de Jair Bolsonaro. Atualmente, Victório Galli concorre a deputado federal pelo Mato Grosso, mas pertence ao PP.
Publicações sobre este mesmo projeto já haviam surgido em 2018, afirmando que o PL 2623/2007 estaria prestes a ser votado. A proposta substituía a expressão “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. O projeto, entretanto, foi rejeitado na Comissão de Educação da Câmara e levado ao arquivo em 2008.
Um dos posts de maior alcance nas redes sociais foi publicado pelo perfil Muka. Ele mostrou imagens do Projeto de Lei 2.623/2007 e afirmou: “Aqui está o projeto que tira de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil”. A publicação também dizia que Flávio estaria comprometido com a medida e acumulava cerca de 259 mil visualizações na manhã desta sexta.
Outras publicações apresentam Flávio Bolsonaro em fotos junto com o ex-deputado Victório Galli, e afirmam que um “aliado do candidato tenta retirar título de Padroeira do Brasil, além de tentar vaga no Congresso”. As postagens, entretanto, não dizem que o projeto já foi arquivado.
Até mesmo a ex-ministra dos Direitos Humanos, Anielle Franco (PT-RJ), que é candidata a deputada, entrou no debate. Ela afirmou que Nossa Senhora Aparecida é “símbolo de fé, resistência e da própria identidade do povo brasileiro” e disse que ‘a fé não é moeda de troca eleitoral”.
Já a GloboNews teve que se retratar após um comentário da jornalista Maria Cristina Fernandes sobre o assunto, durante o programa “GloboNews em pauta”, nesta quinta. A jornalista disse que haveria um movimento na Igreja Católica em suposta reação a uma parcela de evangélicos que estaria mobilizando um projeto para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Na manhã desta sexta, a GloboNews se retratou, explicou que o referido projeto já foi arquivado e pediu desculpas pelo erro cometida por Maria Cristina Fernandes.
Devotos e fiéis de diferentes idades celebram neste sábado (12), o dia de Nossa Senhora Aparecida. A santa que é a padroeira do Brasil recebe em Salvador uma conotação especial durante os festejos. Isso porque a devoção a ela é feita em um santuário da capital baiana, no bairro do Imbuí, onde seguidores saem de diferentes localidades da cidade para deixar seus pedidos e orações.
De acordo com o padre Cleriston Oliveira, reitor e pároco do Santuário de Aparecida de Salvador, cerca de 20 a 25 mil pessoas passam pelo o local sagrado ao decorrer deste dia 12 de outubro.
“Neste dia 12 de outubro a gente recebe em torno de vinte a vinte e cinco mil pessoas aqui no Santuário durante o dia todo. Recebemos o dobro do número de pessoas e nas missas durante o dia o dia todo, a gente tem visitação de fiéis. Com a procissão que acontece sempre todos os anos, a gente reúne todas as pessoas que já vieram para as missas. Este ano teremos uma novidade que é a missa campal após a procissão”, contou Oliveira.
Segundo o sacerdote, um dos motivos que fazem a padroeira do Brasil ser uma das mais populares se deu por conta das histórias relacionadas a milagres e curas alcançadas por fiéis.
“As histórias mais bonitas e mais marcantes são as curas que as pessoas têm recebido, principalmente de câncer. Tive um relato aqui de uma paroquiana que chegou para agradecer exatamente a cura que recebeu. Ela recebeu o laudo de que não tinha mais o câncer e veio agradecer a Nossa Senhora Aparecida. Então, a maioria dos relatos são realmente de milagres assim, extraordinários, de pessoas que foram desenganadas pelos médicos, que os exames mostravam que não tinha como a pessoa ficar curada naquele momento, e de repente Nossa Senhora transforma a vida da pessoa. E de lá para cá, Nossa Senhora vem alterando, por sua intercessão, muitos milagres na vida das pessoas. Então, esses testemunhos, esses milagres aqui também, eu gostaria de enfatizar”, celebrou padre Clériston.
O religioso explicou ainda que baianos e soteropolitanos encontraram na padroeira e em seu santuário mais um local de devoção na cidade, além dos outros santos e igrejas tradicionais da capital.
“A gente tem muitas devoções já bem tradicionais como o Senhor do Bonfim, Conceição da Praia, agora a gente tem a santa brasileira, Santa Dulce dos pobres. E o santuário de Nossa Senhora Aparecida, que nasceu como paróquia no ano 2000, nasceu assim de maneira bem simples, até o bairro mesmo do Imbuí, era um bairro bem simples há 30 anos. Então, quando nasce como uma capela, as pessoas já tiveram esse carinho e essa devoção à Aparecida foi crescendo. O bairro do Imbuí foi se desenvolvendo, as pessoas foram vendo o trabalho dos padres eudistas, o santuário também se desenvolveu, que acompanhou o crescimento do bairro, e as pessoas viram que a Padroeira do Brasil tinha um local que as pessoas, os católicos podem venerar. Os baianos viram que, além de todos os outros santos que tem de veneração, Nossa Senhora, o Santuário, que é bem novo e vai completar 25 anos no próximo ano, cresceu e virou mais um local de devoção e de peregrinação para o povo de Salvador e da Bahia”, apontou o padre.

“E hoje, apesar da simplicidade dela de ter aparecido, por isso se chama Nossa Senhora Aparecida, pois ela apareceu no Rio Paraíba, no meio de tanta simplicidade e humildade, ela realiza por sua intercessão, graças grandiosas. E isso tem feito que, na humildade, Deus se manifeste na vida das pessoas e aí as pessoas reconhecem realmente Nossa Senhora como a humilde serva do Senhor, mas a graça de Deus, a manifestação de Deus, se dá exatamente na humildade.
“Ela [Nossa Senhora] surge em um contexto exatamente de simplicidade com pescadores, em um contexto difícil que as pessoas estavam passando, de opressão, de pobreza. Em meio a tantas dificuldades que as pessoas estavam enfrentando, os pescadores encontraram a imagem dela e aí nasce a revolução pois no meio de simplicidade e pobreza ela começa a realizar muitos milagres e milagres [...] Então isso faz com que Nossa Senhora seja reconhecida como uma padroeira do Brasil, aquela que sempre está trazendo o seu filho Jesus para ajudar as pessoas”, concluiu.
O jovem Pedro Galvão, um dos fiéis da santa aparecida, também comentou sobre sua devoção e caminhada desde a infância.
“Minha relação com Nossa Senhora Aparecida começou desde que eu me entendo por gente. Eu nasci aqui no bairro do Imbuí e meus pais sempre frequentavam a igreja. [...] Sempre tive essa relação muito próxima com Nossa Senhora. Meus pais são devotos, são servos da igreja. Eles sempre participam de várias pastorais e organizações. Então sempre tive essa relação muito íntima devido à minha família. Posso dizer que minha relação com Nossa Senhora tem se estreitado nos últimos anos, devido ao movimento jovem que tem surgido na igreja.
É um movimento que já existe há bastante tempo, é claro. Mas nunca tinha sido tocado como nos últimos anos. [...] E ter participado dos movimentos jovens, de ter conhecido os outros jovens na igreja, tem me ajudado a estreitar essa relação com Nossa Senhora. Ela está sempre presente em tudo na minha vida e eu sou extremamente grato a tudo que ela intercede por nós”, explicou Galvão.

“Eu digo que atualmente a Nossa Senhora é o meu consolo, é o meu momento de desligar do mundo, de conversar com ela e eu sinto que ela intercede em tudo na minha vida. Meus pais me ensinaram, me deram como educação, que tem muito a ver com a Nossa Senhora mesmo, que é essa relação do amor, da entrega, do amor ao próximo, dessa coisa maternal mesmo, de mãe. Acho que é isso que me faz ser um seguidor dela hoje em dia”, completou.
Ao longo de todo o dia, inúmeros entusiastas de Nossa Senhora Aparecida foram até o santuário e participaram de missas às 6h30, 9h30, 12h e às 15h. Agora pela tarde uma procissão vai percorrer a Praça do Imbuí na Avenida Jorge Amado e as celebrações se encerram às 18h com uma missa campal presidida pelo bispo auxiliar de Salvador, Dom Marco Eugênio.

Fiéis de Salvador e Lauro de Freitas celebram o dia de Nossa Senhora Aparecida, que ocorre nesta quinta-feira (12), em diversas paróquias. Na capital baiana, as atividades começam com uma alvorada, às 5h, seguida da recitação do Ofício da Imaculada Conceição da Mãe de Deus e missa, no Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no bairro do Imbuí.
Segundo o G1, as missas se iniciam a partir das 6h30. Depois, acontecem às 9h30, 12h e 15h. Já às 16h, os fiéis seguem a procissão com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que sai do Santuário e percorre a praça do bairro, retornando para o mesmo local. A missa de encerramento ocorre às 18h. O bispo auxiliar, Dom Valter Magno de Carvalho, preside a cerimônia.
Em Lauro de Freitas, as celebrações acontecem na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro Itinga. A alvorada que abre os festejos tem início às 5h50, seguida da recitação do Ofício da Imaculada Conceição. Depois, as missas ocorrem às 7h, 10h e 12h. A procissão está agendada para as 17h.
Entre esta quarta (11) e a próxima segunda-feira (16), o Sistema Ferry-Boat terá uma operação especial devido ao feriado de Nossa Senhora Aparecida, nesta quinta-feira (12).
De acordo com a Internacional Travessias Salvador (ITS), empresa que administra o equipamento, cinco ferries vão estar em funcionamento para as travessias entre os terminais hidroviários de São Joaquim, em Salvador, e de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica: Ivete Sangalo, Maria Bethânia, Pinheiro, Rio Paraguaçu e Zumbi dos Palmares.
O funcionamento regular é das 5h às 23h30, de hora em hora, de segunda à sábado; e das 6h às 23h30 nos domingos e feriados. Entretanto, horários extras vão ocorrer de acordo com a demanda e com a disponibilidade dos barcos.
Ainda de acordo com a ITS, para este ano, é esperado um fluxo superior em 5% comparado ao movimento registrado em 2022. Neste mesmo feriado ano passado, utilizaram o sistema aproximadamente 105 mil pessoas e 16,7 mil veículos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Ele não gosta de toque, sabe? As mulheres aprendem a tomar toque desde quando é pequena. O homem não, ele é cheio de trejeitos, ele não sabe que quando tiver câncer de próstata, vão dar muito toque nele".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afirmar que “homem não gosta de toque”, ao falar sobre a evolução do sistema de saúde brasileiro e a resistência de homens ao exame de próstata.