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O dólar fechou em estabilidade nesta terça-feira (9), tendo marcado variação negativa de 0,03% em relação à cotação da véspera, a R$ 5,178.
Na mínima do dia, chegou a R$ 5,150; na máxima, R$ 5,193. O movimento refletiu, em partes, a recuperação dos ativos de maior risco nos mercados globais, com investidores em busca principalmente de ações do setor de tecnologia. À tarde, porém, o noticiário envolvendo a guerra no Oriente Médio voltou a inspirar cautela, apagando parte dos ganhos vistos nas praças emergentes.
A Bolsa brasileira também foi afetada pela movimentação. O Ibovespa fechou em alta de 0,67%, a 169.813 pontos, distante da máxima de 170.600 pontos atingida ainda pela manhã.
"O dia foi mais calmo de notícias ruins para o Ibovespa, e a Bolsa agora tenta corrigir um pouco da sequência de quedas que já marca oito semanas. Lá fora, com a realização sobre empresas de tecnologia e a rotação de portfólios, é possível que tenha tido um fluxo de capital voltando a mercados emergentes, que apanharam mais nessa janela recente", diz Rodrigo Marcatti, CEO da Veedha Investimentos.
"Temos tanto esse movimento técnico, de rotação de carteira para países afastados do conflito no Oriente Médio, quanto a própria esperança de um cessar-fogo."
No contexto da guerra, Irã e Israel indicaram disposição na segunda-feira para conter a escalada de ataques que quase enterrou o cessar-fogo anunciado em abril. Os dois países anunciaram a suspensão dos ataques entre si, mas advertiram que voltarão a retaliar caso sejam alvos de novas ofensivas.
O recuo ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigir publicamente que os dois países interrompessem os ataques e afirmar que um acordo para encerrar o conflito continua ao alcance. "Israel e Irã devem parar de atirar imediatamente", escreveu o republicano na rede Truth Social.
Em outro post, Trump disse que as negociações estão avançando, embora "sujeitas a ignorância ou estupidez que atrapalham o caminho".
Nesta terça, porém, Trump afirmou que o Irã abateu um helicóptero americano na noite anterior e que "os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque". A afirmação movimentou os mercados e incentivou a retomada da busca por segurança em um primeiro momento, com o dólar devolvendo parte da queda e a Bolsa zerando os ganhos.
Os confrontos elevaram os preços do petróleo no mercado internacional e aumentaram a pressão sobre o presidente dos EUA, que enfrenta cobranças internas para colocar fim à guerra.
Nesta terça, no entanto, o petróleo Brent exibe baixas. Referência internacional para as cotações da commodity, o barril era negociado a US$ 91,42 no fim da tarde, queda de 3% em relação ao fechamento da véspera. O WTI (West Texas Intermediate) usado nos EUA, seguia a mesma tendência e estava a US$ 88,11, perda de 3,5%, para o contrato de julho.
A queda do petróleo acontece a despeito, também, de novos ataques de Israel ao sul do Líbano nesta terça, apesar da trégua firmada na véspera.
O comando das Forças Armadas do Irã anunciou o fim dos ataques contra Israel, logo após as postagens de Trump, mas advertiu que responderá com medidas "muito mais duras e contundentes" em caso de retomada de bombardeios israelenses no Líbano.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que Teerã continua comprometido com a via diplomática, mas acrescentou que o país "não recuará diante de qualquer ameaça". Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, declarou que Teerã está trocando mensagens com Washington em um ambiente de "extrema desconfiança".
O governo iraniano já declarou que uma das exigências para o cessar-fogo definitivo é a suspensão de ataques de Israel contra o Líbano.
Os investidores também seguem atentos aos desdobramentos da política comercial dos Estados Unidos, de acordo com Fabio Louzada, economista, planejador financeiro e fundador da B7 Business School. "A manutenção das tensões envolvendo tarifas e comércio internacional continua alimentando preocupações sobre crescimento global e inflação mais alta."
Ele afirma ainda que o mercado também acompanha a trajetória dos juros americanos. "A sinalização de manutenção de juros elevados por mais tempo fortalece o dólar globalmente e reduz o interesse por mercados emergentes."
Regime de urgência imposto pelo governo Lula em projeto sobre jornada 6x1 impede votações e esvazia Câmara
Por Edu Mota, de Brasília
O regime de urgência constitucional imposto pelo governo Lula ao projeto que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais levou a Câmara dos Deputados a realizar uma sessão plenária, nesta terça-feira (9), apenas com a votação de requerimentos de urgência. A urgência impede que o mérito de qualquer outro projeto seja apreciado antes da votação dessa matéria sobre a mudança na jornada.
Além dos requerimentos, os deputados ainda votaram o acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta — bloco formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Os dois blocos se beneficiarão do tratado, concluído em julho de 2025, com melhorias no acesso aos mercados para mais de 97% de suas exportações. Juntos, Mercosul e Efta formam um mercado de 290 milhões de consumidores e um PIB, em 2024, de US$ 4,3 trilhões.
Na sessão desta terça, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que pediu ao governo federal a retirada do regime de urgência do projeto que foi enviado em abril para tratar do fim da escala de trabalho 6x1. Motta alegou ao governo que a Câmara já aprovou a PEC que trata da redução da jornada semanal.
Segundo Motta, caso o governo não retire a urgência até a manhã desta quarta (10), a sessão deliberativa no plenário não será realizada e os deputados estarão liberados a retornarem a seus estados. Na prática, o regime de urgência constitucional acaba por bloquear o avanço dos trabalhos no plenário da Câmara.
O projeto enviado pelo Palácio do Planalto ao Congresso Nacional, além de reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, também garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. Na prática, o texto coloca fim à escala 6x1.
Nos bastidores, a expectativa dos parlamentares é de que o governo não deve retirar, por ora, a urgência do projeto. A avaliação é que a retirada da urgência pode esfriar a discussão do tema no Senado, que já vem sendo postergada por Davi Alcolumbre (União-AP).
“Meu pai é a cultura nordestina encarnada em pele e osso”, diz filha de Flávio José após impasse com MP-BA
Por Lucas Vieira
A cantora Lara Amélia, filha de Flávio José, usou as redes sociais para defender o artista e lamentar a ausência dele nas principais programações do São João da Bahia em 2026. Em meio ao impasse envolvendo o cachê do forrozeiro e o Ministério Público da Bahia (MP-BA), ela afirmou que o pai representa a essência da cultura nordestina. “Meu pai é a cultura nordestina encarnada em pele e osso”, escreveu Lara.
Em comentário publicado após uma postagem do jornalista Gabriel Carvalho, ela também criticou o que considera um processo contínuo de descaracterização das festas juninas. Segundo a artista, o fenômeno não é recente e tem se intensificado nos últimos anos, reduzindo o espaço de nomes ligados ao forró tradicional nas grades de atrações dos festejos.
A manifestação ocorre em meio à polêmica envolvendo o cancelamento das apresentações de Flávio José na Bahia neste ano. O impasse começou após o MP-BA recomendar a revisão do cachê de R$ 350 mil previsto para shows do artista durante os festejos juninos, valor que representava aumento de 40% em relação ao ano anterior.
De acordo com a promotora Rita Tourinho, o órgão tentou construir um acordo com representantes do cantor, mas as propostas não foram aceitas. O Ministério Público sustenta que a análise dos cachês segue critérios técnicos baseados na variação dos valores contratados em 2025 e na aplicação do IPCA.
Do outro lado, a equipe de Flávio José considera que a medida desvaloriza artistas ligados à tradição junina. Em entrevistas recentes, o cantor já havia criticado a redução do espaço destinado ao forró nas festas de São João e afirmado que muitas programações passaram a priorizar atrações sem ligação histórica com a cultura nordestina.
CONFIRA O DESBAFO DE LARA:

Presidente do PT evita criticar TSE por suspensão de pesquisa e diz que "decisão não se debate"
Por Redação
O presidente do PT e coordenador da campanha à reeleição do presidente Lula, Edinho Silva, evitou criticar nesta terça-feira (9) a decisão do TSE de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou desgaste do senador Flávio Bolsonaro (PL) após a divulgação de cobranças feitas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Decisão do Judiciário não se debate, se respeita. Temos muito respeito pelo ministro Nunes Marques. Temos certeza de que ele vai conduzir o processo eleitoral da melhor forma possível. Vamos sempre acatar aquilo que o TSE decidir", afirmou Edinho.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, havia acolhido os argumentos do PL e identificado "possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado".
O plenário da Corte analisa a decisão em sessão na noite desta terça-feira.
O PT realiza nesta terça-feira em Brasília um seminário para discutir a reforma do Judiciário. Edinho negou que o partido vá propor mandatos para ministros de Cortes superiores.
"Não acho que seja prioridade. O que é prioridade é essa aproximação com a sociedade. Existe um sentimento de distanciamento, não só do Poder Judiciário. Por isso defendemos não só uma reforma do Judiciário, mas uma reforma político-eleitoral", disse.
Com surto de ebola no Congo, Djavan cancela show em Angola previsto para julho: "contexto sanitário"
Por Redação
O cantor Djavan anunciou nesta terça-feira (9) o cancelamento do show previsto para 4 de julho em Luanda, capital de Angola, citando o "contexto sanitário" em regiões do continente africano como motivação.
A decisão ocorre em meio a um surto de ebola na República Democrática do Congo, país que faz fronteira com Angola, que já registrou 550 infectados e 101 mortes.
Em comunicado publicado nas redes sociais, a equipe do artista descreveu a medida como "preventiva" e esclareceu que não tem relação específica com Angola.
"Após uma avaliação criteriosa do atual contexto sanitário em algumas regiões do continente africano e das recomendações de monitoramento emitidas por organismos internacionais de saúde, foi tomada a decisão de não realizar a participação de Djavan no evento", diz o texto.
O surto de ebola no Congo se intensifica desde maio. Na segunda-feira (8), o país informou que o número de mortes ultrapassou 100, com novos casos sendo confirmados diariamente.
O cineasta, jornalista e escritor baiano Orlando Senna morreu nesta terça-feira (9), aos 86 anos. A informação foi confirmada por sua sobrinha, Indra Senna, por meio das redes sociais. A causa do falecimento não foi divulgada até o fechamento desta reportagem.
Senna, nascido em abril de 1940 no distrito de Afrânio Peixoto, hoje em Lençóis, na Chapada Diamantina, deixa um legado para a história do cinema brasileiro, tendo como um de seus maiores marcos a codireção do longa-metragem “Iracema - Uma Transa Amazônica” (1975), realizado em parceria com o diretor Jorge Bodanzky.
Em publicação nas redes sociais, sua sobrinha Indra Senna prestou homenagem ao legado do tio: "É com imensa tristeza que comunico o falecimento do meu querido tio, Orlando Senna. Um homem que dedicou sua vida à arte, à cultura, à liberdade e à construção de um mundo mais humano e sensível", homenageia a familiar.
As exportações baianas atingiram US$ 815,7 milhões no mês de maio, registrando o menor valor para as vendas externas no ano e uma queda de 6,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O resultado negativo foi reflexo de embarques menores (-5,8%) e de preços médios ligeiramente mais fracos (-0,29%).
Segundo os dados analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), a redução acumulada do volume embarcado no ano chega a 5,7%, puxada principalmente pelo setor de refino.
Apenas em maio, a quantidade de derivados de petróleo embarcada despencou 83,1%. Esse recuo é reflexo de paradas programadas para manutenção e da taxação sobre exportações de petróleo e derivados implementada pelo governo federal em março, visando proteger o mercado interno diante da crise global de combustíveis fósseis provocada pela guerra no Irã.
Além do petróleo, outros produtos de peso na pauta exportadora baiana registraram queda nos embarques em maio:
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Derivados de cacau: -14,9%
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Produtos químicos: -8,4%
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Celulose: -6,5%
Como consequência, a indústria de transformação baiana registrou recuo de 14,6% nas vendas externas. A indústria extrativa também recuou devido à queda nas exportações de minério de cobre e níquel, embora a alta internacional dos preços do ouro tenha ajudado a mitigar as perdas do setor.
O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou, nesta segunda-feira (8), uma carta direcionada ao público evangélico na qual afirma que os governos da legenda sempre mantiveram uma relação de respeito com as igrejas e reconhecem a importância do segmento religioso no país. O documento foi elaborado durante o IV Encontro Nacional de Evangélicos do PT e publicado poucos dias após a realização da Marcha para Jesus, em São Paulo.
Na mensagem, o partido evita abordar temas ligados à pauta de costumes e concentra o discurso em iniciativas adotadas durante as gestões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltadas à garantia da liberdade religiosa e ao fortalecimento de políticas relacionadas à fé cristã.
A carta afirma que o PT nunca atuou contra as igrejas. “Os governos do PT nunca se opuseram às igrejas, sempre tiveram uma postura de respeito e de reconhecimento da importância e do papel da Igreja Evangélica”, registra um trecho.
O texto também cita medidas como a criação de leis para assegurar o livre exercício dos cultos religiosos, ações para facilitar a abertura de igrejas, o reconhecimento da música gospel como patrimônio cultural e a instituição de datas nacionais relacionadas à fé cristã e ao combate à intolerância religiosa
O que era para ser apenas o fim de um dia agitado acabou se transformando em uma sucessão de contratempos para Virginia Fonseca em Nova York.
A influenciadora apareceu nas redes sociais durante a madrugada desta segunda-feira (9) para contar aos seguidores uma série de situações inesperadas que enfrentou após assistir a uma partida das finais da NBA nos Estados Unidos.
O primeiro problema aconteceu depois que ela e amigos deixaram uma partida das finais da NBA. Durante o retorno ao hotel, o grupo acabou sendo surpreendido por um imprevisto no trajeto: um dos pneus do veículo furou e interrompeu a viagem.
"Tem umas coisas que só acontecem com a gente, viu? O pneu furou!", brincou a influenciadora ao mostrar o momento nas redes sociais.
Depois da parada inesperada e da resolução do problema, Virginia acreditava que finalmente conseguiria descansar. Mas, ao chegar ao hotel, percebeu que a noite ainda reservaria mais um desafio.
Segundo ela, o cartão utilizado para entrar no quarto simplesmente deixou de funcionar. O grupo então precisou aguardar ajuda da equipe do local enquanto tentava acessar o apartamento.
"Desistimos de ir para o after e voltamos para o hotel. Aí chegamos aqui, e quem disse que o cartão deu?", contou.
Enquanto esperava uma solução, a empresária surgiu deitada no corredor do hotel e divertiu os seguidores ao mostrar o nível de exaustão após o dia intenso.
"Estou tão cansada que estou assim aqui na porta", disse ela. Pouco tempo depois, um funcionário conseguiu resolver a situação e liberar a entrada no quarto, encerrando a sequência de imprevistos da madrugada.
Virginia está nos Estados Unidos cumprindo compromissos profissionais. A influenciadora participa da gravação de conteúdos especiais relacionados à Copa do Mundo, que serão exibidos posteriormente no "Domingão com Huck".
VÍDEO: Flávio Bolsonaro diz que "a Bahia é a solução do Brasil" e mira eleitorado do Nordeste
Por Maurício Leiro, de Luis Eduardo Magalhães / Ronne Oliveira
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), colocou o eleitorado baiano no centro de sua estratégia de viabilização política nesta terça-feira (9), durante a 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste do estado. Diante de uma plateia de apoiadores e produtores rurais, o parlamentar enfatizou a importância geopolítica do estado para o cenário nacional.
"A Bahia é a solução do Brasil. Vamos libertar a Bahia e o Brasil", afirma o parlamentar ao Bahia Notícias, sinalizando que o comitê do PL enxerga o território baiano como decisivo para equilibrar as forças eleitorais e construir uma maioria conservadora no Nordeste para o próximo pleito.
Confira em vídeo:
Para sustentar o projeto de "libertação" mencionado em seu palanque, Flávio Bolsonaro subiu o tom na área de segurança pública. O senador recorreu à tese de que o controle territorial de facções criminosas precisa ser combatido com rigor institucional e prometeu medidas duras contra a criminalidade.
"Juntos, vamos libertar o povo brasileiro desse poder paralelo, desses narcotraficantes. Porque nós não deixaremos mais eles soltos [como estão]. Nós vamos reduzir a maioridade penal. A gente vai aprovar a castração química para estuprador", exclama o candidato.
O senador também assumiu o compromisso de combater o domínio de organizações criminosas na Bahia. "Vamos libertar cada baiano que hoje mora em uma área dominada por esses narcoterroristas", assegura.
Aproveitando o palco da maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, o pré-candidato direcionou fortes críticas ao governo do presidente Lula (PT). Flávio acusou a atual gestão federal de hostilizar o setor produtivo e prometeu segurança jurídica no campo, com foco no combate às invasões de propriedades privadas.
"Vocês carregam esse Brasil nas costas. E não merecem ter um presidente que trata o agro como se fossem fascistas, como se fossem bandidos. Isso tem dia e hora para acabar", dispara.
Ele acrescentou que, sob uma eventual liderança sua, as invasões de terra serão extintas e o país voltará a ter ordem.
Ao concluir seu pronunciamento, o pré-candidato fez um chamamento à união do eleitorado presente na feira: "Eu quero convidar cada um de vocês para se unirem a nós nessa caminhada".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.