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Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
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O deputado estadual Robinson Almeida (PT) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) uma moção de repúdio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a decisão do governo norte-americano de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
A iniciativa ocorre dias depois de o deputado Leandro de Jesus (PL) apresentar uma moção de aplausos ao líder americano pela mesma medida. Para Robinson, a decisão dos Estados Unidos abre precedentes para interferências externas e representa uma ameaça à soberania brasileira.
No documento, o parlamentar afirma que o enfrentamento ao crime organizado deve permanecer sob responsabilidade das instituições nacionais. “O Brasil não pode aceitar qualquer tentativa de tutela estrangeira sobre suas instituições, suas leis e seu território”, declarou.
O petista também criticou a atuação dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, os políticos Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, apontados como articuladores da pauta junto ao governo americano. Segundo ele, a cooperação internacional no combate ao crime deve ocorrer com respeito à autonomia dos países.
Passageiros com viagens entre Brasil e Portugal na próxima semana devem enfrentar transtornos devido à greve geral marcada para 3 de junho. A paralisação já provocou o cancelamento de voos de companhias que operam a rota internacional e deve afetar também o funcionamento dos transportes públicos portugueses.
A Azul anunciou o cancelamento de quatro voos entre Campinas, Viracopos e Lisboa. As suspensões começam na terça-feira (2), com voos que chegariam à capital portuguesa no dia da greve, e seguem na quarta-feira (3) com partidas previstas de Lisboa para o Brasil. Segundo a companhia, mais de mil passageiros devem ser impactados.
A TAP também confirmou alterações na operação e informou que trabalhará com serviços mínimos durante a paralisação. Dos 79 voos autorizados nesse regime, 17 ligam Brasil e Portugal. Em dias normais, a empresa realiza cerca de 20 voos diários entre os dois países. Além dos aeroportos, a greve deve atingir metrôs, trens e ônibus em Lisboa, reduzindo a oferta de transporte e aumentando o tempo de deslocamento.
Faz quase seis meses que a Austrália se tornou pioneira mundialmente no banimento das redes sociais para menores de 16 anos. Brasileiros que moram no país relatam que o uso dessas plataformas diminuiu entre crianças e adolescentes, mas que ainda há muitas tentativas de se burlar as restrições.
"Conhecemos menores de 16 anos que continuam tendo acesso a redes sociais. A proibição não é tanto 'preto no branco'. Tem várias nuances", conta à Folha Carla Alzamora, que se mudou para a Austrália em 2018 com o filho, Caetano, hoje com 13 anos --a família mora na capital do país, Camberra.
Ela sempre supervisionou o uso de telas do filho, que chegou a usar redes sociais por um breve período. "Mas eu logo cortei, antes mesmo da restrição do governo."
Caetano aprova a lei, acha "muito bom que crianças e adolescentes estejam menos no celular". Mas conta que "a proibição funcionou em alguns lugares e, em outros, não". "Algumas redes sociais ficaram mais difíceis de acessar, mas ainda é possível entrar, e outros aplicativos nem tentaram cumprir a regra."
Apesar de cerca de 4,7 milhões de contas de usuários de até 16 anos terem sido removidas pelas plataformas na Austrália, a verificação de idade nem sempre é efetiva. As tentativas de se burlar as restrições costumam envolver o uso de contas de pessoas mais velhas, declarações falsas de idade, a utilização de VPNs (ferramentas que mascaram a localização do usuário) e a migração para plataformas menores, com checagem menos rigorosa.
"As redes sociais estão lidando com a restrição de formas diferentes. O Snapchat, pelo que eu escuto dos adolescentes, é mais difícil de burlar, porque tem reconhecimento facial, então muitos amigos do meu filho pararam de usar", conta Carla.
"Em plataformas que não utilizam esse reconhecimento facial, é mais fácil criar contas", afirma. "Mas, em geral, parece que o monitoramento está acontecendo. Recentemente, em uma viagem da turma da escola, soube que tentaram entrar no TikTok, mas a conta foi bloqueada."
Caetano diz que uma parte de seus amigos ainda fica muito tempo nas redes sociais, e "é como se a proibição não tivesse funcionado". "Mas também há alguns que passaram a usar menos", o que ele vê com bons olhos.
"As crianças e os adolescentes estão desenvolvendo uma identidade própria, sem ficar nas redes sociais tentando ser como outras pessoas", afirma.
Ele aponta um porém. "[O veto] reduz a comunicação online, a forma como interagimos, e, se houver crianças e adolescentes que se sentiam mais confortáveis nas redes sociais, e não podem usá-las, isso pode afetá-los."
Manoela Pace, que se mudou do Brasil para a Austrália há mais de 20 anos, conta que sua filha de 13 anos, Juana, está sentindo bastante as mudanças --a família mora em Sydney. "Quando houve o banimento, explicamos para ela que era uma determinação do governo, que não havia discussão. Foi difícil, porque ela já tinha redes sociais, principalmente TikTok e Snapchat. Até hoje ela reclama bastante."
Juana diz ter "uma opinião meio dividida" sobre o banimento. "Obviamente eu entendo por que estão fazendo isso, mas eu não acho que esse seja o jeito certo", afirma à Folha. "Em vez de tirarem as crianças e os adolescentes das redes sociais, deveriam tirar os predadores, o pessoal estranho da internet."
"A proibição está realmente atrapalhando a minha vida, porque todos os meus amigos ainda têm [redes sociais], sou uma das únicas que não têm. Quando estão falando sobre algo da internet que não entendo, me sinto excluída", reclama. "Nunca respondem às minhas mensagens de texto, e isso é muito difícil..."
Já Manoela, embora compreenda a insatisfação da filha, considera a proibição positiva, por achar que, na infância e na adolescência, eles não têm maturidade para lidar com os vários riscos das redes sociais. Ela menciona um deles: "Sempre me preocupei com o fato de a Juana, como muitas meninas da idade dela, ficar ligada demais em autoimagem, consumindo vídeos de maquiagem."
A discussão sobre restrições das redes sociais na infância e na adolescência ganha espaço internacionalmente, inclusive no Brasil. Na Indonésia, por exemplo, o banimento já entrou em vigor, em março; na Malásia entrará em junho, e, na Grécia, em janeiro de 2027. As restrições também já começaram na Dinamarca, e os planos de proibição estão avançados na França e no Reino Unido, entre outros.
No Brasil, o ECA Digital, em vigor desde março, determina que, não somente as redes sociais, mas todos os produtos e serviços de tecnologia que atingem crianças e adolescentes utilizem configurações que evitem o uso compulsivo, que ofereçam ferramentas de controle parental (para que os pais supervisionem o uso dos filhos) e adotem mecanismos de verificação de idade para conteúdos impróprios. Apesar dessas regras, novos projetos de lei propõem o banimento das redes sociais a menores de 16 anos.
Na Austrália, após quase meio ano vivendo essa experiência (o banimento entrou em vigor 10 de dezembro de 2025), Carla conta que ainda há questionamentos sobre o quão realista é a restrição. Mas, diante disso, a brasileira diz sempre se lembrar de uma analogia feita pelo primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese: "É como a proibição do consumo de álcool para menores de 18 anos. Não é 100% efetiva, mas reduz muito o consumo e abre a oportunidade de haver mais conversas familiares sobre esse tema, sobre a importância da restrição."
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) lançou, neste sábado (30), sua pré-candidatura ao Senado pelo Paraná durante um evento que também marcou o lançamento do nome de Requião Filho (PDT-PR) para a disputa pelo governo estadual em 2026.
Ao lado do presidente nacional do PT, Edinho Silva, Gleisi fez críticas ao senador Sergio Moro (PL-PR), que anunciou na sexta-feira (29) sua pré-candidatura ao governo do Paraná. Durante o discurso, a petista afirmou que a esquerda irá derrotar “a extrema direita no Brasil e o juiz ladrão do Paraná”, em referência ao ex-juiz da Operação Lava Jato.
O ato também apresentou a chapa majoritária apoiada pelo grupo de Moro no estado. Foram lançadas as pré-candidaturas do deputado federal Filipe Barros (PL-PR) e do ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado Federal.
A agenda é considerada estratégica para o grupo político de Flávio Bolsonaro em meio ao desgaste provocado pela divulgação de contatos do parlamentar com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
A gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) destinou quase R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao deputado estadual Binho Galinha (Avante) desde outubro de 2025, período em que o parlamentar já estava preso sob acusação de chefiar uma milícia com atuação em Feira de Santana.
Segundo informações do portal de transparência divulgadas pela Folha de São Paulo, os recursos foram direcionados para ações como realização de shows e eventos esportivos, aquisição de ambulâncias e investimentos nas áreas de saúde e educação.
Os registros apontam o repasse de R$ 580 mil para eventos e ações turísticas no interior da Bahia, R$ 40 mil para a federação estadual de beach soccer, R$ 1,1 milhão para compra de ambulâncias e equipamentos de saúde e R$ 316 mil para reparos em escolas e iniciativas voltadas à educação infantil.
Binho Galinha está detido no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador. Após a prisão, ele foi expulso do PRD e se filiou ao Avante., partido pelo qual pretende disputar a reeleição neste ano.
O parlamentar é investigado na Operação El Patrón, que apura suspeitas de agiotagem, extorsão, exploração do jogo do bicho, lavagem de dinheiro e formação de milícia.
Em nota, o governo da Bahia afirmou que a execução das emendas impositivas é uma obrigação do Poder Executivo e que os repasses seguem os mecanismos de controle e transparência previstos na legislação. A gestão estadual também informou que a execução dos recursos ocorre após a abertura da programação orçamentária pelos órgãos competentes.
Uma jiboia foi resgatada por uma guarnição da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) na manhã de quinta-feira (28), na Rua Monsenhor Antonio Rosa, no bairro de Brotas, em Salvador.
De acordo com a Polícia Militar, os agentes foram acionados pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) e, ao chegarem ao local, realizaram o manejo e a retirada da serpente.
O animal foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Inema). Não há informações sobre ferimentos na jiboia ou circunstâncias adicionais do aparecimento do animal.
Dois homens ficaram feridos após um acidente envolvendo seis veículos na BR-324, no trecho de Conceição do Jacuípe, cidade conhecida como Berimbau. A ocorrência foi registrada no início da tarde deste sábado (30), no km 535 da rodovia.
Segundo informações do Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, as vítimas estavam em um carro de passeio e se envolveram em uma colisão com um ônibus. O acidente aconteceu por volta das 13h, na pista sentido Salvador–Feira de Santana.
De acordo com as informações preliminares, um dos ocupantes sofreu fratura em uma das pernas, enquanto o outro teve uma luxação no ombro. Não houve registro de mortes.
Por causa do acidente, a faixa da rodovia precisou ser totalmente interditada por algumas horas, provocando retenção no tráfego. O trânsito foi liberado no fim da tarde, por volta das 16h.
O trecho onde ocorreu a colisão tem histórico recente de acidentes graves. Levantamento do Acorda Cidade aponta que, entre os quilômetros 530 e 545 da BR-324, foram registradas quatro ocorrências de grande gravidade em apenas uma semana no início deste mês, duas delas com vítimas fatais.
Brasil e Panamá voltam a se enfrentar após sete anos; relembre o último duelo
Por Thiago Tolentino, do Rio de Janeiro
Brasil e Panamá voltam a se enfrentar neste domingo (31), às 18h30, no Maracanã, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2026. O duelo marcará a despedida da Seleção Brasileira diante de sua torcida antes da viagem aos Estados Unidos, palco da competição, e também colocará frente a frente duas equipes que não se enfrentam há sete anos.
O último encontro entre brasileiros e panamenhos aconteceu em março de 2019, no Estádio do Dragão, em Portugal. Na ocasião, a equipe comandada por Tite empatou por 1 a 1 e viu o adversário marcar, pela primeira vez na história, um gol contra a Seleção Brasileira.
O Brasil abriu o placar aos 32 minutos do primeiro tempo. Casemiro lançou da intermediária e Lucas Paquetá apareceu para finalizar de primeira e balançar as redes. Sem Neymar, que acompanhou a partida das arquibancadas, a Seleção parecia encaminhar mais uma vitória diante dos panamenhos.

Foto: Lucas Figueiredo / CBF
No entanto, o Panamá reagiu quatro minutos depois do gol brasileiro. Após cobrança de falta de Éric Davis, o defensor Adolfo Machado subiu mais alto que a defesa brasileira e cabeceou para vencer Ederson, decretando a igualdade no marcador e registrando o primeiro gol da história da seleção centro-americana contra o Brasil.
Naquele amistoso, Tite escalou o Brasil com Ederson; Fagner, Éder Militão, Miranda e Alex Telles; Casemiro, Arthur e Lucas Paquetá; Philippe Coutinho, Roberto Firmino e Richarlison. Durante a partida, ainda entraram Gabriel Jesus, Everton Cebolinha e Felipe Anderson.
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Foto: Lucas Figueiredo / CBF
Apesar do empate, o retrospecto segue amplamente favorável à Amarelinha. Em cinco confrontos disputados entre as seleções, o Brasil soma quatro vitórias e um empate, com 17 gols marcados e apenas um sofrido. A equipe brasileira jamais perdeu para o Panamá.
Depois do compromisso no Rio de Janeiro, a Seleção ainda fará mais um amistoso preparatório, desta vez contra o Egito, já em solo norte-americano. Em seguida, o foco será totalmente voltado para a estreia na Copa do Mundo, marcada para o dia 13 de junho, diante do Marrocos, pelo Grupo C.
Israel captura castelo de Beaufort, no sul do Líbano
Por Folhapress
Tropas israelenses capturaram o castelo de Beaufort, de 900 anos, no sul do Líbano, afirmou o Exército israelense neste domingo (31), em um avanço significativo contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã, apesar do cessar-fogo anunciado há mais de seis semanas.
A ação, que tomou também o cume rochoso do castelo, próximo à fronteira dos países, ocorreu após um dos dias mais intensos de disparos do Hezbollah em direção ao norte de Israel desde o cessar-fogo de abril, o que provocou o fechamento de escolas e restrições.
A operação, segundo o Exército, teve como foco estabelecer o controle do cume de Beaufort e da área de Wadi al-Saluki, além de enfraquecer o Hezbollah e sua infraestrutura, estabelecida sob orientação iraniana.
O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu definiu a captura de Beaufort como uma "mudança drástica" na ofensiva do Líbano.
Um soldado israelense foi morto, informou o Exército. Não houve comentários imediatos do Líbano ou do Hezbollah.
A captura do castelo medieval e do seu cume amplia a presença de Israel no Líbano, enquanto a frente militar permanece ativa, mesmo com um cessar-fogo paralelo em vigor na guerra mais ampla contra o Irã.
Beaufort tem valor simbólico e estratégico no conflito. Por ser o ponto mais elevado na região permite a observação de grande parte do sul do Líbano e do norte de Israel, de onde ataques foram lançados contra áreas residenciais israelenses.
O castelo já foi ocupado por 18 anos por Israel, de 1982 a 2000, e se tornou um marco da invasão no Líbano à época. Naquele momento, a ofensiva era contra os guerrilheiros da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).
Em junho de 1982, Beaufort foi tomado por uma unidade de elite da Brigada Golani depois de um combate intenso.
O passado do castelo, construído no século 12 por cruzados, também é marcado por conflitos. Beaufort trocou de mão várias vezes durante as Cruzadas, justamente por sua posição estratégica.
Com o passar dos séculos e diferentes ocupações, o local ganhou uma série de túneis, galerias subterrâneas e trincheiras, usados para proteção e ataques.
Pela importância histórica, o Líbano entregou uma candidatura de Beaufort e outros castelos da região à Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 2025.
Neste domingo, o Exército israelense alertou os civis libaneses que vivem ao sul do rio Zahrani para que deixem a região, avisando que as operações contra o Hezbollah serão intensificadas no local.
"Moradores do sul do Líbano, vocês devem se deslocar imediatamente para o norte do Zahrani", publicou nas redes sociais o porta-voz em árabe da corporação, Avichay Adraee.
Um ataque israelense perto de um hospital em Tiro, também no sul do Líbano, feriu 13 funcionários neste domingo, disse o Ministério da Saúde libanês. O ataque aéreo nas proximidades do hospital Hiram causou também danos significativos ao local, afirmou o governo em comunicado.
O Hezbollah entrou na guerra dos EUA e Israel contra o Irã disparando foguetes e drones contra Israel no dia 2 de março, dias após o início do conflito com o Irã. Israel passou a tentar afastar o grupo apoiado pelo Irã de sua fronteira norte.
O Hezbollah "realizou numerosos ataques" a partir do cume de Beaufort, disse o Exército, acrescentando que suas tropas estavam operando contra a infraestrutura de lançamento na área, de onde "centenas de projéteis foram disparados contra civis israelenses e soldados das IDF [Forças de Defesa de Israel]".
Tropas israelenses também estavam operando perto de Nabatieh, importante reduto do Hezbollah no sul do Líbano, informou o Exército.
Após a tomada do castelo medieval de Beaufort, a França solicitou neste domingo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, disse o ministro das Relações Exteriores francês.
"Embora reconheçamos o direito de Israel, como o de todos os países, à autodefesa (...), nada pode justificar a continuação das operações militares israelenses no Líbano e sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês", disse Jean-Noel Barrot.
Um investigador da Polícia Civil da Bahia é apontado como autor de um feminicídio seguido de suicídio ocorrido na madrugada deste domingo (31), no município de Araci, na região sisaleira do estado.
De acordo com informações do Alô Juca, Jefferson de Araújo Costa, de 54 anos, lotado na Delegacia Territorial de Araci e integrante da turma de 2000 da corporação, teria efetuado disparos de arma de fogo contra a esposa, Deuziana de Oliveira da Silva, de 34 anos. Em seguida, ele tirou a própria vida.
O caso aconteceu em um restaurante localizado na Praça Tanque da Nação, na zona urbana da cidade. Policiais militares foram acionados após uma denúncia informar que um homem e uma mulher estavam caídos no interior do estabelecimento, aparentemente vítimas de disparos de arma de fogo.
Ao chegarem ao local, os agentes encontraram o casal sem sinais vitais. A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela perícia e remoção dos corpos. A motivação do crime ainda não foi esclarecida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.