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Acidente em estrada vicinal de Jiquiriçá deixa três mortos e três feridos da mesma família
Por Redação
Um grave acidente de trânsito em uma estrada vicinal do município de Jiquiriçá resultou na morte de três pessoas e deixou outras três feridas na noite de sábado (7). As vítimas pertenciam à mesma família e retornavam de um passeio na Cachoeira de Zé Viana no momento da ocorrência.
De acordo com as informações do Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, o condutor perdeu o controle da direção, fazendo com que o veículo saísse da pista e colidisse contra um cajueiro. Com o impacto, um dos ocupantes ficou preso às ferragens com traumatismo craniano.
Três dos ocupantes não resistiram aos ferimentos e morreram no local: Cláudia Queiroz, seu filho Emanuel Queiroz e um homem que ainda não teve a identidade confirmada. Outras três pessoas foram resgatadas com ferimentos e encaminhadas ao Hospital Júlia Maia, em Jiquiriçá: Ivanilson, Samila Santos Cruz e seu filho, a criança Gabriel Santos.
A ocorrência mobilizou equipes de saúde e de segurança de Jiquiriçá e do Recôncavo Baiano. Os corpos foram removidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santo Antônio de Jesus, e as circunstâncias e causas da colisão estão sob apuração das autoridades competentes.
'Cidade de Deus' chega à segunda temporada com milícia e políticos corruptos
Por Alessandra Monterastelli | Folhapress
Em certo momento da segunda temporada de "Cidade de Deus: A Luta Não Para", Berenice, na pele da atriz Roberta Rodrigues, sai pelas ruas da favela para falar com moradores. Ela quer se aproximar de eleitores e disputar terreno com seu oponente, o vereador Israel, envolvido com a milícia e o crime organizado.
Ainda que ambientada em 2004, a trama toca em problemas contemporâneos, como a segurança pública e o envolvimento entre políticos e milícias. São assuntos atuais e frescos na memória após o período eleitoral.
Com a nova leva de episódios, "Cidade de Deus", da HBO Max, tenta manter seus fãs entretidos dois anos após a estreia. A primeira temporada terminou com o assassinato de Lígia, jornalista que investigava a articulação entre a milícia, políticos e traficantes na comunidade. Seu parceiro Buscapé, vivido por Alexandre Rodrigues, decide desvendar a articulação criminosa para vingar a amiga.
Jerusa, vivida por Andréia Horta, procura Israel para começar um novo negócio na Cidade de Deus. A empreitada serve a Reginaldo, secretário de segurança pública corrupto, que quer aumentar sua influência no território. Seus capangas invadem a favela, território disputado pelos traficantes liderados por Geninho.
"A série conversa muito com o momento em que estamos vivendo, em relação a golpes e ligações políticas com pessoas erradas. A arte brasileira sempre esteve no lugar de denúncia, de falar sobre o nosso tempo", diz Rodrigues, atriz que interpreta Berenice.
Quando estreou há dois anos, o seriado deu continuidade ao filme de 2002, um dos mais importantes para o cinema nacional. O longa de Fernando Meirelles e Kátia Lund atingiu plateias internacionais e popularizou uma imagem do Brasil para os estrangeiros. Com o passar dos anos, críticos apontaram que o filme romantizou a violência e estereotipou as favelas.
A série retoma o confronto entre bandidos e policiais, mas se propõe a mostrar outros enredos dentro da favela. Dinâmicas familiares, romances e o enfrentamento do crime sem armas também ganham tempo de tela.
A produção estreou já como um título conhecido, atraindo entusiastas do filme. Por outro lado, é preciso lidar com a comparação árdua em relação ao antecessor, um fenômeno cultural.
"O impacto de uma obra hoje está mais pulverizado", diz Matheus Nachtergaele. O ator encarnou o traficante Sandro Cenoura no longa de Meirelles. O personagem retorna na segunda temporada da série.
"Aquilo que acontecia com os filmes há 20 anos nem tem mais como acontecer. Hoje temos uma explosão de telas. Talvez os filmes eternos da vida serão os filmes que vêm antes dessa digitalização massiva", afirma, sobre a competição pela atenção entre celulares, tablets e televisores. "Acho que isso não tira o valor artístico."
"Cidade de Deus", a série, enfrenta a tensão instaurada após o cancelamento de "Cangaço Novo" pelo Prime Video, em setembro. A produção foi considerada um marco para o audiovisual brasileiro por criar um faroeste nordestino autêntico e com personagens complexos. Seu fim foi justificado pela plataforma por falta de audiência.
"Precisamos efetivamente comunicar com um número considerável de espectadores para que uma próxima temporada aconteça", diz Aly Muritiba, sobre a negociação com as plataformas de streaming. O diretor de "Cidade de Deus" também trabalhou na primeira temporada de "Cangaço Novo". Ele avalia que o tempo longo entre uma temporada e outra pode enfraquecer o interesse do público.
Silvia Fu, uma das produtoras da O2 responsável por "Cidade de Deus", diz que, quando as gravações de uma temporada terminam, a próxima já começa a ser escrita. Se ela vai sair ou não do papel, porém, depende dos números de espectadores dos capítulos que vão ao ar primeiro. "Se uma série não é renovada, é porque ela não teve o número de views suficientes para se bancar seu custo. É um sufoco pra gente."
O desafio é trazer para o streaming espectadores acostumados às novelas da TV aberta. "Tem um trabalho de formação de público grande ainda. Há nichos que ainda não conseguimos ocupar, como os de gênero", afirma Fu. Ela cita, por exemplo, o sucesso crescente de séries de terror, como as americanas "Carrie, a Estranha" e "It: Bem-Vindos a Derry".
CIDADE DE DEUS: A LUTA NÃO PARA
- Onde Disponível na HBO Max
- Classificação 16 anos
- Elenco Com Alexandra Rodrigues, Roberta Rodrigues, Andréia Horta e Matheus Nachtergaele
- Produção Brasil, 2026
- Direção Aly Muritiba
O governo do Irã executou, neste domingo (8), três homens condenados por participação em ações armadas e atos de violência durante a onda de protestos que atingiu o país em janeiro deste ano, informou a imprensa oficial iraniana.
De acordo com a mídia estatal, os executados também foram considerados culpados de atuar em operações articuladas com os serviços de inteligência dos Estados Unidos e de Israel. As autoridades locais não divulgaram a identidade dos homens nem detalharam o processo judicial que levou às condenações.
Os protestos de janeiro resultaram na prisão e no julgamento de dezenas de manifestantes sob acusações que variam de atentado à segurança nacional a cooperação com potências estrangeiras. Até o momento, governos ocidentais e organizações internacionais de direitos humanos não se manifestaram oficialmente sobre as execuções deste domingo.
Policiais militares do Batalhão de Policiamento Tático - Baía de Todos-os-Santos (BPT-BTS) apreenderam um fuzil após um confronto armado na localidade da Gamboa, em Salvador, na madrugada deste domingo (8). Confira:
A ação teve início após o Centro Integrado de Comunicações (Cicom) emitir um alerta sobre a presença de aproximadamente dez homens armados, encapuzados e vestindo coletes balísticos, que efetuavam disparos no local.
Ao chegarem à comunidade, as equipes constataram a verificação dos disparos e iniciaram as buscas pela região. Durante as diligências, as guarnições localizaram o grupo armado, momento em que os suspeitos reagiram à abordagem policial, dando início a uma troca de tiros.
Após o fim do confronto, os policiais realizaram uma varredura na área e encontraram um dos homens baleado, portando um fuzil preso ao corpo por uma bandoleira. O indivíduo ferido foi socorrido imediatamente pelos agentes e encaminhado ao Hospital Geral Ernesto Simões Filho para receber atendimento médico.
A ocorrência prossegue em andamento, e guarnições da Polícia Militar mantêm as buscas e diligências ostensivas na região da Gamboa para identificar e localizar os demais integrantes do grupo que fugiram durante a ação.
O avanço nos registros de casos graves de Covid-19 acendeu um sinal de alerta para os órgãos de saúde no estado de São Paulo. Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) revelam que, até o final de outubro, o território paulista contabilizou 1.328 ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) decorrentes da infecção pelo coronavírus. O balanço oficial aponta ainda a necessidade de suporte avançado para 429 pacientes que demandaram internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).
A evolução para a Síndrome Respiratória Aguda Grave representa o agravamento do quadro infeccioso, caracterizado pelo comprometimento severo da capacidade respiratória e pela dependência de leitos hospitalares. Os indicadores epidemiológicos evidenciam a circulação ativa do vírus e reforçam o risco elevado para públicos prioritários, como idosos, portadores de enfermidades crônicas, imunossuprimidos e pessoas com esquemas vacinais desatualizados.
Diante do cenário, autoridades sanitárias reiteram a importância da vacinação contínua e do diagnóstico precoce como principais mecanismos para mitigar hospitalizações e óbitos. A recomendação médica orienta a busca imediata por unidades de saúde ao surgirem sinais de complicação, incluindo falta de ar, dores no tórax e queda acentuada no estado geral do paciente.
Como medidas complementares de contenção comunitária, a secretaria reforça protocolos de etiqueta respiratória, como o isolamento preventivo em caso de sintomas, higienização frequente das mãos e ventilação contínua de ambientes fechados. A manutenção do monitoramento nas redes hospitalares busca conter a taxa de ocupação dos leitos de UTI e assegurar assistência aos infectados.
Cemitérios sob concessão de São Paulo têm mato alto, túmulos quebrados e banheiros sujos
Por Tatiana Cavalcante, Barbara Sá e Tulio Kruse | Folhapress
Cemitérios concedidos à iniciativa privada na cidade de São Paulo apresentam um cenário de quase abandono: sepulturas violadas, mato alto, banheiros sujos sem água nem sabão, vias esburacadas e acúmulo de entulho.
A degradação afeta a circulação de visitantes, a localização de túmulos e a infraestrutura básica oferecida à população, além de expor os frequentadores a abordagens informais de flanelinhas e ao apelo comercial ostensivo com venda de planos funerários no entorno dos velórios.
Em 2023, a rede pública com 22 cemitérios municipais e o crematório Vila Alpina foi concedida por um período de 25 anos, até 2048, a quatro consórcios de empresas privadas: Consolare, Cortel, Grupo Maya e Velar.
Os contratos de concessão exigem que as empresas mantenham as áreas comuns e quadras limpas e com grama aparada, garantam sanitários higienizados e gratuitos com água e papel, conservem calçadas e vias pavimentadas, instalem placas de sinalização legíveis e ofereçam segurança patrimonial ativa.
A Folha visitou seis cemitérios da capital paulista, além do Crematório Vila Alpina, nos dias 21 e 22 de outubro e retornou aos mesmos locais em 2 e 3 de novembro.
A pior situação encontrada foi a do Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte, administrado pela Cortel.
O mato alto encobria as sepulturas, impossibilitando a localização dos túmulos, inclusive na área dos jazigos particulares. Também havia acúmulo de sujeira.
O banheiro feminino exalava odor forte, não tinha água nas três pias e faltava sabão. As vias asfaltadas acumulavam lama, as placas indicativas estavam enferrujadas e desgastadas e as placas dos túmulos e gavetas apresentavam nomes apagados.
A contadora Adriana Moraes, 58, afirmou ter de lidar com o problema de perto. A mãe dela morreu em 2022, antes da concessão do serviço, e ali foi enterrada. Um ano depois, Adriana comprou um jazigo particular no local atraída pela promessa de um cemitério em estilo jardim. "Mas o que encontrei foi mato alto e sujeira."
Ao tentar agendar a exumação do pai, morto em agosto de 2023, após a concessão, Adriana disse ter sido informada de que não há mais vagas para exumações em 2026 e que terá de retornar em janeiro.
Em nota, a Cortel SP afirmou que regularizou a situação do banheiro feminino e programou capina das quadras. A empresa disse que intervenções nas vias dependem de aprovação de plano e que chuvas causaram deslocamentos de terra, além de afirmar que a limpeza interna e o reparo de construções particulares cabem aos cessionários, segundo decreto municipal.
Sobre as exumações, disse que os procedimentos seguem cronograma por força-tarefa, com previsões até janeiro de 2027 devido ao alto volume. A SP Regula, agência reguladora da Prefeitura de São Paulo, afirmou que investiga a situação das exumações.
Na zona leste, o Vila Formosa, da Consolare, tinha mato alto entre as sepulturas, sacos de lixo e entulho no chão na primeira visita da reportagem. Na segunda ida ao local, o mato estava cortado e não havia lixo. O cemitério, no entanto, reunia túmulos abertos, placas apagadas e excesso de propaganda de jazigos e planos na entrada dos velórios, o que incomodou familiares.
A Consolare afirmou que a zeladoria no Vila Formosa é organizada por quadras com recolhimento diário. Sobre a oferta de jazigos e planos funerários, disse que os materiais seguem regras do poder concedente, mas serão reavaliados. A concessionária acrescentou que o local conta com vigilantes, apoio da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e cobrança de estacionamento autorizada.
Na mesma região, o complexo Vila Alpina, da Velar SP, tinha um contraste: enquanto o cemitério São Pedro apresentava mato alto, sujeira nas vias, falta de placas e somente banheiros químicos, o crematório Vila Alpina, logo ao lado, contava com instalações limpas, banheiros em bom estado e ambiente silencioso.
Sobre o cemitério São Pedro, a Velar SP disse que a limpeza é permanente e setorizada, podendo gerar defasagens pontuais devido à extensão de 226 mil m² e às fortes chuvas. A concessionária afirmou que as reformas buscam melhorias previstas em contrato e ocorrem de forma isolada, prevendo a entrega de seis salas de velório em novembro e que os banheiros químicos atendem adequadamente até a conclusão das obras.
Na zona oeste, o cemitério do Araçá, da Cortel, tinha jazigos abertos, trechos do piso de concreto quebrados e restos de reformas acumulados nos muros.
A Cortel disse que os resíduos perto do muro são resultado de chuvas e obras de reparo e já foram removidos. Afirma ainda que recupera o pavimento com prioridade para áreas de maior circulação e fechou um jazigo em ruína após fiscalização.
No centro, o cemitério da Consolação, da Consolare, o problema era a falta de sinalização e a numeração confusa das quadras. Além disso, o portão principal estava quebrado e ficava fechado.
A escassez de placas e a falta de atualização das que existem complicavam a localização de sepulturas e jazigos, inclusive de quem vai ao local para ver os túmulos de personalidades, como da pintora Tarsila do Amaral (1886-1973), do advogado abolicionista Luiz Gama (1830-1882) e do escritor Monteiro Lobato (1882-1948).
"O cemitério é lindo e muito bem cuidado, mas falta um pouco mais de indicações para localizarmos esses túmulos", disse a cuidadora gaúcha Katia Panisson, 53, que circulava pelo local a turismo e se deparou, por acaso, com o jazigo de Domitila de Castro Canto e Melo, a marquesa de Santos (1797-1867).
A Consolare afirmou que o restauro do portão principal do Consolação integra plano aprovado por órgãos de preservação e que o acesso ocorre pela lateral. A empresa disse que a zeladoria das áreas comuns é permanente, mas lembrou que a manutenção de placas individuais e jazigos cabe aos responsáveis.
O melhor cemitério encontrado pela reportagem foi o Campo Grande, do Grupo Maya, na zona sul. O local estava limpo e organizado, havia cadeira de rodas à disposição na recepção, placas novas e seguranças. No estacionamento (gratuito), no entanto, havia a presença de flanelinhas e alguns pontos com limo no chão.
O Grupo Maya afirmou que a atuação de flanelinhas ocorre fora do perímetro de sua gestão, mas aciona a GCM e a Polícia Militar quando necessário. Sobre o limo, afirmou que a arborização e as chuvas favorecem a formação, mas realiza uma força-tarefa com maquinário específico para remoção.
Ao ser questionada a respeito dos problemas encontrados nos cemitérios, a SP Regula afirmou que a concessão à iniciativa privada trouxe avanços na qualidade do atendimento, como enterros gratuitos para inscritos no CadÚnico, vulneráveis e doadores de órgãos. A agência municipal disse que realiza fiscalizações contínuas e que, desde outubro de 2024, aplicou 75 multas e advertências por falhas de manutenção e zeladoria.
Uma intensa troca de tiros assustou os moradores do bairro de São Caetano, em Salvador, nas primeiras horas da madrugada deste domingo (8). Os disparos de arma de fogo foram registrados por residentes nas proximidades da Ladeira do Cacau e da localidade conhecida como Capelinha de São Caetano.
De acordo com o Alô Juca, um grupo composto por mais de 20 homens armados, apontados como integrantes do tráfico de drogas local, transitou pela região efetuando múltiplos disparos. A sequência de tiros provocou pânico na comunidade, e diversos moradores relataram ter ficado impedidos de dormir durante o confronto.
Veja o vídeo:
A região onde ocorreu o episódio é patrulhada por equipes da 9ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Até a última atualização do caso, não havia registro oficial de suspeitos presos nem de feridos ou mortos decorrentes da troca de tiros.
A Polícia Civil e as forças de segurança pública monitoram a área afetada para identificar os envolvidos no tiroteio e restabelecer a ordem no bairro. As circunstâncias e a motivação do confronto seguem sob apuração dos órgãos de segurança.
O Bahia está eliminado da Copa do Brasil Feminina. As Mulheres de Aço perderam por 3 a 2 para o Flamengo, na noite deste sábado (7), no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, pelo jogo de volta da semifinal. Como a partida de ida, disputada na Arena Fonte Nova, terminou empatada em 0 a 0, o resultado garantiu a classificação da equipe carioca para a decisão.
O Mengão abriu o placar logo aos três minutos do primeiro tempo. A zagueira Núbia aproveitou o posicionamento adiantado da goleira Yanne e acertou um chute de longa distância, praticamente do meio de campo, para marcar um golaço. O Esquadrão reagiu e chegou ao empate aos 36 minutos. Wendy sofreu pênalti, e Cássia cobrou para deixar o placar igualado antes do intervalo.
Na volta para o segundo tempo, porém, o time carioca retomou a vantagem com Fernandinha, aos três minutos. Aos 38 minutos, Fabiola Sandoval, ex-jogadora do Bahia, ampliou para o Flamengo. O Tricolor ainda tentou uma reação e diminuiu aos 42 minutos, com Ellen, mas não conseguiu evitar a eliminação.
Com o resultado, o Bahia se despede da competição na semifinal pelo segundo ano consecutivo. O Flamengo, por sua vez, aguarda o vencedor do confronto entre Internacional e Red Bull Bragantino para conhecer seu adversário na decisão.
PRÓXIMO COMPROMISSO
Eliminado do torneio nacional, o Bahia volta as atenções para a final do Campeonato Baiano Feminino. As Mulheres de Aço enfrentam o Vitória em dois jogos, previstos para quarta-feira (11) e sábado (14), com horários ainda a serem definidos.
MPT pede indenização de R$ 1 milhão contra vereadora do Paraná por incitar assédio eleitoral
Por Redação
O Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR) ajuizou uma ação civil pública contra a vereadora de Londrina Jéssica Ramos Moreno, conhecida como Jessicão, por incitação ao assédio eleitoral nas redes sociais. O órgão pede a remoção imediata da publicação, a proibição de novos conteúdos discriminatórios no ambiente de trabalho e o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos.
A ação foi motivada por mais de 100 denúncias recebidas pelo MPT-PR após uma postagem realizada pela parlamentar na plataforma X (antigo Twitter) no dia 25 de outubro. No texto, a vereadora, que foi a deputada estadual mais votada do Paraná nas últimas eleições, incentivava empresários a demitirem trabalhadores que tivessem votado em candidatos opostos à sua orientação política.
Com mais de 200 mil seguidores na rede social, a publicação da parlamentar ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações em poucas horas. Segundo o MPT-PR, a métrica de alcance serviu de base para o cálculo da indenização pedida, fixada em R$ 1,00 por visualização.
Para os procuradores do Trabalho, a mensagem extrapolou os limites da liberdade de manifestação ao fazer apologia à discriminação ideológica na manutenção de empregos. A instituição destacou que o alto alcance da publicação tinha potencial de autorizar ou induzir a prática de assédio eleitoral por parte de múltiplos empregadores, violando a dignidade, a igualdade e a liberdade de consciência garantidas aos trabalhadores pela Constituição Federal.
Caso a condenação seja mantida pela Justiça, o valor da indenização será destinado a fundos de proteção ao trabalhador (como o FAT ou o Fundo de Defesa de Direitos Difusos) ou direcionado a entidades sociais filantrópicas com projetos rastreáveis na área trabalhista.
Interpol inclui desembargadora baiana condenada na Operação Faroeste na lista de procurados
Por Redação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a inclusão dos nomes da desembargadora aposentada Sandra Inês Rusciolelli e de seu filho, o advogado Vasco Rusciolelli, na Difusão Vermelha da Interpol, sistema internacional de busca e prisão de foragidos. Segundo informações do G1, a medida foi tomada após o Ministério Público Federal (MPF) confirmar que ambos deixaram o Brasil com destino a Lisboa, em Portugal, logo após serem condenados por envolvimento no esquema de venda de sentenças investigado pela Operação Faroeste.
A decisão foi assinada pelo ministro Og Fernandes, relator do caso, que também autorizou os trâmites para um eventual pedido de extradição. De acordo com o STJ, Sandra Inês e Vasco foram condenados pela Corte Especial a penas de 14 anos e 13 anos de prisão, respectivamente, em regime inicial fechado, pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Segundo os autos, a dupla viajou para Portugal em 21 de setembro. A tentativa de localização ocorreu em outubro, quando um oficial de Justiça tentou cumprir uma diligência no endereço fornecido pelos próprios condenados em agosto. No local, o porteiro do edifício afirmou que a desembargadora aposentada nunca havia residido ali. Durante a diligência, o oficial conseguiu contato telefônico com Vasco, mas o advogado desligou a ligação ao ser informado sobre a origem da chamada.
Para o relator, a mudança não informada e a viagem internacional configuram indícios concretos de tentativa de fuga e descumprimento de cautelares. Anteriormente, os investigados haviam sido beneficiados com a substituição da prisão preventiva por monitoramento eletrônico e, posteriormente, por medidas que exigiam a manutenção do endereço atualizado perante a Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.