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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu, nesta terça-feira (16), um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV, produzida pelo Instituto Butantan. A medida foi oficializada na Portaria nº 715/2026.
De acordo com a publicação, cabe ao novo colegiado coordenar e dar suporte técnico às atividades de um painel de especialistas, responsável por analisar dados clínicos de eventos adversos notificados após a aplicação do imunizante.
O grupo de trabalho atuará na avaliação de informações complementares apresentadas pelo detentor do registro da vacina e na consolidação de dados necessários para revisar o perfil de risco e benefício do produto.
O grupo será formado por representantes de diferentes áreas da Anvisa, incluindo setores responsáveis por produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária, além de diretorias da agência.
Há previsão de participação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, como convidado nas atividades.
O painel de especialistas terá caráter consultivo e será formado por profissionais externos à agência, escolhidos com base em critérios de qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflito de interesses.
DECISÃO
A portaria estabelece que as conclusões do grupo de trabalho e do painel de especialistas servirão como subsídio técnico para decisões da Diretoria Colegiada da Anvisa, responsável pelas deliberações finais.
O grupo terá duração indeterminada e poderá permanecer em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento e análise relacionados à segurança da vacina.
Pesquisadores da Fiocruz Bahia identificaram a circulação silenciosa do Trypanosoma cruzi, parasita causador da doença de Chagas, em Salvador. A enfermidade pode ser assintomática por anos, mas provoca graves lesões cardíacas e digestivas na fase crônica.
O estudo, publicado na revista Acta Tropica sob coordenação de Fred Luciano Neves Santos, utilizou cães domésticos como "sentinelas" nos bairros Alto do Cabrito e Marechal Rondon. Dos animais testados, nove apresentaram anticorpos contra o parasita (taxa de 5,1%). A infecção em áreas vulneráveis e sem saneamento adequado indica risco de transmissão pelo "barbeiro", o inseto vetor.
A análise associou a infecção à idade avançada dos cães, sugerindo exposição cumulativa ao parasita. Como nenhum animal manifestou sintomas clínicos, os autores alertam para o caráter oculto da transmissão e destacam que os dados são preliminares.
Segundo informações do Ministério da Saúde, obtido pelo jornal O Globo, de 1,9 a 4,6 milhões de brasileiros vivem com a doença de Chagas, a maioria sem diagnóstico, o que inviabiliza o tratamento precoce. O cenário em Salvador não é isolado.
Outro mapeamento da Fiocruz, publicado na PLOS Neglected Tropical Diseases, revelou que 11,6% de um grupo de risco testado em Feira de Santana contraiu a infecção. A maioria dos casos estava ligada à migração de áreas endêmicas e à presença do vetor nas residências. Ambos os estudos reforçam a necessidade urgente de expandir a vigilância epidemiológica na Bahia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve vir a Alagoinhas, no Agreste baiano, no dia 1° de julho, data marcada para a inauguração do novo Hospital Regional do Litoral Norte. Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, o local será a primeira unidade hospitalar do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) entregue no país.
A estrutura contará com 190 leitos, incluindo 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de serviços especializados nas áreas de oncologia, cardiologia, neurologia, neurocirurgia, hemodinâmica e traumato-ortopedia. A agenda em Alagoinhas marcará a primeira visita oficial de Lula ao município desde o início do atual mandato presidencial, iniciado em 2023.
Uma das passagens mais conhecidas de Lula na cidade ocorreu em novembro de 2013, quando participou da inauguração da unidade da cervejaria Itaipava, na condição de ex-presidente. Ainda segundo o site, a unidade também abrigará a primeira UTI pediátrica da região e a expectativa é que o hospital atenda moradores de 34 municípios das regiões de saúde de Alagoinhas e Ribeira do Pombal.
O custo da obra supera R$ 187 milhões, e a previsão é de que mais de mil empregos diretos sejam gerados com o funcionamento da unidade.
Além de Lula, a cerimônia deverá contar com a presença de autoridades dos governos federal e estadual, entre elas o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar.
Terceira gestão assume operação do Hospital Regional de Porto Seguro após duas rescisões em 9 meses
Por Eduarda Pinto
A empresa S3 Gestão em Saúde assumiu, a partir desta segunda-feira (15), a gestão do Hospital Regional Deputado Luís Eduardo Magalhães (HRDLEM), em Porto Seguro. A empresa, que é a terceira organização a comandar o hospital nos últimos nove meses, iniciou a operação da unidade após uma série de protestos trabalhistas e inconformidades administrativas que marcaram as duas últimas gestões.
O contrato de gestão da S3 Gestão em Saúde, divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE), possui um valor global estimado em R$ 297.309.515,88 (duzentos e noventa e sete milhões, trezentos e nove mil, quinhentos e quinze reais e oitenta e oito centavos) para o custeio geral da operação do hospital, além de R$ 1.327.267,50 (um milhão, trezentos e vinte e sete mil, duzentos e sessenta e sete reais e cinquenta centavos) destinados especificamente para o pagamento de órteses, próteses e materiais especiais (OPME).
A mudança foi formalizada por meio da Portaria Nº 769, assinada pela Secretária da Saúde da Bahia (Sesab), em 12 de junho de 2026, e também divulgada por meio de publicação no Diário Oficial do Estado. A medida formaliza que a gestão e a execução dos serviços do hospital saem do Instituto Setes (antigo Instituto Vida Forte) e passam para a Associação de Proteção à Maternidade e Infância Ubaíra - S3 Gestão em Saúde.
O Hospital Luís Eduardo Magalhães é uma das referências em atendimento hospitalar da região da Costa do Descobrimento. A unidade desempenha papel estratégico nos atendimentos de urgência e emergência, internações e procedimentos especializados.
Conforme a portaria, a Sesab também formou uma Comissão de Transição para a mudança de gestão, na qual os membros nomeados devem trabalhar em conjunto com ambas as instituições para garantir que a troca de administração ocorra sem interrupções nos atendimentos à população. A comissão também deve realizar o levantamento descritivo das atuais condições da referida unidade de saúde e produzir um inventário de materiais e insumos presentes no local.
Em posicionamento oficial, a secretária Roberta Santana chegou a destacar que “a equipe de transição não sairá do hospital enquanto a nova organização social não assumir por completo a gestão da unidade e todos os serviços estiverem funcionando plenamente".
Acontece que a mudança em curso é apenas um dos desdobramentos de uma série de acontecimentos que impactam diretamente a unidade há cerca de nove meses - ou o equivalente a 258 dias.

Foto: Reprodução / Radar News
MANIFESTAÇÕES E INCONFORMIDADES
As complicações na gestão do Hospital Regional tiveram início em setembro de 2025, ainda na primeira gestão, do Instituto de Gestão e Humanização (IGH). No dia 30 daquele mês, a Sesab formalizou a suspensão do contrato do instituto após verificar dificuldades da organização social em manter a capacidade operacional diante da alta demanda de atendimentos.
Ainda segundo a pasta, relatórios de monitoramento apontaram superlotação frequente na emergência, atrasos em cirurgias, além de falta de insumos e medicamentos, fatores que comprometeram a qualidade do atendimento.
Menos de dois meses depois da primeira “troca” de gestão, no dia 1° de dezembro do ano passado, a equipe médica de obstetrícia do Hospital Deputado Luís Eduardo Magalhães pediu demissão em massa, devido à redução salarial proposta pelo Instituto Setes, que assumiu a operação, e à falta de pagamento de verbas rescisórias por parte da gestão anterior, o Instituto de Gestão e Humanização (IGH).
Em resposta ao protesto, que fragilizou uma das principais alas de atendimento do hospital, a Sesab acionou órgãos como o Conselho Regional de Medicina (Cremeb) e o Ministério Público, solicitando fiscalização e medidas que confirmassem a permanência dos profissionais na unidade. O órgão estadual atuou ainda na mediação junto ao Instituto Setes para a contratação de um novo grupo de obstetras para manter a escala de trabalho e garantir a assistência a gestantes e recém-nascidos no Hospital Regional.
Já em 2026, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) notificou o Instituto Setes para realizar o encerramento de contrato da gestão do HRDLEM. Entre os pontos levantados constavam a suposta falta de funcionamento do aparelho de tomografia, deficiência no abastecimento de materiais e medicamentos, problemas no enxoval hospitalar e atrasos no pagamento de honorários médicos.
Os desdobramentos da gestão da unidade deram início a uma “disputa política” em torno da gestão regional de saúde. De um lado, a secretária estadual indicou – ainda na época da gestão do IGH – que, segundo a classificação de risco, cerca de 52% dos pacientes atendidos na emergência poderiam ser tratados na Atenção Primária dos municípios da região, sendo a maioria dos casos vindos de Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália.
O entendimento da Sesab era de que a suposta fragilidade no atendimento primário, de responsabilidade das gestões municipais, teria causado a superlotação do Hospital Regional. Por outro lado, a Prefeitura de Porto Seguro, comandada por um opositor do governo estadual, o prefeito Jânio Natal (PL), chegou a publicar um vídeo, em março deste ano, no qual descrevia a precariedade no Hospital Regional, citando falta de insumos básicos, como fios cirúrgicos e medicamentos, além de atrasos salariais.

Foto: Márcio Rocha / GOV-BA
Na ocasião, o prefeito de Porto Seguro afirmou que “não tem remédio, não tem insumos, não tem material para fazer cirurgia". "Tem pessoas que vão para a sala cirúrgica, chegam lá e não tem fio cirúrgico, e as pessoas retornam para o seu leito e na verdade ficam lá dois, três meses aguardando este material”. Segundo Jânio, o município de Porto Seguro repassa mais de R$ 12 milhões por ano ao hospital.
Ele cita ainda que o conjunto de municípios da 8ª Região de Saúde, que inclui Belmonte, Eunápolis, Guaratinga, Itabela, Itagimirim, Itapebi e Santa Cruz Cabrália, soma cerca de R$ 30 milhões em transferências.
A Sesab respondeu às acusações em nota oficial. Segundo a entidade, “a Prefeitura de Porto Seguro não repassa um centavo sequer ao Hospital Regional”. “Os R$ 12,5 milhões que o prefeito tenta apresentar como contribuição da Prefeitura são, na verdade, recursos do Governo Federal repassados ao Fundo Estadual de Saúde da Bahia” (confira a nota oficial na íntegra).
Em posicionamento mais recente, a Secretaria declarou que, nos últimos três anos, o Governo do Estado investiu cerca de R$ 18 milhões na ampliação e qualificação do HRDLEM.
Foram abertos 20 novos leitos de UTI e foi entregue uma nova emergência com nove leitos de estrutura de estabilização, nova emergência pediátrica e nova emergência obstétrica. "Até o dia 19 vamos entregar mais 10 leitos de enfermaria. Entregaremos ainda um novo tomógrafo e um centro de endoscopia e colonoscopia", revelou Roberta Santana.
O Ministério da Saúde passará a inserir, no Sistema Único de Saúde (SUS) o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada.

Segundo informações da Agência Brasil, a combinação dos medicamentos é indicada a pacientes que, por condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento padrão com quimioterapia intensiva, sendo mais uma alternativa de terapia para esse público.
De acordo com Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15), a nova opção será disponibilizada na rede pública de saúde em 180 dias, conforme prevê norma federal que regula a incorporação de tecnologias no SUS.
A medida segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.
O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec.
LEUCEMIA
Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer sanguíneo originado na medula óssea, tecido responsável por produzir glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Quando há alguma mutação genética, esses componentes podem se transformar em células cancerígenas.
Na forma aguda, a doença se torna ainda mais fatal se não tratada de forma precoce. O diagnóstico nos primeiros estágios e o encaminhamento especializado são essenciais para bons resultados do tratamento.
Essa é a forma mais comum da leucemia aguda em adultos e atinge, principalmente, pacientes idosos.
A farmacêutica brasileira EMS começou a distribuir nesta segunda-feira (15) o medicamento Ozivy, caneta injetável à base de semaglutida indicada para adultos com diabetes tipo 2. O produto chega primeiro às principais redes farmacêuticas das capitais brasileiras, com previsão de cobertura nacional até julho.
A empresa apresenta o Ozivy como a primeira semaglutida produzida no Brasil por meio de síntese química a receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização. A Anvisa classificou o produto como medicamento novo, não genérico, similar ou biossimilar.
No lançamento, estão disponíveis duas apresentações: uma multidose para as fases iniciais do tratamento e uma caneta de manutenção na dose de 1 mg. Uma terceira apresentação, com duas canetas de 1 mg, deve ser lançada em julho.
Nas farmácias, o preço parte de R$ 452 por caneta na apresentação para a fase inicial do tratamento. A dose de manutenção de 1 mg custa R$ 498 por caneta.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta segunda-feira (15) a apreensão de medicamentos falsificados de hormônio de crescimento Criscy (somatropina), fabricado pela Cristália e unidades furtadas do remédio Kimmtrak, da Medison Pharm Brasil, usado para o tratamento de câncer ocular.
Segundo a agência, a Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos, responsável pelo Criscy, comunicou ter encontrado no mercado unidades do lote 22030133 com características inconsistentes com o produto original, como datas de fabricação e de validade divergentes e número de lote inexistente. Irregularidades que, segundo a Anvisa, configuram falsificação e não é possível garantir sua origem e segurança.
O outro caso diz respeito ao Kimmtrak, medicamento indicado para o tratamento de melanoma uveal metastático, um tipo raro de câncer ocular. Segundo a Medison Pharm Brasil, detentora do registro do produto no Brasil, unidades do lote 4A010AA27 identificadas no mercado são provenientes de um furto de carga ocorrido na Europa.
Em ambos os casos, a Anvisa proibiu a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos lotes envolvidos em todo o território nacional.
Proposta de aumento de piso salarial para médicos e dentistas gera preocupação na UPB
Por Francis Juliano
A União dos Municípios da Bahia (UPB) acompanha com "atenção" a proposta que reajusta o piso salarial de médicos e cirurgiões-dentistas. A medida foi aprovada no Senado e deve seguir para a Câmara dos Deputados antes da sanção da presidência da República.
Pelo texto, o piso salarial sai de R$3.636 para R$13.662 para jornada de 20 horas semanais, um aumento de 275,74%. Mesmo que o projeto indique que estados e municípios não precisem custear o aumento salarial das categorias com recursos próprios, a UPB se preocupa com garantias dos aportes.
O Fundo Nacional de Saúde (FNS) que seria responsável pelo custo teria função de apenas redistribuir recursos. Porém, a fonte dos mesmos ainda não foi definida.
A entidade afirma que a realidade do interior baiano, sobretudo dos municípios de pequeno porte e que dependem de transferências constitucionais, é distinta da vivenciada por municípios de estados com maior capacidade arrecadatória.
Em nota enviada ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (15), a UPB declarou que "a criação de obrigações permanentes sem a correspondente fonte de custeio amplia a pressão sobre os orçamentos municipais, já fortemente impactados pelo crescimento das despesas obrigatórias".
Na nota, a entidade diz que reconhece a relevância desses profissionais para a prestação dos serviços públicos de saúde e não questiona o mérito da valorização das categorias. No entanto, "defende que qualquer iniciativa de valorização profissional seja construída em diálogo com os municípios e acompanhada de mecanismos que garantam segurança jurídica, responsabilidade fiscal, equilíbrio das contas públicas e manutenção dos serviços prestados à população", pontuou.
O PL que vai para apreciação da Câmara dos Deputados tem impacto estimado em R$25,9 bilhões para os caixas das prefeituras, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM).
No entendimento da instituição, até agora não há garantia de que os Entes da Federação não serão impactados, já que ainda permanece a lacuna da fonte dos recursos, o que contraria a Emenda Constitucional 128, que veda a criação de despesas sem a indicação da fonte de custeio.
A redação do Bahia Notícias retrata-se em relação à matéria jornalística veiculada pelo portal Bahia Notícias em 28 de novembro de 2025, reconhecendo que a reportagem foi publicada sem que fosse oportunizado ao médico mencionado o exercício do direito de resposta de apresentar sua versão dos fatos antes da divulgação do conteúdo.
Reconhece, ainda, que as informações veiculadas não refletiam adequadamente a realidade fática, tendo sido baseadas em informações posteriormente verificadas como imprecisas e oriundas de fontes terceiras, circunstância que acabou por gerar repercussões negativas à imagem e à reputação profissional do médico.
Por essa razão, manifesta publicamente suas desculpas ao profissional pelos prejuízos decorrentes da divulgação da matéria.
Secretária anuncia ampliação de hospital em Vitória Conquista e rebate críticas de ACM Neto
Por Redação
A secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, disse que o Governo do Estado deve ampliar o Hospital Geral de Vitória da Conquista, no Sudoeste, em um investimento superior a R$ 84 milhões.
Ao Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, a secretária informou que a iniciativa prevê a construção de uma nova torre na ampliação da estrutura da unidade, com o objetivo de atender à crescente demanda de pacientes da região.
As informações foram detalhadas durante visita ao hospital na noite deste sábado (13). Na ocasião, a gestora realizou uma inspeção nas instalações da unidade antes de seguir para compromissos do Programa de Governo Participativo (PGP), em Itapetinga, também no Sudoeste.
Segundo a secretária, o processo licitatório para a obra está em fase final e a publicação do contrato deve ocorrer nos próximos dias. A expectativa é que, após a conclusão dessa etapa, seja emitida a ordem de serviço para o início das intervenções.
Ainda em Conquista, Roberta Santana criticou as falas do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) em relação às regulações.
"Bom, primeiro falar que o opositor ele precisa conhecer o processo regulatório. A regulação não foi inventada pelo Estado da Bahia, a regulação faz parte do componente do Sistema Único de Saúde, existe uma política nacional de regulação, todos os estados estão sujeitos à regulação. Ele precisa conhecer a rede. Estão falando de regionalização no estado de 417 municípios, sendo que 40% dos municípios têm menos de 20 mil habitantes. Então como é que ele fala que vai contratualizar leito de UTI no município que tem 5 mil habitantes? Então eu espero que ele estude, conheça o sistema e possa apresentar a melhoria significativa no sistema”, disse ao blog.