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Artigos

Paulett Furacão
A Santa Metafóra de Pinóquio Trans
Foto: Divulgação

A Santa Metafóra de Pinóquio Trans

Adentramos o mês da Visibilidade Transexuais e Travestis a qual dedica-se nacionalmente a luta por visibilidade e direitos civis, como: Acesso a Retificação do Pré Nome e gênero; Equidade no mercado de trabalho; Acesso a Saúde Integral; Combate a Violência Social, Institucional e Transfeminicídio; Direito a moradia dentre outras pautas.  Pensando na perspectiva a qual o segmento diariamente é submetido pela falta de acesso a políticas públicas e serviços essenciais.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

jair bolsonaro

Moraes nega visita de Valdemar e Malta a Bolsonaro
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a visita de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que é filiado ao partido e está preso em regime fechado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. 

 

Segundo informações da Agência Brasil, a decisão desta quinta-feira (29) decorre do fato de Valdemar estar sendo investigado por envolvimento com os mesmos fatos pelos quais Bolsonaro foi condenado.

 

“A autorização de contato direto entre investigado e condenado e procedimentos correlatos apresenta risco manifesto à investigação e foi vedada em decisão anterior”, escreveu Moraes. O ministro também negou o acesso do senador Magno Malta (PL-ES) a Bolsonaro. 

 

No caso de Malta, Moraes afirmou que não poderia autorizar a visita porque o congressista tentou dar uma “carteirada” e entrar na Papudinha, unidade em que Bolsonaro está preso, sem qualquer autorização prévia, conforme relatado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). “Tal conduta gera riscos desnecessários à disciplina do Batalhão e à segurança do próprio sistema de custódia, obstaculizando o deferimento do pedido”, escreveu o ministro.

 

Apesar das negativas, o ministro autorizou a visita de outros parlamentares ao ex-presidente, na mesma decisão. As visitas autorizadas pelo relator da execução penal de Bolsonaro foram as do deputado Hélio Lopes (PL-RJ), que é amigo pessoal do ex-presidente, e do senador Wilder Morais (PL-GO), bem como do empresário Luiz Antônio Nabhan Garcia. 

 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo cometimento de cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. 

 

CAMINHADAS E ASSISTÊNCIA RELIGIOSA
Ainda na mesma decisão, Mores autorizou Bolsonaro a deixar a cela de 64 metros quadrados para realizar caminhadas em trajetos predeterminados pela PMDF, que administra a Papudinha, unidade de detenção voltada para policiais onde foi instalada a Sala de Estado Maior em que Bolsonaro cumpre pena.

 

Outra autorização dada por Moraes foi para o acesso do padre Paulo Silva, que poderá prestar assistência religiosa ao ex-presidente nos horários normais de visitação da Papudinha, sem restrições. Antes, um bispo e um pastor já tinham sido autorizados.
 

Futura/Apex: Tarcísio se reelegeria com folga em São Paulo, batendo nomes como Alckmin, Haddad, Tebet e Pablo Marçal
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está em Brasília nesta quinta-feira (29) para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, onde ele passou a cumprir pena. Autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o encontro deve ocorrer entre 11 e 13h. 

 

Em declarações nesta semana, Tarcísio reafirmou que disputará a reeleição do governo do estado, além de reforçar ser “leal” ao ex-presidente.

 

“Sempre falei do meu carinho, da minha lealdade, ao presidente Bolsonaro e dizia: 'O meu candidato é o Bolsonaro ou quem ele indicar'. Ele indicou o Flávio. Então, quem é o meu nome a partir de agora? É o Flávio Bolsonaro”, disse Tarcísio. Essa posição deve ser ratificada após o encontro com Jair Bolsonaro.

 

Uma pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quarta (28), fortalece a disposição do governador de buscar a reeleição em São Paulo. A pesquisa mostra Tarcísio liderando em todos os cenários de primeiro e segundo turnos. 

 

Nos cenários de primeiro turno na disputa pelo governo de São Paulo, Tarcísio se mantém na liderança com percentuais de 40,4% a 42,5%, a depender dos adversários. Os cenários misturam nomes como Geraldo Alckmin (PSB), Érika Hilton (Psol), Fernando Haddad (PT), Kim Kataguiri (União Brasil), Simone Tebet (MDB), Pablo Marçal (sem partido), Astronauta Marcos Pontes (PL), Felício Ramuth (PSD), entre outros.

 

No segundo turno, o governador de São Paulo bate com folga seus possíveis adversários. Veja abaixo as simulações de segundo turno:

 

Tarcísio de Freitas 56,6% x 31,2% Fernando Haddad 

Tarcísio de Freitas 53,9% x 35,4% Geraldo Alckmin

Tarcísio de Freitas 60,1% x 26,6% Simone Tebet

 

Em outro recorte, a pesquisa Apex/Futura também mostrou que 50,6% acham o governo de Tarcísio bom ou ótimo; 26,5% consideram regular; e 20% julgam ruim ou péssimo. A maioria dos paulistas — 64,3% —aprovam a gestão do governador, e 30,3% desaprovam.

 

A pesquisa foi feita entre 20 e 23 de janeiro, com 1,2 mil eleitores em 257 cidades do Estado de São Paulo. A margem de erro é de 2,8 pontos porcentuais, o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, com o número SP-04679/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral, com o número BR-03024/2026.
 

Último dia da caminhada promovida por Nikolas tem oração de Michelle Bolsonaro e cerca de 15 mil manifestantes
Fotos: Edu Mota / Brasília

Depois de caminhar 230 Km desde a cidade mineira de Paracatu (MG), em um cortejo que foi ganhando adeptos a cada dia, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acompanhado de dezenas de parlamentares e mais de 15 mil pessoas, iniciou na manhã deste domingo (25) o último trecho do movimento que foi chamado de “Caminhada por Justiça e Liberdade”, ou “Acorda Brasil”

 

Ao final do último trecho de cerca de 20km, Nikolas e os parlamentares que o acompanham participarão de uma manifestação na Praça do Cruzeiro, próximo ao Memorial JK. Milhares de pessoas já se concentravam no local desde a manhã para aguardar os manifestantes que estão caminhando por uma rodovia que corte Brasília de Norte a Sul. 

 

A concentração para o início da caminhada provocou um grande engarrafamento na estrada que chega a Brasília. A Polícia Militar interditou duas faixas da rodovia, e provocou grande lentidão na pista de acesso à capital. 

 

Desde cedo, apoiadores se concentravam no ponto de partida da caminhada usando trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo. Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”. 

 

Uma camisa com os dizeres “Acorda Brasil”, parecida com a que vem sendo usada por Nikolas Ferreira desde o início da caminhada, na última segunda (19), também estavam sendo vendidas. Os ambulantes também ofereciam homenagens a Jair Bolsonaro e ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. 

 

O deputado Nikolas Ferreira aguardava a hora do início da caminhada em um condomínio próximo à rodovia, onde se hospedou ao chegar na noite deste sábado (24). Antes de sair para o evento, Nikolas recebeu a visita da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro.

 

Ao sair do condomínio, Michelle falou com os manifestantes e agradeceu ao deputado Nikolas pela iniciativa. Michelle Bolsonaro também fez uma oração para saudar a caminhada. 

 

“Este é um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus, com muito amor. Sigam a orientação do nosso líder, o Nikolas. Nós estamos aqui lutando pela libertação da nossa Nação. Estive aqui com ele, oramos juntos, agradeci, e preciso voltar para entregar o almoço do galego”, disse Michelle, se referindo ao seu marido, Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha.

 

 

Quem também estava presente na caminhada era o Padre Kelmon, que foi candidato a presidente da República em 2022. Ao Bahia Notícias, Padre Kelmon afirmou que a caminhada liderada por Nikolas Ferreira até o Distrito Federal tem mobilizado apoiadores e criado um clima de entusiasmo entre os participantes. 

 

“Primeiro eu quero dar um abraço em todo o povo baiano, eu sou baiano de Salvador. Quanto à caminhada, hoje nós chegamos à 1h na Praça do Cruzeiro para rezar, para orar naquele lugar onde hoje receberá essa população toda. A caminhada aqui está emocionante, as pessoas estão todas interagindo, estão felizes, a energia é muito positiva e nós vamos juntos resgatar o Brasil”, afirmou Padre Kelmon.

 

Ao sair do condomínio para se dirigir ao ponto inicial da caminhada, Nikolas Ferreira foi cercado por dezenas de manifestantes. Ao subir em uma passarela que cruza a rodovia, o deputado mineiro conversou rapidamente com a imprensa e falou sobre os objetivos da caminhada. 

 

“O objetivo foi alcançado antes mesmo do ato final, que é despertar as pessoas, abrir seus olhos para o que está acontecendo...escândalo do Banco Master, contratos milionários com esposas de ministros, como a do Alexandre de Moraes...temos escândalo do INSS, mesadinha para filho de Lula, impostos em cima das pessoas”, disse Nikolas. 

 

Os cerca de 15 miil manifestantes começaram a caminhada por volta das 10h da manhã. Um cordão de isolamento foi montado em torno do deputado Nikolas Ferreira e de outros parlamentares que o acompanhavam, como Capitão Alden (PL-BA). 

 

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) também acompanhou o cortejo. O filho do ex-presidente Bolsonaro, que deve ser candidato ao Senado por Santa Catarina, vestia uma camisa onde estava escrito “Bolsonaro free”.

 

Meia hora depois do início da caminhada rumo à área central de Brasília, uma fote chuva caiu na cidade, e muitos dos manifestantes se dispersaram e tentaram se proteger nas laterais da rodovia.

 

Padre Kelmon diz que caminhada a Brasília é “emocionante” e anuncia missa em apoio a Bolsonaro
Foto: Edu Mota / Bahia Notícias

O ex-candidato à presidência da República, Padre Kelmon afirmou que a caminhada liderada por Nikolas Ferreira (PL-MG) até o Distrito Federal tem mobilizado apoiadores e criado um clima de entusiasmo entre os participantes. A declaração foi dada em entrevista ao Bahia Notícias, neste domingo (25), durante a chegada do grupo a Brasília, no mesmo evento que contou com a presença do deputado federal Zucco (PL-RS).

 

“Primeiro eu quero dar um abraço em todo o povo baiano, eu sou baiano do Salvador. Quanto à caminhada, hoje nós chegamos à 1h na Praça do Cruzeiro para rezar, para orar naquele lugar onde hoje receberá essa população toda. A caminhada aqui está emocionante, as pessoas estão todas interagindo, estão felizes, a energia é muito positiva e nós vamos juntos resgatar o Brasil”, afirmou.

 

Kelmon também disse que aguardava para encontrar Nikolas Ferreira e demonstrar apoio ao deputado.

 

“Nikolas, eu estou na porta da casa, pronto para abençoá-lo. Trouxe até um presentinho de um brasileiro que fabrica isso lá na Argentina, esses brasileiros que estão foragidos aqui do Brasil, porque são perseguidos, né? Estou aguardando muito aqui para falar com ele, para abraçá-lo, se puder, senão nos veremos depois”, declarou.

 

O ex-candidato também anunciou a realização de uma missa em Brasília, prevista para o próximo mês de fevereiro, organizada pelo grupo Foro do Brasil, em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos presos pelos atos de 8 de janeiro.

 

“Nós do Foro do Brasil estamos preparando uma missa que eu vou celebrar aqui em Brasília no próximo mês de fevereiro. Esperamos que o Bolsonaro já esteja em casa, mas se não estiver, a missa será pela libertação do Bolsonaro, pelo povo do 8 de Janeiro, pelo levante dessa nação contra a esquerda, contra o socialismo”, disse.

Depois de caminhar 200Km, grupo liderado por Nikolas chega à divisa com o DF e paralisa trânsito na estrada
Foto: Reprodução Redes Sociais

A cidade de Valparaíso, localizada na divisa entre o estado de Goiás e o Distrito Federal, parou na tarde deste sábado (24) com a chegada do numeroso grupo que caminha junto com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Milhares de pessoas invadiram e paralisaram por completo o trânsito no lado da estrada que segue em direção a Brasília. 

 

Desde que iniciou, na última segunda (19) a caminhada na cidade mineira de Paracatu, o deputado Nikolas Ferreira percorreu a pé 200Km até Valparaíso. Sendo acompanhado por mais e mais pessoas a cada dia e, principalmente, quando o grupo chegou em cidades maiores, como Luziânia e agora Valparaíso, no chamado entorno de Brasília. 

 

Neste domingo (25), último dia programado para a caminhada, o grupo terá que vencer cerca de 35 Km até chegar na Praça do Cruzeiro, onde está programada uma manifestação. O ato terá como pauta a defesa por liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e de pessoas presas e condenadas pelos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. 

 

Durante os últimos seis dias, dezenas de parlamentares foram se juntando ao grupo, principalmente do PL. O deputado baiano Capitão Alden, vice-líder da oposição, foi um dos que aderiram à caminhada. 

 

A ideia inicial do deputado Nikolas Ferreira era a de encerrar a caminhada na chamada “Papudinha”, onde está preso o ex-presidente Jair Bolsonaro. Como a região do presídio da Papuda é uma área de segurança, Nikolas, em arranjo com parlamentares do Distrito Federal, decidiu pela manifestação na Praça do Cruzeiro, que fica a seis quilômetros de distância da Esplanada dos Ministérios.

 

Mesmo que tivesse mantido a intenção inicial de seguir até a Papudinha, o grupo não poderia chegar perto do local. Em decisão anunciada nesta sexta (23), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que as forças de segurança do DF removessem barracas e acampamentos montados em frente ou nas imediações do Complexo Penitenciário da Papuda. 

 

Nos últimos dias, manifestantes haviam montado barracas e instalado faixas pedindo a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e anistia aos presos e condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. 

 

Em sua decisão, o ministro do STF ordenou a retirada imediata de qualquer estrutura montada próximo ao complexo, e proíbe a ocupação de áreas ao redor das unidades prisionais. Moraes também autorizou a prisão em flagrante de pessoas que desobedecerem às ordens policiais durante a operação.

 

Neste sábado, o deputado NIkolas Ferreira vestiu um colete à prova de balas para participar da caminhada. Segundo sua assessoria, o deputado recebeu diversas ameaças pelas redes sociais de possíveis atentados contra a sua vida.

 

 

De olho na caminhada promovida por Nikolas, Moraes proíbe acampamentos ou faixas em frente à Papudinha
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em decisão anunciada nesta sexta-feira (23), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que as forças de segurança do Distrito Federal removam barracas e acampamentos montados em frente ou nas imediações do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Nos últimos dias, manifestantes haviam montado barracas e instalado faixas pedindo a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e anistia aos presos e condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. 

 

Moraes atendeu pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que identificou a instalação das barracas e faixas nos últimos dias. Na entrada do complexo da Papuda está o 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, onde no momento cumpre pena o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

Em sua decisão, o ministro do STF ordena a retirada imediata de qualquer estrutura montada próximo ao complexo, e proíbe a ocupação de áreas ao redor das unidades prisionais. Moraes também autorizou a prisão em flagrante de pessoas que desobedecerem às ordens policiais durante a operação.

 

No comunicado enviado a Moraes, a PGR cita que “um grupo de pessoas dirigiu-se à Penitenciária Federal de Brasília - Complexo da Papuda, onde instalou barraca em frente à sede do estabelecimento prisional, com o objetivo declarado de exercer pressão sobre esta Suprema Corte”.

 

No seu pedido de intervenção, a PGR afirma que “os manifestantes prometem uma 'caminhada da paz' (...) com o propósito de causar protesto ostensivo contra decisões do Supremo Tribunal Federal”.

 

A Procuradoria também menciona que há “chamamento para que outros cidadãos se unissem ao movimento, propagando que a pauta do ato será 'justiça e liberdade' para os envolvidos nos atos de insurgência de 8 de janeiro”.

 

O movimento citado pela PGR é a caminhada iniciada na última segunda (19) pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que saiu a pé da cidade mineira de Paracatu rumo a Brasília, onde pretende chegar no próximo domingo (25) e comandar uma manifestação. Mais de 30 parlamentares se juntaram ao grupo, que no momento possui centenas de manifestantes que estão a 60Km da capital federal. 

 

O despacho de Alexandre de Moraes atendendo a PGR foi direcionado às secretarias de Segurança Pública e de Assuntos Penitenciários do DF, à Polícia Militar e à Superintendência da Polícia Federal na capital. O documento determina que cabe “especialmente à Polícia Militar do Distrito Federal a adoção de todas as providências necessárias à efetiva remoção dos referidos indivíduos do local e vigilância externa do local”. 

 

Alexandre de Moraes, no texto da decisão, faz referência aos eventos de 8 de janeiro de 2023 e afirma que os direitos de reunião e livre manifestação devem ser garantidos, mas não são absolutos, sendo necessário impedir excessos. 

 

“O exercício dos direitos de reunião e manifestação não pode ser confundido com o propósito de repetir os ilegais e golpistas acampamentos realizados na frente dos quartéis do Exército, para subverter a ordem democrática e inviabilizar o funcionamento das instituições republicanas, em especial o Supremo Tribunal Federal, que culminaram na tentativa de Golpe de Estado”, afirmou Moraes.

 

Durante a semana, houve a instalação de algumas barracas de manifestantes e colocação de faixas. A Polícia Militar pediu que as pessoas saíssem do local, alegando se tratar de área de segurança máxima. 
 

Michel Temer diz à Veja que eleitor está cansado da disputa Lula x Bolsonaro e defende que país saia da polarização
Foto: Reprodução Youtube

“Ou superamos o passado ou não teremos futuro”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Michel Temer, em entrevista à edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (23) às bancas. A frase de Temer se refere à polarização que domina a política brasileira. 

 

“No meu tempo havia oposição, mas não havia essa radicalização de posições”, colocou o ex-presidente. Superar o passado, segundo ele, é a única receita para o Brasil sair do “atoleiro político” em que se encontra hoje.

 

À revista, o ex-presidente defendeu a construção de um pacto político contra a polarização. Michel Temer afirma que o eleitor brasileiro está cansado da disputa entre Lula e Bolsonaro, e diz acreditar que a alternativa aos dois passa pela moderação. 

 

“É um momento em que os candidatos podem lançar projetos para o país. Se isso acontecesse, ao invés da disputa Lula e Bolsonaro, teríamos uma disputa de projetos para chegar ao poder. Essa pregação parece de certa ingenuidade, eu sei, mas não é. O ideal seria o centro e a centro-direita terem um programa para o país para se opor a outro programa, e daí nós melhoramos as relações políticoeleitorais-administrativas no país”, explica o ex-presidente.

 

Michel Temer diz à Veja que já foi procurado pelos governadores que pretendem disputar a Presidência, e teria dado a eles essa sugestão. Há pelo menos quatro atuais governadores que demonstram intenção de se candidatar em outubro: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (Paraná).

 

“Qualquer um deles que vier a ser candidato representa muito adequadamente o meu pensamento. O eleitorado está cansado dessa disputa de nome contra nome”, concluiu Temer.

 

O ex-presidente também foi questionado se a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia ser um fato de união da centro-direita. Para Temer, se Fávio chegar a um segundo turno, o nome dele acabará sendo uma opção natural do centro, da centro-direita e da “direita radical”. 

 

A revista Veja perguntou ainda ao ex-presidente Michel Temer se ele se incomoda com declarações do presidente Lula o chamando de “golpista”. Temer disse que Lula faz isso para agradar a militância, mas mostrou não gostar do tratamento que lhe é dispensado.

 

“Conheço bem o presidente Lula. Sempre me dei muito bem com ele e ele comigo. Mas ele faz isso para agradar a uma ala do PT. Não deveria fazê-lo. Muita gente diz que, como fizemos grandes reformas, como recuperamos as estatais, como reduzimos juros, como recuperamos o PIB, como reduzimos inflação — se foi golpe, foi golpe de sorte. Não me incomodo minimamente mais com isso. Compreendo essas coisas e, com toda a franqueza, fico acima dessas palavras inteiramente inadequadas”, disse Michel Temer.
 

PRF alerta para riscos na realização da caminhada promovida por Nikolas e diz que não foi comunicada do ato
Foto: Reprodução Redes Sociais

A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que nesta quinta-feira (22) chega ao seu quarto dia, começa a preocupar autoridades de trânsito, pelo volume de pessoas que passaram a acompanhar o grupo. É o caso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que disse não ter sido informada sobre a realização do ato. 

 

Em nota nesta quarta (21), a PRF disse que a falta de um comunicado impediu um planejamento antecipado de medidas para diminuir o risco à segurança dos participantes e motoristas que usam a BR-040 entre Minas Gerais e o Distrito Federal. Para a corporação, a quantidade de pessoas que participam da caminhada levou a um aumento do risco operacional e de segurança viária.

 

A PRF informou ainda que, mesmo sem ter sido comunicada, monitora o deslocamento dos parlamentares e populares. A caminhada teve início na última segunda (18) na cidade mineira de Paracatu, e o objetivo do grupo é completar os 240Km de caminhada com a chegada em Brasília no próximo domingo (25), para a realização de uma grande manifestação em defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que monitora o deslocamento de parlamentares e populares de Paracatu (MG) em direção a Brasília (DF) pela BR-040. Por questões estritamente operacionais e de segurança viária, a PRF ressalta os riscos inerentes ao fluxo extraordinário na via, visto que não houve comunicação prévia do deslocamento junto à autoridade de trânsito, o que impediu o planejamento antecipado de medidas mitigadoras de risco para o trecho”, diz a nota da corporação.

 

No terceiro dia de caminhada, nesta quarta (21), o grupo chegou à cidade de Cristalina (GO), onde foi realizado um comício improvisado por Nikolas Ferreira e outros deputados que participam do movimento. Mais de duas mil pessoas se aglomeraram para acompanhar os discursos. 

 

Nesta quinta (22), o movimento iniciado por Nikolas Ferreira apresentará desafios maiores para as autoridades de trânsito. Segundo informou Nikolas, o grupo caminhará cerca de 40Km, em direção à cidade de Luziânia, e neste ponto da estrada, há diversos trechos de encurtamento da pista. 

 

Até a chegada a Cristalina, a Via Cristais, concessionária que administra o trecho, acompanhou a caminhada promovendo a interdição de uma das pistas da rodovia, já que o tamanho do grupo impediu que ocupassem apenas o acostamento. Nesta quinta, entretanto, em uma área de serra, a estrada tem tamanho reduzido, e o movimento dos manifestantes deve causar impactos no trânsito nas duas direções.

 

Além de Nikolas Ferreira, a caminhada conta com a participação de diversos parlamentares, como André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Carlos Jordy (PL-RJ), Zucco (PL-RS), Maurício do Vôlei (PL-MG), Medeiros (PL-MS), entre outros, além do senador Magno Malta (PL-ES), deputados estaduais e vereadores de diversos estados. O ex-vereador Carlos Bolsonaro também vem participando, embora não caminhe o tempo todo com o grupo.

 

Em vídeos nas redes sociais, outros parlamentares afirmam que se encaminham para Brasília com objetivo de reforçar o grupo da caminhada. Quem também deve se associar aos manifestantes nesta quinta é o influenciador e empresário Pablo Marçal.
 

Mais de mil pessoas aderem à caminhada iniciada por Nikolas e frigorífico distribui picanha com imagem de Bolsonaro
Foto: Montagem a partir de postagens em redes sociais

O terceiro dia da caminhada iniciada na última segunda-feira (19) pelo Nikolas Ferreira (PL-MG) na cidade mineira de Paracatu, mostrou uma mudança significativa no perfil da iniciativa que tem como objetivo pedir a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e de pessoas presas pelos atos de 8 de janeiro.

 

Ao sair de Minas Gerais para andar 240Km rumo a Brasília, o deputado do PL tinha ao seu lado apenas quatro pessoas. No final da tarde desta quarta-feira (21), quando chegou à cidade de Cristalina (GO), mais de mil pessoas caminhavam junto com Nikolas Ferreira e diversos outros parlamentares que se juntaram ao grupo. 

 

Um dos senadores que se juntou ao grupo foi o capixaba Magno Malta (PL), que chegou andando de muletas. Depois de ser recebido por Nikolas e demais parlamentares, Malta se sentou em uma cadeira de rodas, e vem sendo empurrado pela estrada à frente do grupo.

 

O volume de pessoas na caminhada levou a Polícia Militar de Goiás a acompanhar os manifestantes, que desde esta quarta (21) passaram a ocupar uma das faixas da BR-040, que liga o Rio de Janeiro ao Distrito Federal. No início da caminhada, em Minas Gerais, Nikolas e outros poucos que participavam tinham afirmado que andariam apenas pelo acostamento. 

 

A proximidade da caminhada da cidade de Cristalina causou um engarrafamento na estrada que se prolongou por alguns quilômetros. Além de ocuparem uma faixa da estrada, o trânsito se tornou lento pela quantidade de motoristas de carros e caminhões que paravam para tirar foto ou fazer vídeos.

 

No horário do almoço, o Frigorífico Goiás, conhecido por ações públicas de apoio a Jair Bolsonaro, distribuiu churrasco aos participantes da caminhada. Nas fotos e vídeos sobre o churrasco, o Frigorífico exibiu peças da chamada “picanha black”, apelidada de “picanha do mito”, com a imagem do ex-presidente na embalagem. 

 

Em uma espécie de stand montado pelo frigorífico, também apareceram produtos com ilustrações geradas por inteligência artificial, incluindo uma imagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usando faixa presidencial. Sediado em Goiânia, o Frigorífico ganhou projeção nacional em 2022 ao realizar campanhas explícitas pela reeleição de Bolsonaro, incluindo o uso de helicóptero com mensagem eleitoral durante motociata e a venda da “picanha do mito” a R$ 22 o quilo, número do então candidato.

 

No final da tarde desta quarta (21), o grupo chegou à cidade de Cristalina, alcançando um total percorrido de 110 Km. No município goiano, Nikolas Ferreira e seus seguidores foram recebidos por centenas de pessoas. De Cristalina a Brasília ainda são necessários 130 Km de caminhada. 

 

Em Brasília, no próximo domingo (25), os manifestantes pretendem finalizar a caminhada em um grande ato público, que ainda não tem local definido. No ato será pedida a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro, além da defesa da derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria das penas aos condenados pela tentativa de golpe. 
 

Lula tem rejeição de 49,7%, maior que as de Flávio Bolsonaro e Tarcísio, revela pesquisa AtlasIntel/Bloomberg
Foto: Montagem com imagens da Agência Brasil e Agência Senado

Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

 

O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21). 

 

Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível. 

 

Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum. 

 

Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:

 

Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%  
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
 

AtlasIntel/Bloomberg mostra Lula ganhando de todos os adversários, mas margem no segundo turno é apertada
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno. 

 

Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.

 

Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%

 

Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL. 

 

Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. 

 

Cenário 2

 

Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%

 

Cenário 3

 

Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 4 

 

Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%

 

Cenário 5

 

Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%

 

Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.

 

Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:

 

Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr. 
Lula 48 x 23 Eduardo Leite

 

Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.

 

Cenário 1 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 2 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Carlos Bolsonaro se junta a Nikolas Ferreira e outros deputados em meio à caminhada de Minas Gerais a Brasília
Foto: Reprodução Redes Sociais

No segundo dia de sua caminhada de cerca de 240Km que começou nesta segunda-feira (19) na cidade mineira de Paracatu e deve acabar em Brasília no próximo domingo (25), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) recebeu a adesão de diversas pessoas. Um dos que se juntou a um grupo que já passa de 30 pessoas foi o ex-vereador pelo Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL).

 

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ingressou na caminhada iniciada por Nikolas Ferreira perto da divisa entre os estados de Goiás e Minas Gerais. No primeiro dia, o grupo inicial, que contou com a adesão dos deputados André Fernandes (PL-CE) e Gustavo Gayer (PL-GO), percorreu cerca de 35Km na BR-040, estrada que liga o Rio de Janeiro ao Distrito Federal, passando por Minas Gerais e Goiás. 

 

O grupo pretende chegar no próximo domingo e realizar uma manifestação pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros presos e condenados pelos atos de 8 de janeiro. A manifestação deve ser realizada na Papudinha, onde Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe.

 

Ao encontrar o grupo, Carlos Bolsonaro agradeceu a iniciativa do deputado Nikolas Ferreira. O ex-vereador, que deve ser candidato a senador pelo estado de Santa Catarina, disse que deve sair da caminhada para visitar o pai na Papudinha, e depois retornar e se juntar novamente aos manifestantes.

 

Outro que entrou em contato com os deputados Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente. O senador agradeceu a iniciativa e disse que não poderá comparecer à manifestação do próximo domingo, chamada de “Acorda Brasil”, por ter que fazer uma viagem a Israel. 

 

Diversos parlamentares de oposição têm gravado vídeos em apoio à caminhada, e dizendo que se juntarão ao grupo em algum momento do trecho, ou mesmo participarão da manifestação em frente à Papudinha. O deputado Luiz Lima (PL-RJ) foi um dos que disse que se juntará ao grupo que realiza a caminhada.

 

Em vídeo nas suas redes sociais, Luiz Lima disse que estava saindo pela manhã de moto do Rio de Janeiro para chegar junto aos manifestantes na noite desta terça (20). 

 

O grupo liderado por Nikolas Ferreira deve dormir nesta terça próximo à cidade de Cristalina (GO). Quando chegarem lá, ainda faltarão cerca de 130km de estrada até chegar em Brasília.
 

Nikolas Ferreira inicia caminhada de 240km de Minas Gerais a Brasília para protestar contra prisão de Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou nesta segunda-feira (19), na cidade mineira de Paracatu, uma caminhada a pé até Brasília, por uma rodovia federal, como forma de protesto pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nikolas apelidou a iniciativa de “Caminhada Pela Justiça e Liberdade”. 

 

O parlamentar passou o dia postando vídeos e stories dos momentos da caminhada de cerca de 240 quilômetros de Minas Gerais a Brasília. O deputado está fazendo o percurso pela rodovia BR-40, que liga o Distrito Federal a Goiás, Minas Gerais, chegando depois ao Rio de Janeiro.

 

Em postagem na manhã desta segunda, o deputado disse que decidiu realizar a caminhada como um ato simbólico para poder denunciar o que chamou de “um esquema voltado a matar a direita” no país. Nikolas Ferreira disse que quer levar esperança para quem desanimou na luta de partidos de direita e de oposição por justiça e liberdade. 

 

“Durante muito tempo o meu coração tem ficado inquieto diante das coisas que estão acontecendo, escândalo atrás de escândalo, e o brasileiro tem ficado numa posição praticamente em posição de manipulação psicológica, onde nada mais abala a gente. Essa indignação que vocês sentem, esse sentimento de impotência não é só de vocês, eu como deputado sou testemunha de quantos parlamentares ficam com o mesmo sentimento de impotência”, disse Nikolas em suas redes sociais, citando as prisões dos condenados pelos atos de 8 de janeiro e também do ex-presidente Bolsonaro como motivação para a sua iniciativa.

 

A expectativa da equipe de Nikolas Ferreira é de que o deputado chegue à capital federal no próximo domingo (25). Uma manifestação contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro está programada para este dia. 

 

Um dos vídeos da caminhada mostra o momento em que um motociclista entregou ao deputado mineira uma bandeira do Brasil. Nikolas amarrou a bandeira em seu corpo. Outras pessoas pararam na estrada para tirar fotos com o deputado e incentivar a caminhada.

 

Ao final do primeiro dia de caminhada, os deputados federais André Fernandes (PL-CE) e Gustavo Gayer (PL-GO) se uniram a Nikolas na iniciativa de seguir a pé até Brasília. Os parlamentares encerraram o dia já perto da divisa entre Minas Gerais e Goiás, após Nikolas Ferreira caminhar cerca de 25Km, por mais de seis horas.
 

“A Papuda lhe espera”: Petistas resgatam meme de Bolsonaro após decisão de Moraes sobre transferência na prisão
Foto: Reprodução

Parlamentares e aliados do PT resgataram um meme do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidir a transferência do político para o complexo penitenciário conhecido como “Papudinha”, em Brasília.

 

A gravação, de 2017, mostra Bolsonaro em seu então gabinete na Câmara dos Deputados dizendo “a Papuda lhe espera”, enquanto ri. À época, a declaração foi direcionada a deputados do PT citados na chamada “Lista do Fachin”, conjunto de inquéritos conduzidos no Supremo Tribunal Federal que apuravam supostos pagamentos de propina pela empreiteira Odebrecht.

 

Confira:

 

Com a transferência determinada por Moraes, o vídeo voltou a circular nas redes sociais de petistas. Entre os que republicaram o conteúdo está o deputado federal Rubens Pereira Júnior (PT-MA). Aliado do governo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também compartilhou a gravação.

 

“Tem vídeos que envelhecem mal, né? O que acham?”, escreveu o parlamentar ao divulgar o material.

 

Nesta quinta-feira (15), Alexandre de Moraes autorizou a transferência de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a “Papudinha”. De acordo com a decisão, o ex-presidente ficará em uma cela maior e poderá praticar exercícios físicos.

Bolsonaro já ocupa uma cela de 54m2 na Papudinha e Alexandre de Moraes diz que prisão não é "colônia de férias"
Foto: Reprodução Rede X

Após decisão tomada nesta quinta-feira (15) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro já foi transferido para a Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, mais conhecida como “Papudinha”. Bolsonaro foi levado da Superintendência da Polícia Federal, onde estava preso, para a nova cela no final da tarde. 

 

Na Papudinha, Jair Bolsonaro passou a ocupar uma cela de 54 metros quadrados, que conta com quarto, banheiro, lavanderia, cozinha, sala e uma área externa de 10,07 metros quadrados. A cela comporta até quatro pessoas, mas será usada exclusivamente pelo ex-presidente.

 

No mesmo Núcleo de Custódia da PMDF estão Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, e Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Ambos dividem outra unidade semelhante à que o ex-presidente foi abrigado. 

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, depois de ter sido condenado pela Primeira Turma do STF por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi enviado para uma sala na Polícia Federal no dia 22 de novembro do ano passado, após ter tentado romper a tornozeleira eletrônica que usava desde agosto. 

 

A defesa e a família de Bolsonaro fizeram diversas reclamações da sala onde o ex-presidente estava no prédio da Polícia Federal, inclusive afirmando que ele estaria sendo “torturado”. Alexandre de Moraes afirmou que a detenção do ex-presidente na Superintendência da PF não era uma “colônia de férias”. 

 

“Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira, ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, escreveu Moraes.

 

O ministro do STF destacou ainda que os “privilégios” concedidos ao ex-presidente “não existem para os demais 384.586 presos em regime fechado no Brasil”.

 

Na sua decisão, Alexandre de Moraes afirma que a “excepcional concessão do cumprimento da pena definitiva em Sala de Estado Maior diferencia, independentemente de idade ou condição de saúde, o custodiado Jair Bolsonaro dos 384.586 condenados que cumprem pena privativa de liberdade em regime fechado”, ao prever a possibilidade de o ex-presidente contar com televisão a cores, banheiro privativo, frigobar e banho de sol diário e exclusivo.

 

Ao decidir pela transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o Moraes estabeleceu ainda que a esposa e os filhos dele só podem visitá-lo às quartas e quinta-feiras. O magistrado fixou uma janela das 8h às 16h para os parentes.

 

Ainda segundo a decisão, na Papudinha Bolsonaro contará com um atendimento médico em regime de plantão de 24 horas, além de um posto de saúde no local com equipe composta por dois médicos clínicos, três enfermeiros, dois dentistas, um assistente social, dois psicólogos, um fisioterapeuta, três técnicos de enfermagem, um psiquiatra e um farmacêutico.

 

A nova prisão de Jair Bolsonaro fica mais perto de sua casa do que o prédio da Superintendência da Polícia Federal. Enquanto a PF se localiza a cerca de 17 quilômetros da residência de Bolsonaro e Michelle em um condomínio na região do Jardim Botânico em Brasília, a Papudinha fica a apenas sete quilômetros da casa. 

Michelle Bolsonaro rebate críticas, chama Allan dos Santos de "boneco de ventríloquo" e manda ele "se enxergar"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em uma postagem nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (14), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou uma carta em que rebate críticas feitas a ela pelo influenciador Allan dos Santos, que vive como foragido nos Estados Unidos. Na carta, Michelle chama Allan dos Santos de “Allan do demônios”, de “boneco de ventríloquo”, além de dizer que ele estaria promovendo “ataques injustos” a ela.

 

Allan criticou um vídeo compartilhado por Michelle em que a esposa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a disputa pela Presidência. Cristiane Freitas, primeira-dama de São Paulo, pediu um “novo CEO” para o Brasil, que seria o marido dela, e Michelle curtiu o comentário. 

 

“A mulher de Tarcísio deixou escapar, ´sem querer´, que o plano dela e do marido é a faixa presidencial. Sabe quem curtiu o comentário? A mesma pessoa que publicou o vídeo nos stories do Instagram”, disse o influenciador, em referência a Michelle.

 

O influenciador Allan dos Santos já vinha fazendo outras críticas a Michelle desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O influenciador fez postagens e falou em programas nas redes sociais sobre uma suposta “alegria” de Michelle Bolsonaro em eventos organizados pelo PL, dando a entender que a ex-primeira dama estaria contente com a prisão do marido.

 

Em resposta, Michelle afirmou que Allan dos Santos atua em nome de outras pessoas e disse que suas atitudes “se parecem mais com levar Lúcifer do que luz”.

 

“Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses”, afirmou.

 

A ex-primeira-dama também disse que o jornalista é uma “pessoa amarga” e ressaltou que ele não tem conhecimento sobre o que ela conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!”, disse Michelle.

 

Leia abaixo a íntegra da carta da ex-primeira dama e atual presidente do PL Mulher:

 

Minha resposta ao tal Allan dos Santos (ou seria…dos demônios?!)

 

Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses umbilicais.

 

Ele diz que aponta os erros das pessoas e quer ser luz, mas se esquece de que quando ele aponta um dedo contra alguém, existem quatro dedos apontados para ele mesmo. Ele diz querer “levar a luz” para os outros, mas o que ele faz se parece mais com levar Lúcifer do que luz.

 

Esse tal de Allan não sabe o que eu e o meu marido conversamos, ignora os nossos planos de vida e tampouco me conhece, mas se apressa em me julgar e a outras pessoas como se seus achismos fossem verdade.

 

Eu estou no PL Mulher e viajo a pedido do meu marido para manter o legado dele vivo por onde passo; para denunciar o que fazem contra ele e para manter o povo com esperança. Tudo à pedido dele!

 

Mas, pessoas amargas como esse ser, apressam-se em julgar, em apontar (como ele diz) o que ele ACHA que é verdade ou, por conveniência, repete o que lhe mandam repetir: é um boneco de ventríloquo.

 

Exerço a liberdade que ele diz defender, mas que – na prática – ele só quer que valha pra ele.

 

Ontem, assim como faço com várias pessoas que postam conteúdos relevantes, repostei um vídeo contendo uma mensagem sobre economia com a qual eu concordo totalmente e que foi publicada pelo governador Tarcísio. O vídeo trata de assunto relevante para o povo e não há como discordar daquilo que é falado.

 

Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!

 

Novamente: esse tal de Allan não sabe o que eu e meu marido conversamos, não vive a nossa intimidade, não imagina o que estamos passando e, portanto, tudo o que ele fala sobre nós, não passa de bravata, achismos e maledicências (na maioria das vezes, servindo como boneco de ventríloquo de canalhas) e, portanto, não merece a credibilidade das pessoas de direita.

 

Esse tal de Allan, em sua contumaz maledicência e, novamente, servindo de ventríloquo, buscou logo usar esse fato para tentar “se limpar” dos ataques injustos que fez contra mim. Repito, ataques injustos contra uma esposa que está ao lado de seu marido e, quando precisa (fisicamente) se afastar, o faz porque está atendendo aos pedidos dele!

 

Por último, esse homem descarrega o seu achismo a respeito de uma curtida que fiz no comentário de minha amiga pessoal, a esposa do governador Tarcísio. Não interpretei o seu comentário como se ela estivesse apontando seu marido como o tal CEO, mas sim como se ela estivesse dizendo ao marido que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante… e todos sabemos que precisa mesmo! Preferencialmente, Jair Bolsonaro.

 

Continuo orando por ele e por sua família, porque a esposa e os filhos dele não merecem o que tiveram que passar devido à perseguição implacável de um sistema injusto. Mas isso não dá o direito a ele de fazer comigo essas injustiças, porque eu também sou uma esposa que ama o marido e, junto com ele estamos enfrentando uma perseguição implacável.

 

Michelle Bolsonaro
 

Genial/Quaest: Lula ganha de todos no primeiro turno e Flávio Bolsonaro se consolida como o principal adversário
Foto: Divulgação TSE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria todos os seus adversários caso as eleições acontecessem neste momento, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que declarou ser pré-candidato em dezembro do ano passado, surge como o principal oponente do líder petista. Foi o que revelou a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). 

 

O levantamento apresentou sete cenários com possíveis candidatos à presidência da República. Os levantamentos incluem nomes que já declararam sua intenção de concorrer, além de outros que não deixam clara essa disposição, como é o caso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

Os números obtidos pelos cenários da Genial/Quaest revelam que o senador Flávio Bolsonaro se consolidou como o principal nome de oposição a Lula, ganhando inclusive de Tarcísio de Freitas, que apesar de ter dito que concorrerá à reeleição, ainda não descartou completamente uma eleição à presidência. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) também foi deixada de fora nas simulações de primeiro turno.

 

Flávio Bolsonaro recebeu no mês passado o apoio oficial do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como fez em dezembro, a Quaest deixou o nome do ex-presidente de fora das simulações para as eleições de 2026. 

 

Confira abaixo todos os cenários de primeiro turno apresentados pela pesquisa Genial/Quaest:

 

Cenário 1 (todos os possíveis candidatos)

 

Lula (PT): 36%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 9%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%;
Romeu Zema (Novo): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 1%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 11%.

 

Cenário 2 (sem Tarcísio)

 

Lula (PT): 35%;
Flávio Bolsonaro (PL): 26%;
Ratinho Júnior (PSD): 9%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%;
Romeu Zema (Novo): 3%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.

 

Cenário 3 (sem Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr. e Zema)

 

Lula (PT): 39%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 27%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 4%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 3%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

 

Cenário 4 (sem Caiado, Ratinho Jr. e Zema)

 

Lula (PT): 40%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.

 

Cenário 5 (sem Tarcísio, Zema e Caiado)

 

Lula (PT): 37%;
Flávio Bolsonaro (PL): 28%;
Ratinho Jr (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.

 

Cenário 6 (sem Ratinho Jr., Tarcísio e Caiado)

 

Lula (PT): 39%;
Flávio Bolsonaro (PL): 32%;
Romeu Zema: 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.

 

Cenário 7 (Sem Tarcísio, Ratinho e Zema)

 

Lula (PT): 38%;
Flávio Bolsonaro (PL): 31%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

 

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
 

Defesa de Bolsonaro pede novamente prisão domiciliar a Moraes com base em relatório médico após queda
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ingressou com novo pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando motivos de saúde. De acordo com O Globo, os advogados também solicitaram uma "avaliação médica independente" para verificar a compatibilidade do estado clínico do ex-presidente com o regime prisional atual.

 

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, decretada pelo STF, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, por condenação relacionada a tentativa de golpe de Estado. Moraes já havia negado dois pedidos anteriores de conversão para o regime domiciliar.

 

O novo requerimento fundamenta-se em um episódio ocorrido na semana passada, quando Bolsonaro caiu e bateu a cabeça. Em documento apresentado na terça-feira, a defesa anexou um relatório médico que descreve que o ex-presidente "não consegue se firmar sozinho, encontrando-se em risco elevado de quedas, inclusive durante deslocamentos simples, como no trajeto noturno ao banheiro".

 

"No caso concreto, a prisão domiciliar não se apresenta como medida de conveniência ou favor, mas como única forma juridicamente adequada de compatibilizar a execução da pena com a preservação mínima da saúde e da vida do apenado", argumentam os advogados.

 

A petição faz uma analogia com o caso do também ex-presidente Fernando Collor, que no ano passado obteve transferência para o regime domiciliar para cumprir pena de oito anos e dez meses por corrupção. A decisão, naquela ocasião, considerou o estado de saúde de Collor, que tem Parkinson, e citou seu "histórico de quedas recentes".

 

A defesa de Bolsonaro sustenta que "o que se espera da jurisdição constitucional, sobretudo quando chamada a decidir casos de alta exposição pública, é a reafirmação de que a lei e os precedentes se aplicam com a mesma consistência a todos".

 

Em sua última decisão sobre o tema, datada de 1º de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes rejeitou o pedido ao destacar que Bolsonaro tem direito a plantão médico 24 horas no local de prisão e que seus médicos particulares possuem autorização para acesso integral às dependências da Superintendência da PF.

Bolsonaro solicita ao STF autorização para ter Smart TV com internet durante cumprimento de pena
Foto: Lula Marques / Agência Brasil

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de autorização para a instalação de uma televisão na sala onde ele cumpre pena, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O requerimento, apresentado na quinta-feira (8), será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

Os advogados solicitaram especificamente uma Smart TV com acesso à internet. O objetivo, conforme o pedido, é permitir que o ex-presidente tenha acesso a programas jornalísticos, incluindo conteúdos veiculados na plataforma YouTube.

 

Em sua argumentação, a defesa fundamenta o pedido alegando que o "direito à informação constitui expressão direta da dignidade da pessoa humana e integra o conjunto mínimo de garantias asseguradas àquele que se encontra sob custódia estatal". A solicitação aguarda decisão do ministro relator.

 

As informações são do O Globo.

Carol de Toni quer interromper recesso para votar e derrubar veto de Lula ao projeto da dosimetria de penas
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A deputada Carol de Toni (PL-SC) anunciou em suas redes sociais que protocolou, nesta quinta-feira (8), um requerimento em que solicita a realização urgente de uma sessão conjunta do Congresso Nacional. A sessão teria o objetivo, segundo a deputada, de analisar e derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que fixou uma redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro e por conta da tentativa de golpe de estado.

 

Lula assinou o veto ao projeto durante a solenidade realizada nesta quinta no Palácio do Planalto, para lembrar os três anos dos atos de vandalismo em Brasília que ocorreram no dia 8 de janeiro de 2023. O presidente, que já havia se posicionado contra o projeto, decidiu vetar o texto integralmente.

 

Para que seja realizada uma sessão do Congresso, com a presença de deputados e senadores, seria preciso que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), interrompesse o período de recesso parlamentar. Um veto, para ser derrubado, precisa receber 257 votos de deputados e 41 de senadores.

 

A deputada Carol de Toni afirmou que a análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria de penas é urgente e justificaria a interrupção do recesso.

 

“A Constituição permite isso, quando existe urgência, e não há urgência maior do que pessoas presas injustamente. Óbvio que a dosimetria não é aquilo que queríamos. Nós queríamos anistia ampla, geral e irrestrita, afinal de contas, ilegalidades e violações de direitos humanos foram cometidas com grande repercussão na vida de pessoas que estão presas até hoje sem terem cometido nenhum crime”, afirmou a deputada. 

 

A oposição havia pedido a interrupção do recesso parlamentar no final do mês de dezembro, para apurar revelações de que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria exercido pressão sobre o Banco Central para autorização da venda do banco Master ao BRB. O pedido dos oposicionistas, entretanto, não foi para a frente.

 

No vídeo em que anunciou o requerimento, a deputada afirma que vai pedir a interrupção do recesso ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mas no caso de uma eventual sessão do Congresso, somente o senador Davi Alcolumbre poderia convocá-la. Carol de Toni disse ainda que vai ingressar com requerimento para urgência de outro projeto que impõe anistia total aos presos e condenados pelo 8 de janeiro. 

Lula veta integralmente o projeto que prevê redução de penas para Bolsonaro e condenados pelo 8 de janeiro
Foto : Cadu Gomes/VPR

Ao final do seu discurso na solenidade desta quinta-feira (8) para lembrar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, que levaram à destruição das sedes dos três poderes em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o veto integral ao projeto da dosimetria de penas aos presos e condenados pela tentativa de golpe. 

 

O projeto vetado por Lula foi aprovado em 17 de dezembro pelo Senado, com 48 votos a favor e 25 contra. Na Câmara, a proposta, relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), recebeu 291 votos favoráveis e 148 contrários. Desde o início da discussão do projeto, que inicialmente tinha a intenção de anistiar presos e condenados pelo 8 de janeiro, o governo Lula se colocou frontalmente contra o avanço do tema.

 

Na prática, o texto do projeto, agora vetado, reduz a pena final de condenados por diversos enquadramentos dentro do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e 2023. É o caso do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos.

 

Há divergências sobre o tempo de pena que Bolsonaro deveria cumprir, caso o projeto se torne lei. De acordo com o relator, a pena do ex-presidente poderia ser reduzida de sete anos para pouco mais de dois anos em regime fechado.

 

O projeto promove uma alteração na Lei de Execução Penal, para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16% (ou 1/6) da pena em regime fechado valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça. 

 

Além disso, os reincidentes — aqueles que já cometeram crimes — terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado, e os reincidentes, 30%.

 

O texto também cria uma regra de redução de pena para situações em que o crime for cometido em contexto de multidão. Nesse caso, quem não tiver financiado ou liderado as ações poderá receber um redutor de um terço a dois terços. A medida distingue quem atuou sem protagonismo de figuras organizadoras ou financiadoras dos atos antidemocráticos.

 

O veto integral do presidente Lula será agora analisado em sessão conjunta do Congresso Nacional, podendo ser derrubado ou mantido. A sessão terá que ser convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), a partir de 1º de fevereiro, quando será iniciado o ano legislativo.
 

Alexandre de Moraes cancela sindicância e proíbe CFM de instaurar procedimento para apurar queda de Bolsonaro
Foto: Rosinei Coutinho/STF

No início da noite desta quarta-feira (7), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou uma sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para apurar eventual falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro na carceragem da Polícia Federal, onde está preso desde novembro. 

 

Bolsonaro sofreu uma queda entre a noite de segunda (5) e terça (6), e bateu a cabeça em um móvel dentro da cela que habita. Somente nesta quarta o ministro Alexandre de Moraes autorizou que o ex-presidente fosse fazer exames em um hospital particular. 

 

Na decisão em que anulou a sindicância, Moraes ordenou que a Polícia Federal colha, em até dez dias, o depoimento do presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo. O ministro também proibiu expressamente a instauração de qualquer procedimento administrativo pelo conselho relacionado ao caso, classificando a iniciativa como “flagrantemente ilegal”. 

 

Segundo Alexandre de Moraes, o CFM não tem competência correicional para apurar a conduta de médicos vinculados à Polícia Federal, o que caracterizaria desvio de finalidade. 

 

“A ilegalidade e a ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal é flagrante, demonstrando claramente o desvio de finalidade da determinação, além da total ignorância dos fatos”, escreveu.

 

Ainda em sua decisão, o ministro do STF rechaçou qualquer falha no atendimento prestado ao ex-presidente na Superintendência da PF. Moraes afirmou que não houve omissão ou inércia da equipe médica da Polícia Federal e destacou que os exames realizados no Hospital DF Star não apontaram problemas ou sequelas decorrentes do episódio ocorrido na madrugada do dia anterior. 

 

Ao final dos exames feitos por Bolsonaro, o seu médico, Brasil Caiado, afirmou a jornalistas na saída do hospital que os exames feitos no ex-presidente apontaram uma lesão que caracteriza traumatismo craniano leve. O médico disse que a lesão se deu em “partes moles da região temporal direita e da região frontal direita”.

 

No documento em que foi determinada a abertura da sindicância, agora anulada por Alexandre de Moraes, o CFM afirmava que a situação médica do ex-presidente demandaria “um protocolo de monitoramento contínuo e imediato” no qual deve estar assegurada “assistência médica com múltiplas especialidades pelo estado brasileiro, inclusive em situações de urgência e emergência”. 
 

Michele Bolsonaro detalha acidente de Jair: “Ele não se lembrava”
Foto: Reprodução / CNN

A ex-primeira-dama Michele Bolsonaro relatou, nesta quarta-feira (7), o primeiro contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro após o acidente sofrido por ele dentro da cela onde ele cumpre pena na sede da Polícia Federal em Brasília. A esposa de Jair explica que ele não se lembrava do momento do acidente ou o que teria gerado a queda.

 

"A gente não sabe o exato momento que ele se acidentou. Conversando com ele na sala, em que a gente é liberado para ter esse 30 minutos [de visita], ele não conseguia falar, ele não se lembrava. Eu perguntei para ele: 'Foi pela manhã?', porque ele tem uma pequena janela, e ele falou 'Eu acho que não, porque ainda não tinha luz do dia'", narra Michele. 

 

Ela completa que "Então a gente não sabe se foi já amanhecendo ou se foi a noite, na madrugada. A gente não sabe o tempo certo. Ele teve muita dificuldade, a gente não sabe se ele estava dormindo ou sonolento para ir ao banheiro e na volta caiu, porque eu fiquei sabendo que tem um degrau do quarto para o banheiro". 

 

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A ex-primeira-dama diz ainda que a confusão de Bolsonaro pode ter sido causada pelo torpor dos medicamentos diários que ele faz uso. "Então não posso confirmar isso para você, se ele teve tempo de lembrar também, ele tem essa medicação forte, que deixa ele muito sonolento, tanto que tem que ser fracionada. Se ele tomar um comprimido de 100mm, ele fica o dia todo deitado, ele interagir com você. É fracionado [o medicamento], ele não fica 100% bem, então não sei se ele lembrou também que ali tinha uma campainha para poder pedir ajuda", explica. 

 

Ela disse ainda que está buscando a confirmação sobre a ação dos agentes da Polícia Federal após o acidente. Segundo Michele, o horário do atendimento médico matinal ao ex-presidente pode não ter sido cumprido. 

 

“Eu gostaria de saber exatamente o momento que foi aberto o quarto dele. A gente sabe que o quarto dele é aberto às 08h da manhã para ele tomar a primeira medicação do dia, mas eu converso com o perito e ele coloca no relatório que ele fez os primeiros socorros por volta das 08h40 ou 09h da manhã. Então ele já perdeu aí 40 minutos. Se abriram o quarto 08h ele teve que esperar até 08h40. Eu converso com o delegado e ele me falou que abriu o quarto dele 7h20 da manhã. Então não está batendo”, afirma. 

 

Ela garante, no entanto, que Jair já está “acostumado” com as dores físicas por conta de suas fragilidades de saúde. "O Jair é uma pessoa que ele já acostumou a conviver com a dor desde 2018. Eu vi por três vezes dentro do hospital, eu vi ele pedindo para Deus levá-lo porque ele não aguentava a dor que ele estava sentindo no intestino. Então ele já se acostumou, ele já está nessa zona de sofrimento”, conclui. 

STF autoriza exames médicos de Bolsonaro em hospital após queda na prisão; defesa falou em risco à saúde
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a realizar uma série de exames médicos em hospital privado de Brasília. Bolsonaro está preso no contexto do processo sobre a trama golpista e sofreu uma queda, batendo a cabeça, na terça-feira (6).

 

A decisão judicial permitiu especificamente a realização de tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética de crânio e eletroencefalograma no hospital DF Star. O pedido partiu da defesa do ex-presidente.

 

Em nota divulgada um dia antes da autorização, a Polícia Federal informou que Bolsonaro recebeu atendimento médico após relatar a queda. "O médico da Polícia Federal constatou que houve ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação", disse a corporação. A PF acrescentou que "eventual encaminhamento ao hospital depende de autorização do STF".

 

Nos autos do processo, os advogados de Bolsonaro descreveram a ocorrência com outros termos. Eles afirmaram que o ex-presidente "sofreu queda em sua cela, com impacto craniano e suspeita de traumatismo, situação que, diante de seu histórico clínico recente, impõe risco concreto e imediato à sua saúde".

 

O pedido da defesa dizia: "Diante da urgência e gravidade do quadro, requer seja desde logo autorizada a imediata remoção do paciente ao hospital, para realização dos exames clínicos e de imagem necessários, com acompanhamento de sua equipe médica e sob escolta policial, a fim de preservar sua integridade física e evitar agravamento irreversível".

 

As informações são da Folha de S. Paulo.

Moraes nega transferência imediata de Bolsonaro para hospital após lesão na cabeça
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou um pedido de remoção imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da sede da Polícia Federal, onde cumpre pena, para um hospital depois que ele bateu a cabeça durante a madrugada.

 

Em decisão publicada nesta terça-feira (6), o ministro citou que o médico da Polícia Federal constatou apenas ferimentos leves no ex-presidente e não identificou a necessidade de encaminhá-lo a um hospital, sendo indicada apenas observação.

 

"Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal. A defesa, entretanto, aconselhada pelo médico particular do custodiado, tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade", disse o ministro em sua decisão.

 

Na decisão, Moraes determinou que seja juntado o laudo médico da PF decorrente do atendimento de Bolsonaro e que a defesa "indique quais os exames que entende necessários para que se verifique a possibilidade de realização no sistema penitenciário".

 

Após a negativa de remoção imediata, os advogados voltaram a pedir que Bolsonaro faça exames em ambiente hospitalar, e juntaram um pedido de Brasil Ramos Caiado, um dos médicos do ex-presidente. No pedido, o médico apontou um quadro clínico compatível com "traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda, crise convulsiva a esclarecer, oscilação transitória de memória e lesão cortante em região temporal direita".

 

Foi recomendada a realização de tomografia computadorizada do crânio, ressonância magnética e eletroencefalograma. Moraes ainda não se manifestou sobre essa solicitação.

Preso desde dezembro, Bolsonaro e irmão ganham na Mega da Virada
Foto: Instagram

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), faturou na Mega da Virada de 2025, através de um jogo feito pelo irmão do militar, Renato Bolsonaro.

 

Em postagem feita no Instagram, Renato afirmou que fez a aposta junto a Bolsonaro e a Mosart Aragão, um ex-assessor do irmão, e conseguiram acertar a quina.

 

"Todo ano a gente joga. Fazemos sempre bolão eu, meu irmão, o Mozart e um cunhado meu. Eu que organizo sempre o bolão. Ano passado a gente jogou e também ganhamos a quadra. Esse ano fizemos o bolão em 3 e não podia deixar meu irmão de fora. Dessa vez não saiu o 22, mas em 2026 pode anotar que o 22 vai ganhar", escreveu.

 

O jogo foi feito em nome do ex-presidente após a prisão dele, no dia 20 de dezembro.

 

Sendo uma das 308.315 apostas que acertaram quatro números da Mega da Virada, o jogo da família Bolsonaro rendeu R$ 216,76.

 

A conquista da família Bolsonaro chamou a atenção nas redes sociais e chegou a virar motivo de piada. Isso porque, um dos números sorteados foi o 13.

 

Os números escolhidos pelo trio foram: 06 – 13 – 21 – 22 – 32 e 59. A Caixa sorteou, excepcionalmente na segunda-feira, 1°, os números 09 – 13 – 21 – 32 – 33 e 59.

Genial/Quaest: maioria não acredita em perseguição contra Bolsonaro e acha que prisão foi causada por atos dele
Foto: Reprodução Rede Globo

O ex-presidente Jair Bolsonaro seria merecedor da prisão por ter praticados atos que levaram a essa situação, como a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. Por conta de ter sido preso, o ex-presidente teria ficado “mais fraco”.

 

Essas são algumas das opiniões dos brasileiros medidas a partir de pesquisa da Genial/Quaest, com entrevistas realizadas o final do mês de dezembro de 2025. Os dados da pesquisa foram divulgadas pela colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo. 

 

De acordo com a jornalista, 52% dos entrevistados julga que Jair Bolsonaro foi preso em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal por atos praticados por ele próprio ou por seus familiares. Apenas 21% acreditam que isso ocorreu por “perseguição política do STF ou de Alexandre de Moraes”.

 

Entre os que acham que o ex-presidente ou seus familiares acabaram por causar a prisão, 32% dizem que ele foi preso porque “danificou a tornozeleira eletrônica” que usava quando estava em prisão domiciliar. Outros 16% apontam “risco de fuga para o exterior”. 

 

Somente 4% dos entrevistados pela Genial/Quaest dizem acreditar que o ex-presidente foi encarcerado porque o filho, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), organizou uma vigília perto do condomínio em que Bolsonaro morava. 

 

Do total de entrevistados, 51% dizem acreditar que Jair Bolsonaro “merece estar preso”. Entre os entrevistados que se dizem petistas, esse percentual sobe para 91%. Já entre os que se declaram bolsonaristas, o resultado despenca para 4%.

 

Outros 56% do total dos brasileiros dizem acreditar que o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou “mais fraco” depois da prisão. Entretanto, em meio aos que se declaram bolsonaristas, 52% afirmam que o ex-presidente foi preso por perseguição da Corte. 

 

Mesmo entre os que dizem ser bolsonaristas há um número expressivo dos que afirmam que Bolsonaro está preso na PF em Brasília por ter violado a tornozeleira: 18% de bolsonaristas dizem concordar com essa impressão.

 

Segundo Monica Bergamo, a pesquisa Genial/Quaest foi realizada na parte final do mês de dezembro. Foram realizadas entrevistas com 2004 pessoas em diversos estados do país. 
 

TRF-6 restabelece parte dos benefícios de Bolsonaro e cita risco à dignidade do ex-presidente
Foto:Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) decidiu suspender os efeitos de uma liminar que havia determinado o bloqueio dos benefícios e direitos vitalícios concedidos a Jair Bolsonaro em razão do exercício da Presidência da República. A decisão, em caráter provisório, foi assinada pela desembargadora federal Mônica Sifuentes.

 

No entendimento da magistrada, a retirada integral da estrutura de apoio pessoal colocaria o ex-presidente em situação de “acentuada vulnerabilidade”. Com isso, o TRF-6 manteve a suspensão do uso de veículos oficiais e motoristas, mas garantiu a continuidade de outros benefícios, como os servidores responsáveis pela segurança pessoal.

 

A decisão revisa entendimento anterior da 8ª Vara Federal de Belo Horizonte, que, no início do mês, havia determinado a interrupção do fornecimento de servidores, assessores e estrutura logística a Bolsonaro, benefícios previstos em lei para ex-presidentes da República.

 

Ao justificar a medida, Sifuentes destacou que Bolsonaro é uma pessoa idosa, com histórico de problemas de saúde, e que a retirada imediata de todo o aparato de apoio poderia gerar “risco de dano irreparável à dignidade e ao bem-estar de um ex-dignatário da República”. A desembargadora também apontou que a desmobilização de uma equipe que atua há anos com o ex-presidente poderia causar prejuízos administrativos de difícil reversão, mesmo em caso de mudança futura da decisão.

 

Publicada no dia 19 de dezembro, a determinação tem natureza de antecipação de tutela recursal e ainda será analisada pelo colegiado do TRF-6, a partir de recurso apresentado pela defesa de Bolsonaro.

 

A ação que questiona os benefícios foi proposta pelo vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT). Segundo ele, a suspensão seria justificada pelo fato de Bolsonaro estar cumprindo pena em regime fechado, após condenação a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, o que, na avaliação do parlamentar, inviabilizaria o exercício de atividades públicas e institucionais.

 

Os benefícios a ex-presidentes estão previstos na Lei nº 7.474/1986, regulamentada por decreto de 2008, que assegura servidores, assessores, veículos e motoristas para apoio e segurança pessoal. O objetivo da norma é garantir proteção a ex-chefes do Executivo em razão dos riscos associados ao cargo. No caso de Bolsonaro, atualmente detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, sua rotina e segurança seguem as regras da legislação de execução penal.

Cirurgia para conter crise de soluços de Bolsonaro é finalizada após 1h de operação
Foto: Marcelo Camargo / EBC

A cirurgia para conter as crises de soluço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi finalizada nesta segunda-feira (29) após cerca de uma hora de operação. O procedimento foi iniciado às 14h, no Hospital DF Star, em Brasília, onde ele está internado desde o dia 24 de dezembro.

 

A finalização da cirurgia foi anunciada pela ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em publicação nas redes sociais.

 

“Procedimento finalizado. Graças a Deus, esperando agora ele subir para o quarto”, escreveu Michelle nos stories do Instagram.

 

A cirurgia realizada foi feita para bloquear o nervo frênico esquerdo, indicado para casos que não respondem a medicamentos.

 

Na semana passada, o ex-presidente passou por uma cirurgia para remoção de hérnia inguinal bilateral, após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de apresentar um quadro clínico controlado no pós-operatório, Bolsonaro vem registrando crises de soluços, bem como uma “elevação da pressão arterial” durante a noite.

 

No último sábado (27), o político passou por um bloqueio do nervo frênico do lado direito. De acordo com os médicos, não é recomendado realizar o bloqueio dos dois lados simultaneamente devido ao risco de complicações respiratórias, sobretudo no caso de Bolsonaro, hoje com 70 anos.

 

Os médicos indicaram que a expectativa de internação continua a mesma, em torno de cinco a sete dias, mesmo com o novo procedimento. Caso não ocorra como esperado, uma nova avaliação será feita para "ver o melhor caminho possível". "Após a realização do procedimento na segunda-feira, mais 48 horas pelo menos, se estiver tudo em ordem, provavelmente recebe alta hospitalar", disse o cirurgião geral Claudio Birolini.

Bolsonaro apresenta nova crise de soluções e tem aumento de pressão durante nova cirurgia
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nova crise de soluços e elevação da pressão arterial na noite de sábado (27) após passar por um procedimento para bloquear o nervo frênico direito, informou neste domingo (28) o Hospital DF Star. Segundo o boletim médico mais recente, no momento, Bolsonaro encontra-se estável e sem soluços.

 

Nesta segunda (29), o ex-presidente passará por uma nova intervenção para bloquear o nervo frênico esquerdo, responsável pelo controle do diafragma, para completar o tratamento que pretende aliviar as crises de soluços. Bolsonaro também seguirá com fisioterapia para reabilitação, medidas de prevenção de trombose venosa e cuidados clínicos.

 

Esse será o terceiro procedimento do ex-presidente desde a internação, no dia 24. Na quinta-feira (25), Bolsonaro fez a primeira cirurgia, para tratar uma hérnia inguinal.

 

No sábado, o ex-presidente foi submetido à segunda intervenção, para bloquear o nervo frênico direito. Bolsonaro está sendo acompanhado diariamente para verificar se os procedimentos para reduzir os soluços foram bem-sucedidos.

 

No início da semana passada, o ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a internação. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação pela trama golpista.

Médicos avaliam novo procedimento para conter soluços de Bolsonaro após cirurgia de hérnia
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / EBC

Os médicos responsáveis pela cirurgia de correção de hérnia inguinal bilateral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) irão avaliar um novo procedimento para conter os soluços do político. Ele passou por uma operação para a correção da hérnia nesta quinta-feira (25) e, conforme os médicos, a intervenção ocorreu sem intercorrências.

 

"Ele tomou anestesia geral, já está acordado, esta no quarto, inclusive. Agora, nesses próximos dias, os cuidados serão voltados para analgesia, fisioterapia e profilaxia de tromboembolismo venoso", afirmou o cirurgião Cláudio Birolini.

 

Segunda a Folha de São Paulo, na próxima segunda-feira (29), os médicos vão avaliar se Bolsonaro deve ser submetido a um novo procedimento, desta vez para amenizar as crises de soluço pelas quais o ex-presidente vem passando. Essa decisão pode prolongar o tempo de internação.

 

A alta de Bolsonaro e seu possível retorno à prisão na Superintendência da Polícia Federal, na avaliação dos médicos, dependerá de seu estado após alguns dias de recuperação. 

 

"Ele precisa estar bom o suficiente para o autocuidado, tomar banho, se vestir, comer. Nesse momento, para tomar banho, ele precisa de ajuda", afirmou Birolini.

Cirurgia de tratamento de hérnia de Bolsonaro termina após mais de 3h de operação
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / EBC

A cirurgia para o tratamento de uma hérnia inguinal bilateral no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi finalizada durante a tarde desta quinta-feira (25), após cerca de 3h30 de operação. O procedimento foi pedido pela defesa e autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após a PF realizar uma perícia e identificar que a cirurgia era urgente.

 

Os peritos analisaram que o quadro de soluços de Bolsonaro, uma das principais queixas de saúde do ex-presidente, e avaliaram que o bloqueio do nervo frênico é uma medida tecnicamente adequada e deve ser feito o quanto antes. A operação foi permitida após determinação do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (23).

 

Bolsonaro foi transferido da superintendência para internação no Hospital DF Star em Brasília na quarta (24).

 

A HÉRNIA
A hérnia inguinal (também chamada hérnia na virilha) acontece quando os tecidos do interior do abdômen saem por um ponto fraco da parede muscular abdominal formando uma espécie abaulamento no local.

 

Quando isso ocorre dos dois lados, ela é chamada de bilateral. A hérnia inguinal bilateral pode causar inchaço, dor ou desconforto, especialmente ao fazer esforço, tossir ou ficar muito tempo em pé, embora às vezes seja assintomática.
 

Moraes autoriza visita de filhos de Jair Bolsonaro durante internação
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a visita dos filhos de Jair Bolsonaro durante o período de internação do ex-presidente no Hospital DF, em Brasília. O vereador Carlos Bolsonaro tentou ver o pai na manhã desta quarta-feira (24), mas não obteve permissão.

 

A liberação ocorreu através de despacho comunicado à Polícia Civil, à Procuradoria-Geral da República e aos advogados de Jair Bolsonaro e atende a um pedido da defesa. 

 

As restrições impostas anteriormente, como a proibição de telefones celulares, computadores ou quaisquer dispositivos eletrônicos no quarto hospitalar, permanece valendo. 

 

A decisão libera a visitação do senador Flávio Bolsonaro, dos vereadores Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro e da estudante Laura Bolsonaro considerando as regras gerais do hospital referentes a horários de visita. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro já havia sido autorizada a ficar ao lado do marido como acompanhante. 

 

O ex-presidente deverá se submeter a um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia inguinal bilateral e crises de soluço. Segundo a equipe médica da Polícia Federal, trata-se de uma cirurgia eletiva, ou seja, não emergencial, mas necessária para evitar o agravamento do quadro clínico. 
 

Flávio Bolsonaro se reúne com dono do BTG Pactual em São Paulo
Fotos: Divulgação | Wilson Dias / Agência Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato as eleições presidenciais de 2026, se reuniu com o empresário André Esteves, dono do BTG Pactual, para uma conversa na própria mansão do administrador, em São Paulo. Segundo informações do O Globo, o encontro aconteceu na última quarta-feira (17). 

 

Informações apontam que o primogênito de Jair Bolsonaro ainda deve cumprir novas agendas com banqueiros e gestores ainda esta semana. As reuniões, marcadas por aliados, buscam dar tração a campanha de Flávio no âmbito da Faria Lima, onde a maioria preferiria que Tarcísio de Freitas fosse o candidato.

 

Segundo o jornalista Lauro Jardim, após o encontro com André Esteves, parte do mercado financeiro já levam o filho de Jair Bolsonaro mais a sério.

Bolsonaro deve ter “transporte discreto” e vigilância na porta do quarto durante cirurgias no Natal
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, estabeleceu, nesta terça-feira (23), as condições de segurança que devem ser observadas pela Polícia Federal durante o processo de internação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para realização de cirurgia nesta quinta-feira (25). 

 

Conforme a autorização do próprio ministro, Jair deve ser internado no Hospital DF Star, em Brasília, nesta quarta-feira (24), para passar por dois procedimentos cirúrgicos: um para tratar de duas hérnias inguinais e outro de bloqueio anestésico do nervo frênico, relacionado às crises de soluço.

 

Segundo a decisão, o transporte de Bolsonaro saindo da Superintendência da PF em Brasília deverá ser realizado "de maneira discreta, e o desembarque deverá ser feito nas garagens do hospital".

 

Na decisão, divulgada pelo g1, Moraes destaca que "a Polícia Federal deverá providenciar a completa vigilância e segurança do custodiado durante sua estadia, bem como do hospital, mantendo equipes de prontidão”.

 

“A Polícia Federal deverá garantir, ainda, a segurança e fiscalização 24 horas por dia, mantendo, no mínimo, dois policiais federais na porta do quarto do hospital, bem como as equipes que entender necessárias dentro e fora do hospital", determinou o ministro.

 

Moraes também vedou a entrada de computadores e telefones celulares no quarto onde Bolsonaro ficará instalado, exceto os equipamentos médicos.

Moraes nega novo recurso de Bolsonaro contra condenação por trama golpista
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o novo recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (19), contra a condenação a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista.

 

No mês passado, os advogados entraram com uma solicitação de embargos infringentes para tentar derrubar a decisão do ministro, que negou já outro recurso da defesa, os embargos de declaração. As informações são da Agência Brasil. 

 

Em resposta, Moraes considerou o recurso protelatório e reafirmou que ex-presidente não tem direito aos embargos infringente e determinou a execução da condenação de Bolsonaro e mais seis réus do Núcleo 1 da trama golpista. 

 

“Desde a definição pelo plenário do STF, esse entendimento – exigência de dois votos absolutórios próprios para o cabimento dos embargos infringentes das decisões das turmas – vem sendo aplicado em todas as ações penais, inclusive nas relacionadas aos crimes de atentado às instituições democráticas e à tentativa de golpe de Estado, que culminaram nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023”, decidiu o ministro.

 

Segundo a Agência Brasil, para conseguir que o caso fosse julgado novamente, Bolsonaro precisava obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2 no julgamento realizado no dia 11 de setembro e que condenou os acusados. No entanto, o placar pela condenação foi de 4 votos a 1.

 

Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena definitiva pela condenação.

Pesquisas revelam dificuldades para a estratégia bolsonarista de eleger um senador por estado em 2026
Foto: Reprodução CNN

“Me dê 50% da Câmara e do Senado que a gente muda o destino do Brasil”. Essa afirmação, feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um ato público realizado em São Paulo, no final de junho, resumia a estratégia da oposição para as eleições de outubro de 2026. 

 

A prioridade confessa de Bolsonaro, do PL e da oposição era a de conquistar a maioria das cadeiras no Senado, com a escolha de candidatos fortes para a disputa nos estados. De cima do carro de som na Avenida Paulista, falando para cerca de 20 mil apoiadores, Bolsonaro disse que era preciso que a oposição detivesse metade do Congresso para “mudar o país”.

 

A estratégia do bolsonarismo de priorizar o Senado tinha como intenção o controle da pauta. Afinal, era o Senado que tinha o poder de instaurar processos por crimes de responsabilidade, que podem resultar no impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

 

No ano que vem, 54 das 81 cadeiras no Senado estarão em disputa. Garantir a maioria dessas vagas era considerado por Bolsonaro e pela oposição o melhor caminho para o ex-presidente recuperar os direitos políticos e reverter a situação no STF.

 

Daquele momento no ato na Paulista até os dias atuais, Jair Bolsonaro acabou sendo condenado no STF e foi preso na Superintendência da Polícia Federal. Além disso, na semana passada, o ministro Gilmar Mendes decidiu, de forma monocrática, suspender artigos da Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950) relativos ao afastamento de ministros da Corte. 

 

Gilmar Mendes determinou que somente o procurador-geral da República pode protocolar no Senado pedidos de impeachment de ministros do STF. Nesta quarta-feira (10), recuou e suspendeu trechos da própria decisão, a exemplo da origem de eventuais processos de impeachment. O ministro também decidiu que o quórum para iniciar processos de impeachment é o de dois terços dos senadores (54), acima da maioria simples exigida anteriormente, de 41 votos para a admissão do processo.

 

Levantamento realizado pelo Bahia Notícias revelou como está no momento a disputa pelo Senado Federal nos 27 estados. O levantamento analisou os dados das pesquisas mais recentes de institutos nacionais em cada uma das unidades federativas.

 

Pelo levantamento, é possível avaliar o tamanho do desafio que a oposição passou a ter - a partir da decisão do ministro Gilmar Mendes - para levar à frente a sua estratégia de obter maioria no Senado como forma de colocar para andar pedidos de impeachment de ministros do STF. O principal alvo da oposição é o ministro Alexandre de Moraes, contra quem foram apresentados mais de 30 pedidos de impeachment. 

 

Atualmente, a composição do Senado está assim dividida: 

  • PL - 15 senadores
  • PSD - 14 senadores
  • MDB - 11 senadores
  • PT - 9 senadores
  • PP - 7 senadores
  • União Brasil - 5 senadores
  • Republicanos - 5 senadores
  • PSB - 4 senadores
  • Podemos - 4 senadores
  • PDT - 3 senadores
  • PSDB - 3 senadores
  • Novo - 1 senador 

 

De acordo com o levantamento realizado pelo Bahia Notícias, caso os vitoriosos nas eleições para o Senado fossem os que, nos dias atuais, lideram as pesquisas, as 54 cadeiras em disputa seriam divididas da seguinte forma entre os partidos:

  • PL - 13
  • MDB - 9
  • União Brasil - 6
  • PP - 5
  • PT - 5
  • PSD - 3
  • PSDB - 3
  • Republicanos - 3
  • PDT - 2
  • PSB - 2
  • Podemos - 1
  • Psol - 1
  • Sem partido - 1

 

Somadas essas cadeiras que, supostamente, seriam conquistadas por esses partidos nas eleições, com os 27 senadores e senadoras que possuem mandato até 2031, a configuração do Senado em 2027, na divisão por partidos, poderia ser a seguinte:

  • PL - 21
  • MDB - 10
  • União Brasil - 10
  • PP - 8
  • PT - 8
  • Republicanos - 7
  • PSD - 6
  • PSDB - 3
  • PDT - 3
  • PSB - 2
  • Psol - 1
  • Podemos - 1
  • Sem partido - 1

 

Nessa perspectiva, a oposição contaria com 21 votos certos a favor de um impeachment de ministro do STF. Se somar os votos do PL com partidos que atualmente fazem oposição ao governo Lula, como PP, União Brasil, Republicanos e Podemos, a bancada disposta a fazer andar um impeachment chegaria no máximo a 47 votos, número insuficiente caso seja mantida a decisão de Gilmar Mendes (que exige 54 apoios para que seja admitido um processo no Senado). 

 

Apesar de a simulação para o futuro Senado não permitir hipoteticamente um apoio suficiente para iniciar processo de impeachment, a quantidade de cadeiras do PL o credenciaria a conquistar a presidência do Senado. E é o presidente do Senado que possui a prerrogativa de decidir fazer andar ou não pedidos de impeachment de ministros do Supremo. 

 

Outro dado que o levantamento sobre o futuro Senado permite projetar diz respeito ao tamanho da renovação que a Casa vai sofrer a partir de 2027. Em 2018, quando houve a eleição de dois terços das cadeiras, de cada quatro senadores que tentaram a reeleição, três não conseguiram manter o mandato. 

 

Desde a redemocratização do país não havia acontecido uma eleição que levasse tantas caras novas para o Senado. No total, das 54 vagas em disputa em 2018, 46 foram ocupadas por novos nomes, uma renovação de mais de 85%. 

 

As projeções de momento para as eleições 2026 nos estados revelam que 13 senadores estão entre os dois melhores colocados nas pesquisas. Caso esse número seja mantido até o dia da votação, haveria uma renovação de 41 das 54 cadeiras atuais, ou algo em torno de 76% do total, resultado que não bate o recorde de 2018.

'Dark Horse': Mário Frias explica por que filme sobre Jair Bolsonaro será lançado em inglês
Foto: Divulgação

O ex-secretário de Cultura do governo de Bolsonaro, o ator e deputado federal Mário Frias, explicou o motivo do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, previsto para estrear em 2026, ser em inglês.

 

Em entrevista à revista Oeste, o autor do roteiro e um dos idealizadores do longa afirmou que a questão de 'Dark Horse' ter sido rodado em inglês foi estratégica.

 

 

Para Frias, com a produção sendo em língua inglesa, ela consegue ultrapassar fronteiras. "Optamos por filmar em inglês por uma razão muito clara: esta história precisa ser compreendida pelo mundo".

 

O filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não tem um título em português. O papel do militar será interpretado pelo ator norte-americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus em 'A Paixão de Cristo'.

 

Além dele, o elenco reúne nomes como Lynn Collins, Esai Morales e Camille Guaty, no papel de Michelle Bolsonaro.

 

"Minha expectativa é que o filme provoque reflexão e alcance pessoas", afirma Frias.

Set de gravações de filme sobre Jair Bolsonaro recebe denúncias em sindicato de artistas
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, “Dark Horse”, foi alvo de denúncias e relatos de agressões, atraso e outras situações ao Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo (Sated-SP). 

 

Segundo o jornal O Globo, delegados sindicais forma enviados ao set de gravações pela organização. As denúncias incluem uma agressão com tapas e socos contra um figurante de 21 anos após ser identificado um celular com ele durante a revista para entrar no set, o que não era permitido.

 

Ainda conforme o jornal, a presidente do Sated-SP, Rita Teles, informou que foram oficializadas cerca de 15 denúncias vindas de pessoas de diferentes cargos. Entre as denúncias também havia atrasos no pagamento, fornecimento de comida estragada, cachês abaixo do padrão do setor e, em alguns casos, atores e figurantes forma impedidos de ir ao banheiro. 

 

SOBRE O FILME
Com roteiro de Mario Frias e direção de Cyrus Nowrasteh, o filme “Dark House” (“O Azarão”) sobre a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018, ganhou mais uma atualização. A responsabilidade de dar vida a Bolsonaro nas telonas será do ator norte-americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus Cristo no clássico “A Paixão de Cristo” (2004). 

 

O uso indevido da música 'Survivor', do grupo Destiny's Child, do qual Beyoncé fez parte no início da carreira, em um teaser do filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro, dará dor de cabeça ao ex-militar.

 


 

PL da Dosimetria prevê redução de punições a envolvidos nos atos do 8/01; Penas de Bolsonaro podem cair para 2 anos, diz relator
Foto: Billy Boss / Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados incluiu na pauta de votação desta terça-feira (9) o PL da Dosimetria, projeto que propõe a revisão e redução de penas impostas a envolvidos nos atos do 8 de janeiro e os acusados pela trama golpista. O texto altera partes da Lei de Execução Penal e do Código Penal, promovendo mudanças no cálculo das punições, ou seja, na dosimetria das penas. 

 

Entre os principais pontos abordados pelo PL, o substitutivo acaba com a soma de penas em casos de crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e à abolição violenta do Estado Democrático de Direito, impedindo o acúmulo de condenações por meio de uma regra do “concurso formal próprio”. 

 

Outro ponto incluído no substitutivo é o artigo 359-V, que prevê redução de um terço a dois terços da pena para crimes cometidos “em contexto de multidão”. Neste caso, a regra é válida apenas para aqueles que não exerceram papel de liderança nem atuado no financiamento dos atos.

 

O texto é relatado pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e, segundo ele, considerando a remição de pena que reduz o tempo de prisão de acordo com as horas de trabalho e de estudo, a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cairia para 2 anos e 4 meses.

 

"Esse é o texto básico. Com isso, todas aquelas pessoas presas pelo 8 de janeiro serão soltas. Aquelas que estão com tornozeleira, aquelas que estão fora do Brasil. E aqueles que pegaram uma pena maior reduz para, como o presidente Bolsonaro, no final de tudo, 2 anos e 4 meses", disse o relator Paulinho da Força.

 

O PL da Dosimetria funciona como uma alternativa política ao PL da Anistia, proposta que pediam o perdão total das condenações dos envolvidos nos atos golpistas.

Equipe de Beyoncé aciona jurídico após filme de Bolsonaro usar música da artista sem autorização
Foto: Divulgação/ Fábio Rodrigues-Pozzebom

O uso indevido da música 'Survivor', do grupo Destiny's Child, do qual Beyoncé fez parte no início da carreira, em um teaser do filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro, dará dor de cabeça ao ex-militar.

 

O perfil Beyoncé Access, gerido por brasileiros que chegaram a conhecer a artista durante a passagem dela por Salvador em 2023, informou a equipe da cantora sobre a presença da canção na divulgação do filme e revelou que os responsáveis legais pela cantora já iniciaram as medidas necessárias para remoção do conteúdo do ar.

 

Por meio das redes sociais, o brasileiro Anderson Nick, coordenador de projetos da BeyGOOD, agradeceu ao alerta feito pelos fãs da artista nos últimos dias e informou que a equipe da cantora já foi comunicada sobre a situação.

 

 

"Obrigado a todos que mandaram DM dizendo que a música ‘Survivor’ foi utilizada no trailer do filme do inominável inelegível presidiário golpista. Obviamente, a música foi utilizada sem autorização e as providências legais já estão sendo tomadas para que seja retirado do ar o mais rápido possível. Obrigado.", afirmou.

 

Em 2024, a cantora ameaçou enviar uma notificação extrajudicial à campanha de Trump após a equipe publicar um trecho de sua música "Freedom", que era utilizada na campanha de Kamala Harris, em um vídeo postado nas redes sociais.

Flávio Bolsonaro cresce em ranking de presença digital dos presidenciáveis, mas Michelle mantém liderança
Foto: Reprodução Redes Sociais

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro segue na liderança disparada entre os presidenciáveis de 2026, quando se trata de medir a participação de cada um no ambiente digital, mas outros nomes tiveram evolução no monitoramento do mês de novembro, como o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido por seu pai, Jair Bolsonaro, como o candidato do PL às eleições. 

 

Flávio, entretanto, cresceu antes da decisão tomada na última sexta-feira (5) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiá-lo para concorrer a presidente nas eleições do próximo ano.

 

Esses são alguns resultados do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP), realizado pela Consultoria Datrix e divulgado nesta semana. O índice mede a avaliação do desempenho dos presidenciáveis em uma combinação de três critérios: 

 

  • “colchão reputacional”, que mede a capacidade de mobilização nas próprias redes; 
  • “mar aberto”, que avalia a repercussão externa em menções feitas por jornais, influenciadores e outros políticos; 
  • análise de buscas em plataformas como Google e TikTok. 

 

Os dados coletados no levantamento Datrix geram uma nota que varia de -100 a +100, refletindo a força digital de cada político. De acordo com o levantamento realizado durante o mês de novembro, o ranking dos presidenciáveis teria fechado o mês da seguinte forma:

 

1 - Michelle Bolsonaro - 37,34 pontos
2 - Lula - 24,19 pontos
3 - Ratinho Júnior - 19,96 pontos
4 - Flávio Bolsonaro - 19,16 pontos
5 - Ronaldo Caiado - 16,64 pontos
6 - Tarcísio de Freitas - 16,44 pontos
7 - Eduardo Bolsonaro - 16,06 pontos
8 - Eduardo Leite - 9,78 pontos
9 - Ciro Gomes - 8,31 pontos
10 - Romeu Zema - 6,68 pontos

 

O cenário da presença digital dos presidenciáveis se reorganizou a partir da prisão de Jair Bolsonaro, em novembro. O núcleo familiar do ex-presidente foi o grande beneficiado, segundo a pesquisa Datrix. 

 

Com a prisão do líder da direita, Michelle Bolsonaro passou a liderar isoladamente o ranking. Segundo o levantamento, o último mês da ex-primeira-dama foi marcado por publicações pessoais, religiosas e de reforço ao papel de “pilar” da família. 

 

Os dados também destacam a entrada do senador Flávio Bolsonaro, estreando em quarto lugar com 19,16 pontos. Mesmo antes da decisão de Jair Bolsonaro de apoiar o filho para a Presidência, o ranking já mostrava o crescimento do senador nas redes, contribuindo para a ampliação do domínio da família no debate digital.

 

Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), viu sua base digital oscilar negativamente após a prisão de Bolsonaro, apesar de gestos públicos de lealdade ao ex-presidente. Segundo o relatório da pesquisa, Tarcísio ainda sofre muito fogo amigo, sobretudo
da base bolsonarista. 

 

Entre os outros nomes, o presidente Lula manteve estabilidade na sua presença digital, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., teve um crescimento significativo no mês de novembro. Outro concorrente que aproveitou o rearranjo do campo bolsonarista foi Ronaldo Caiado. O goiano cresceu 10,6% e assumiu o quinto lugar geral, com 16,64 pontos, impulsionado por declarações duras na área de segurança pública. 
 

STF reage com surpresa à decisão de Bolsonaro de apoiar Flávio à Presidência em 2026
Foto: Reprodução / Facebook / Flávio Bolsonaro

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) receberam com surpresa a informação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi escolhido pelo pai como seu candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.

 

Segundo magistrados, a expectativa era de que Jair Bolsonaro optasse por uma candidatura considerada “mais sólida”, com a possibilidade de, em caso de vitória, obter um indulto para deixar a prisão.

 

Integrantes da Corte avaliavam que, no campo da centro-direita, essa alternativa “mais sólida” seria a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). As informações são do Metrópoles.

Ibovespa recua 4,31% após anúncio de apoio de Jair Bolsonaro a Flávio em 2026
Foto: Reprodução / X

O Ibovespa encerrou a sessão desta sexta-feira (5) em queda de 4,31%, aos 157.369,36 pontos. O movimento interrompeu a trajetória recente que havia levado o índice ao patamar histórico de 165 mil pontos. Já o dólar comercial avançou 2,28%, fechando a R$ 5,43.

 

Durante o dia, o principal indicador da Bolsa brasileira chegou à faixa dos 159 mil pontos, em sentido oposto ao observado em mercados internacionais, que registraram altas moderadas. As informações são do site BP Money, parceiro do Bahia Notícias.

 

A reversão brusca teve como gatilho a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu apoiar seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, como candidato à Presidência da República em 2026. A sinalização foi recebida com surpresa por agentes financeiros e elevou a aversão ao risco em ativos brasileiros.

Site afirma que Jair Bolsonaro teria escolhido o filho Flávio como candidato a presidente; mercado reage mal à notícia
Foto: Reprodução Redes Sociais

Segundo informações da coluna do jornalista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro já teria se decidido a apoiar o filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato a presidente da República em 2026. A nota diz que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) já teria sido avisado da decisão. 

 

A escolha do candidato oficial do ex-presidente foi comunicada a Tarcísio de Freitas pelo próprio Flávio Bolsonaro, em conversa mantida nas últimas horas. Flávio Bolsonaro esteve em São Paulo ao menos duas vezes nesta semana para tratar do tema com o governador. 

 

Uma dessas agendas, segundo o Metrópoles, ocorreu na quinta-feira (4) e a outra nesta sexta (5), em movimento interpretado como parte da consolidação de seu nome como candidato presidencial do grupo bolsonarista.

 

Se for confirmada a decisão de Jair Bolsonaro, o governador Tarcísio de Freitas provavelmente será candidato a disputar a reeleição ao governo paulista em 2026. Receber o apoio do ex-presidente era condição essencial apresentada por Tarcísio para ser candidato a presidente.

 

A informação divulgada pelo Metrópoles rapidamente mudou o humor dos investidores na tarde desta sexta (5). Segundo informações do site BP Money, percepção de risco político que acompanha o nome do senador Flávio Bolsonaro reverteu a curva ascendente dos negócios no Ibovespa, justamente no dia em que o mercado celebrava novos recordes.

 

O BP Money afirma que por volta de 13h20, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, caía 0,5%, aos 163.588 pontos. A queda ocorreu minutos depois de a Bolsa tocar uma nova máxima histórica de 165.036 pontos, impulsionada inicialmente pelos dados de inflação dos EUA.

 

A virada no humor do mercado pós-informação sobre Flávio Bolsonaro também influenciou o câmbio. O dólar comercial avançava, nesta tarde, cerca de 1,8%, negociado próximo de R$ 5,40. Entretanto, os juros futuros passaram a subir em bloco, refletindo um prêmio de risco maior diante da antecipação do debate eleitoral.

 

A suposta antecipação da escolha do ex-presidente por seu filho também tira do jogo a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que deve seguir no projeto de se candidatar ao Senado pelo Distrito Federal. Michelle protagonizou nos últimos dias uma discussão pública com o senador Flávio Bolsonaro e os irmãos, e dentro do PL houve a avaliação de que ela estaria querendo se cacifar como candidata a presidente. 
 

Michelle diz que irmãos Bolsonaro são livres para apoiar Ciro, mas que não deveriam criticá-la por rejeitar aliança
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em nota publicada nas suas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro falou sobre a posição que ela apresentou contrária a qualquer aliança do PL com o ex-governador Ciro Gomes, e rebateu as críticas que sofreu dos três filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

“Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)”, disse Michelle na nota. 

 

O conflito entre Michelle e os irmãos Bolsonaro começou no último fim de semana, durante o lançamento da candidatura do senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do Ceará. Na ocasião, a ex-primeira-dama criticou criticou e classificou como precipitada a aliança firmada entre seus correligionários e Ciro. 

 

Em resposta, o presidente estadual da sigla, o deputado federal André Fernandes, disse que a costura teve o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) antes de ele ir preso. Nesta segunda (1º), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu em defesa do deputado cearense e criticou Michelle, sendo apoiado depois em comentários públicos pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). 

 

Na postagem feita em suas redes, Michelle Bolsonaro, que é presidente nacional do PL Mulher, disse que “vivemos em tempos difíceis”, e que, portanto, seria “normal que os nervos fiquem à flor da pele e podemos vir a machucar aqueles a que jamais gostaríamos de magoar”. 

 

Michelle Bolsonaro disse na nota que ama seu marido, Jair Bolsonaro, e sua filha, Laura, e que “ama a vida dos meus enteados”, e que entende a dor deles pela prisão do pai. A presidente do PL afirma que defenderá Bolsonaro “como uma leoa que defende a sua família”, mas pediu respeito ao fato de pensar diferente dos outros. 

 

“Eu respeito a opinião dos meus enteados, mas penso diferente e tenho o direito de expressar meus pensamentos com liberdade e sinceridade. Antes de ser uma líder, eu sou mulher, sou mãe, sou esposa e, se tiver que escolher entre ser política, mãe ou esposa, ficarei com as duas últimas opções”, disse Michelle. 

 

A presidente do PL Mulher repetiu os argumentos que usou durante o evento no Ceará, de que jamais poderia concordar em ceder seu apoio à candidatura de Ciro Gomes, segundo ele, “um homem que tanto mal causou ao meu marido e à minha família”. Michelle destaca que não há como apoiar um político que ela taxou de responsável por rotular Jair Bolsonaro como genocida.

 

“Aqueles que defendem essa aliança são livres para continuar com ela, mas não deveriam me criticar por não aceitá-la. Eu tenho o direito de não aceitar isso, ainda que essa fosse a vontade do Jair (ele não me falou se é)”, colocou. 

 

Na sequência do post com a nota pública, Michelle publicou vários trechos de entrevistas em que Ciro Gomes se manifesta contra o ex-presidente. Ela reforçou que em Fortaleza, teria se colocado como uma esposa defendendo seu marido e a sua família de um homem que sempre os atacou. 

 

“Peço aos meus enteados que me entendam e me perdoem. Não foi minha intenção contrariá-los. Eu, assim como eles, quero apenas o melhor para o nosso herói, seu pai, meu esposo e o maior líder que esse país já teve - Jair Messias Bolsonaro”, concluiu Michelle Bolsonaro ao final da sua nota. 
 

Oposição consegue assinaturas para urgência a projeto que tenta extinguir crimes que levaram à prisão de Bolsonaro
Foto: Fellipe Sampaio/STF

O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), conseguiu reunir 38 assinaturas em um requerimento de urgência para acelerar a votação de projeto que busca revogar no Código Penal alguns dos crimes que levaram à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe em 2022. O projeto foi protocolado nesta quarta-feira (26) pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG). 

 

A proposta de Viana, que é o presidente da CPMI do INSS,  propõe revogar os artigos 359-L, 359-M, 359-N e 359-P do Código Penal. Esses artigos, inseridos no Código Penal a partir da sanção da lei nº 14.197, em 1º de setembro de 2021, trata de crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, e tentativa de golpe de estado.

 

Esses dois crimes levaram à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu ao final do julgamento, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a pena de 27 anos e três meses. 

 

Caso o Congresso Nacional venha a aprovar a remoção desses artigos do Código Penal, a pena do ex-presidente pode vir a cair cerca de 15 anos, o que reduziria o tempo que ele terá de cumprir em regime fechado. Pelo crime de abolição do Estado Democrático de Direito, Bolsonaro recebeu uma pena de seis anos e seis meses de reclusão, e por golpe de Estado, oito anos e dois meses de reclusão.

 

Segundo afirma o senador Carlos Viana em sua proposta, a introdução, no Código Penal, de um conjunto de tipos penais destinados à proteção do Estado Democrático de Direito, teria levado a uma interpretação com “amplitude excessiva” por parte do Poder Judiciário. Para Viana, os artigos inseridos na lei seriam formados por “conceitos imprecisos” que dariam margem a interpretações que suscitariam dúvidas e contestações inclusive constitucionais.  

 

“A revogação desses crimes é essencial para aprimorar o ordenamento jurídico, assegurar precisão normativa e evitar interpretações expansivas que possam resultar em punições desproporcionais. Cabe ressaltar que a revogação ora proposta não elimina completamente a proteção do Estado Democrático de Direito, que permanece tutelado por outros dispositivos penais e constitucionais”, explicou o senador. 

 

Viana ainda ressaltou que o seu projeto não configuraria, na opinião dele, uma proposta de anistia, indulto ou extinção seletiva de punibilidade. “Trata-se de medida de caráter geral e abstrato, compatível com o sistema constitucional penal, destinada a aperfeiçoar a técnica legislativa e reforçar os limites adequados para responsabilização criminal”, pontuou o senador do Podemos. 

 

Além dos crimes de abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado por organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. A maioria das pessoas que foram condenadas pela destruição promovida no dia 8 de janeiro de 2023 também recebeu penas por esses mesmos crimes, e teriam a redução do tempo de prisão caso o projeto do senador Viana seja aprovado.
 

Bolsonaro passa nesta quarta por audiência de custódia na Superintendência da PF, em Brasília
Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros cinco réus condenados no inquérito sobre a trama golpista passarão por audiência de custódia nesta quarta-feira (26). Os procedimentos, realizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por videoconferência, ocorrem ao longo da tarde. Os seis condenados foram presos na terça-feira (25).

 

Paralelamente, a Primeira Turma do STF deve concluir, até as 19h desta quarta, a análise da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou o início do cumprimento das penas pelo grupo, considerado o "núcleo crucial" dos atos golpistas. O julgamento virtual começou na terça-feira, às 19h.

 

Na decisão em análise, o relator, ministro Alexandre de Moraes, rejeitou recursos das defesas e decretou o encerramento do processo. Em seu voto, o relator manteve as determinações, que incluem comunicar a decisão ao Tribunal Superior Eleitoral para a aplicação da inelegibilidade do grupo. A medida também deve ser comunicada ao Ministério Público Militar e ao Superior Tribunal Militar para o procedimento de perda de posto e patente dos militares envolvidos, e à Procuradoria-Geral da República para o cumprimento da pena de multa.

 

AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA
Os condenados presos vão passar por audiências de custódia, nos locais onde estão detidos. O cronograma é o seguinte:

 

Almir Garnier (Brasília)

  • Horário: 13h
  • Local: Estação Rádio da Marinha em Brasília
  •  

Anderson Torres (Brasília)

  • Horário: 13h30
  • Local: 19º Batalhão de Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda

Augusto Heleno (Brasília)

  • Horário: 14h
  • Local: Comando Militar do Planalto

Jair Bolsonaro (Brasília)

  • Horário: 14h30
  • Local: Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal

Paulo Sérgio Nogueira (Brasília)

  • Horário: 15h
  • Local: Comando Militar do Planalto

Braga Netto (RJ)

  • Horário: 15h30
  • Local: 1ª Divisão do Exército, Vila Militar, Rio de Janeiro

 

As informações são do G1.

Bolsonaro vai cumprir pena na superintendência da PF, decide Moraes
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Mores definiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve cumprir pena na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal, onde já se encontrava preso preventivamente desde sábado, dia 22 de novembro. A decisão foi oficializada nesta terça-feira (25) mediante a declaração de trânsito em julgado no processo do núcleo 1 da trama golpista. 

 

"Certifico que os acórdãos publicados no dia 18 de novembro de 2025 transitaram em julgado em 25 de novembro de 2025 para os réus Alexandre Ramagem Rodrigues, Anderson Gustavo Torres e Jair Messias Bolsonaro", aponta uma determinação do STF que certificou o chamado "trânsito em julgado" em relação a esses condenados.

 

Com a medida, ex-presidente deve cumprir 27 anos e 3 meses de prisão, inicialmente em regime fechado. O transito em julgado ainda ocasionou a prisão dos demais réus no cúcleo 1, que ainda estavam em liberdade, entre eles os generais s do Exército, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, e o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier. 

 

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O local em que Bolsonaro ficará preso é chamado de sala de Estado-Maior, espaço em que ele não convive com outros detentos e há maior conforto do que num presídio. A estrutura atual é um quarto de 12 m², com televisão, ar-condicionado, banheiro privado e uma escrivaninha.

 

O ex-presidente já se encontra no local desde que teve a prisão domiciliar revertida em prisão preventiva, no último sábado (22). Bolsonaro foi levado para a sede regional da Polícia Federal em Brasília, por ordem de Moraes após a PF constatar risco de fuga e tentativa de violação da tornozeleira eletrônica com ferro de solda, como ele mesmo admitiu a agentes penitenciários.

 

 "Usei ferro quente, ferro quente aí… curiosidade", disse o ex-presidente a uma agente que foi ao local verificar a situação do dispositivo.

Alexandre de Moraes decreta trânsito em julgado e Jair Bolsonaro já pode ser preso imediatamente
Foto: Reprodução CNN

Em decisão emitida no início da tarde desta terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou o trânsito em julgado para o julgamento que envolveu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros dois réus do núcleo 1 da trama golpista.

 

A decisão veio após a defesa do ex-presidente e dos réus Alexandre Ramagem e Anderson Torres não apresentarem novos recursos contrários à condenação dos mesmos. 

 

“Certifico que os acórdãos publicados no dia 18 de novembro de 2025 transitaram em julgado em 25 de novembro de 2025, para os réus ALEXANDRE RAMAGEM RODRIGUES, ANDERSON GUSTAVO TORRES e JAIR MESSIAS BOLSONARO”, diz a decisão de Moraes.

 

A partir do trânsito em julgado, o ministro Alexandre de Moraes pode decidir onde Bolsonaro vai cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão, em regime fechado, para a qual foi condenado. Essa é uma decisão que ainda não foi tomada por Moraes. 

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro está no momento preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Especula-se que o cumprimento da prisão pode se dar no presídio da Papuda, no Batalhão da Polícia Militar próximo ao presídio, chamado de “Papudinha”, ou mesmo ficar na própria PF. Outra possibilidade é o ex-presidente ficar preso em algum quartel militar. 

 

Em relação ao deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), como o mesmo está no momento nos Estados Unidos, a partir da decisão de Moraes ele passa a ser considerado foragido da justiça. Ramagem fugiu no mês de setembro, saindo do país provavelmente pela Venezuela ou Guiana.
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O Cavalo do Cão deixou todo mundo de cabeça quente com seu novo enigma. O problema é que a carapuça serviu pra tanta gente que ninguém sabe bem quem é quem. Enquanto isso, o evento com o Molusco em Salvador mostrou quem sabe montar estratégia e quem não sabe. E vai ter gente que precisa acelerar até outubro. A questão é que a idade um dia pesa... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jaques Wagner

Jaques Wagner
Foto: Senado Federal

"Difícil". 

 

Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD). 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende
O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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